Artigo Expresso
"É preciso acabar com o elitismo":
http://aeiou.expresso.pt//e-preciso-acabar-com-o-elitismo=f580117
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
terça-feira, maio 04, 2010
Por uma discussão livre de ideias
"Hoje mais que nunca devemos prometer a nós próprios que, dentro do nosso pequeno universo, seja o nosso local de trabalho ou o nosso grupo de colegas, nos vamos esforçar para que haja uma discussão livre de ideias, sob pena de estarmos a permitir um retrocesso naquilo que tão penosamente foi alcançado no dia 25 de Abril de 1974."
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 25 de Abril de 2010 e intulada "O 25 de Abril e a discussão livre de ideias", disponível em Prálem d`Azurém)
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domingo, maio 02, 2010
“O GRITO”
[“O GRITO”
Mais um documento expressivo do actual panorama educativo. Sei que haverá logo professores – havia-os no meu tempo – que confirmam que as turmas são complicadas – não para eles, note-se, que “não têm razão de queixa” (dos alunos) - já não tinham no meu tempo - mas que é necessário “saber dar-lhes a volta” (aos alunos), forma pedante e cínica de admitir que eles sabem (dar a volta), o que geralmente é falso.
Os senhores ministros da Educação, o Primeiro, os seguintes, fecham os olhos e tapam os ouvidos, em frente com os seus projectos de modernização para a desconstrução, que a alguns deles convém, como forma de justificar os seus cursos de batota.
E o país suporta, um protesto ou outro vão pingando, mas são bolas de sebo escorregadias, que só têm utilidade para polir as botas da tropa, já quase desaparecida, requerendo, pois, menos sebo, inúteis também não só para os que comem da mesma gamela como para os que assistem na indiferença do futuro, atidos à máxima “quem cá ficar que se lixe”.
O documento exprime desespero, o desespero de alguém que foi sempre brioso, numa carreira feita de dedicação e amor, e que ultimamente tem visto o tapete a ser-lhe puxado de debaixo dos pés, com a eficácia própria do descrédito a que chegou a “Educação” neste país, na permissividade de leis astutas, que fingem dar força aos professores, mas que de facto lha negam, puxando-lhes conscienciosamente o tapete de debaixo dos pés. Professores periclitantes, na sequência da ausência do tapete, alunos dançarinos no seu tapete protector, governantes semelhantes a deficientes autistas, um povo participando, uns com receio e vergonha, outros sem uma coisa nem outra.
Uma “directora” de escola que desautoriza o professor queixoso, chamando “peixeirada”, diante do aluno, ao incidente ocorrido na aula, é bem a marca do universo “pedagógico” dos nossos tempos, fomentado na família, apoiado no governo, com os professores como caixote do lixo – e não digo a Escola, visto que existem os directores de Escola participantes no apoio do governo, para projecção pessoal, e desapoio aos professores não alinhados no laxismo – como caixote do lixo, repito, da miséria moral e mental que estamos a criar.
Daí, o meu grito, o grito da professora que escreveu o texto, ao qual foram retiradas as referências pessoais, naturalmente, para obstar a mesquinhas “revanches”. Não é “O Grito” tão conhecido do pintor norueguês Edvard Munch. Não é grito de angústia existencial. É grito de desespero, sim. Mas de asco. De terror também.
«À Direcção:
A aula de Português de 23 de Abril de 2010 de dois décimos anos (dados em conjunto por conta da crise) decorreu com os costumados contratempos: mandar calar, pedir atenção, que se concentrassem, que deixassem falar quem estava no momento a fazê-lo, ditar o sumário três vezes, pedir a um aluno que mudasse de lugar, recolher trabalhos, fazer o ponto da situação relativamente aos trabalhos que os alunos têm de apresentar não estando a cumprir os prazos, mandar calar outras vezes porque há sempre alguém a perturbar, a má disposição de um que fala com os colegas altiva e severamente, o que também causa mal-estar e faz perder tempo de aula, gente que atira borrachas para incomodar e que nunca assume nem se cansa (eu, que nunca apanho ninguém em flagrante e já peço aos alunos que denunciem os colegas, que o fazem, atitude que abomino, pois detesto denúncias), alguém que produz um ruído qualquer (pés, boca, canetas), outros que riem, comentários de cada vez que repreendo algum aluno (quer do próprio quer de outros), gente que tem sempre algo a criticar ou a dizer de sua justiça e não se contém, matéria a ser leccionada, esclarecimento de dúvidas, enfim, todo um ambiente propício à aprendizagem e um estendal de boas maneiras.
