Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

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segunda-feira, maio 24, 2010

"Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente [...] foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes"

«Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente, que permite a promoção, foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes de serviços, quase todos eles afectos ao "aparelho" por via de anos e anos de promoções e concursos que se não foram manipulados foram pelo menos influenciados pelas ligações familiares ou de amizade do concorrente com o topo da hierarquia do passado. Sabemos que até alguns técnicos superiores são familiares de pessoas que estiveram no passado no topo da hierarquia. Posto isto, que podem os funcionários esperar? Diria que é melhor não terem muitas expectativas nos próximos anos.»
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 23 de Maio de 2010, intitulada O que mudou na UM com o RJIES?, disponível em Prálem d`Azurém)

sexta-feira, maio 21, 2010

Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego

«Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego
No quadro institucional do programa EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, através do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas, promove a realização do Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego norte de Portugal – Galiza.
Tendo em conta que se trata de uma iniciativa que facilita e agiliza o processo de inserção dos estudantes no mercado de trabalho, tanto a nível local, como transfronteiriço e europeu, entendemos ser de utilidade a Vossa presença no evento. O programa centra-se na divulgação de técnicas de procura de emprego, objectivos e funcionalidade do programa de emprego da União Europeia EURES e, ainda, a situação actual do mercado de trabalho. O tema da edição de 2010 é “O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego”, e terá lugar na tarde do dia 21 de Maio de 2010 com início às 14h15, no auditório 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, Campus de Gualtar – Braga.
Segue, a seguir o programa

PROGRAMA
14:15h - Inscrições.
14:30h - Abertura. Professor Francisco Carballo-Cruz, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho.
15:00h - Rede EURES e EURES Transfronteiriço – Objectivos, Funcionalidades e Ferramentas. Dra. Cármen Lopes, Conselheira EURES do Centro de Emprego de Braga.
15:45h - Debate.
16:00h - Pausa para café.
16:20h - O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego.
16:20h - Caixa Geral de Depósitos. Dra. Maria Felicidade Brito, Coordenadora da Área de Recrutamento e Gestão de Competências da Direcção de Pessoal da Caixa Geral de Depósitos.
16:50h - Barclays Bank. Dra. Teresa Relvas, Directora do Departamento. de Recursos Humanos do Barclays Bank.
7:20h - Debate e encerramento.»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, originária de rbranca@eeg.uminho.pt e especialmente dirigida aos alunos do curso de Economia, 1º ciclo)

terça-feira, maio 11, 2010

"Chamam-lhe contrato de confiança"

"Existem directores de mestrado na minha escola que ficam a conhecer o número de vagas do curso que dirigem através ... dum suplemento comercial do Expresso. Assim mesmo: «nele [n.r.: no Expresso] pude finalmente confirmar informação que na EEG nunca consegui obter». Ficamos pois a saber que as «newsletters» da UM não resolveram de todo o problema de comunicação. E depois há quem queira que se faça um plano estratégico!"
Vasco Eiriz
*
(excerto de mensagem, intitulada "ClaustrUM" e datada de 11 de Maio de 2010, disponível em Empreender)

quarta-feira, abril 21, 2010

Sinal dos tempos ou ironia?

É a primeira vez que me acontece ser eleito para uma coisa para que não me candidatei.

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, março 25, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Isto ameaça tornar-se numa verdadeira odisseia para o candidato e apaniguados"

J. Cadima Ribeiro

sábado, março 20, 2010

Contrato de confiança: "dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele"

"Com tanto e-mail na caixa de correio a discutir contratos de (des)confiança (dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele), nem sequer há tempo para convocar o ClaustrUM e menos ainda para agendar e discutir o tema aqui na ordem de trabalhos. Enfim, o mesmo mal que aflige o Conselho de Escola que, contra a opinião deste conselheiro, tem outras prioridades."

Vasco Eiriz

(excerto de mensagem, intitulada "ClaustrUM", datada de 20 de Março de 2010, disponível em Empreender)

quarta-feira, março 17, 2010

O dia-a-dia: coisas...

