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Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
quinta-feira, março 13, 2008
Lei nº 12-A/2008 - transição entre vínculos
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Ecos do Encontro de "Bloggers" do Ensino Superior e da tertúlia de 10 de Março. pp.: palavras e imagens
ana.oliveira@CANALUP.tv
Com os melhores cumprimentos,
Ana Oliveira"
quarta-feira, março 12, 2008
"Gago nega despedimento de 40% dos docentes"
Succeeding is not…
Michael Eisner
(citação extraída de SBANC Newsletter, March 11, Issue 509-2008, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, março 11, 2008
Ecos do Encontro de "Bloggers" do Ensino Superior e da tertúlia de 10 de Março. pp.
Ainda ecos da luta dos professores do secundário
Professor do ano assina manifesto: http://jn.sapo.pt/2008/03/10/nacional/professor_ano_assina_manifesto.html
*
Notícia DN: DN_ONLINE
Mil professores de Viana impedidos pela polícia de participar na Marcha: http://dn.sapo.pt/2008/03/09/sociedade/mil_professores_viana_impedidos_pela.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
segunda-feira, março 10, 2008
Dos ecos de uma tertúlia sobre a reforma estatutária ao enunciado de duas notas de natureza estratégica
Do que se falou, muita coisa se poderia dizer, a primeira das quais é que valeu a pena. Sendo o mote do evento as fundações, houve espaço para que alguns acusassem outros de neo-liberais. No entanto, Todos disseram que estavam empenhados na construção de uma Universidade mais prestigiada e mais eficaz. Surpreendentemente, falou-se menos do “Zé Mariano” do que se poderia supor, se bem que não tenha deixado de ser feita menção aos fretes que estaria disponível para fazer a Aveiro, ao Porto e ao ISCTE, para não perder a face.
Estando em causa a produção de novos estatutos para a UMinho, surpreenderam-se alguns que a AE estivesse a discutir o modelo de governação, missões e organização sem ter discutido a estratégia ou esboçado um diagnóstico. Percebeu-se depois que a AE tomava como diagnóstico estratégico um exercício de auto-avaliação feito no ano precedente.
Se há espaço para tanta Universidade em Portugal e se faz sentido a concertação de recursos, foram duas outras questões debatidas. Em relação à primeira, arrisco a dizer que estivemos de acordo que não há. O segundo tema é mais complexo e ficou pendente de maior discussão.
Falando de “missão”, vem a talho de foice invocar aqui o episódio curioso de ter sido produzido entretanto um comunicado assinado pelos membros da AE eleitos pela lista do reitor que veio esclarecer a formulação da “nova” missão da UMinho aprovada pela Assembleia Estatutária, e que reza assim:
«A Universidade do Minho tem como missão gerar, difundir e aplicar conhecimento, assente na liberdade de pensamento e na pluralidade dos exercícios críticos, promovendo a educação superior e contribuindo para a construção de um modelo de sociedade baseado em princípios humanistas, tendo o saber, a criatividade e a inovação como factores de crescimento, desenvolvimento sustentável, bem-estar e solidariedade.».
Para que se perceba o alcance do “esclarecimento”, reproduz-se igualmente o dito na passagem relevante:
«A formulação da missão e dos objectivos […] representa um avanço essencial na explicitação das linhas estratégicas que devem orientar a Universidade do Minho, inscrevendo-a num quadro de referência internacional e acolhendo com clareza o propósito de a posicionar como “universidade de investigação”.»
Este episódio é revelador da fragilidade da AE em dimensão tão básica quanto o é o enunciado da missão. Como bem assinalava Vasco Eiriz na ocasião, “Ora, se para compreendermos uma coisa que deveria ser simples como a missão, há necessidade de textos interpretativos (que, aliás, dizem aquilo que a missão não diz), o que será quando os estatutos estiverem elaborados?”. Não se tratasse de coisa séria, seria caso para rir a bom rir.
Não querendo que me acusem de nada adiantar quando os temas são incómodos, deixo aqui duas notas de natureza estratégica. A primeira exprime-se na defesa da construção de uma “universidade do século XXI”, por contraponto das universidades “escolástica” e “clássica”, isto é, uma universidade cujo prestígio resulte do reconhecimento público dos seus docentes e investigadores, da qualidade dos estudantes que capte e da ligação à sociedade que seja capaz de construir. A segunda (via para lá chegar), materializa-se na assumpção clara de áreas prioritárias, suportada na análise estratégica feita (ou a fazer). Na falta desta, pegando na informação que vai emergindo, parece-me razoável admitir que entre elas deverão estar os materiais e os biomateriais, as nanotecnologias, as tecnologias de informação, o planeamento do território e os serviços tecnológicos (electrónica/tecnologias de informação/materiais) e organizacionais (gestão da produção/logística/marketing) à medida.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição impressa do ComUM de 08/03/10)
sábado, março 08, 2008
Notícia de expectativa e tensão em vésperas do grande encontro de "bloggers" de IES
sexta-feira, março 07, 2008
Encontro de "bloggers" de IES - Braga08
quinta-feira, março 06, 2008
Revista de imprensa
Desprezo pela educação:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/1097482.html
*
Notícia DN: DN_ONLINE
Funcionários no topo vão poder subir na carreira http://dn.sapo.pt/2008/03/06/economia/funcionarios_topo_poder_subir_carrei.html
*
Informação Portal do Governo [http://www.portugal.gov.pt/],
Proposta de Lei que aprova o Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que Exercem Funções Públicas:
Comunicado do Conselho de Ministros de 6 de Março de 2007
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Rescaldo dos debates estatutários de ontem, ainda
A meu ver, aparte alguns mal-entendidos em matéria organizacional e de gestão, o documento parece refletir leituras de dentro de casa que não são facilmente entendíveis pelos de fora.
