Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
quinta-feira, junho 14, 2007
Notícias do RJIES num dia triste para o país e para a UMinho, em particular
Comunicado do Conselho de Ministros de 14 de Junho de 2007
(Comunicado do Conselho de Ministros de 14 de Junho de 2007)
(cortesia de Nuno Silva - UMinho)
RJIES & Cia
Governo espera ter tudo aprovado antes das férias
(http://dn.sapo.pt/2007/06/14/nacional/governo_espera_tudo_aprovado_antes_f.html)
(cortesia de Nuno Silva - UMinho)
Ensino Superior - Conselho de Ministros debate regime jurídico das instituições
(http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=39581)
quarta-feira, junho 13, 2007
Frases soltas, em dia de Stº. António
terça-feira, junho 12, 2007
Notícias de Coimbra e de outras coisas
"Avelãs Nunes, vice-reitor da Universidade de Coimbra, interrogou-se ontem se um estatuto fundacional será o mais adequado para gerir as Universidades públicas num país como o nosso.
«Esse é um dos pontos que se coloca. Saber se um estatuto fundacional será o mais adequado para gerir Universidades públicas num país como o nosso», comentou. Depois, segundo Avelãs Nunes, é preciso saber qual vai ser o regime dessas fundações e quais as competências em poderes sobre as universidades de que passam a ser proprietárias e gestoras.
O vice-reitor manifestou preocupação por os orgãos de gestão das universidades passarem a ser nomeados pelo Governo. «Se for assim estão em causa todo os aspectos da autonomia universitária», observou Avelãs Nunes. A questão fundamental, frisou aquele responsável, é saber se o regime que aí vem salvaguarda ou não a autonomia das Universidades.
Escola da vida
Afrimou, por outro lado, que a Universidade deve assumir-se como ´Universidade-cidadã`. «A Universidade de Coimbra enquanto instituição não faz manifestações. Faz parte do Estado, tem que colaborar com o Estado. Esta Universidade-instituição está a fazer o que pode. Mas devemos esperar mais da outra Universidade», referiu, exemplificando que a moção do Senado é uma «moção de cidadania, faz crítica política».
Já Sebastião Feyo de Azevedo, do Departamento de Engenharia Química da Universidade do Porto, disse, a propósito do Processo de Bolonha, que «o espaço europeu do conhecimento assenta na educação e na visão de que o Ensino Superior tem de ser perspectivado e projectado no plano da formação ao longo da vida».
Para aquele docente, a melhoria do potencial de empregabilidade dos futuros diplomados está directamente ligada à colaboração com os parceiros da escola (empresas e serviços) pela colaboração na redefinição de cursos e pela colaboração na formação.
Sebastião de Azevedo, ao falar de estratégia de desenvolvimento e Processo de Bolonha, acrescentou que «temos que lutar contra o orgulhosamente sós» e que não há dois caminhos para Portugal. «O único que há é o da qualidade com critérios europeus», concretizou. «Portugal tem que estar internamente preparado para este paradigma de desenvolvimento», concluiu.
José João Ribeiro
segunda-feira, junho 11, 2007
RJIES - mais um contributo para o debate
"Comentário à proposta do governo de Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior",
por José Ferreira Gomes
(http://jvcosta.planetaclix.pt/artigos/jfg10.html)
(entrada datada de 07/05/11, disponivel em Reformar a Educação Superior)
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Comentário: c.f. http://queuniversidade.weblog.com.pt/arquivo/394332.html#comments
Notícias da UMInho que me chegaram pela fresca
Comentários, a iniciar a semana: uma recensão não-aleatória - II
Cara Regina Nabais,
Dom Jun 10, 01:24:00 PM 2007"
Dom Jun 10, 07:36:00 PM 2007"
Cara Regina Nabais,
Seg Jun 11, 10:48:00 AM 2007"
sábado, junho 09, 2007
Reunião dos sindicatos com o ministro Mariano Gago
"A FENPROF e o SNESup estiveram [...] reunidos com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) com vista a procurar encontrar uma metodologia e um calendário para a revisão dos Estatutos de Carreira."
sexta-feira, junho 08, 2007
Pequena (muito pequena) revista de imprensa
por Rui Baptista
(http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=9bf31c7ff062936a96d3c8bd1f8f2ff3&subsec=&id=09978f4749bc1fce0196ff93181d0880)
(cortesia de Nuno Silva - UMinho)
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Comentário: repararam no pudor do nosso colega aposentado? É digno de nota o esforço que fez para evitar reportar-se ao RJIES, à acção do MCTES e do seu titular, e à acção de outros ministros e secretários de estado, responsáveis por múltiplas desgraças que atingiram e continuam a atingir o nosso ensino superior. Assim se mostra quanto vale uma longa experiência de vida!
quinta-feira, junho 07, 2007
Olhó RJIES! Olhó ... projecto de lei 271/X!
Pelo menos, tem a virtude de ser bem mais económico no número de artigos e de páginas de retórica barata do que o seu congénere do PS/MCTES!
J. Cadima Ribeiro
quarta-feira, junho 06, 2007
Perderam-se dois anos à espera dos “juízes de fora”
Foi adquirido em Portugal um grande capital de experiência no domínio da avaliação. O modelo contratualizante, mau grado a demissão sistemática de responsabilidade por parte de sucessivos governos, potenciou esse acumular de saber e experiência, para o qual muito contribuíram também as múltiplas e participadas reflexões públicas promovidas pelo CNAVES [6].
Perderam-se dois anos à espera que outros (os “juízes de fora”) nos viessem dizer aquilo que já sabíamos, e com isso muito se perdeu já na dinâmica de um processo de interiorização de uma cultura de qualidade que estava em curso.