Às 13.20, um aluno de um dos décimos levantou-se sem pedir licença, ficámos todos a olhar e, em escassos segundos, deslocou-se para o fundo da sala e foi agredir um colega de outra turma, ao pé da janela. Este aluno, que normalmente é mal comportado, neste dia, por acaso, ainda não tinha perturbado ninguém, nem sido alvo de qualquer reparo da minha parte. Grupos de alunos seguraram os dois para não se envolverem à pancada, caíram mesas, cadeiras, o agressor foi levado para fora da sala e o agredido impedido de sair. Tentei acalmá-lo e fiz apelo para que desse o assunto por encerrado, mostrando-se superior à situação e evitando um processo de escalada de violência, até porque não era o agressor o verdadeiro responsável pela confusão a que se chegara. O aluno estava muito nervoso, vermelho e com um ritmo cardíaco elevado.
Tive ainda uma conversa com os alunos presentes em que lhes chamei, mais uma vez, a atenção para o clima que se criara ao longo do ano e permitira a ocorrência de um acontecimento desta natureza; falei-lhes igualmente do desequilíbrio emocional e de comportamento de vários jovens que integram a turma, incapazes de se modificar; referi ainda o facto de todos se permitirem falar e comentar, e nada fazerem para alterar os seus maus comportamentos. Dirigi-me então à Direcção com o agressor.
Quanto ao aluno que pretende ter sempre algo a dizer e para quem, no seu reino de fantasia, as palavras e os gestos têm sempre significados diferentes daqueles que os outros lhes atribuem, esse tem o vício de falar comigo, quando o repreendo ou sente alguma contrariedade, em voz alta e de dedo indicador esticado em direcção da minha cara, com o corpo a fazer um ângulo pois se acha muito alto. Já por inúmeras vezes lhe disse não lhe admitir tal atitude, pelo que hoje o encaminhei para a Direcção, por estar à porta do pavilhão A nestes preparos, acompanhado por outros alunos da outra turma que, mal comportados, naturalmente sentiam um peso na consciência.
Lamento que uma discussão com este jovem, após a cena havida em aula, seja caracterizada pela Directora, à frente do aluno, como «uma peixeirada» e me seja encomendada a devida participação escrita, modo pouco delicado de me convidar a sair do Gabinete. Realça-se a falta de sensibilidade para o desespero de alguém que, apesar de marés adversas, continua a tentar cumprir o seu papel, sem desistência ou pausas na sua actuação.»]
(reprodução integral de mensagem que me caiu na 6ª feira pp. na caixa de correio electrónico, com origem em Casimiro Rodrigues - casimiro@casimiro.info)
Mais um documento expressivo do actual panorama educativo. Sei que haverá logo professores – havia-os no meu tempo – que confirmam que as turmas são complicadas – não para eles, note-se, que “não têm razão de queixa” (dos alunos) - já não tinham no meu tempo - mas que é necessário “saber dar-lhes a volta” (aos alunos), forma pedante e cínica de admitir que eles sabem (dar a volta), o que geralmente é falso.
Os senhores ministros da Educação, o Primeiro, os seguintes, fecham os olhos e tapam os ouvidos, em frente com os seus projectos de modernização para a desconstrução, que a alguns deles convém, como forma de justificar os seus cursos de batota.
E o país suporta, um protesto ou outro vão pingando, mas são bolas de sebo escorregadias, que só têm utilidade para polir as botas da tropa, já quase desaparecida, requerendo, pois, menos sebo, inúteis também não só para os que comem da mesma gamela como para os que assistem na indiferença do futuro, atidos à máxima “quem cá ficar que se lixe”.
O documento exprime desespero, o desespero de alguém que foi sempre brioso, numa carreira feita de dedicação e amor, e que ultimamente tem visto o tapete a ser-lhe puxado de debaixo dos pés, com a eficácia própria do descrédito a que chegou a “Educação” neste país, na permissividade de leis astutas, que fingem dar força aos professores, mas que de facto lha negam, puxando-lhes conscienciosamente o tapete de debaixo dos pés. Professores periclitantes, na sequência da ausência do tapete, alunos dançarinos no seu tapete protector, governantes semelhantes a deficientes autistas, um povo participando, uns com receio e vergonha, outros sem uma coisa nem outra.
