Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

segunda-feira, setembro 21, 2009

“Academic rankings: an approach to a Portuguese ranking”

«The academic rankings are a controversial subject in higher education. However, despite all the criticism, academic rankings are here to stay and more and more different stakeholders use rankings to obtain information about the institutions’ performance. The two most well-known rankings, The Times and the Shanghai Jiao Tong University rankings have different methodologies. The Times ranking is based on peer review, whereas the Shanghai ranking has only quantitative indicators and is mainly based on research outputs. In Germany, the CHE ranking uses a different methodology from the traditional rankings, allowing the users to choose criteria and weights. The Portuguese higher education institutions are performing below their European peers, and the Government believes that an academic ranking could improve both performance and competitiveness between institutions. The purpose of this paper is to analyse the advantages and problems of academic rankings and provide guidance to a new Portuguese ranking.»

Bernardino, Pedro
Marques, Rui


Date: 2009-08-31
Keywords: Academic rankings; CHE; higher education; performance evaluation; Portugal; Shanghai; THES
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:pra:mprapa:17297&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, setembro 20, 2009

"Indústria farmaceutica e gripe aviária, suína e o que aí virá..."

«Vamos continuar a fazer educação para a saude; vamos pensar, ouvir outros pontos de vista....

VEJAM ESTE VIDEO POR FAVOR ! Operação Pandemia: Gripe A - O GRANDE NEGÓCIO

http://www.youtube.com/watch?v=CcgCBiyGljM&feature=related»

(reprodução de mensagem de correio electrónico ontem distribuída na rede electrónica da UMinho por Clara Costa Oliveira, com o título indicado)

sábado, setembro 19, 2009

Revista de imprensa: (incidentes) vários

Artigo Expresso
Universidades devem reforçar autonomia dos estudantes:
http://aeiou.expresso.pt//universidades-devem-reforcar-autonomia-dos-estudantes=f536597
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Artigo DN
MEP apresenta queixa contra Faculdade de Engenharia da Universidade de Porto: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1365941

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Universidades (Fundações) ricas e Faculdades pobres?

Artigo JN
Universidades: Faculdade de Nutrição do Porto há 33 anos em barracões:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1365031

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sexta-feira, setembro 18, 2009

"Processo eleitoral para Reitor da Universidade do Minho": um comentário

«Não tenho por hábito recorrer do site da U.M..
Considero-o provocatório e sinto mesmo que me tem provocado vómitos, náuseas várias.
Muito obrigado ao NDNR por terem propiciado a leitura dos Programas de Acção e Currículum dos Candidatos a Reitor da Universidade do Minho.
A gente da casa já nós conhecemos!!! É como estarmos a viver com um indivíduo durante vinte, trinta ou mais anos... (os mesmos vícios e atitudes, a mesma desconfiança...).
Porque não experimentar outro enlace? Só são mais quatro anos!!!»
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(reprodução de mensagem/comentário sobre o tema em epígrafe recebida por via alternativa)

quinta-feira, setembro 17, 2009

"Os professores têm a possibilidade de optar pela duração do período experimental prevista nos novos estatutos"

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(título de comunicado disponível na entrada "Notas e Comunicados" do sítio do SNESup, datado de 2009-09-14)

