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quarta-feira, maio 09, 2012

"Estudantes universitários contraem 1437 empréstimos desde janeiro"

«Os estudantes do Ensino Superior contraíram 1.437 empréstimos com recurso a garantia mútua entre janeiro e março, num valor médio 2,6% acima do ano letivo anterior, indica esta terça-feira, uma sociedade de investimento.
Segundo um comunicado da sociedade de investimento SPGM, uma 'holding' do sistema de garantia mútua nacional, o valor total dos novos contratos firmados desde 12 de janeiro até 31 de março ascende a 16,9 milhões de euros, tendo sido utilizados 2,24 milhões.
O valor médio dos empréstimos passou de 11,4 para 11,7 mil euros este ano.
"Em menos de cinco anos letivos, o sistema nacional de garantia mútua viabilizou a concessão de crédito a 17.236 estudantes portugueses do ensino superior. Em valor, o montante global dos contratos firmados por estudantes de licenciaturas, mestrados, pós-graduações ou de especialização tecnológica, ao abrigo deste tipo de empréstimos, chegava aos 196,8 milhões de euros no final de março", acrescenta a nota.
O recurso a este tipo de crédito por parte dos estudantes do ensino superior tem vindo a crescer, passando de 3.954 empréstimos concedidos no ano letivo de 2009/2010 para 4.466 no ano seguinte.
Os créditos em incumprimento situam-se nos 1,49%, o que equivale a pouco mais de dois milhões de euros, segundo o mesmo comunicado.
A questão do incumprimento é decisiva "para a banca e para o sistema de garantia mútua continuarem a trabalhar este produto", considera o presidente da SPGM, José Fernando Figueiredo, já que as margens trabalhadas "são negativas".
O crédito com garantia mútua para universitários regressou no começo de janeiro, depois de ter sido suspenso no começo do ano letivo.
As sociedades de garantia mútua são instituições de crédito privadas, mutualistas, detidas por mais de 55 mil Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais, e que emitem garantias aos bancos e outras entidades, em favor das empresas ou de pessoas individuais, como é o caso dos estudantes do ensino superior, no sentido de facilitar o seu acesso ao crédito.»
(reprodução de notícia JORNAL DE NOTICIAS online, de 8 de Maio de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, maio 07, 2012

"Universidades apostam nas competências para o emprego"