“O Professor Cadima Ribeiro afirmou ser a favor da discussão da estratégia do Departamento. Disse que para gerir o contrato de confiança era necessário conhecê-lo, mas que não se opunha à discussão. Na sua opinião, não se devia aumentar as vagas na Licenciatura em Negócios Internacionais, mas o projecto era válido, nomeadamente pela componente internacionalização que proporcionava”
(excerto de projecto de acta de reunião do Departamento de Economia da EEG/UMinho de 2010/02/12)

segunda-feira, março 15, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia, que também já foi o do dia de ontem

"Tenho muita pena que a EEG tenha deixado de pensar estrategicamente as suas decisões desde há uns anos. Mais pena tenho da inconsequência de atitudes de muitos. Será este um momento de viragem? Gostaria que sim mas permitam que manifeste a minha descrença ..."
J. Cadima Ribeiro

sábado, março 13, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Sendo uma trapalhada [...], custa-me ainda assim perceber porque é que o assunto se arrasta há tanto tempo. Tinha a perspectiva de que o problema poderia ser ultrapassado a breve prazo; tinha, digo.[...]
O assunto chateia-me porque, aparte eu achar que é urgente termos o corpo de profs. catedráticos [...] renovado , sobra para mim, numa certa medida."

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, março 12, 2010

Ventos e marés

"Posto que a minha maneira de estar na Escola não muda ao sabor das conjunturas, há informações que me vejo obrigado a passar e decisões que tenho que tomar que são umas mais agradáveis que outras."

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, março 10, 2010

Notícias da EEG: notícias de festa

Notícia ComUM
Escola de Economia e Gestão celebra o “Dia da Escola":
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quarta-feira, março 03, 2010

"How can a man's fate be in a fool's hands ?"

«Alguns de nós estão naquelas condições que me fazem invocar as celebres palavras de Bob Dylon (penso, mas não me lembro do contexto, nem do propósito) - "How can a man's fate be in a fool's hands ?".
Fico absolutamente desesperado(a) porque não tenho capacidade para controlar a minha vida profissional. Isto é destrutivo e chega a ser uma forma de "bullying psicológico institucionalizado" e, portanto, legitimado pelos órgãos de governo da organização.»
*
(reprodução parcial de mensagem que me chegou por correio electrónico, com origem bem identificada)

terça-feira, março 02, 2010

Algum dia teria que ser

"Tem razão no que aos comentários se refere. Vou deixar de publicar as coisas provocatórias que me chegam. Algum dia teria que ser. Será de agora em diante."
J. Cadima Ribeiro

sábado, fevereiro 27, 2010

O meio onde por opção profissional me movimento: 30 dinheiros

Pese aquilo que já vi, nem mesmo assim me custa menos ver a facilidade com que alguns se vendem por 30 dinheiros, ou até menos.
Houve tempos em que olhei para o meio onde por opção profissional me movimento como um espaço privilegiado de partilha, de superação pessoal, de dedicação, de respeito pelos outros e pelo mundo. Hoje sei com mais segurança que nunca que os oásis são acidentes: estão condenados pela afirmação esmagadora da aridez, do vento agreste que empurra a areia para os lugares mais recônditos, logo que uma fresta fica aberta.
Resta-me deixar de olhar para o lado. Resta-me, simplesmente, seguir em frente.
Onde estão os momentos de convívio, as manifestações de amizade que nos reuniam algumas tardes em redor de um prato de rissóis? O caminho que percorremos fomos nós que o escolhemos ou alguém o decidiu por nós? E se o decidiu por nós, quais são os valores maiores, de humanidade, que o justificam?
Neste turbilhão de desumanidade, prefiro continuar caminho sozinho. Fico melhor só que mal acompanhado.

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Pobreza e desigualdades em Portugal