Debater e decidir as mesmas coisas ano após ano: um modo de estar bem português

1. Não sou dos que, chegado Agosto, vai a correr fazer as malas e ruma ao Algarve. Em vez disso, aproveito para fazer as tarefas que ficaram para trás e correr menos. Assim, estou seguro de iniciar o ano funcional seguinte com a agenda em dia. Assim fazendo, liberto-me de filas de trânsito, de filas de gente nos restaurantes, de serviços de restauração de má qualidade e de muita outra confusão. Com mais tempo, posso olhar para o que vai ocorrendo e, mesmo, retornar a documentos que vou arquivando para memória futura.
2. Recuando um ano, mais dia, menos dia, um título com que me deparei foi: “Este ministro é um incompreendido, à semelhança do restante governo”. Reportava-me ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, de cujo desenho de políticas fui dando conta em sucessivos textos, alguns publicados neste jornal. Confesso que teria curiosidade em saber qual o julgamento que o dito fará da sua acção no recato de uma reunião de amigos. Para a opinião pública, já sabemos que se acha um grande reformador. Para me referir ao mesmo desempenho, falaria antes de trapalhice, presunção e mau juízo na aplicação de dinheiros públicos.
3. Retendo o título que indico e a substância da acção do governo, e do dito ministro, em particular, pode parecer que isso me geraria um sentimento de maior expectativa em relação à oposição “oficial” ou um qualquer desejo de me lançar nos seus braços, mesmo que a chefe da claque fosse outra que não Manuela Ferreira Leite. Tal não corresponde à realidade. Na verdade, é estranho como às vezes tenho a sensação que o tempo não passa em Portugal, isto é, tenho o sentimento que estamos continuadamente a debater e a decidir as mesmas coisas, seja na economia, seja no ensino superior. Das personagens, nem vale a pena falar.
4. Um outro texto que tive a curiosidade de reler foi um que publiquei vai para uns quantos anos. Intitulei-o então “O governo em exame”. Nessa altura, o governo em funções era ainda o do PSD/PP, e acabava de completar dois anos. Por isso, achei que fazia sentido fazer um balanço do seu trabalho. Dos três dos tópicos que tratei, retomo aqui, parcialmente, os que se referiam à retoma económica e à competitividade.
5. Entre outras coisas, sobre a retoma económica dizia o seguinte: “Depois de dois anos de recuo do PIB, do emprego e do poder de compra de parcela significativa dos portugueses, este anuncia-se como o ano de início da recuperação. Não pode, de facto, deixar de ser assim na medida em que é expectável a retoma económica do conjunto das economias da União Europeia. Implícitas na afirmação precedente estão a circunstância de Portugal ser uma pequena economia, com um grau actual de abertura muito elevado, e a postura acomodada, seguidista da política económica conduzida pelo governo em funções”. Não deixa de ser irónico que quase meia dúzia de anos depois aquilo de que o país mais carece continue a ser a retoma, isto é, o crescimento.
6. Pelo que se refere à competitividade, por sua vez, deixava dito que subsistiam duas razões maiores para as limitações de competitividade que se faziam sentir: “uma, a falta de investimento em educação e qualificação profissional; outra, a cultura empresarial […] dominante em Portugal, falha de arrojo, apostada em explorar os factores tradicionais de competitividade”. Concluía que “a forma de dar a volta ao problema residirá, obviamente, em fazer diferente […]. Para tanto, é preciso reunir os contributos do Estado, dos agentes empresariais e do cidadão comum. O Estado precisa reforçar o seu empenho na educação e na qualificação de activos […] e manter uma estratégia coerente e esclarecida […] em matéria de rumo a procurar para a economia; os empresários precisam assumir-se mais como agentes de mudança, exigindo que os governos cumpram o seu papel na parceria para o desenvolvimento que importa prosseguir [...]; o cidadão e trabalhador tem que ser mais exigente com os governos e consigo próprio”.
7. Concordarão que é interessante confrontar o que aqui recupero com o que fica a marcar o período posterior e, particularmente, com o que se passou em matéria de acção do último governo, de que é exemplo expressivo a política educativa (chamemos-lhe assim), bem sintetizada na frase "A política educativa deste Governo [...] vai ficar para a história como um mar de antagonismos com os professores", retirada de um blogue de um professor do IPLeiria.
J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado em 2009/09/17 no Jornal de Leiria)