É fundamental capitalizar esse saber adquirido e evitar cair na velha pecha portuguesa de continuamente tudo se destruir, para fazer de novo. É que, como se diz no parágrafo final do relatório de auto-avaliação do sistema de avaliação [7], “seria um erro político e científico trágico se tudo isso se perdesse em resultado de um qualquer acto infundado de voluntarismo”.»
RJIES - tomada de posição
terça-feira, junho 05, 2007
RJIES - carta aos deputados do grupo parlamentar do PS
http://snesup.terradasideias.net/htmls/_dlds/Ab_ass_RJIES_CS.doc
(documento disponível no sítio do SNESup, na entrada "Movimentos - Info doc: informação docente")
A frase do dia
segunda-feira, junho 04, 2007
Proposta de lei AAAAAAAGQES - última hora
Reparei hoje (4-Jun-2007) que a Proposta de Lei N.º 126/X ("Aprova o Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior") que o Prof. Cadima Ribeiro aqui refere está disponível para consulta pública - e recepção de comentários - até amanhã (!), dia 5-Jun-2007, também no site do Parlamento. A página específica é:
Se o Prof. Cadima Ribeiro (ou outro leitor do seu Blog) desejar enviar algum comentário à Proposta de Lei, poderá fazê-lo clicando no link [enviar um contributo] nessa página, escrevendo então o seu contributo e enviando-o.
Para os leitores mais interessados, posso indicar que a página referida está disponível da seguinte forma:
1 - Ir à homepage do site do Parlamento
2 - Clicar no link que diz "fórum" (4º link da navegação vertical do lado esquerdo)
3 - Na nova página que aparecer, clicar logo no primeiro link, que diz DEBATE "REGIME JURÍDICO DA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR"
4 - Clicar no link [enviar um contributo]
Espero que esta informação possa ser útil a (mais) algum leitor.
Ricardo Dias Marques
(comentário produzido a propósito da mensagem "Cavalgando a onda", de 7 de Maio pp.)
Custa a acreditar mas ...
"Escândalo na 5 de Outubro!
Ministério da Educação trata dirigentes sindicais como criminosos
Na sequência da conferência de imprensa realizada esta manhã em Lisboa, os dirigentes das organizações que integram a Plataforma Sindical dos Professores dirigiram-se ao Ministério da Educação para entregar o Abaixo-Assinado, que recolheu mais de 30 mil assinaturas contra a fractura da carreira docente imposta pelo ME. Os responsáveis políticos do Ministério não só recusaram inicialmente o pedido de entrega do documento por uma delegação sindical (só mais tarde acabou por ser recebida pelo chefe de gabinete da Ministra), como chamaram a polícia para identificação dos dirigentes sindicais presentes.
Um verdadeiro escândalo! Inconcebível no Portugal de Abril".
Comentários, a iniciar a semana: uma recensão não-aleatória
Cara colega,
Seg Jun 04, 09:35:00 AM 2007"
Seg Jun 04, 10:33:00 AM 2007"
"Comment by Virgílio A. P. Machado
Com que então não conseguiu resistir à tentação de «dar uma voltinha» com o rjies?
Quanto à letra «k» é vê-la por aí a passear-se de carro com o beneplácito da DGV, mesmo não fazendo parte do alfabeto português.
Quem melhor que o Estado para dar o exemplo e pagar os vencimentos dos responsáveis por estas «habilidades»?
Outro exemplo de uma «habilidade»? O rjies, pois claro."
"Comment by Alexandre Sousa
RJIES é demasiada gramática, muita escolástica, pouca aritmética e zero inovação.
domingo, junho 03, 2007
Hão-de vir tempos melhores!
"Mesmo que a política esteja correcta (coisa que agora aqui não discuto) como se justifica que os que a têm de executar a não compreendam, primeira contradição, só se sintam prejudicados com as medidas que vão sendo adoptadas, segunda contradição, não aparentem ponta de motivação nem entusiasmo na execução do que lhes é determinado, terceira contradição, e só não abandonem a profissão porque não podem, contradição máxima?"
sábado, junho 02, 2007
O RJIES e as rosas em Agosto
sexta-feira, junho 01, 2007
RJIES – o contributo do senado da Univ. de Coimbra para a discussão
«[…]
5. O projecto em análise parte de uma visão muito limitada da nossa realidade, ignorando a diversidade institucional que a caracteriza e deixando às universidades uma estreita margem de escolha, que não permite ter em conta a história e a ´cultura` de cada uma das instituições universitárias.
[…]
9. O Senado da Universidade de Coimbra aceita que o Conselho Geral previsto no projecto/MCTES tenha um papel importante nas decisões estratégicas e no controlo dos órgãos de governo das universidades.
Mas entende que o direito de participar na gestão democrática das universidades implica a existência de órgãos colegiais próprios de cada instituição, com elementos saídos dela e representativos dos corpos que integram a comunidade universitária e das unidades orgânicas constituídas de cada universidade. […]
[…]
14. […]
Como explicar que sempre se tenha recusado às universidades públicas a garantia de financiamentos plurianuais em função de objectivos acordados, e se venha agora prometer às fundações financiamentos plurianuais de duração não inferior a três anos?. Não sendo de admitir que o governo se proponha ´congelar` parte do orçamento das fundações ou decidir sobre a utilização dos seus saldos de gerência, o Senado da Universidade de Coimbra só pretende idêntico procedimento para com as universidades públicas!
[…]»
Comentário: Quando é que a comunidade académica sedeada na UMinho vai discutir o documento em epígrafe? O Senado ou a Assembleia da UMinho ainda servem para alguma coisa com relevância estratégica?
http://jn.sapo.pt/2007/05/31/pais/privatizacao_universidades.html