Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

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sábado, dezembro 10, 2011

Encontro Nacional de Direcções Associativas

Notícia JN
Alunos do Ensino Superior voltam aos protestos contra o Regulamento de Atribuição de Bolsas:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2176611
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terça-feira, dezembro 06, 2011

"Que inovações pretendes incluir no seio da AAUM?"


(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

domingo, dezembro 04, 2011

Fazer mal as contas

«Um líder deve assumir as suas responsabilidades quando as coisas não correm como ele tinha previsto, nem que seja para admitir que "fez mal as contas" e que já foi extemporânea e tardia a sua entrada para "a corrida às Fundações".»

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Sábado, 3 de Dezembro de 2011, e intitulada "Meio mandato sem Fundação", disponível em Prálem d`Azurém)

quarta-feira, novembro 23, 2011

"Apelo à Greve Geral"

Dia 24 de Novembro manifesta-te contra as medidas de austeridade,

junta-te ao Movimento Indignados - 15 Outubro Braga

10h30 Plenário junto ao Prometeu (Campus de Gualtar)

13h30 Marcha desde a Universidade do Minho até à Avenida Central

15h Concentração na Avenida Central

Participa e e faz ouvir a tua voz!





(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de Elena Brugioni)

sábado, novembro 19, 2011

Notícias da UMinho e não só: "preocupação sobre a atual situação financeira do AveParque"

«Seguidamente, o Professor Cadima Ribeiro referiu que compreendia a dificuldade sentida pelo Reitor na questão dos numerus clausus, porque enquanto Diretor do Departamento de Economia da EEG se tem apercebido dessa realidade. [...] Por fim, manifestou preocupação com a atual situação financeira do AveParque, devido aos interesses e investimentos que a UMinho tem naquela entidade.»

(excerto de projecto de Ata Nº 06/2011, de reunião do Conselho Geral da Universidade do Minho, realizada aos vinte e seis dias do mês de Setembro de dois mil e onze, pelas nove horas e trinta minutos)

"Uma política furtiva"

Notícia Correio do Minho
Adriano Moreira: “A fronteira da pobreza atravessou o mediterrâneo”:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=56612
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quinta-feira, novembro 17, 2011

Notícias da UMinho, isto é, mais notícias de coisas tristes

A Praxe é Isto!


(título de mensagem, datada de Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011, disponível em O melhor para a universidade)

sexta-feira, outubro 28, 2011

"Não é um ataque à praxe, é antes a defesa da missão da universidade"

Bom senso

(título de artigo de opinião, datado de Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011, disponível em ComUM)

domingo, outubro 16, 2011

(Boas) notícias da UMinho: "STOP à Praxe"

Comunicado do Reitor, António Cunha, à Academia relativamente à questão das praxes académicas.

«A criação de um ambiente capaz de proporcionar a educação pessoal, social, intelectual e profissional dos estudantes e de promover uma cidadania ativa e responsável é um objetivo essencial da Universidade.
A consecução deste objetivo implica a existência das condições adequadas ao desenvolvimento das atividades académicas nos campi da Universidade. A Reitoria encontra-se fortemente empenhada em assegurar estas condições e, para tal, vem desenvolvendo múltiplas iniciativas junto dos estudantes e dos diferentes órgãos e responsáveis da Universidade visando o reconhecimento, por todos, da importância da criação de um ambiente que estimule o trabalho académico.
No entanto, a vida nos nossos campi continua a ser perturbada por ações de grupos de estudantes cujas manifestações prejudicam o normal funcionamento das atividades de ensino e de investigação e infringem, por vezes, os princípios fundamentais de liberdade, dignidade, urbanidade e respeito pelos outros, indissociáveis da vivência humana e universitária.
A Universidade não pode consentir ações daquela natureza, sob risco de permitir que seja posto em causa o seu papel de Instituição pública, responsável e plural, comprometida com a educação de todos e com a consecução plena da sua missão de promoção do ensino e da investigação.
A Universidade não reconhece e rejeita e existência de documentos que pretendem regular as referidas ações, cujo conteúdo não seja consentâneo com os valores enunciados nos seus Estatutos.
A Universidade condena veementemente todas as situações de violência física ou psicológica, coação, abusos e humilhações. Tais situações violam e põem em causa os direitos fundamentais de todos e condicionam ainda o bom funcionamento da Universidade.
Assim:
1. Não são permitidas, nos campi, ações, habitualmente designadas por "praxe académica", que configurem ofensas à integridade e dignidade humanas;
2. Não são permitidos atos que limitem ou dificultem a participação dos novos alunos nas atividades pedagógicas com as quais estão comprometidos;
3. Não são permitidas manifestações que, pelo ruído que provocam, perturbem o normal funcionamento das atividades académicas.
Constitui dever de todos os membros da comunidade combater tais práticas, comunicando-as superiormente. A Reitoria da Universidade reitera a sua intenção de utilizar todos os recursos disponíveis para combater e punir tais atos, incluindo a instauração de processos disciplinares.
A Reitoria exorta os estudantes da Universidade a que pugnem pelos valores da liberdade, do respeito e da dignidade humana, pelo que se deverão opor ativamente a práticas que os ponham em causa, seja nos espaços da Universidade seja no seu exterior.
O Reitor
António M. Cunha