quarta-feira, setembro 16, 2009

Revista de imprensa: dos erros do MCTES às notícias que chegam dos politécnicos

Notícia PÚBLICO ON LINE
Reitor de Coimbra desafia próximo governo a repensar política de financiamento:
«O reitor da Universidade de Coimbra, Seabra Santos, desafiou hoje o próximo Governo a "repensar toda a política de financiamento" do Ensino Superior e reclamou o "reforço urgente" das verbas para o sistema de acção social.
Seabra Santos, que é também presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), acusou o governo de José Sócrates de desinvestir no sector e reclamou o fecho do "actual ciclo de estrangulamento financeiro das universidades, iniciado em 1998"
[...]».
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Notícias RTP
Reitor da Universidade de Coimbra diz que falhou a junção da ciência com ensino superior no mesmo Ministério:
«A abertura solene das aulas na Universidade de Coimbra ficou marcada pelas duras críticas ao Ministério de Mariano Gago, feitas pelo Reitor. Seabra Santos, que também é presidente do Conselho de Reitores, diz que a ideia de juntar ciência e ensino superior no mesmo Ministério falhou. E até pegou em exemplos americanos, para criticar o desinvestimento nas universidades portuguesas, como escutou o jornalista Frederico Moreno.»
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Artigo jornal Expresso
Ensino Superior: Professores dos politécnicos querem fazer regressar estatuto ao parlamento:
http://aeiou.expresso.pt//ensino-superior-professores-dos-politecnicos-querem-fazer-regressar-estatuto-ao-parlamento=f535961
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Artigo jornal Expresso
Ensino Superior: Alunos do politécnico em época especial de exames para compensar greve docente:
http://aeiou.expresso.pt//ensino-superior-alunos-do-politecnico-em-epoca-especial-de-exames-para-compensar-greve-docente=f535960

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

A minha motivação é...

Motivação? A minha motivação é integrar o Conselho Geral da UMinho dentro de poucos meses, conforme foi planeado. Obviamente, o que se passa na EEG não me é indiferente, sobretudo depois de ter sido confrontado com jogadas a fazer lembrar o "sistema" vigente na liga portuguesa de futebol.
Não é esse o caminho que a Escola precisa precorrer para consolidar a sua posição entre as primeiras escolas/faculdades de Economia e Gestão do país!
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J. Cadima Ribeiro

terça-feira, setembro 15, 2009

Revista de imprensa: das universidades das ilhas

Noticia Económico
Universidade da Madeira quer atrair investigadores internacionais:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidade-da-madeira-quer-atrair-investigadores-internacionais_69548.html
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Artigo AO Online
CDU quer ensino superior fora do Processo Bolonha:
http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/192846/

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, setembro 14, 2009

"Houve uma diminuição real de mais de 15 por cento nos orçamentos das instituições do Ensino Superior"

«Os dirigentes da FENPROF entendem que o combate ao défice público foi feito com recurso a verbas que deveriam ser canalizadas para o Ensino Superior.
"No fim desta legislatura verifica-se que o Orçamento do Estado para as instituições do Ensino Superior é inferior em quase cinco por cento ao correspondente em 2005", refere o documento.
A FENPROF acrescenta que, "considerando, porém, o aumento dos encargos entretanto impostos e decorrentes da obrigatoriedade de as instituições passarem a descontar 11 por cento da massa salarial para a Caixa Geral de Aposentações, verifica-se que houve uma diminuição real de mais de 15 por cento nos orçamentos das instituições do Ensino Superior".»

(excerto de Notícia PÚBLICO - Última Hora, datada de hoje, intitulada "Ensino Superior: FENPROF reclama mais verbas")
[cortesia de Nuno Soares da silva]

Decreto-Lei nº 230/2009: graus e diplomas do Ensino Superior

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(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Universidade em Mudança)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

domingo, setembro 13, 2009

Os recados eram para quem?

Notícia Diário do Minho
Reitor da UM enviou recados no dia da entrega dos diplomas

Comentário (de JCR): e ainda alguém se importa com o que AGR possa dizer?

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sábado, setembro 12, 2009

Um gesto de cortesia para com um(a) leitor(a) de cara coberta (c.f. "A frase do dia: confirma-se..." - Comentários)