«Várias faculdades introduziram nas licenciaturas cadeiras obrigatórias, com aulas mais práticas, de competências sociais e comportamentais.
Preparar os alunos para o mercado de trabalho passa por muito mais do que o que se aprende na sala de aula. Bagagem académica e notas excelentes já não são porta de entrada garantida num bom emprego. As chamadas ‘soft skills' -que passam por competências sociais e comportamentais - são cada vez mais importantes para os empregadores na hora de recrutar. Conscientes disso, várias faculdades começaram a introduzir cadeiras obrigatórias de ‘soft skills', de âmbito mais prático, e de línguas estrangeiras nas licenciaturas. Além disso, actividades extra-curriculares - como estágios, projectos de voluntariado, de empreendedorismo, etc - contam já créditos em algumas delas para a avaliação final do ano.
A importância que os empregadores dão a este tipo de competências é destacada pelos responsáveis das escolas contactadas pelo Diário Económico. As ‘soft skills' "são determinantes para a empregabilidade", resume Ana Canhoto, directora académica das licenciaturas da Católica-Lisbon School of Business & Economics. São "genericamente muito valorizadas pelos empregadores", corrobora Daniel Traça, subdirector da Nova School of Business & Economics. Permitem aos alunos ganhar ferramentas "que complementam a sua formação base" e são "diferenciadoras no mercado de trabalho", diz António Caetano,vice-reitor do ISCTE.
A Católica tem no plano de estudo das licenciaturas de Economia e Gestão o "Programa Learn in Action", que se divide em dois módulos obrigatórios: Comunicação Oral e Escrita e Desenvolvimento de Carreira. As empresas procuram evidências desse tipo de competências no currículo dos alunos,sublinha Ana Canhoto, "privilegiando aqueles que apresentam diferentes experiências profissionais, experiência internacional (Erasmus, Summer Schools, etc.), domínio de línguas estrangeiras, experiências de voluntariado/responsabilidade social, desportos de equipa e outras actividades extra-académicas ou experiências de vida relevantes".
A Nova está a lançar duas cadeiras obrigatórias: Desenvolvimento Pessoal e Competências Interpessoais, numa óptica de ‘experiencial learning'. "O mercado de trabalho actual exige profissionais "que sabem gerir as relações com as pessoas com quem se cruzam e têm estrutura mental para correr riscos, falhar, ultrapassar dificuldades, vencer", reforça Daniel Traça.
António Caetano justifica a criação, há três anos, do Laboratório de Línguas e Competências Transversais no ISCTE: é fundamental desenvolver nos alunos competências "que lhes permitam incrementar a sua capacidade de adaptação à mudança e a novas situações e aumentar o seu potencial de criação de valor no futuro posto de trabalho".
Reconhecida a sua forte formação técnica, os candidatos a engenheiros do Instituto Superior Técnico têm também já cadeiras obrigatórias de ‘soft skills' "para responder às exigências da sua vida profissional", diz Raquel Aires Barros, presidente do Conselho Pedagógico desta escola. Chama-se ‘portfolio pessoal' e passa pela realização de actividades extra-curriculares e de reflexão escrita sobre as mesmas, através de relatórios e projectos.
São competências que têm a ver com o percurso pessoal do aluno e dos seus gostos. Podem ser actividades de índole cultural ou social e é fundamental a colaboração entre os alunos.
FEP e ISEG lançam novas disciplinas no próximo ano lectivo
A Faculdade de Economia da Universidade do Porto ainda não tem, mas vai já lançar, no próximo ano lectivo, duas disciplinas de Competências Pessoais e Sociais, no 2º ano, e está a preparar o módulo extra-curricular ‘Working soft skills'. "Pretendemos, assim, responder às exigências dos principais empregadores de diplomados da FEP, ao nível das competências transversais", justifia o director, João Proença.
Também o ISEG está a equacionar a reformulação do actual plano de estudos no sentido de reforçar a presença das ‘soft skills', incluindo unidades curriculares específicas com carácter obrigatório. Esta escola tem já unidades curriculares, embora ainda não obrigatórias, "que têm verificado uma crescente adesão por parte dos jovens que procuram preparar-sede melhor forma para a vida profissional", diz Jorge Gomes, coordenador da licen ciatura de Gestão. No próximo ano, vai lançar o ‘Student Support Program', que dará grande destaque às ‘soft skills'.

(reprodução de notícia ECONÓMICO ONLINE, DE 06/05/12)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quinta-feira, maio 03, 2012

"Harvard e MIT terão cursos online na mesma plataforma"

«Duas das melhores universidades do mundo anunciaram uma parceria para oferecer educação à distância juntas. A Universidade Harvard e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) terão cursos online através de uma mesma plataforma na Internet, baptizada de edX (edxonline.org/). Alista de cursos será anunciada nos próximos meses. As aulas devem começar já no próximo semestre.
A ideia, de acordo com as duas instituições, é possibilitar que alunos de fora dos Estados Unidos possam «frequentar» alguns cursos das instituições pela Internet.
O MIT já sabe que a estratégia na Internet funciona. No começo do ano, o instituto lançou um curso online gratuito de «Introdução aos Circuitos e à Electrónica» e teve mais de 120 mil inscritos.
«O edX é uma oportunidade para melhorar a educação, criando um novo caminho para milhões de alunos em todo o mundo», afirmou em nota a reitora do MIT, Susan Hockfield.
Na mesma linha, o reitor de Harvard, Drew Faust, disse que a plataforma estende «dramaticamente» o alcance das instituições.
As universidades ressaltaram no lançamento da plataforma que a ideia não é substituir a educação presencial pelo ensino à distância, mas complementá-lo. Esse é um dos principais temores de quem é contra a modalidade de ensino virtual.
«O campus oferece oportunidades e experiências que não podem ser replicados online», disse Hockfield.
A ideia das universidades agora é agregar mais instituições de ponta à plataforma para alargar a iniciativa de oferta de cursos na Internet.»
(reprodução de notícia Diário Digital online, de 3 de  Maio de  2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, abril 30, 2012

