Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

sábado, setembro 30, 2006

O grande problema não é a entrada na universidade

"O grande problema não se prende com a entrada na Universidade, pois actualmente quase que só é preciso ter média positiva para entrar. O cerne da questão está na falta de aposta em cursos que realmente valham a pena e que sirvam as necessidades do país. E aí as Universidades têm que assumir um papel mais activo, facultando informação sobre as taxas de empregabilidade dos jovens licenciados, etc., por forma a que aqueles que se candidatam às universidades possam ter uma ideia mais concreta do que o país realmente precisa..."

Nuno Afonso

(extracto de comentário disponível no "fórum" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Set. 2006)

O secundário não prepara os jovens para o patamar seguinte

"O sistema de ensino não está organizado de forma homogénea. O ensino universitário é incomparavelmente mais exigente que o secundário: o método de ensino, o método de estudo, o método de avaliação. O ensino secundário não prepara os jovens para o patamar seguinte, e há estudantes que não se adaptam facilmente. Agora, com a introdução do processo de Bolonha, esta situação é ainda mais flagrante: como se pode exigir aos estudantes universitários que sigam um método de auto-aprendizagem quando estiveram pelo menos 12 anos num sistema de ensino em que tal nunca lhes foi exigido?"
Patrícia Fernandes
(extracto de comentário disponível no "fórum" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Set. de 2006)

sexta-feira, setembro 29, 2006

Um balanço positivo ?

"Quase 63% das escolas que encerraram em todo o país - 1420 - situam-se na região Norte. Em 86 municípios, fecharam 884 estabelecimentos do 1.º Ciclo, movimentando 6480 alunos. Em média, cada unidade encerrada tinha, portanto, pouco mais de sete alunos. Ontem, Margarida Moreira, responsável máxima pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), fez um balanço positivo das duas primeiras semanas decorridas desde o início do ano lectivo."

(extracto de notícia, intitulada "Encerraram 884 escolas no Norte", publicada no Jornal de Notícias, em 2006-09-29)

quinta-feira, setembro 28, 2006

“Latin American universities and the third mission : trends, challenges, and policy options”

“Universities in Latin America are increasingly considered instruments of social and economic development and face rising expectations in regard to supplying relevant skills, undertaking applied research, and engaging in commercial activity. The paper discusses trends and challenges within Latin American universities, as well as policy options available for strengthening their contributions to social and economic development. The so-called third mission of universities is often equated with knowledge transfer narrowly defined as licensing and commercialization of research. The paper adopts a broader approach and explores how the new role of universities affects all aspects of academic practice in Latin America, including advanced education and research. It concludes that policymakers and university managers in Latin America face an important challenge of defining a legal framework, sound management procedures, and notably, incentive systems that stimulate outreach and entrepreneurship among students and staff while recognizing and preserving the distinct roles of universities.”

Thorn, Kristian;
Soo, Maarja.
Keywords: Tertiary Education, Agricultural Knowledge & Information Systems, Rural Development Knowledge & Information Systems, ICT Policy and Strategies, Secondary Education
Date: 2006-08-01
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:wbk:wbrwps:4002&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

Retirar o dinheiro para alimentação

"Cortar no financiamento é como retirar a alguém o dinheiro para alimentação, com o argumento de que a dieta está errada. A solução tem que ser outra."

Pedro Lourtie

(extracto de artigo, intitulado "O novo ano lectivo", publicado no Diário Económico, em 06/09/26)

quarta-feira, setembro 27, 2006

"Chamadas de atenção"

Na entrada Apontamentos, do seu blogue, Reformar a Educação Superior, sob o título "Chamadas de atenção", João Vasconcelos Costa inseriu hoje uma mensagem de que retenho o extracto que deixo abaixo, e cuja leitura recomendo vivamente, no seu todo.

"Chamada de atenção também para um artigo de Pedro Lourtie, ontem, no Diário Económico: “O novo ano lectivo”. Também fala do orçamento, mas de mais coisas importantes, como a adequação burocrática a Bolonha e as incertezas quanto ao futuro de algumas instituições."

Como diria o "outro", assim vai o ensino superior!

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, setembro 26, 2006

"A aprendizagem exige dedicação”

«“A aprendizagem exige dedicação”, avisou o reitor, acrescentando que a Universidade do Minho conta com a juventude e expectativas dos caloiros para se renovar a ela própria.»