Rescaldo dos debates estatutários de ontem
Pós-eleições, "deixámos de ter lista A e lista B. Agora temos apenas as listas A e A´ ".
(reprodução, com a fidedignidade possível, de comentário produzido - por MRA - em "debate" sobre a revisão estatutária em curso na UMinho, realizado em sede de Assembleia de Representantes da EEG)
-
Comentário: e não é que as ideias acima enunciadas se sugerem uma síntese particularmente feliz do que se foi lendo e ouvindo entretanto sobre o decorrer dos trabalhos da Assembleia Estatutária!
quarta-feira, março 05, 2008
O comunicado e o contra-comunicado
[...]
Assunto: Recurso Jurisdicional: Eleições dos Representantes dos Funcionários não docentes
Foi difundida a toda a comunidade universitária, uma mensagem do funcionário Paulo Valverde, "informando" que o Tribunal Central Administrativo Norte decidiu pela improcedência do Recurso Jurisdicional, interposto no Processo de Contencioso Eleitoral – Eleição dos Representantes dos Funcionários não Docentes na Assembleia e no Senado Universitário – difundindo, em anexo o Parecer do Ministério Público.
Esta notícia é falsa, não tendo aquele Tribunal superior sequer ainda apreciado o Recurso, pelo que vivamente repudiamos a divulgação de mais uma "informação" desta natureza.
Os Representantes Eleitos dos Funcionários não Docentes,
Albano José Dias Serrano
Amaro António Magalhães Rodrigues
Antonio Ovídio Marques Domingues
Maria Fernanda Teixeira Ferreira»
«De: Paulo Jorge Valverde Viegas Costa
Enviada: qua 05-03-2008 15:37
[...]
Assunto: Recurso Jurisdicional nº 622/07.9 BEBRG (Eleições dos Representantes dos Funcionários não docentes)
Informamos a Comunidade de Funcionários da UM do resultado do recurso, que mantêm a anterior decisão do Tribunal, relativo às eleições dos Representantes dos Funcionários não docentes que integram a Assembleia eSenado Universitário da Universidade do Minho.
"Nas licenciaturas em Economia a taxa de desemprego de longa duração não ultrapassa os 1,2%"
(título de mensagem, datada de 08/02/05, disponível em A destreza das dúvidas)
terça-feira, março 04, 2008
"¿Porqué tú no hablas?"
[...]
Mestre Daniel Luís
Não o conhecendo pessoalmente (imagino eu!?), nem lendo os seus blogs, nem as notícias dos jornais, fiquei sabendo (como toda a academia Minhota), pelos seus pares, que "... o procuravam proteger na sua dignidade profissional e no conteúdo funcional da sua actividade como educador, área objecto, nos seus textos, de inúmeras referências atentatórias da dignidade de professores, alunos e responsáveis políticos, ....", que o Mestre Daniel Luís "decidira, por sua inteira e exclusiva iniciativa, retirar também da net o blogue que vinha mantendo", após o Conselho do seu Departamento ter recomendado que "dada a natureza dos seus conteúdos [blogues] e o facto de pôr em causa a imagem pública do docente e do Departamento, será aconselhável que sejam retirados da net".
Sem contraditório, a comunicação destas eventuais referências atentatórias da (minha!?) dignidade de professor, que terão levado o Mestre Daniel Luís a retirar da net o blogue que vinha mantendo, mais do que esclarecer, confunde-me.
Por isso, e porque de Humor parece tratar o seu Blog ;-), permita que lhe invoque (sem qualquer justificação) aquela pergunta (¿Porqué tú no hablas?) dirigida por um Chefe de Estado (da Venezuela) a outro Chefe de Estado (da Colômbia), uns dias após o primeiro não ter ouvido uma outra, e bem mais conhecida, pergunta dum Rei (de Espanha), que também foi objecto de controvérsia e indignação nesta Universidade.
Porém, respeitando o seu silêncio, queria dizer-lhe que este nos conforta na perplexidade de nem ser o primeiro a atirar pedras, nem o último a esconder a mão!
Cumprimentos.
Joaquim Neves
*
Em 2008/02/28, às 16:55, Cristina Alexandra escreveu:
No sentido de repor a verdade dos factos no que diz respeito às notícias divulgadas nos meios de comunicação social sobre os blogues do Mestre Daniel Luís, docente da Universidade do Minho, os Doutores do Departamento de Sociologia da Educação e Administração Educacional, reunidos no dia 28 de Fevereiro de 2008, decidiram divulgar o comunicado em anexo.
O Director do Departamento de SEAE
Carlos V. Estêvão»
(reprodução integral de mensagem, de distribuição universal na rede da UMinho, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)
Na grande universidade da Bielochina ...
segunda-feira, março 03, 2008
Professores e funcionários protestam contra "asfixia financeira" da Universidade de Évora
Ensino Superior: Cerca de 200 professores e funcionários protestam contra "asfixia financeira" da Universidade de Évora:
http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=329056&visual=26&tm=Nacional
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
É já de hoje a oito dias: não perca!
Encontro de “Bloggers” do Ensino Superior
-
Nota:
i) até à hora de início do "congresso", o programa pode sofrer alterações;
ii) se ainda não se inscreveu, pode fazê-lo até à véspera do "congresso", não podendo a organização garantir cadeira a quem o faça em data posterior.
- Regina Nabais, do Instituto Politécnico de Coimbra;
- Virgílio A. P. Machado, da Universidade Nova de Lisboa;
- João Orvalho, do Instituto Politécnico de Coimbra;
- João Vasconcelos Costa, da Universidade Lusófona;
- Luís Moutinho, do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave;
domingo, março 02, 2008
Cursos de especialização tecnológica
Mariano Gago quer abrir cursos técnicos em Lisboa:
http://www.diariodigital.pt/news.asp?section_id=61&id_news=321179
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
A propósito do reforço do investimento em I&D em Portugal
Financiamento do Ensino Superior e da I&D
(títulos de mensagens, datadas de 08/03/02 e 08/03/01, respectivamente, disponíveis em J. P. Cravino`s Blog)
sábado, março 01, 2008
"Sinto-me num país tristonho e cabisbaixo..."