1. Nos últimos anos, tenho sido responsável pela docência de uma unidade curricular (u.c.) intitulada Economia Portuguesa e Europeia. O objectivo essencial dessa u.c. não é tanto apresentar novos conceitos ou teorias mas conduzir os estudantes a usar a formação adquirida previamente no seu curso (de Economia) na análise das realidades socioeconómicas nacional e da U.E.. De certo modo, trata-se de levá-los a mergulhar na realidade das economias, depois de lhes terem sido explicados os princípios básicos do funcionamento das estruturas económicas. Como segundo objectivo, visa-se dar-lhes competências em matéria de estruturação e elaboração de documentos técnicos e respectiva apresentação pública e de produção de textos técnicos para difusão junto de públicos não especializados.
2. Dentro do espírito da u.c., as matérias a versar vão evoluindo de acordo com as conjunturas económico-sociais vividas, para que os alunos sintam o espírito da cadeira e tendam a torná-la parte do debate do “momento”. Daí resultou a preferência que os estudantes deram ao tratamento de temas como a regulação dos mercados e o funcionamento nos mercados financeiros no ano lectivo precedente. No presente ano, notei com curiosidade que tenham trazido para debate as problemáticas das energias renováveis e, muito especialmente, as da pobreza e da desigualdade de rendimentos. Sendo um sinal dos tempos que vivemos, não esperava que os últimos temas referidos emergissem de forma tão destacada. Não quero com isso dizer que não abundassem as justificações para o fazer. Não julgava era que existisse suficiente sensibilidade para esta matéria entre estudantes de economia.
3. Na realidade, apesar da evolução económica verificada nas últimas décadas, no mundo e também em Portugal, um dos maiores desafios que continua a subsistir é o da superação da pobreza. O conceito pobreza é complexo e multidimensional. Em termos gerais, seguindo a definição proposta em 2001 pela Comissão das Nações Unidas para os Direitos Sociais, Económicos e Culturais, a pobreza “pode ser definida como uma condição humana caracterizada pela privação sustentável e crónica de recursos, capacidades, escolhas, segurança e poder necessários para o aproveitamento de um padrão adequado de vida e de outros direitos civis, culturais, económicos, políticos e sociais”. A União Europeia, por sua vez, identifica a pobreza em termos de "distância económica" relativamente a 60% do rendimento mediano da sociedade.
4. Nas sociedades actuais existe uma grande dificuldade em caracterizar devidamente o fenómeno pobreza. Isso acontece porque não há uma avaliação aprofundada das suas características, dos seus determinantes e um adequado seguimento da sua evolução ao longo do tempo, até pelos “embaraços” que tal situação gera nos poderes políticos.
5. Segundo dados do INE referentes ao ano 2007, eram cerca de 18% os portugueses (1,9 milhões de pessoas) que viviam ou estavam em risco de viver em situação de pobreza. Caso as transferências sociais e as pensões não existissem, a taxa de pobreza em Portugal chegaria aos 31% da população. Quer isto dizer que as transferências sociais (incluindo o rendimento social de inserção) afastaram cerca de 13% dos indivíduos residentes em Portugal do limiar da pobreza. Já agora, vale a pena assinalar que, entre 1997 e 2007, a taxa de pobreza em Portugal se reduziu cerca de quatro pontos percentuais, passando de 22% para 18%. Infelizmente, mesmo não havendo dados fiáveis, tudo indica que outro tanto não sucedeu no período mais recente.
6. A assimetria na distribuição dos rendimentos e as situações de desemprego estão entre os principais factores explicativos das situações de pobreza. Em Portugal, a assimetria de rendimentos entre as famílias é chocante: de acordo com o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, do INE, em 2007, o rendimento monetário líquido dos 20% da população com maiores recursos correspondia a 6,1 vezes o rendimento dos 20% da população com mais baixos recursos. Se comparado com o que se passa entre os demais membros da União Europeia, Portugal é o país em que a distribuição de riqueza tem o segundo maior diferencial. Maior diferencial apenas se verifica na Roménia.
7. Os dados apresentados, ainda que constituindo um “primeiro olhar” sobre a realidade da pobreza em Portugal, não podem deixar de ser vistos com preocupação e ser um elemento essencial na definição das medidas de política social. De acordo com a Comissão Europeia, as medidas para combater a pobreza passam pela introdução (ou manutenção) de um regime de rendimento mínimo e de acções vocacionadas para a promoção do emprego. A esta luz, perceber-se-á que o sucesso das políticas de relançamento da economia, no curto/médio prazo, é peça-chave do combate à pobreza em Portugal.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal de Leiria)

sábado, dezembro 12, 2009

No caso da EEG...

"[...]
Aproveita-se entretanto o balanço para registar, igualmente, que, no caso da EEG, da homologação ou não dos actos eleitorais realizados no início do mês de Novembro contiua a não haver notícia (que chegue aos membros da Escola, pelo menos). Em razão disso, mantêm-se em funcionamento órgãos cujo prazo de validade expirou há muito (o que não inibe os colegas que os integram, e a quem falha legitimidade de qualquer ordem, de persistirem em modelos de decisão aos quais o princípio da igualdade de tratamento é coisa que não diz nada).
É a UMinho renovada que se anunciava!"