(Pub. Out/2011)»

(reprodução de texto encontrado em http://www.dicas.sas.uminho.pt/, cujo alerta me chegou via Facebook)

segunda-feira, outubro 10, 2011

"Investigadores desenvolveram novo tipo de piso que permite reduzir ruído do trânsito"

«Os estudos mais recentes têm mostrado que as estradas são uma das fontes principais de ruído nas cidades, mas a Universidade do Minho (UM) encontrou uma solução para o problema. Um grupo de investigadores está a desenvolver um novo piso, que é mais silencioso e pode ser aplicado de forma económica. A solução já foi testada em Braga e os responsáveis acreditam que pode ter um impacto positivo na qualidade de vida das zonas urbanas.
A solução proposta pelo Centro de Território Ambiente e Construção (C-TAC), do Departamento de Engenharia Civil da UM, é relativamente simples. Os pavimentos das estradas são constituídos por agregados - pequenas pedras com tamanhos variáveis - e betão asfáltico. O tamanho do agregado confere determinadas características à camada de desgaste - que está em contacto com o pneu e é a principal responsável pelo ruído provocado. O que os investigadores da UM estão a fazer é a optimizar os tamanhos dos agregados, trabalhando com materiais mais pequenos do que o habitual.
A técnica utiliza os mesmos materiais que habitualmente são usados na pavimentação das estradas. "Assim, permite ao construtor uma solução mais barata, sem ter de reformular os equipamentos utilizados", explica Elisabete Freitas, professora que coordena o estudo.
A variante Sul de Braga, que faz a ligação entre as saídas das auto-estradas e uma zona habitacional, foi o primeiro local a receber este novo tipo de piso. A rodovia atravessa uma zona densamente povoada, bem perto de urbanizações, e o ruído foi, durante vários anos, um problema apontado pelos moradores. Numa recente repavimentação, a autarquia chamou a UM para analisar o problema, tendo acabado por aceitar a colocação daquele piso ainda em fase de testes. "Tivemos óptimos resultados e um feedback muito bom das pessoas daquela zona", conta Elisabete Freitas.
O exemplo pode agora ser replicado noutras zonas do país, especialmente no acesso a grandes centros urbanos. A investigadora acredita que esta inovação "pode ter um impacto positivo na vida das zonas urbanas", ainda para mais quando os mapas do ruído apontam as estradas como a principal fonte de barulho nas cidades, especialmente no período nocturno. Para Elisabete Freitas, o piso desenvolvido pela sua equipa pode fazer especial sentido nas vias de acesso a Lisboa e ao Porto, cujo volume de tráfego e a velocidade dos automóveis é uma grande fonte de ruído.
A inovação permitiria, por exemplo, reduzir a altura das barreiras sonoras existentes, o que teria impacto positivo sobre a paisagem, argumenta. Mesmo dentro das cidades, onde se anda "muito depressa" em Portugal, considera a especialista, esta fórmula pode ter resultados positivos.
A solução tem merecido a atenção da empresa Estradas de Portugal, responsável pela maioria das estradas portuguesas, e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil. "Esta é uma solução possível e quem está a decidir poderá decidir de acordo com o que descobrimos", salienta a investigadora. O interesse dessas entidades tem também a ver com um outro contributo desta investigação. Durante os últimos anos, a equipa esteve a estudar as características das estradas do país, das auto-estradas às nacionais, quer em áreas urbanas quer rurais. E, até agora, não existia informação relativamente às características das camadas de desgaste usadas em Portugal.
O trabalho permitiu esse mapeamento e foi o ponto de partida para uma equipa multidisciplinar de oito colaboradores, provenientes de áreas tão diversas como a Engenharia Civil, a Física e a Música. Numa segunda fase, a equipa teve ainda contributos da Psicologia, para um estudo, envolvendo 100 pessoas, dos 6 aos 85 anos, acerca das percepções do ruído rodoviário, cujas conclusões estão na base do piso entretanto desenvolvido.

Portugal é um país "relativamente ruidoso"
A primeira fase da investigação do departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho tratou de fazer o reconhecimento dos pisos existentes nas estradas portuguesas e do ruído provocado por cada um deles. A partir dessa análise, os especialistas concluíram que Portugal é um país "relativamente ruidoso" quando comparado com outros parceiros europeus.
"Estamos ao nível da Espanha, por exemplo, mas vamos atrás da França, Alemanha e Holanda, para quem estas questões do ruído são uma preocupação há muito tempo", explica a investigadora Elisabete Freitas.
Nesta escala, os pior classificados são os países nórdicos, por causa do clima. A neve e o gelo obrigam ao uso de correntes e pneus pitonados no Inverno, que são mais agressivos para o asfalto, o que obriga à utilização de misturas mais ruidosas, por uma questão de durabilidade. Pelo contrário, o clima de Portugal é ameno, o que, para a especialista da UM, "dá ao país condições para utilizar camadas de desgaste mais silenciosas nas estradas".»