(extracto de artigo, intitulado ‘Aprendam, divirtam-se, evoluam ... na melhor academia do país’, do Correio do Minho, de 2006-09-26 )

Comentário: proferidas no contexto da cerimónia de "recepção ao caloiro", não consideram serem as palavras do reitor despropositadas, isto é, não deveria aquele, antes, incitar os estudantes a fazerem da sua vida académica uma festa permanente? Adicionalmente, não será falta de gosto falar de trabalho no meio de uma festa? E que dizer da referência à renovação da Universidade? Não soa isso a heresia na boca de quem tão afanosamente tem combatido qualquer esboço de renovação da Instituição?

Investimentos em capital humano

“No que respeita à formação do 1º ciclo - vulgo, licenciaturas - , mais do que um problema de numerus clausus, temos um problema de apostas ou investimentos em capital humano mal direccionados, isto é, os jovens continuam a fazer muito curso que não responde às exigências de qualificação do nosso tecido produtivo. Esta é uma dimensão do problema. Outra é a falta de ousadia de parte do nosso empresariado. O estado também terá a sua quota de responsabilidade, umas vezes por acção, outras por falta dela.”

“Considero o problema central que coloca um do tipo «pescadinha de rabo na boca». Quero eu dizer que enquanto a economia portuguesa não apostar mais em sectores sofisticados e inovadores dificilmente arranjará lugar para activos mais qualificados (na dimensão actual da oferta). Por outro lado, quanto mais tempo levar a integrá-los, menos apta estará para explorar sectores e negócios mais exigentes em qualificações tecnológicas e organizacionais. É esse o círculo vicioso que urge superar.”

J. Cadima Ribeiro

(comentários extraídos do “fórum” da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Setembro de 2006)

segunda-feira, setembro 25, 2006

“Fields of study and graduates` occupational outcomes in Italy during the 90s. Who won and who lost?”

«Research on the transition from school to work is increasingly focusing on the horizontal stratification of educational systems, that is on how different educational tracks have an effect on students` occupational chances. In the case of tertiary education, this means analyzing how different fields of study (faculties) make a difference in this transition, and how this difference varies in time. This paper studies how recent economic and social changes affected the role of undergraduate field of study in Italy. Two contrasting hypotheses are considered. The first one comes from the economic literature on “skill-biased technological change” and suggests that contemporary societies should give a premium to scientific and technical degrees, because of increasing competition in technological innovation. The second one, based on sociological theories of the “information economy”, suggests that contemporary societies should give a premium to academic degrees because of the increasing economic role of general, social and relational skills. Data come from four surveys of university graduates` occupational careers that the Italian National Statistical Institute (Istat) has conducted from 1995 to 2004. By means of multivariate analyses of the quality of the occupational transitions, the paper will state how the effect of different fields of study on the transition has changed, and which one of the two contrasting hypotheses is better suited to account for this change.»

Gabriele BALLARINO
Massimiliano BRATTI

Keywords: Employment; Field of Study; Graduates; Graduates; Italy
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:mil:wpdepa:2006-17&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, setembro 24, 2006

“U.S. Universities' Net Returns from Patenting and Licensing: A Quantile Regression Analysis”

"In line with the rights and incentives provided by the Bayh-Dole Act of 1980, U.S. universities have increased their involvement in patenting and licensing activities through their own technology transfer offices. Only a few U.S. universities are obtaining large returns, however, whereas others are continuing with these activities despite negligible or negative returns. We assess the U.S. universities' potential to generate returns from licensing activities by modeling and estimating quantiles of the distribution of net licensing returns conditional on some of their structural characteristics. We find limited prospects for public universities without a medical school everywhere in their distribution. Other groups of universities (private, and public with a medical school) can expect significant but still fairly modest returns only beyond the 0.9th quantile. These findings call into question the appropriateness of the revenue-generating motive for the aggressive rate of patenting and licensing by U.S. universities."

Harun Bulut;
GianCarlo Moschini
(Center for Agricultural and Rural Development - CARD)
Keywords: Bayh-Dole Act, quantile regression, returns to innovation, skewed distributions, technology transfer, university patents.
Date: 2006-09
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ias:cpaper:06-wp432&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

sábado, setembro 23, 2006

Extinguir o CRUP. Ter reitores nomeados

Em mensagem datada de hoje e intitulada "Sem papas na língua", João Vasconcelos Costa invoca no seu blogue - Reformar a Educação Superior - notícia da TSF, de 20.9.2006, que se reporta a declarações de Marçal Grilo; concretamente:

“Marçal Grilo defendeu, esta quarta-feira, uma maior concorrência entre as universidades, sugerindo, nesse, sentido a extinção do Conselho de Reitores. À margem de um debate promovido pelo Conselho Nacional de Educação, o ex-ministro da Educação disse que este conselho não passa de um órgão de «lobby» que vai contra a autonomia dos estabelecimentos do ensino superior. Na sua intervenção, Marçal Grilo sugeriu também que os reitores das universidades deixassem de ser eleitos e passassem a ser nomeados de forma a reforçar as lideranças. «Isto só se consegue se, quem lidera a universidade, tiver uma designação por um órgão interno da universidade, mas composto fundamentalmente por pessoas vindas de fora do estabelecimento», defendeu. O antigo ministro apelou ainda ao reforço da formação dos professores, acusando os novos docentes de «falta de maturidade».”

