Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

quarta-feira, março 31, 2010

"Estratégia e competitividade territorial"

Competitividade do Baixo Minho

(título de mensagem, datada de 31 de Março de 2010, disponível em Empreender)

terça-feira, março 30, 2010

Prémio no XXI Congresso Internacional de Optometria

Notícia ComUM

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 29, 2010

UMinho: 1ª reunião do senado

Reunião do Senado Académico - Convocatória

(título de mensagem, datada de 2010/03/28, disponível em UM para todos)

sábado, março 27, 2010

quinta-feira, março 25, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Isto ameaça tornar-se numa verdadeira odisseia para o candidato e apaniguados"

J. Cadima Ribeiro

The successful person

"The successful person makes a habit of doing what the failing person doesn't like to do."

Thomas Edison

(citação extraída de SBANC Newsletter, March 24, Issue 606 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

quarta-feira, março 24, 2010

Constrangimentos orçamentais

A Contenção orçamental na UM

(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para Todos)

terça-feira, março 23, 2010

Serviço público: ICGS3 2010 - 2nd Call for Papers

«Dear Colleague,
On behalf of the Conference Organising Committee, we would like to inform of the 2nd Call for Papers of the
6th International Conference on
Global Security, Safety and Sustainability

http://www.icgs3-2010.org/
Universidade Católica Portuguesa, Braga, Portugal
1-3 September 2010
[...]
Best regards,
Prof. Sérgio Tenreiro de Magalhães»
*
(reprodução parcial do corpo principal de mensagem electrónica entretanto recebida, com a proveniência identificada)

Revista de imprensa: de Lisboa a Bolonha, passando por Stalking

Artigo JN
Universidade tem cada vez mais estrangeiros:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1524900
-
Notícia ComUM
Estudantes voltam à rua quarta-feira:
http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2617&Itemid=78
-
Notícia ComUM
Stalking é fenómeno estudado pela UM:
http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2618&Itemid=35

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 22, 2010

Alteração ao ECDU

Alteração ao Estatuto da Carreira Docente Universitária

(tÍtulo de mensagem, datada de 2010/03/20, disponível em UM para todos)

domingo, março 21, 2010

Código de Conduta para o Recrutamento de Investigadores

Comunicado FENPROF
Carta Europeia do Investigador e Código de Conduta para o Recrutamento de Investigadores: um alerta da ABIC:
http://www.fenprof.pt/?aba=37&cat=49&doc=2926&mid=132
*

sábado, março 20, 2010

Contrato de confiança: "dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele"

"Com tanto e-mail na caixa de correio a discutir contratos de (des)confiança (dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele), nem sequer há tempo para convocar o ClaustrUM e menos ainda para agendar e discutir o tema aqui na ordem de trabalhos. Enfim, o mesmo mal que aflige o Conselho de Escola que, contra a opinião deste conselheiro, tem outras prioridades."

Vasco Eiriz

(excerto de mensagem, intitulada "ClaustrUM", datada de 20 de Março de 2010, disponível em Empreender)

sexta-feira, março 19, 2010

Praxes académicas no fim de Março

Um outro comentário que me chegou entretanto e que merece ser chamado à página-de-rosto deste jornal de parede é o que passo a reproduzir:

«Não vejo, não oiço, não falo
O facto de em Março os dias ainda serem coloridos pelas praxes académicas que invadem os campi deve ser também o resultado de algum contrato de confiança assinado pelo reitor com o Papa (da Academia).
As sempre auto-assumidas consciências estão agora caladas no ... CG.»

Permitam-me que, explicitamente, deixe dito: subscrevo o essencial do que se escreve! O bocadinho de pimenta que a mensagem contém também não fará mal a ninguém.
Tenham um bom fim-de-semana, com Sol ou sem ele!
J. Cadima Ribeiro

Notícias do IPPorto

Artigo JN
Revitalizar a cidade:
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, março 18, 2010

"Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico..."

«À laia de comentário

Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico dos resultados da reforma da governação das Instituições de Ensino Superior

C1. É verdade que sem mudar é difícil avaliar as consequências da mudança. Mas era possível prever avaliando os verdadeiros motivos de quem quis impor o RJIES. E também era possível antever o resultado observando quem rejubilou com o modelo, e porquê. O resultado é uma subserviência generalizada ao poder político e a negação da autonomia da Universidade.

C2. Ingenuidade. A ideia nunca foi de abrir a alguém vindo do exterior. A ideia do MCTES sempre foi encontrar forma de substituir as direcções por elementos controlados.

C3. A democracia tem destas coisas. Mas ainda não se encontrou melhor sistema.

C4. Esta prática corresponde à consolidação de um politburo. Em vez de um conselho de índole estratégica, temos um conselho desresponsabilizado de iluminados.

C5. Trata-se do maior logro. Compromete as universidades. É justificado pelo orçamento devido e insuficiente de há muitos anos. Sem estratégia de Universidade ou de Escola. Em auto concorrência. Com números inventados. Não compromete o MCTES.