(reprodução de notícia Público online de 10 de Outubro de 2011)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, outubro 07, 2011

" O Victory, why is your taste so bitter?"


(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

quarta-feira, outubro 05, 2011

"ComUM Online - Convite para Sessão de Apresentação Pública"


«Boa tarde.
O jornal online ComUM, impulsionado por alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, regressa, este ano letivo, com a mesma essência enquanto jornal mas uma nova força e dinamismo na prática jornalística.
Para dar a conhecer o projeto, convidamos toda a comunidade académica a assistir à sessão de apresentação pública do ComUM.
Saudações cordiais,
Tiago Dias,
Diretor do ComUM

www.comumonline.com»

(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a origem identificada)

segunda-feira, setembro 26, 2011

"Universidade do Minho defende continuação dos programas com universidades dos EUA"

«António Cunha, reitor da Universidade do Minho, defendeu, esta segunda-feira, a continuação dos programas de parcerias com três instituições universitárias norte-americanas, propostas pelo Executivo anterior, que deverão ser avaliados pelo Ministério da Educação e Ciência até Dezembro.
"A actual conjuntura reforça a necessidade de apostar no desenvolvimento de conhecimento orientado para a produção de valor. Por isso, é minha convicção que estes programas devem ser mantidos", defendeu António Cunha, em declarações à agência Lusa.
O representante do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas para o programa MIT Portugal realçou que é "expectável o aumento dos níveis de exigência e a redução da contribuição pública para o orçamento destes programas".
Os programas de parceria entre universidades e empresas portuguesas e três instituições universitárias norte-americanas (o "Massachusetts Institute of Technology" (MIT) e as universidades de Carnegie Mellon e do Texas (em Austin) foram lançados pelo anterior governo há cerca de cinco anos, estando a renovação para além de 2012 pendente de uma decisão do Ministério da Educação e Ciência (MEC).
"O Governo anunciou um processo de avaliação baseado na utilização de agência/peritos internacionais. A confiança que temos na qualidade do trabalho realizado e do seu impacto actual e futuro leva-nos a ter uma expectativa numa decisão positiva", afirmou António Cunha, a propósito do programa MIT Portugal.
O reitor da UMinho fez um balanço "muito positivo" dos primeiros anos deste programa, destacando "o alargamento a um número mais abrangente de doutorandos portugueses, cerca de 350, da possibilidade de fazerem um doutoramento em colaboração com a melhor escola de engenharia do mundo".
António Cunha realçou, também, a "melhoria do corpo docente e das práticas de ensino e de investigação das escolas nacionais envolvidas no programa" e a "acessibilidade de empresas portuguesas a projectos de investigação envolvendo o MIT, potenciando uma maior visibilidade internacional das respectivas estratégias de inovação".
Entre os projectos de maior qualidade e impacto desenvolvidos ao abrigo do programa, o reitor nomeou os casos do "Green Islands" (desenvolvimento de soluções integradas de auto-sustentabilidade energética em comunidades insulares), "Smart Interiors" (utilização de materiais e soluções inteligentes em interiores de automóveis) e a utilização de células estaminais no combate a doenças cancerígenas.»

(reprodução de artigo Jornal de Notícias online, de 26 de Setembro de 2011)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, setembro 19, 2011

Crónicas do quotidiano: ecos de um passado infeliz, ainda demasiado próximo para que o tenhamos podido olvidar

«Fico sem perceber como se chegou aqui, isto é, como foi permitido que o órgão estivesse a funcionar no quadro de tamanha irregularidade.
Sinceramente, nunca imaginei que as coisas tivessem chegado a este ponto. Depois de confrontado com estas peripécias, surpreende-me menos que haja quem ainda se movimente na sombra para tentar preservar o que for possível do anterior "establishement".»

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, agosto 24, 2011

“O perfil de ADN tem mais informação do que a impressão digital”

Notícia Correio do Minho
Investigadora da UM defende inclusão do ADN no BI:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=52269
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domingo, agosto 21, 2011

"Este fenómeno ocorre sobretudo nos túneis"

Notícia Correio do Minho
Aluno da Universidade do Minho cria escala do spalling:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=52196

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, agosto 15, 2011

Exposição comemorativa 50º Aniversário do Início da Guerra do Ex-Ultramar


(título de mensagem, datada de 11 de Agosto de 2011, disponível em Empreender)

sexta-feira, agosto 05, 2011

Mensagens de Verão (2)

«A dúvida pôs-se-me porque me parecia que não fazia sentido que o mandato do presidente de Escola/Instituto estivesse desfasado do do Conselho de Escola, em razão da lógica de constituição deste último órgão e das respectivas competências. Fiquei surpreendido pela falta de qualidade dos estatutos que a UOEI em causa tem. Mesmo tendo sido produzidos no tempo da gestão de [...], assumi que, para variar, tivessem um mínimo de qualidade, o que não se confirmou.»

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, agosto 04, 2011

"A primeira ligação de Internet no país"

Notícia CiênciaPT
Primeira ligação à Internet em Portugal realizou-se há mais de 25 anos na UMinho:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=104333&Itemid=279
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