1.
Não sou certamente a única socialista descontente com os tempos que vivemos e com o actual governo. Não pertenço a qualquer estrutura nacional e, na secção em que estou inscrita, não reconheço competência à sua presidência para aí debater, discutir, reflectir, apresentar propostas. Seria um mero ritual.
Em política não há divórcios. Há afastamentos. Não me revejo neste partido calado e reverente que não tem, segundo os jornais, uma única pergunta a fazer ao secretário-geral na última comissão política. Uma parte dos seus actuais dirigentes são tão socialistas como qualquer neoliberal; outra parte outrora ocupada com o debate político e com a acção, ficou esmagada por mais de um milhão de votos nas últimas presidenciais e, sem saber que fazer com tal abundância, continuou na sua individualidade privilegiada. Outra parte, enfim, recebendo mais ou menos migalhas do poder, sente que ganhou uma maioria absoluta e considera, portanto, que só tem que ouvir os cidadãos (perdão, os eleitores ou os consumidores, como queiram) no final do mandato.
Umas raríssimas vozes (raras, mesmo) vão ocasionando críticas ocasionais.
Para resolver o défice das contas públicas teria sido necessário adoptar as políticas económicas e sociais e a atitude governativa fechada e arrogante que temos vivido? Teria sido necessário pôr os professores de joelhos num pelourinho? Impor um estatuto baseado apenas nos últimos sete anos de carreira? Foi o que aconteceu com os "titulares" e "não titulares", uma nova casta que ainda não tinha sido inventada até hoje. E premiar "o melhor" professor ou professora? Não é verdade que "ninguém é professor sozinho" e que são necessárias equipas de docentes coesas e competentes, com metas claras, com estratégias bem definidas para alcançar o sucesso (a saber, a aprendizagem efectiva dos alunos)?
Teria sido necessário aumentar as diferenças entre ricos e pobres? Criar mais desemprego? Enviar a GNR contra grevistas no seu direito constitucional? Penalizar as pequenas reformas com impostos? Criar tanto desacerto na justiça? Confirmar aqueles velhos mitos de que "quem paga é sempre o mais pequeno"? Continuar a ser preciso "apanhar" uma consulta e, não, "marcar" uma consulta? Ouvir o senhor ministro das Finanças (os exemplos são tantos que é difícil escolher um, de um homem reservado, aliás) afirmar que "nós não entramos nesses jogos", sendo os tais "jogos" as negociações salariais e de condições de trabalho entre Governo e sindicatos. Um "jogo"? Pensava eu que era um mecanismo de regulação que fazia parte dos regimes democráticos.
5.
Sinto-me num país tristonho e cabisbaixo, com o PS a substituir as políticas eventuais do PSD (que não sabe, por isso, para que lado se virar). Quanto mais circo, menos pão. Diante dos espectáculos oficiais bem orquestrados que a TV mostra, dos anúncios de um bem-estar sem fim que um dia virá (quanto sebastianismo!), apetece-me muitas vezes dizer: "Aqui há palhaços". E os palhaços somos nós. As únicas críticas sistemáticas às agressões quotidianas à liberdade de expressão são as do Gato Fedorento. Já agora, ficava tão bem a um governo do PS acabar com os abusos da EDP, empresa pública, que manda o "homem do alicate" cortar a luz se o cidadão se atrasa uns dias no seu pagamento, consumidor regular e cumpridor... Quando há avarias, nós cortamos-lhes o quê? Somos cidadãos castigados!
O país cansa! Os partidos são necessários à democracia mas temos que ser mais exigentes.
Movimentos cívicos...procuram-se (já há alguns, são precisos mais). As anedotas e brincadeiras com o "olhe que agora é perigoso criticar o primeiro-ministro" não me fazem rir. Pela liberdade muitos deram a vida. Pela liberdade muitos demos o nosso trabalho, a nossa vontade, o nosso entusiasmo. Com certeza somos muitos os que não gostamos de brincar com coisas tão sérias, sobretudo com um governo do Partido Socialista.»
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
O debate estatutário na UMinho: contributo dos funcionários não docentes
Tendo em conta a ordem de trabalhos da reunião da Assembleia Estatutária de 15 de Fevereiro, o documento apresentado incidiu, particularmente, sobre os órgãos de governo e sobre o Senado Académico, abordando-se embora, também, as Unidades Orgânicas de ensino e investigação.
A Lei n.º 62/2007 consagrou a possibilidade de criação do Senado Académico, com a finalidade de assegurar a coesão da Universidade e a participação de todas as Unidades Orgânicas na sua gestão.
Porque assim, propusemos a constituição de um órgão com representação alargada, a funcionar em plenário e em comissões especializadas – Comissão para o Aconselhamento e Apoio ao Reitor nas linhas gerais de orientação da Universidade e no plano estratégico; Comissão para os Assuntos Académicos; Comissão para os Assuntos Científicos; Comissão Cultural; e, principalmente, a Comissão Disciplinar.
No essencial, o documento recuperou as ideias gerais contidas na “Mensagem” por nós difundida à Academia, no dia 5 de Dezembro de 2007, em que apelávamos à Assembleia Estatutária, no respeito dos princípios da democraticidade e da participação, que promovesse activamente a coesão da Universidade, designadamente, acautelando a nossa representatividade nas instâncias decisórias e na formação das decisões em que somos parte activamente interessada.