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, novembro 17, 2009

Workshop on "Measurement and Evaluation of Academic Research Performance: Policy Implications"

«Dear Colleague
NIPE is organising a workshop, on the 21st of June 2010, on the “Measurement and Evaluation of Academic Research Performance: Policy Implications”. We would like to call your attention to this event. Please find below the Call for Papers.
Yours sincerely,
Dina Guimarães

CALL for PAPERS
“Measurement and Evaluation of Academic Research Performance: Policy Implications”
21st of June 2010
School of Economics and Management
University of Minho, Braga, Portugal

Dear Colleagues,
We are organizing a Workshop on “Measurement and Evaluation of Academic Research Performance: Policy Implications” at NIPE - Universidade do Minho, Braga, Portugal. The workshop will take place on June 21st, 2010, at Universidade do Minho.
This workshop aims at promoting discussion regarding the general topic of measurement and evaluation of academic research performance. In particular, we welcome papers that discuss the construction of rankings of economics journals and alternative ways to measure research in economics, papers that analyse trends, case studies and international comparisons in economic research and papers that discuss policies that can be used to improve the quality of researchers' scientific production. The organization of this event follows from an on-going project started more than 10 years ago where we make publicly available the information regarding the ranking of Portuguese researchers and institutions in the field of economics. You can access our project here:
http://www3.eeg.uminho.pt/economia/nipe/cempre+nipe-rank/
To discuss these issues we encourage you to participate in the conference by submitting a paper that contributes to this debate.
The Scientific committee is composed by:
Paulo Guimarães, University of South Carolina
Pantelis Kalaitzidakis, University of Crete
Miguel Portela, Universidade do Minho
Carla Sá, Universidade do Minho
Christian Zimmermann, University of Connecticut
Paper submissions should be sent to nipe@eeg.uminho.pt, until April 11th 2010.
Submitters will be notified about the status of their submissions by April 26th, 2010.
For any further information, please contact: Miguel Portela.
For matters regarding registration, accommodation, meals, and technical conference support, please contact: Dina Guimarães.
_____________________________________
Núcleo de Investigação em Políticas Económicas
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho»

(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)

sexta-feira, novembro 06, 2009

Desgraças várias

i) Da manifesta dificuldade em reformar a universidade

(título de mensagem, datada de 5 de Novembro de 2009, disponível em Empreender)
-
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: Apreciação Parlamentar nº 5/XI-1ª do ECDU

(título de mensagem, datada de 5 de Novembro de 2009, disponível em Universidade em Mudança)

quarta-feira, novembro 04, 2009

Eleições na EEG: no rescaldo da votação

“O momento é de alegria. Não há espaço para mensagens que transmitam desânimo. Eu estou na luta e para continuar.”
-
“Em parte, tens razão, mas devo dizer-te que não cheguei a perceber a estrutura da votação. Provavelmente, a informação aqui não terá circulado como devia.”
-
“Concordo que há pessoas que terão aquilo que merecem. Entretanto, isso não nos retira a a obrigação moral de lutar pelos outros. Não tenciono facilitar nada a quem quer que seja nos tempos mais próximos.”
*
J. Cadima Ribeiro

terça-feira, novembro 03, 2009

Eleições na EEG: agradecimento aos resistentes e pré-anúncio de resultados

Caros(as) colegas,
Quero subscrever o agradecimento que vos foi endereçado por [...] e dar-vos os parabéns por este nosso resultado. A luta não terminou mas vencemos esta primeira etapa, o que é sempre reconfortante.
Podem continuar a contar comigo para as vossas/nossas lutas.
Um abraço,

J. Cadima Ribeiro
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Resultados das Eleições (Professores e Investigadores Doutorados)
Conselho Científico:
Lista A - 30 votos (5 mandatos)
Lista B - 15 votos (2 mandatos)
Lista C - 26 votos (5 mandatos)

Conselho de Escola:
Lista A - 26 votos (4 mandatos)
Lista B - 16 votos (2 mandatos)
Lista C - 30 votos (4 mandatos)

[É imprescindível o cumprimento dos princípios basilares da liberdade, transparência, responsabilidade e cultura do mérito baseada em critérios de avaliação exigentes e objectivos]