Notícias do IPCA: propinas do próximo ano lectivo

«O Conselho Geral do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) decidiu, por unanimidade, não aumentar o valor da propina para o próximo ano letivo, tendo em conta a situação de crise económica que está a afetar o país e, por consequência, muitos estudantes.
O Conselho Geral do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) decidiu, por unanimidade, não aumentar o valor da propina para o próximo ano letivo, tendo em conta a situação de crise económica que está a afetar o país e, por consequência, muitos estudantes.
A decisão foi tomada em reunião realizada no dia 27 de abril, na sequência de uma proposta da direção do IPCA no sentido de manter, no ano letivo 2012-2013, o valor da propina de licenciatura nos 780 euros, apesar da redução das transferências do Estado para a instituição.
Esta decisão justifica-se pela crise económica que o país atravessa, tendo em conta, designadamente, o aumento do desemprego, as reduções dos rendimentos familiares e o consequente crescimento do número de desistências por parte dos estudantes, bem como dos pedidos de adiamento do pagamento das prestações de propinas.
O IPCA continua, assim, a ser a instituição de ensino superior público da região norte com a propina mais baixa. Por outro lado, foi, também, aprovada a possibilidade de os estudantes realizarem o respetivo pagamento em cinco ou 10 prestações, correspondendo esta última a um valor mensal de 78 euros, atenuando o esforço dos encargos com os estudos.

O Conselho Geral do IPCA é presidido por António Marques, também presidente da Associação Industrial do Minho, e composto por 12 representantes dos professores e investigadores, três representantes dos estudantes, um representante dos funcionários não docentes e não investigadores e, ainda, sete personalidades externas de reconhecido mérito não pertencentes à instituição.»
(reprodução de comunicado do IPCA, disponível no sítio da instituição - http://www.ipca.pt)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

terça-feira, abril 24, 2012

"Universidades obrigadas a divulgar empregabilidade dos cursos"

«Ensino superior vai ter de disponibilizar online o valor das propinas e informações sobre o número de alunos que conseguiu emprego
As universidades portuguesas, públicas ou privadas, vão ser obrigadas a disponibilizar num portal informações sobre a empregabilidade dos seus cursos, a remuneração média auferida pelos alunos um ano após terem concluído o curso ou ainda o valor das propinas que cobram.
O objetivo desta medida, que vem hoje publicada no Diário da República, é permitir aos alunos cruzar dados e fazer um ranking pessoal dos cursos e instituições, na hora de se candidatarem.
A concretização deste “contrato de transparência”, irá permitir aos alunos candidatos ao ensino superior ficar a par das características gerais de cada estabelecimento de ensino (como o número de vagas, procura, corpo docente, existência de departamentos de investigação), assim como dos critérios de empregabilidade e formação.
Em relação aos critérios da empregabilidade, os estabelecimentos do ensino superior terão de disponibilizar no portal informação sobre o número de alunos formados na instituição que estão empregados há seis meses, um ano e três anos após a conclusão da formação e qual a remuneração média que estão a auferir um ano e três anos após a conclusão do curso.
O "contrato de transparência" deve ainda permitir ais candidatos ao ensino superior ficar a saber quantos dos alunos saídos de determinado curso estão a trabalhar na sua área de formação e quantos conseguiram empregar-se através dos serviços de colocação das instituições de ensino.
Além disto, há toda uma série de dados sobre os cursos e a própria instituição que terão também de constar online, conforme estabelece a resolução da Assembleia da República, hoje publicada. O estabelecimento terá, assim, desde logo de referir se é público ou privado e qual o valor da propina cobrada. O número de vagas por curso é outra informação que fará parte deste “contrato de transparência”, sendo ainda de destacar se as vagas foram preenchidas nos dois ano letivos anteriores e qual a duração média dos alunos para completarem a formação.
A formação do corpo docente, o número de professores, o rácio de aluno por professor, a existência de centros de investigação e as parcerias institucionais e internacionais (como o Erasmus), são outros dos dados obrigatórios.
Neste portal, os candidatos ficarão ainda a saber quais os serviços de ação social da instituição, nomeadamente no que diz respeito a alojamento, bolsas, alimentação e outros apoios.
Esta resolução do Parlamento a recomendar ao Governo que crie as condições para a concretização do contrato da transparência não tem data para estar concluída, mas prevê-se que o plano de calendarização deve ser elaborado desde já para que o "contrato da transparência" fique operacional e disponível proximamente.
Caberá ao Governo garantir a fiabilidade dos dados provenientes das instituições de ensino superior
(reprodução de notícia DINHEIRO VIVO online, de 23 de Abril de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, abril 20, 2012