Porém, algumas posições concebem o Senado Académico como uma mera adição de uma Comissão Pedagógica a uma Comissão Científica, sem a representação de funcionários, dada a especificidade das competências que lhes estariam atribuídas.
Esta concepção é naturalmente legítima e merece-nos todo o respeito, enquanto exercício da liberdade e da pluralidade de pensamentos. Porém, denota, a nosso ver, uma falta de sensibilidade ao sentir maioritário da Academia, sobre a problemática da constituição e competências do Senado Académico.
Este órgão, de consulta obrigatória, foi concebido, pelo legislador, como instância de coesão universitária, sendo ainda potencializador de alguma atenuação dos poderes hegemónicos do Reitor e do Conselho Geral (neste sentido, pronunciou-se largamente a comunidade académica, em diversos documentos enviados à Assembleia da República, aquando da discussão parlamentar da proposta governamental do novo regime jurídico das instituições do ensino superior – vidé doc. dos funcionários em anexo).
Assim, tendo em vista a promoção do debate sobre o processo de elaboração dos novos Estatutos da Universidade do Minho, parece-nos ser importante difundir o documento já apresentado à Assembleia Estatutária.
Braga, 28 de Fevereiro de 2008
Os Representantes dos funcionários não docentes no Senado Universitário
Albano José Dias Serrano
Amaro António Magalhães Rodrigues
Antonio Ovídio Marques Domingues
Maria Fernanda Teixeira Ferreira»
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Também tenho um blogue...
José Adelino Maltez
(extracto de mensagem, datada de 08/02/28 e intitulada "Éramos mandados, somos hoje governados. Contra as ideias que tendem a apoucar o indivíduo e a engrandecer a sociedade", disponível em Sobre o tempo que passa)
O texto interpretativo corre o risco de ser mais claro e explícito sobre a missão do que a própria
(título de mensagem, datada de 27 de Fevereiro de 2008, disponível em Empreender)
Revista de imprensa
É a Universidade,estúpido: http://jn.sapo.pt/2008/02/28/ultima/e_a_universidadeestupido.html
*
Notícia DN: DN_ONLINE
Ensino superior vai ter de reduzir docentes: http://dn.sapo.pt/2008/02/28/sociedade/ensino_superior_ter_reduzir_docentes.html
*
Notícia JN
Progressões de carreira na Função Pública arrancam já em Março: http://jn.sapo.pt/2008/02/28/economia_e_trabalho/progressoes_carreira_funcao_publica_.html
*
Notícia Jornal de Negócios
Progressões na carreira e prémios desbloqueados:
http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=312301
*
Notícia JN
Sócrates segura ministra e elogia docentes: http://jn.sapo.pt/2008/02/28/primeiro_plano/socrates_segura_ministra_e_elogia_do.html
*
Notícia DN: DN_ONLINE
Contestação à política de educação sobe de tom: http://dn.sapo.pt/2008/02/28/sociedade/contestacao_a_politica_educacao_sobe.html
-
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Comunicado SNESup: Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações
terça-feira, fevereiro 26, 2008
"Um docente universitário não pode ser escritor criativo nem humorista"
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008, disponível em Liberdade na UMinho)
-
Comentário: tudo isto existe na UMinho! Tudo isto é fado?
"A Cultura pede socorro"
"A Cultura pede socorro
Repassando,
Vale a pena ler e repassar!
Convoco todos a lutar para impedirmos este erro:
Imaginem um site (lugar) onde se pode ler gratuitamente as obras de Machado de Assis ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde você pudesse escutar (de graça) músicas em MP3 de alta qualidade...
Pois esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:
http://www.dominiopublico.gov.br/
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desactivar o projecto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter isso, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Ao invés de divulgar o site, é mais barato eliminá-lo , é um absurdo !!!
Divulgue para o máximo de pessoas,
http://www.dominiopublico.gov.br/
A Cultura pede socorro ....."
(reprodução integral de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico esta tarde)
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Recusa da nomeação definitiva a professores auxiliares
Colegas
Os engenheiros e a Ordem
Engenheiros do politécnico sem aval da Ordem: http://dn.sapo.pt/2008/02/24/sociedade/engenheiros_politecnico_aval_ordem.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
domingo, fevereiro 24, 2008
Sugestão de leitura em dia de chuva
Encontro de “Bloggers” do Ensino Superior - Braga08
Braga, Universidade do Minho, Campus de Gualtar, EEG
10 de Março de 2008
Programa
10,00/10,59 - Recepção dos congressistas (Sala 2.28, EEG)
11,00/11,01 - Sessão de abertura
11,02/12,30 - Seminário: tópico 1 - A (in)eficácia dos blogues; tópico 2 – Ainda há alguma IES com fundações que resistam?
12,31/14,15 - Almoço no Restaurante dos SASUM, Gualtar
14,30/17,00 - Tertúlia (aberta à comunidade académica): i) Ponto prévio - anúncio surpresa; ii) Notícia das reformas em curso nas diferentes IES representadas – estratégias; desvarios organizacionais (Anf. 1.01, EEG)
17,01/18,59 - Seminário: tópico 3 - Das (falsas) autonomias; tópico 4 – Bolonha? Tópico 5 – Empregabilidade, desempregabilidade e respectiva divulgação pública (Sala 2.28, EEG)
19,00 – Sessão de encerramento
Organização
Regina Nabais (Polikê ?);
Virgílio Machado (Por Educar); e
J. Cadima Ribeiro (Universidade Alternativa)
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
A successful life is …
Chin-Ning Chu
(citação extraída de SBANC Newsletter, February 19, Issue 507-2008, http://www.sbaer.uca.edu)
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Revisão estatutária na UMinho: vira o disco e toca o mesmo
Para: Membros do Senado Universitário
Membros da Assembleia Estatutária
Cc: Presidentes das Escolas
Conforme acordado em sede da Assembleia Estatutária, os seguintes temas relativos à elaboração dos Estatutos da Universidade do Minho deverão ser colocados à audição do Senado Universitário, na reunião agendada para 7 de Março:
1. Princípios Orientadores
2. Estrutura e Modelo de Gestão.
3. Tipologia das Unidades;
4. Função, constituição e competências do Conselho Geral, Reitor e Senado Académico.
5. Conselho Cultural (função, constituição, competências, localização).
6. Comissões do Senado Académico (funções, constituição, competências).
7. Localização da competência disciplinar.
8. Constituição do Conselho de Gestão.
9. Identificação e definição de funções de Órgãos Consultivos.
10. Governo e gestão das unidades orgânicas.
- Direcção das Escolas (Unidades Orgânicas de Ensino e Investigação).
- Órgãos de Direcção (função, competências, constituição).
- Órgãos Consultivos (função, competências, constituição,)
- Subunidades orgânicas (tipos, governo, articulação).
Os documentos que forem atempadamente disponibilizados pelos membros da Assembleia Estatutária serão distribuídos aos membros do Senado.
Universidade do Minho, 21 de Fevereiro de 2008
O Reitor,
A. Guimarães Rodrigues»
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Mais ecos da tertúlia de 14 de Fev. pp., a mostrar que valeu a pena
-
"O (des)emprego dos licenciados"
O (des)emprego dos licenciados:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/1091171.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
terça-feira, fevereiro 19, 2008
O jogo: algumas regras elementares
*
2. “O programa divide-se em várias partes de acordo com as sensibilidades:
*
3. “O pormenor do «BLOGG» ou até dos BLOGGG tem a ver com a prática do jogador. À medida que o tempo vai passando, vamos juntando mais GGGs até ficar tudo GAGO.”
-
(passagens de mensagens de correio electrónico, datadas de 08/02/19, onde Alexandre Sousa, editor do Co-Labor, transmitia a este vosso humilde servo as regras do «jogo» em preparação)
"Portugueses aderem pouco ao ensino profissional"
Portugueses aderem pouco ao ensino profissional:
<http://www.destak.pt/artigos.php?art=8141>
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
A UMinho no seu melhor: notícias
*
Blogue Encerrado
Novas oportunidades? O governo diz que não
Esclarecimento sobre cursos de licenciatura irregulares
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
domingo, fevereiro 17, 2008
"Este ano o Natal chegou mais cedo"
Ecos da tertúlia de 14 de Fev. pp.: mais um contributo para a acta
sábado, fevereiro 16, 2008
Ecos da tertúlia sobre a reforma estatutária realizada a 14 de Fev. pp.
Sendo o mote do evento as fundações públicas de direito privado, houve espaço para que alguns acusassem outros de neo-liberais e alguns se assumissem, mesmo, como neo-liberais, neo-neo-liberais e, até, pasme-se, como liberais. Todos disseram, no entanto, que estavam empenhados na construção de uma Universidade mais prestigiada e mais eficaz do ponte de vista da missão que lhe é suposto estar cometida (não digo nada sobre a respectiva sinceridade, posta a heterogeneidade da assembleia).
Estando em causa a produção de novos estatutos para a UMinho, surpreenderam-se alguns dos participantes na tertúlia que a assembleia estatutária da dita esteja a discutir o modelo de governação, missões e quejandos sem ter, antes, discutido a estratégia ou, sequer, esboçado um diagnóstico estratégico. Esqueceram-se que, importando acomodar gente e preservar inércias, o que se pretende que seja a Universidade pouco interessa, até porque dificilmente terá futuro. Neste contexto, o debate sobre se a Universidade deve servir a sociedade ou os seus agentes está à partida resolvido.
Se há espaço para tanta Universidade em Portugal e se faz sentido a concertação de recursos e de instituições como forma de gerar potencial de produção científica e tecnológica em Portugal, à luz da afirmação da Universidade portuguesa no contexto europeu e internacional, foram duas outras questões debatidas. Em relação à primeira, arrisco a dizer que houve consenso, isto é, estivemos de acordo que não há (e que só por desvario ou interesses não declarados um antigo ministro do ensino superior, ex-prof. da UMinho, nos terá imaginado como o país das mil universidades). O segundo tema é mais complexo e ficou pendente de maior discussão. Em qualquer dos casos, diria que, ficando o Minho mais acima, a concertação que alguns tentam acomodar a norte falha em massa crítica e mediocridade das lideranças reclamadas. Acresce que a arte e o engenho (para não falar de conhecimento e capacidade empreendedora) não têm fronteiras.
Falou-se, também … Falou-se de tanta coisa que se concluiu, com razoabilidade, que o melhor era voltar a falar nelas com mais tempo, e em muitas outras que ficaram por listar. Daí que esteja já aprazada para a tarde de 10 de Março pf. a 2ª edição da tertúlia que agora foi lançada.
Para mais, estando por essa altura reunida em Braga a fina-flor dos autores de jornais de parede sobre a temática do ensino superior nacional, seria um crime de lesa Universidade não aproveitar o seu enorme saber e “desbocamento” para voltar a dar alguma chama ao debate estatutário na UMinho (praticamente inexistente fora do fórum a que aqui aludo).
Que os que não desistiram, ainda, de querer uma UMinho renovada e revigorada anotem já na respectiva agenda a data.
A bem da nação,
J. Cadima Ribeiro
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Ecos da tertúlia de ontem pelo seu principal animador
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008, disponível em Co-Labor)
Revista de imprensa
Tradições a que a justiça tem de traçar limites: http://dn.sapo.pt/2008/02/15/editorial/tradicoes_a_a_justica_de_tracar_limi.html
*
Notícia DN: DN_ONLINE
Ministro manda investigar licenciaturas-relâmpago: http://dn.sapo.pt/2008/02/15/sociedade/ministro_manda_investigar_licenciatu.html
*
Artigo SOL
Governo quer que Universidade integre consórcios científicos para resolver problemas financeiros:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=80556
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
"Fundação sim! Fundação não!"