É afinal o reflexo da actual entourage do MCTES nas universidades e no CRUP.»
*
(chamada à página-de-rosto de comentário produzido na sequência da publicação da mensagem imediatamente anterior)

Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico dos resultados da reforma da governação das Instituições de Ensino Superior

1. Dois anos e meio depois da publicação do “novo” Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), é já possível fazer um primeiro balanço do que mudou em Portugal em matéria de governação das ditas organizações e dos respectivos “ganhos” em matéria de eficiência de funcionamento e de renovação da respectiva organização e lideranças. Alguns de nós, podem mesmo fazê-lo a partir da sua vivência no exercício de funções nos “novos“ órgãos criados pela lei. A essa luz, uma primeira nota a deixar tem que sublinhar a circunstância sintomática de, nas candidaturas a reitores ou a presidentes, aqueles candidatos que não pertenciam ou não eram apoiados pelos grupos que se posicionaram nas candidaturas apresentadas aos Conselhos Gerais terem conseguido poucos ou nenhuns votos, por norma.
2. A ideia romântica, como a classificou um colega, enunciada num certo momento pelo ministro da tutela, de ver alguém vindo do exterior para ser reitor ou presidente de uma das nossas Instituições de Ensino Superior (IES) caiu por terra com a eleição quase sempre por esmagadora maioria dos candidatos da casa e, entre eles, os que se suportavam nos grupos que ao longo dos anos foram mantendo a hegemonia nas instituições. Todo o espectáculo dos concursos internacionais redundou num fogo-fátuo de desperdício e de perda de tempo para os candidatos que não sabiam ao que iam. Confirmou-se que, “tal como no País, numa Universidade (ou Instituto Politécnico) há poucas oportunidades para alguém que não esteja envolvido na lógica ´partidária`” (Jaime Rocha Gomes).
3. Uma outra dimensão daquilo que foi a inércia herdada materializa-se no peso (e estatuto) que os estudantes têm nos órgãos de cúpula de algumas instituições, como é o caso daquela em que trabalho, onde ainda há dias se configurou a situação exótica do órgão se reconhecer refém do veto concedido aos estudantes seus membros em matéria de escolha do provedor do estudante, resultado de disposição consagrada em sede de assembleia estatutária. Daqui saiu que, em vez da academia ganhar um provedor dos estudantes, teremos muito verosimilmente um provedor da associação académica. Deste exemplo, digo, se poderá retirar igualmente alguma ilação sobre quanto é difícil construir um projecto novo com protagonistas velhos e estatutos amassados por gente informada por valores pouco sensíveis à transparência e à democraticidade do funcionamento das instituições. Como conclui em nota que redigi a propósito na altura, “nascendo-se já velho, será muito difícil alguma vez se chegar a novo”.
4. Expressão de “hábitos” velhos é também a forma como alguns Conselhos Gerais vêm lidando com a informação ou, melhor, com a obrigação de prestar contas às academias e à sociedade, em geral, das respectivas deliberações e da forma como vão dando cumprimento às missões das instituições. Situações há em que persiste dúvida sobre a exigência básica de publicitar convocatórias e actas de reuniões, mesmo quando não há matéria de índole estritamente pessoal ou de estratégia da organização que estejam em causa. Os pretextos são os mais diversos, do dever de reserva à desadequação dos canais de difusão mas, em substância, o que prevalece é a vontade reiterada de alguns dos membros dos órgãos de não prestar contas a ninguém das decisões que tomam e da vivência quotidiana das estruturas em causa. Acresce que, desse ponto de vista, os membros externos cooptados não chegam a fazer a diferença. Felizmente, também há quem considere que, em princípio, toda a informação deve ser de acesso livre, e quem já tenha feito presente que, nos dias que correm, “a Administração Pública pauta a sua actividade pelo princípio da transparência e da publicidade”.
5. Novidade recente neste jogo de escondidas e folclore de reformas é o chamado “Contrato de confiança”, celebrado com pompa e circunstância há poucas semanas entre o MCTES e os reitores e presidentes de IES nacionais. A meu ver, se é verdade que as instituições não podiam tomar outra posição que não fosse “ir a jogo”, não é menos verdade que deviam procurar conciliar a “encomenda” com as estratégias próprias, sob pena de embarcarem numa gestão ao sabor dos acontecimentos e das conveniências políticas de outrem. Não tenho nesta altura o retrato geral de como as coisas se resolveram. Tenho entretanto sinais que casos houve em que as respostas dadas não têm consistência com a realidade existente no terreno e muito menos salvaguardam a qualidade do serviço que as instituições deveriam prestar. A seu tempo se verá se a saída que algumas julgaram encontrar para a míngua de recursos financeiros em que o governo as colocou nos derradeiros anos não terá sido uma saída (uma assinatura) em falso.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado na edição de 2010/03/18 do Jornal de Leiria)

quarta-feira, março 17, 2010

O dia-a-dia: coisas...

“O Professor Cadima Ribeiro afirmou ser a favor da discussão da estratégia do Departamento. Disse que para gerir o contrato de confiança era necessário conhecê-lo, mas que não se opunha à discussão. Na sua opinião, não se devia aumentar as vagas na Licenciatura em Negócios Internacionais, mas o projecto era válido, nomeadamente pela componente internacionalização que proporcionava”
(excerto de projecto de acta de reunião do Departamento de Economia da EEG/UMinho de 2010/02/12)

Prémio Ensaio "Eduardo Prado Coelho"

Artigo SIC
Entregue primeiro prémio "Eduardo Prado Coelho":
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 15, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia, que também já foi o do dia de ontem

"Tenho muita pena que a EEG tenha deixado de pensar estrategicamente as suas decisões desde há uns anos. Mais pena tenho da inconsequência de atitudes de muitos. Será este um momento de viragem? Gostaria que sim mas permitam que manifeste a minha descrença ..."
J. Cadima Ribeiro

sábado, março 13, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Sendo uma trapalhada [...], custa-me ainda assim perceber porque é que o assunto se arrasta há tanto tempo. Tinha a perspectiva de que o problema poderia ser ultrapassado a breve prazo; tinha, digo.[...]
O assunto chateia-me porque, aparte eu achar que é urgente termos o corpo de profs. catedráticos [...] renovado , sobra para mim, numa certa medida."

J. Cadima Ribeiro