Concordando com muito do que diz e do que subscreve das declarações do ex-Ministro da Educação e do Ensino Superior, atrevo-me, não obstante, a formular as duas questões seguintes:
i) questionando-se o papel de "grupo de pressão" do CRUP, será que, neste papel, esta estrutura foi eficiente, pelo menos?
ii) sendo Marçal Grilo dotado de tanta clarividência estratégica, porque não a evidenciou na sua passagem por funções governamentais (não considerando já as múltiplas outras atribuições que teve em matéria de gestão do ensino superior)?

Devo confessar que continuo a surpreender-me como pessoas inteligentes, que julgo bem preparadas em termos técnicos e científicos, em funções de gestão pública ou à frente dos orgãos de gestão das universidades e outros organismos, não conseguem ir além de desempenhos medíocres.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, setembro 22, 2006

A praxe deve repudiar qualquer forma de violência física ou simbólica - 2ª via

«Significa que há uma consciencialização, que nos parece ser crescente, por parte dos estudantes de Coimbra de que há qualquer coisa a alterar relativamente aos rituais da praxe académica. Não estou a dizer que seja maioritária mas parece-me haver uma percepção nesse sentido. Quando 67% das pessoas respondem que "a praxe deve repudiar qualquer forma de violência física ou simbólica" eu penso que têm presente que existem contornos na praxe actual que encerram esse tipo de elementos. E parecem mostrar aqui que são renitentes relativamente a isso. Depois, 51% dos inquiridos dizem que "a praxe deve ser revista de forma a receber melhor os novos alunos". Também aqui me parece haver uma percepção de que há uma necessidade de que os mais velhos ponham em prática, na recepção aos mais novos, aspectos mais informativos e pedagógicos que os ajudem a integrar-se.
[…]
Houve alterações muito profundas, a Universidade massificou-se, os cursos têm muito mais gente, o contacto com o professor é muito mais complicado, há insucesso e o estudante está preocupado com isso. E como perante a família, mesmo que seja ele o culpado, não quer assumir o insucesso, como há tanto chumbo e tanto abandono é porque os professores são maus. E pode ser até que tenha alguma razão, mas também se caiu numa certa onda de facilitismo. E eu falo por experiência própria.»

Elísio Estanque

(extracto de entrevista, intitulada “Estudantes são pressionados para acabarem curso rapidamente” e conduzida por Paula Alexandra Almeida, concedida por Elísio Estanque ao jornal Campeão das Províncias - 2006/09/07; disponível no blogue BoaSociedade - ligação activa ao lado)

Comentário: como se anuncia que o circo está a chegar à cidade, recupero aqui o destaque de há alguns dias. A ver vamos se se justificará dar notícia de foguetes e estrelas coloridas a cortarem os céus e, também, das vivas ao magnífico.

Marketing institucional

IPCA preencheu 85 por cento das vagas
O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave – IPCA preencheu 85 por cento das vagas disponíveis para o ano lectivo 2006/2007, o que representa uma subida de 11 por cento em relação ao ano transacto. Desta forma, a instituição de ensino superior conseguiu alcançar o primeiro lugar no ranking dos politécnicos, nesta primeira fase de candidatura de acesso ao Ensino Superior, tendo ficado em terceiro lugar no que respeita à taxa de ocupação das universidades e politécnicos, atrás da Universidade do Porto com 94 por cento e, imediatamente, a seguir ao Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa com 92 por cento.
O IPCA afirma que ficou acima da média da taxa de ocupação no Ensino Superior público universitário em cinco por cento (80 por cento) e 16 por cento acima da média da taxa de ocupação no ensino Superior Público Politécnico (69 por cento).
A instituição de ensino superior realça que os candidatos ao ensino superior, principalmente os da região norte, têm demonstrado um interesse crescente pelos cursos do IPCA. A prova disso, é que a Escola Superior de Gestão preencheu todas as suas vagas nesta primeira fase, o que representa uma taxa de ocupação de cem por cento em todos os seus cursos superiores, facto que se repete há vários anos consecutivos.
A Escola Superior de Tecnologia também apresenta valores animadores com dois dos seus cursos superiores a preencherem cem por cento das vagas, o que representa no geral 70 por cento de ocupação total. De acordo com a instituição, para 326 vagas apresentaram-se, na primeira fase 1431 candidatos, contra 958 candidatos em 2005.”
(notícia extraída do Diário do Minho, de 2006-09-22)