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Cursos públicos que revelem desemprego estrutural poderão ser fechados
terça-feira, fevereiro 12, 2008
O retorno do debate à UMinho
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Encontro de "bloggers" de IES: convite à participação
domingo, fevereiro 10, 2008
"Publicar ou morrer"
(título e resumo de artigo, datado de 07-02-2008, disponível em Web - WebJornal - http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1533&editoria=2)
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
"Certos poderes precisam de construir a imagem de que eles próprios [...] se confundem com o interesse da instituição"
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008, disponível em Liberdade na UMinho)
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Comentário: "são encorajadores os sinais de mudança" - oxalá tenha razão, caro colega!
Porto, Cávado e Ave, Viana do Castelo e Bragança formaram um consórcio para oferecer um mestrado
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Revista de imprensa
Dificultada na universidade promoção de doutorados:
http://dn.sapo.pt/2008/02/07/sociedade/dificultada_universidade_promocao_do.html
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Notícia JN
Universidade do Porto pode juntar Ciências e Engenharia:
Projecto de fusão reduz Porto a cinco faculdades - http://jn.sapo.pt/
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Artigo Região Sul - Diáro Online
Formar desempregados
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=80850
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
O que já se sabe sobre os estatutos: tomada de posição
1. A Universidade não vai passar a fundação. Razões? Não foram dadas, para além da referência a uma das supostas condições de passagem a fundação, ou seja, a necessidade de ter 50% de receitas próprias. Pelos vistos, a Universidade do Minho tem só 32%. E as três instituições que enunciaram a possibilidade dessa transformação (Porto, Aveiro e ISCTE) tê-las-ão? Como foi dito, o que estas instituições fizeram foi manter em aberto essa possibilidade, que ficou dependente de uma negociação com o Ministério. Porque é que a Universidade do Minho excluiu essa via?
2. Ainda a questão das datas. Havia uma data limite de comunicação favorável ao ministério que não foi cumprida por não se poder votar sem a presença dos membros co-optados, que só estariam convocados para data posterior. Terá sido desatenção? Se já se tinha tomado uma posição sem os consultar, que dizer da importância que a AE dá aos membros co-optados?
3. A AE vai propor um Senado e já tem ideias quanto à sua composição, havendo aparentemente consenso entre os membros da AE neste ponto. Já se fala até do Senado ter comissões. Põe-se a questão: porquê tanta ênfase num Senado, órgão puramente consultivo? Aliás, segundo o RJIES, os representantes das unidades orgânicas podem estar representados em reuniões do Conselho Geral, sem direito a voto. Será que a ideia de existir um Senado é a do Reitor dispor de um órgão, supostamente representativo da academia, que possa ser usado como instrumento de pressão sobre o Conselho Geral? Desta decisão transparece que os membros da AE se mantêm fiéis à história da UM e eventualmente à sua estrutura actual. Assim, surge a questão: afinal, o que de substancial muda com os novos estatutos da UM? Não será esta a tentativa de realizar a quadratura do círculo? Não rejeitamos a história da UM mas entendemos que não faz sentido que os protagonistas do passado voltem a ser os principais actores de uma reforma que nos parece necessária.
4. O Conselho Geral terá 35 membros, o máximo permitido pela lei. Porquê optar pelo maior número quando, há não muito tempo, se elogiavam as vantagens de um órgão executivo mais eficiente e com menos membros? Que sentido existe em propor um Senado e, simultaneamente, um Conselho Geral na sua dimensão máxima?
Fiéis aos princípios que enunciámos por ocasião do acto eleitoral que deu origem à Assembleia Estatutária e profundamente empenhados no sucesso da reforma da Universidade, entendemos dizer o seguinte:
i) parece-nos manifestamente errada a decisão de encerrar o debate sobre a evolução da nossa Universidade para fundação, seguro que é que o Ministério vai ter que clarificar os benefícios da adopção de um tal estatuto e que os espartilhos que estão criados às Instituições de Ensino Superior são gravosos em matéria de autonomia financeira e de agilidade de gestão;
ii) o Senado que se pretende criar sugere-se imbuído de uma ambição que não é compaginável com o estatuto que a lei nº 62/2007 lhe confere; a nosso ver, há que reconfigurá-lo e não fazer dele instrumento de preservação da inércia, em tempos que devem ser de criatividade e de eficácia;
iii) o Conselho Geral que defendemos, em nome da respectiva operacionalidade estratégica e eficácia de intervenção, deve ser uma estrutura tão pequena quanto a lei o permita.
Sendo evidente existirem problemas de comunicação entre os membros da AE e desta com a Academia, sugere-se que as notas informativas produzidas pela AE sejam mais detalhadas e explícitas no que respeita aos debates em curso no seu seio.
No seguimento da anterior tomada de posição e desta que agora fazemos pública, a título de contributo para o debate sobre a reforma estatutária e para um maior envolvimento da Academia nesse debate, queremos anunciar o lançamento de um ciclo de tertúlias sobre diversos sub-temas desse dossiê e convidar desde já a comunidade académica a participar nelas activamente. A primeira das ditas tertúlias está agendada para 14 de Fevereiro, pelas 14:30 horas, na Escola de Economia e Gestão.