Uma “directora” de escola que desautoriza o professor queixoso, chamando “peixeirada”, diante do aluno, ao incidente ocorrido na aula, é bem a marca do universo “pedagógico” dos nossos tempos, fomentado na família, apoiado no governo, com os professores como caixote do lixo – e não digo a Escola, visto que existem os directores de Escola participantes no apoio do governo, para projecção pessoal, e desapoio aos professores não alinhados no laxismo – como caixote do lixo, repito, da miséria moral e mental que estamos a criar.
Daí, o meu grito, o grito da professora que escreveu o texto, ao qual foram retiradas as referências pessoais, naturalmente, para obstar a mesquinhas “revanches”. Não é “O Grito” tão conhecido do pintor norueguês Edvard Munch. Não é grito de angústia existencial. É grito de desespero, sim. Mas de asco. De terror também.
«À Direcção:
A aula de Português de 23 de Abril de 2010 de dois décimos anos (dados em conjunto por conta da crise) decorreu com os costumados contratempos: mandar calar, pedir atenção, que se concentrassem, que deixassem falar quem estava no momento a fazê-lo, ditar o sumário três vezes, pedir a um aluno que mudasse de lugar, recolher trabalhos, fazer o ponto da situação relativamente aos trabalhos que os alunos têm de apresentar não estando a cumprir os prazos, mandar calar outras vezes porque há sempre alguém a perturbar, a má disposição de um que fala com os colegas altiva e severamente, o que também causa mal-estar e faz perder tempo de aula, gente que atira borrachas para incomodar e que nunca assume nem se cansa (eu, que nunca apanho ninguém em flagrante e já peço aos alunos que denunciem os colegas, que o fazem, atitude que abomino, pois detesto denúncias), alguém que produz um ruído qualquer (pés, boca, canetas), outros que riem, comentários de cada vez que repreendo algum aluno (quer do próprio quer de outros), gente que tem sempre algo a criticar ou a dizer de sua justiça e não se contém, matéria a ser leccionada, esclarecimento de dúvidas, enfim, todo um ambiente propício à aprendizagem e um estendal de boas maneiras.
Às 13.20, um aluno de um dos décimos levantou-se sem pedir licença, ficámos todos a olhar e, em escassos segundos, deslocou-se para o fundo da sala e foi agredir um colega de outra turma, ao pé da janela. Este aluno, que normalmente é mal comportado, neste dia, por acaso, ainda não tinha perturbado ninguém, nem sido alvo de qualquer reparo da minha parte. Grupos de alunos seguraram os dois para não se envolverem à pancada, caíram mesas, cadeiras, o agressor foi levado para fora da sala e o agredido impedido de sair. Tentei acalmá-lo e fiz apelo para que desse o assunto por encerrado, mostrando-se superior à situação e evitando um processo de escalada de violência, até porque não era o agressor o verdadeiro responsável pela confusão a que se chegara. O aluno estava muito nervoso, vermelho e com um ritmo cardíaco elevado.
Tive ainda uma conversa com os alunos presentes em que lhes chamei, mais uma vez, a atenção para o clima que se criara ao longo do ano e permitira a ocorrência de um acontecimento desta natureza; falei-lhes igualmente do desequilíbrio emocional e de comportamento de vários jovens que integram a turma, incapazes de se modificar; referi ainda o facto de todos se permitirem falar e comentar, e nada fazerem para alterar os seus maus comportamentos. Dirigi-me então à Direcção com o agressor.
Quanto ao aluno que pretende ter sempre algo a dizer e para quem, no seu reino de fantasia, as palavras e os gestos têm sempre significados diferentes daqueles que os outros lhes atribuem, esse tem o vício de falar comigo, quando o repreendo ou sente alguma contrariedade, em voz alta e de dedo indicador esticado em direcção da minha cara, com o corpo a fazer um ângulo pois se acha muito alto. Já por inúmeras vezes lhe disse não lhe admitir tal atitude, pelo que hoje o encaminhei para a Direcção, por estar à porta do pavilhão A nestes preparos, acompanhado por outros alunos da outra turma que, mal comportados, naturalmente sentiam um peso na consciência.