"Universidades de Lisboa e Técnica vão pedir mais autonomia"

«As universidades de Lisboa (UL) e Técnica de Lisboa (UTL) querem que o Governo lhes dê mais autonomia, de modo a criar uma universidade única de dimensão mundial.

Esta semana, os conselhos gerais das duas instituições aprovaram a fusão e, no dia 30, vão juntar-se, pela primeira vez. Em entrevista à Lusa, os dois reitores, António Sampaio da Nóvoa, da UL, e António Cruz Serra, da UTL, frisam que o processo se fará por patamares e que os próprios o travarão se não houver apoio político ao projecto.
"Não estamos a tomar uma decisão definitiva ainda", frisou Sampaio da Nóvoa, adiantando que daqui a dois ou três meses será feito um balanço.
As instituições vão pedir autonomia reforçada: "Não temos endividamentos, não contribuímos para o défice público, não alterámos a situação financeira, nem patrimonial das nossas universidades, mas vamos exigir um período de tempo de quatro anos, mais quatro, no qual seja possível que essa autonomia acrescida possa ser utilizada a favor de uma maior eficiência e de colocar a universidade onde queremos que seja colocada".
Para Cruz Serra, "só com um estatuto de autonomia reforçada é possível construir a universidade que estamos a propôr". As instituições pedem as mesmas condições de agilidade administrativa que foram pensadas para as fundações públicas de direito privado, mas num quadro de direito público.
Se tiverem essa autonomia, a futura instituição, resultante da fusão, terá maior capacidade de gerar receitas próprias e captar financiamentos empresarial.

Instituições a mais
Os reitores pretendem que se crie uma universidade de dimensão mundial. A internacionalização é "absolutamente crucial" num "mercado selvagem" em que se disputam "os melhores talentos", sejam alunos ou professores, define Cruz Serra.
Os reitores reconhecem que, no país, há instituições a mais para o tamanho do paós e para o financiamento que vai diminuindo cada vez mais.
Se a fusão é uma solução para Lisboa, onde existem três universidades públicas, os reitores defendem que esta não é solução para o resto do país.
A nova universidade terá um orçamento de 300 milhões de euros – o ideal seria ter um orçamento de mil milhões de euros, dizem os reitores –, cerca de 46 mil alunos e três mil professores.»
(reprodução de notícia Lusa/PÚBLICO, de 2012/04/20)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, março 19, 2012

"Fusão não é combustão"