Universidade do Minho, 6 de Fevereiro de 2008
O Grupo de Reflexão sobre a Universidade do Minho»
Tertúlia sobre a revisão estatutária: convite à participação
Tentando contribuir para o debate sobre a reforma estatutária em curso na Universidade do Minho e trazer para esse debate a Comunidade Académica, no seu todo, vimos convidá-lo a participar na tertúlia que terá lugar a 14 de Fevereiro, 5ª feira, a partir das 14,30 horas, na EEG, em Gualtar, em que estará em agenda a temática da opção pelo modelo fundacional, e demais aspectos de natureza organizacional relacionados.
A tertúlia que agora se anuncia será a primeira de um ciclo onde se procurará abordar os aspectos maiores da revisão estatutária. O sucesso da iniciativa será devedor da sua presença e participação activa.
Como animadores convidados desta primeira iniciativa estarão:
- Alexandre Sousa, da Universidade de Aveiro; e
- Lúcia Lima Rodrigues, da EEG/UMinho (membro da Assembleia Estatutária).
Contamos com a sua presença.
Cordiais cumprimentos,
Pelo grupo organizador
J. Cadima Ribeiro»
Revista de imprensa
Governo abre guerra às licenças sabáticas nas universidades:
http://dn.sapo.pt/2008/02/06/sociedade/governo_abre_guerra_licencas_sabatic.html
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Notícia Correio da Manhã
Reitores pressionados:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=276636&idselect=10&idCanal=10&p=0
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Revista de imprensa
Aumento de propinas e despedimentos à vista: http://jn.sapo.pt/2008/02/05/nacional/aumento_propinas_e_despedimentos_a_v.html
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Notícia JN
Há mais de 100 licenciaturas públicas com menos de 20 alunos: http://jn.sapo.pt/2008/02/05/nacional/ha_mais_100_licenciaturaspublicas_me.html
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Notícia JN
Números ilustrativos:
http://jn.sapo.pt/2008/02/05/nacional/numeros_ilustrativos.html
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Encontro de «bloggers» do Ensino Superior
A festa continua
No período “antes da ordem do dia” do último Plenário do Senado, o Prof. Moisés Martins pediu para ser discutida uma notícia publicada no UMdicas. Argumentou o Professor Moisés que esta publicação, usando da mentira e do insulto, o enxovalhou. O Presidente do Senado decidiu incluir essa discussão nos Outros Assuntos. A reunião, com início pelas 10 horas, prosseguiu com os pontos agendados até cerca das 11h30, sendo a questão colocada pelo Prof. Moisés discutida na última hora e meia da reunião.
Devo assinalar, em primeiro lugar, que é deveras surpreendente que um tema que ocupou cerca de metade da reunião do Senado não seja sequer mencionado na “Notícia” que dele foi dada.
Mas afinal o que é que foi discutido? O Prof. Moisés proferiu uma declaração em que se insurgiu contra o modo como tinha sido tratado na notícia sobre a Primeira Mostra Científica do Curso de Geografia, publicada na última edição do UMdicas, cujo subtítulo, acompanhado da sua fotografia, foi “Por que não te callas?”.
Referindo que a notícia não correspondia à verdade, conforme testemunho escrito de diversos professores presentes na cerimónia, o Prof. Moisés questionou o Sr. Reitor e o Senado sobre o facto de um jornal da Universidade do Minho poder publicar uma notícia, sob anonimato, ofensiva para um professor, também Presidente do Instituto de Ciências Sociais. E perguntou, ainda, que sentido havia em a Universidade entregar a amadores a responsabilidade pela sua imagem externa. O Professor Moisés não entendia como é que era possível a Universidade ter como sua expressão externa (o UMdicas é distribuído para toda a região como encarte do Diário do Minho), uma publicação ilegal, não registada na Entidade Reguladora da Comunicação Social, sem jornalistas profissionais, e sem estatuto editorial conhecido.
O Administrador dos SASUM interveio, de seguida, para responder que ele e os seus serviços se sentiam acossados por um conjunto continuado de referências à sua actuação, e, surpreendentemente, distribuiu, muito prontamente, fotocópias de notícias sobre a mesma mostra publicadas em jornais da região. Afirmou ainda que a reacção do Prof. Moisés, ao abrigo do direito de resposta, ia ser publicada em próxima edição do UMdicas.
Em nome da Escola, o Prof. Miguel Bandeira, vice-presidente do Instituto de Ciências Sociais, leu uma declaração onde o Conselho do ICS, por unanimidade, repudiava as “afirmações falsas e insidiosas, […] uma atitude que, sendo ilegítima, por arbitrária e anónima, a não ser condenada, não garante, doravante, a todos os que laboram na Universidade do Minho o direito ao seu bom nome e o respeito pelos órgãos académicos legítimos”.
Vários membros do Senado entenderam que esta não era uma questão que merecesse ser debatida, que a mesma deveria ser resolvida com o direito de resposta ou por recurso aos tribunais. Houve mesmo quem sugerisse que uma condenação do UMdicas configuraria um acto de censura.
Em contrapartida, outros elementos do Senado, interrogaram-se sobre a atitude que a Universidade tomaria, caso algum jornal do país publicasse uma notícia ofensiva para a Universidade, ou para um dos seus membros. Certamente haveria lugar a uma tomada de uma posição institucional. Como se compreendia, então, que um jornal pago com o dinheiro da Universidade, fosse usado para insultar um docente?
Apesar de ter sido posta à votação no Senado a proposta de condenação do UMdicas, tal não veio a acontecer, dado alguns dos presentes na reunião não se considerarem suficientemente informados. A proposta foi, pois, retirada, sendo deliberado que este assunto seria agendado em futura reunião do Senado.
Pergunto-me se este era ou não um assunto suficientemente relevante para ser noticiado? E por que razão não se ouviram vozes de protesto pelo facto de a “Notícia” deixar de fora esta questão, sobretudo quando se advoga para a nossa Universidade o modelo de uma “universidade moderna”, que “deveria ser sem condição”, com “uma liberdade incondicional de questionamento e de proposição”.