Caro(a) Colega,
Saúdo a sua vinda a este fórum, se bem que preferisse que aparecesse de cara descoberta, como eu faço todos os dias.
A sua mensagem labora em diversos mal-entendidos; em particular:
i) parte do pressuposto que eu desejo ser reitor da UMinho, o que claramente não é o caso;
ii) assume que, na actual conjuntura, a melhor forma (não sei se única) de alguém contribuir para o engrandecimento (regeneração) da Instituição é apresentar-se como candidato a reitor, do que também discordo frontalmente;
iii) parece achar ilegítima a crítica ao poder, talvez por ser poder; contraporia que um poder forte e consequente não receia a crítica, antes deve ser capaz de dela tirar partido para aperfeiçoar as suas práticas e o alcance das suas decisões;
iv) parece pressupor que as críticas que faço ou veiculo não têm fundamento e que eu não conheço bem os protagonistas; também labora em erro profundo aqui, em especial no que se reporta a algumas particulares personagens; é o “benefício” de estar na casa há muito, de olhos bem abertos.
Deixe-me concluir dizendo-lhe o seguinte: tenho bastante orgulho no contributo que dei para o engrandecimento da UMinho, tanto quanto o desgosto que alimento pelo seu definhar da última meia dúzia de anos; um contributo que muito prezo materializou-se na ajuda que dei para o desmantelar do sistema de controlo de informação criado pela reitoria em funções e seus fiéis seguidores, peça do processo de queda em desgraça da própria reitoria; nunca me refugiei no conforto da cara coberta para dar expressão da minha discordância, pese o desconforto que isso me trouxe amiúde, até porque me senti um pregador no deserto na maior parte do tempo.
Em expressão da veemência da crítica que me dirige, diga-me, colega:
i) Que contributo deu para combater a atrofia do debate na UMinho sobre o futuro da Instituição ao longo do tempo a que me refiro, e os erros de gestão da instituição?
ii) Quem na UMinho deu maior contributo que eu nas dimensões que retenho? Não lhe passe pela cabeça que reclamo ter sido o único a remar contra a maré;
iii) Conhece-me de onde para se sentir tão à-vontade para me criticar a actuação e postura?
iv) Julga cómoda a minha posição? Quem se sujeitou a mais incomodidades que eu ao longo de muitos anos?
Concluo com uma outra pergunta: está disponível para vir discutir comigo em fórum aberto e de cara descoberta os temas que verso, que lhe causaram tanto mal-estar? Garanto-lhe que darei fundamento à maioria das questões que lhe suscitam tantas dúvidas e razões de crítica.
Caro(a) colega: passe bem!

J. Cadima Ribeiro

Acesso ao Ensino Superior: Alunos Colocados no Ensino Superior - 1ª fase 2009

Alunos Colocados no Ensino Superior - 1ª fase 2009

(título de mensagem, datada de Sábado, 12 de Setembro de 2009, disponível em Polikê?)

sexta-feira, setembro 11, 2009

A frase do dia: confirma-se...

"Confirma-se que Felisbela é grande amiga do Moisés Martins. Vai estar na lista dele para os orgãos que faltam do ICS mas, além disso, é sua amiga."
Comentário: sem comentários!

quinta-feira, setembro 10, 2009

"Matemática e Física/Química obrigatórias para cursos de Engenharia a partir de 2012/13"

Artigo Correio do Minho
Ensino Superior: Provas de Matemática e Física/Química obrigatórias para cursos de Engenharia a partir de 2012/13:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=14107

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

“Aqui há um movimento ativo. Em Portugal, os alunos estão dormindo”

Notícia Planeta Universitário
O modelo de gestão administrativo das universidades públicas portuguesas sofre um retrocesso irreversível:
http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&task=view&id=8726&Itemid=1

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Desistir de lutar, nunca!

Nada se consegue sem esforço, se não se quiser seguir a via das opções "fáceis". Impressiona-me que haja quem desista da luta logo que pressente os primeiros sinais de dificuldade. Só discursos bonitos é pouco (para não falar já das desculpas que se inventam para auto-justificação).
Nunca seria capaz de viver dessa forma. Nunca serei capaz de estar na vida desse modo, por mais que isso custe àqueles que possam sentir-se retratados na mensagem que aqui deixo.
Desistir de lutar, nunca!

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, setembro 09, 2009

Fazendo o papel de repórter de coisas mundanas: da equipa reitoral proposta por A.C. e de outras desgraças

"Caros(as),
Sendo directo, digo-vos: não sei quem é o artista; é um fulano do Porto (e, supostamente, da UP.). Este dado dá substância ao boato que circulou há uns dias, de que falámos na nossa reunião.
Já agora, sabem que o José Mendes está na lista do Cunha como candidato a vice-reitor, assim com estão Paula Cristina Martins, Felisbela Lopes e Vasco Teixeira, como candidatos a pró-reitores? Isto, aparte os outros que o Esgalhado Valença nos fez o favor de anunciar, atempadamente.
Havemos de sobreviver.
Um abraço,
J. Cadima Ribeiro"
*
(mensagem ficcional produzida a propósito das candidaturas a reitor da UMinho, endereçada a supostos colegas de luta e de desgraça)