«Na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, um esclarecedor exemplo do chocante confronto entre dois caminhos para superar os problemas nacionais
Numa altura em que ministro da Educação e reitores das universidades Técnica e Clássica de Lisboa apadrinham o que chamam de uma fusão entre elas, 36 professores convidados da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa foram contactados, nos últimos dias, pelo presidente desta mesma faculdade, eleito há apenas duas semanas, e por directa instigação do reitor da Técnica, a rescindirem os seus contratos, ou seja, a despedirem-se a si próprios, sem qualquer indemnização.
Seria esta a forma, segundo o referido presidente, de salvar a faculdade e sanear o seu défice financeiro acumulado em anos recentes e orçado em 800 mil euros.
Entre aqueles 36 professores, há inúmeros que o são, ali, há dezenas de anos, conduzindo e leccionando cadeiras por onde passaram centenas de alunos, apesar de terem sempre sido contratados a prazo, coisa que, como é sabido, é ilegal para o sector privado mas a que o Estado se arroga para permitir, nomeadamente, deploráveis situações como esta.
O referido despedimento, para além da destruição de inúmeras carreiras académicas, reduziria a condições quase inoperacionais cursos como os de design, design de moda ou cenografia, e teria, também, nefastas consequências no curso de arquitectura e em toda a instituição. E, tudo isto, numa que remonta ao século XVI e que teve a sua última formulação moderna em 1979, por onde passaram enormes vultos das respectivas áreas.
Evidentemente que não espero surpreender o leitor com mais 36 despedimentos, num País onde eles já ultrapassam, e muito, o milhão de cidadãos.
Mas o que aqui está envolvido é algo que interessa ao País.
Primeiro, emerge na Faculdade de Arquitectura o que já é bem patente em muitos outros sectores. Em vez de nos unirmos, a sério, num esforço colectivo, solidário e mobilizador da superação dos problemas nacionais, nomeadamente os financeiros, por todos repartido equitativamente, escolhem-se os mais fracos, os mais frágeis, e carrega-se sobre eles as medidas mais desumanas e castradoras.
Em segundo lugar, expressa-se, já, na Faculdade de Arquitectura, o que alguns, como o ministro da Educação e o reitor da Universidade Técnica, entendem ser a fusão das universidades. Um excelente pretexto para despedir (ou então, naquele incrível eufemismo, de serem as pessoas a despedir-se a si próprias) e desactivar instituições credíveis e sustentáveis pelo muito e bom trabalho que desenvolveram.
Farão bem os professores de todas as faculdades e escolas envolvidas, inclusive o reitor da Universidade Clássica, em olhar para a brutalidade do que está a acontecer na Faculdade de Arquitectura e em reflectir sobre uma política que lança apenas uma corda a que alguns se agarrarão, por oportunismo ou arbitrariedade, mas em que muitos, e muito injustamente, ficarão de fora e cairão nas chamas do desemprego e do sofrimento. Em combustão.»
 Carlos Oliveira Santos 
Professor Convidado da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa
(reprodução de artigo de opinião Económico online, de 18 Março 2012)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva]

"Portugal Social"

«Não é o Portugal Social mais um Facebook? Porque devo participar?
Em termos técnicos poder-se-á encontrar algumas semelhanças, contudo acreditamos que este projecto vá mais além, não só ao nível da imagem que lhe dá uma identidade própria, como também por ter sido pensado para os portugueses e para a sua realidade. Outro ponto forte, é o facto de respeitarmos a sua privacidade. Enquanto que a informação que coloca no Facebook, incluindo as suas mensagens privadas e chats, ficam sempre registadas nas bases de dados da plataforma e você não tem como apagá-las, mesmo que dê ordem para isso ou cancele a sua conta, aqui, quando decidir deixar-nos, tudo é apagado. Queremos também que possa estar num espaço onde não seja constantemente incomodado com notificações e aplicações que não lhe interessam, podendo assim trocar e partilhar sem o ruído de fundo que se pode sentir, hoje, no Facebook.
Mas a razão principal para que participe e se registe, é porque você é português e este é um espaço pensado para si. Iremos criar, no futuro, novas secções a pensar na nossa realidade nacional assim como fomentar a partilha e a troca, mesmo para além da esfera virtual. Lembre-se que o Portugal Social é um espaço criado por pessoas iguais a si, que vivem dentro de um mesmo contexto social e cultural e que, por isso mesmo, compreendem melhor a suas necessidades, podendo fazer chegar-lhe, com maior facilidade, tudo aquilo que tem a ver consigo, algo que o facebook, por ser um espaço generalista criado por pessoas que vivem noutros contextos culturais, não poderá fazer.
Por isso, espalhe a palavra e divulgue este projecto. Vamos fazer do Portugal Social o espaço de eleição dos portugueses, assim como o trampolim que possa permitir que um conjunto de iniciativas, fora da esfera virtual, possam vir a acontecer de modo a promover a partilha e a entre-ajuda de todos.