Se, de facto, todos nos revelamos pelas posições públicas que assumimos, não nos revelamos menos pelos nossos silêncios cúmplices e comprometedores.
É verdade que não há relatos neutros. O que somos capazes de fazer são relatos que reflectem sempre pontos de vista. Ora, por muito discutíveis que sejam os nossos pontos de vista, a sua expressão plural é que constitui a essência mesma da democracia.
Pedro Oliveira»
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Encontro de “bloggers” do Ensino Superior?
Coisas…
Fiquei tão sem saber o que pensar e dizer que estou aqui, agora, a desabafar convosco.
Coisas esquisitas estas. Até parece que são artistas ou escritores ou coisa que lhe equivalha!
J. Cadima Ribeiro
domingo, fevereiro 03, 2008
Notícias de uma gestão profundamente lesiva dos interesses da Instituição
A secretária do DCILM acabou de falar com a sua secretária, [...], que disse que os saldos de 2007 dos centros de custo das propinas de Doutoramento e de outras verbas próprias não iriam transitar para este ano de 2008.
Venho pois solicitar que informe a razão por que tal acontece, com o devido ofício ou nota informativa de quem de direito.
Agradeço ainda que me diga como é que se procederá ao pagamento de viagens e materiais adquiridos para os alunos de doutoramento que pagaram devidamente as suas propinas.
Grata pela informação
[...]"
Comentário: sem comentários adicionais!
sábado, fevereiro 02, 2008
"O Senhor Ministro está para as reformas da educação superior [...] como eu estou [...] para os meus cozinhados"
(título de mensagem, datada de Sábado, 2 de Fevereiro de 2008, disponível em Polikê ?)
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Anteprojecto de Estatutos do IPLeiria
O IPL apresenta o seu Anteprojecto de Estatutos, que se encontra em discussão pública. Os contributos podem ser enviados para o e-mail novosestatutos@ipleiria.pt.
Anteprojecto de Estatutos do IPL"
Ministro não vai autorizar a integração do Instituto Politécnico de Lisboa na Universidade de Lisboa
(título de mensagem, datada de 30 de Janeiro de 2008, disponível em Empreender)
Mensagem do reitor da UÉvora à academia
a) Não renovação, em geral, do contrato de docentes convidados;
b) Não renovação da requisição de professores do ensino secundário;
c) Incentivo à mobilidade especial (voluntária);
d) Incentivo à transferência para outras Instituições de Ensino Superior;
e) Maior exigência na concessão da "nomeação definitiva";
f) Mobilidade funcional no seio do futuro consórcio "Academia do Sul".
Uma universidade que se auto-atribui uma missão deste cariz deverá formatar-se de modo a dar respostas adequadas quer no domínio da produção do conhecimento, da inovação tecnológica e da criação artística, como também, com idêntica ênfase, no âmbito da socialização do conhecimento. Deverá ser, portanto, uma universidade que associe estreitamente a investigação científica, artística e tecnológica, ao ensino, à formação ao longo da vida e à divulgação científica, devendo estas actividades ser organizadas com indiscutível qualidade científica e sustentabilidade económica a médio e longo prazo.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Portugal tem falta de profissionais qualificados em tecnologias da informação
TI com falta de 2 a 3 mil profissionais altamente qualificados: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=3&id_news=93382
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
“Farpas que doem”
Tomei então conhecimento, para meu espanto, que a análise recente que produziu maior impacto terá sido uma que se reportava ao percurso de um certo professor universitário, não nomeado, relativamente ao qual exprimia o meu temor de ver atingido pelo «raio da política».
A razão de ser do meu espanto é proporcional ao número de docentes da U.M. (vulgo, Universidade do Minho) que se sentiram incomodados pelo teor do artigo, que tinha destinatário singular, e tão mal disfarçado que até o director do jornal o identificou de uma penada.
É razão para ficarmos preocupados, eu e os leitores: então não é que já não sobra espaço a ninguém para ser ele próprio, seguir o seu destino individual, único! Parece até que nos movemos na selva que são os negócios, em que cada um só se interessa pelas boas ideias dos outros para lhas roubar à primeira distracção.
E há quem se espante que o povo exclame amiúde: «Valha-nos Deus e o Senhor dos Aflitos!». Então se, como digo, até entre as elites ilustradas grassa a cobiça do alheio…!?
Depois da informação que me chegou, temo até por esta minha singela coluna: assiste-me o receio que algum dia apareça qualquer candidato a analista disposto a pagar mais que eu e ficar-me com o magro espaço de jornal que o ilustre director me dispensa. Agora começo a entender bem melhor o sentido da preocupação que vi expressa há uns tempos de, num futuro próximo, só virmos a poder cruzar a rua com as costas voltadas para as paredes.”
J. C.
(reprodução integral de texto do autor identificado, publicado no jornal Notícias do Minho, em 95/08/26, em coluna regular intitulada “Crónicas de Maldizer”)
terça-feira, janeiro 29, 2008
Ainda “o relato”
Fazendo a leitura ao contrário, há que concluir que “o senhor reitor” apreciou a postura “cordata” assumida pelos ditos membros da AE até essa data o que, não me (nos) surpreendendo, deve deixar muito preocupada a comunidade universitária que, com o seu voto na lista B, quis dar um sinal de profundo descontentamento com o estado de coisas vigente na UMinho.
Para confirmar a bondade da leitura feita, vou (vamos) aguardar (com preocupação) pelos desenvolvimentos dos próximos capítulos.
J. Cadima Ribeiro
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Comunicado do SNESup: mobilidade no Ensino Superior
MOBILIDADE ESPECIAL E LICENÇA EXTRAORDINÁRIA NO ENSINO SUPERIOR?