Comentário: isto é o que eu chamo bom marketing; a UMinho devia ser capaz de aprender alguma coisa com o que o IPCA vem fazendo em matéria de auto-promoção!

quinta-feira, setembro 21, 2006

"Licença para pensar"

Num ´dia` rico de contributos, recomendo também a visita ao blogue "A destreza das dúvidas", de Luis Aguiar Conraria e Cristóvão de Aguiar; em concreto, não deixem de ler o destaque que assinalo adiante e o debate que se lhe sucedeu.

"Licença para pensar
Tiago Mendes, no Diário Económico, aponta-nos o que pode ser um ensino rigoroso, autónomo e exigente. Deixa um sabor amargo na boca. Estaremos nós, docentes e alunos, preparados para este ensino?"

Universidades de classe mundial

"»Humor negro
Portugal tem que ter universidades de classe mundial (Jornal de Negócios online)
Ah! Deve ser por isso que vai haver uma redução da ordem dos 6% nos orçamentos das IES no próximo ano!"

(mensagem de MJMatos, no seu blogue, "Que Universidade ? ", com data de hoje; ligação activa ao lado)

“Emerging Institutions: Pyramids or Anthills?”

“In the present text, an institution is understood to be an (observable) pattern of collective action, justified by a corresponding social norm. By this definition, an institution emerges slowly, although it may be helped or hindered by various specific acts. From this perspective, an institutional entrepreneur is an oxymoron, at least in principle. In practice, however, there are and always have been people trying to create institutions. This paper describes the emergence of London School of Economics and Political Science as an institution and analyzes its founders and its supporters during crises as institutional entrepreneurs. A tentative theory of the phenomenon of institutional entrepreneurship inspired by an actor-network theory is then tested on two other cases described in brief.”

Czarniawska, Barbara (Gothenburg Research Institute)
Keywords: higher education; institutions; entrepreneurs; actor- network theory
Date: 2006-08-22
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:hhb:gungri:2006_007&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

quarta-feira, setembro 20, 2006

Personal computers

"I think it's fair to say that personal computers have become the most empowering tool we've ever created. They're tools of communication, they're tools of creativity, and they can be shaped by their user."

Bill Gates

(citação extraída de SBANC Newsletter, September 19, 2006, Issue 439-2006, http://www.sbaer.uca.edu)

terça-feira, setembro 19, 2006

Há jovens licenciados no desemprego

“É verdade que há jovens licenciados no desemprego. Mas todos os estudos mostram que quanto maior é a qualificação e a escolarização e quanto mais ela é adaptada às realidades das regiões, menor é o tempo de desemprego e menor é a probabilidade de se ficar no desemprego”

Vieira da Silva
(Ministro da Solidariedade e do Trabalho)

(Declarações à comunicação social a 06/09/15, na EEG/UMinho, Braga; retidas em artigo do Diário do Minho, assinado por Francisco de Assis, publicado em 06/09/18; artigo disponível na integra em http://www.plataformaminho.pt/index.php?id_categoria=5&id_item=1239)

segunda-feira, setembro 18, 2006

“Socioeconomic status or noise? Tradeoffs in the generation of school quality information”

“This paper calculates a time series of simple, standard measures of schools` relative performance. These are drawn from a 1997-2004 panel of Chilean schools, using individual-level information on test scores and student characteristics for each year. The results suggest there is a stark tradeoff in the extent to which rankings generated using these measures: i) can be shown to be very similar to rankings based purely on students` socioeconomic status, and ii) are very volatile from year to year. At least in Chile, therefore, producing a meaningful ranking of schools that may inform parents and policymakers may be harder than is commonly assumed.”

Alejandra Mizala;
Pilar Romaguera;
Miguel Urquiola.
Date: 2006
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:edj:ceauch:225&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, setembro 17, 2006

Passagem à clandestinidade

Recebida nesta data, via um-net - [Assunto: Despachos/Circulares] Divulgação Institucional (25/2006) -, a informação da publicação da "Circular PRT-LA-01/2006 - Define como Plataforma de e-learning, na Universidade do Minho, a BlackBoard Learning System. ", só me resta mesmo passar à clandestinidade.
Agora entendo bem o dito: "professor foi feito para sofrer !".

J. Cadima Ribeiro