Com o nosso profundo agradecimento,
Equipa do Portugal Social


(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, março 07, 2012

"Fusão de universidades Técnica e Clássica pode avançar sem acordo"

«Mesmo com a oposição de algumas direcções, a fusão pode avançar.
A fusão da Universidade Técnica (UTL) com a Universidade de Lisboa (UL) pode avançar mesmo com a oposição de presidentes de algumas faculdades. Isto porque a posição contra de uma faculdade pode não chegar para travar o processo. A decisão final do futuro da fusão de duas das maiores instituições de ensino superior cabe apenas aos conselhos gerais e, segundo a ex-reitora da UTL Helena Pereira - que faz parte do grupo de trabalho deste projecto - a decisão final "pode não resultar da opinião das faculdades" podendo até ser uma decisão imposta.
No entanto, nenhum dos conselhos gerais "deverá querer ir contra a opinião da maioria da comunidade académica" destas universidades, porque "este processo só faz sentido se for feito com as pessoas", remata Helena Pereira.
O reitor da UTL, António Cruz Serra, explicou ao Económico que o travão do processo - que está em debate público até dia 7 de Abril em cada faculdade - "está nos argumentos apresentados." As posições contra a fusão, sublinha Cruz Serra, "até podem chegar de um grupo de alunos" desde que "apresentem argumentos válidos."
No entanto, apesar de haver algumas críticas e receios por parte de alguns professores e directores de faculdades, as personalidades externas que fazem parte dos conselhos gerais da UL e da UTL consideram a fusão como sendo positiva.» 
__________________________
(reprodução de notícia Económico online, de 2012/03/06)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, março 05, 2012

“Building a top school: how to be central out of the center?”

30º Aniversário da Escola de Economia e Gestão 
Conferência

“Building a top school: how to be central out of the center?”
John Driffill
(Birkbeck University of London) 
Mark Shackleton
(Lancaster University Management School)
  
7 de março – 14h30
Anfiteatro 1.01 da Escola de Economia e Gestão

Decorrerá no próximo dia 7 de março, às 14h30, no Anfiteatro 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, em Gualtar, a conferência subordinada ao tema “Building a top school: how to be central out of the center?”, apresentada por John Driffill (Birkbeck University of London) e Mark Shackleton (Lancaster University Management School).
John Driffill é professor de economia na Birkbeck University of London, especializado em macroeconomia internacional e de trabalho.
Mark Shackleton é professor de Finanças na Universidade de Lancaster e atualmente Chefe de Departamento de Contabilidade e Finanças.
Esta conferência faz parte do Ciclo de Conferências "EEG 30 anos a Formar o Futuro", integrado nas comemorações do 30º aniversário da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, e do processo do planeamento estratégico da EEG.

Informações adicionais:
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho
Telefone: 253 604541

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

"Missão Cavaco Silva"

Notícia ComUM 
Aluno da UM cria jogo sobre a reforma de Cavaco! 
http://www.comumonline.com/sociedade/item/635-aluno-da-um-cria-jogo-sobre-a-reforma-de-cavaco

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

sábado, janeiro 21, 2012

Notícias do Minho

Biba Guimarães

(título de mensagem, datada de 20 de Janeiro de 2012, disponível em Empreender)

segunda-feira, janeiro 09, 2012

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Lei Orgânica do Ministério da Educação e Ciência

Documento Diário da República, 1.ª série — N.º 249 — 29 de Dezembro de 2011
Decreto-Lei n.º 125/2011,
de 29 de Dezembro:

http://dre.pt/pdf1sdip/2011/12/24900/0549805508.pdf

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, dezembro 27, 2011

Ficar para a história

"Sem mencionar nomes, porque não os distingo no governo, são todos pobrezinhos de espírito, não havendo uma ideia, uma ´tirada`, uma diretiva que indique que alguém ficará para a história"

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 25 de Dezembro de 2011 e intitulada "O Natal nos hospitais", disponível em Prálem d`Azurém

sábado, dezembro 24, 2011

Boas Festas