Lamento que uma discussão com este jovem, após a cena havida em aula, seja caracterizada pela Directora, à frente do aluno, como «uma peixeirada» e me seja encomendada a devida participação escrita, modo pouco delicado de me convidar a sair do Gabinete. Realça-se a falta de sensibilidade para o desespero de alguém que, apesar de marés adversas, continua a tentar cumprir o seu papel, sem desistência ou pausas na sua actuação.»]
(reprodução integral de mensagem que me caiu na 6ª feira pp. na caixa de correio electrónico, com origem em Casimiro Rodrigues - casimiro@casimiro.info)
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Culturas e Posturas,
Notícias de Portugal
sábado, maio 01, 2010
Finalistas de doutoramento e pós-docs.: simpósio
«Caros investigadores:
Não sei se já sabem do simpósio de 8 de Maio da Associação Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia (ANICT), cujo programa se encontra disponível aqui: http://meeting2010.pt.vu/
Como devem saber, a ANICT nasceu na Universidade do Minho, pelo que seria interessante se estivessem vários investigadores da UM presentes em Lisboa, no próximo dia 8 de Maio.
Este simpósio pretende ser um fórum de discussão entre investigadores, políticos e outros responsáveis pela ciência em Portugal.
Alerto que este simpósio está pensado para todos os que pretendam fazer carreira em ciência em Portugal, independentemente da sua posição na carreira cientifica.
Será também discutido o futuro da ANICT, nomeadamente quem poderá ou não fazer parte desta organização.
A inscrição é grátis mas está limitada a 280 lugares, pelo que apenas temos mais 80 lugares livres.
Para se inscreverem cliquem aqui. (INSCRIÇÕES TERMINAM NA SEGUNDA FEIRA)
Atenciosamente,
Nuno Cerca
Visite o nosso web site em http://www.anict.pt.vu/»
Não sei se já sabem do simpósio de 8 de Maio da Associação Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia (ANICT), cujo programa se encontra disponível aqui: http://meeting2010.pt.vu/
Como devem saber, a ANICT nasceu na Universidade do Minho, pelo que seria interessante se estivessem vários investigadores da UM presentes em Lisboa, no próximo dia 8 de Maio.
Este simpósio pretende ser um fórum de discussão entre investigadores, políticos e outros responsáveis pela ciência em Portugal.
Alerto que este simpósio está pensado para todos os que pretendam fazer carreira em ciência em Portugal, independentemente da sua posição na carreira cientifica.
Será também discutido o futuro da ANICT, nomeadamente quem poderá ou não fazer parte desta organização.
A inscrição é grátis mas está limitada a 280 lugares, pelo que apenas temos mais 80 lugares livres.
Para se inscreverem cliquem aqui. (INSCRIÇÕES TERMINAM NA SEGUNDA FEIRA)
Atenciosamente,
Nuno Cerca
Visite o nosso web site em http://www.anict.pt.vu/»
*
(reprodução integral de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência é a que se identifica)
quarta-feira, abril 28, 2010
Notícias da UMinho: propinas para 2010/2011
Artigo JN
Conselho Geral da UMinho mantém valor das propinas:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1554883
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Conselho Geral da UMinho mantém valor das propinas:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1554883
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Será que vale a pena ir contra a corrente?
No contexto da relação de forças que está estabelecida no CG da UMinho, faz todo o sentido que haja quem se questione se vale a pena alguém sujeitar-se ao desconforto de ir contra a corrente ou, simplesmente, fazer perguntas e dizer que há outros caminhos. Continuo a achar que sim. Acho que vale a pena até na medida do incómodo que pressinto em muitos quando questiono os “fretes” que fazem e o mau serviço que prestam à Academia.
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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Culturas e Posturas,
UMinho
segunda-feira, abril 26, 2010
Em dia de reunião do CG da UMinho, talvez valha a pena dizer que ...
... a proposta de Regulamento Orgânico das Unidades de Serviços da Universidade do Minho deveria ser resultante de um exercício sério de avaliação e diagnóstico da situação actual, a realizar ponderadamente em articulação com os serviços e com as Unidades Orgânicas e visando conferir-lhes a eficiência e eficácia que a maioria, manifestamente, não tem e não fica assegurado que venha a ter com a reestruturação que agora está a ser realizada.
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
sexta-feira, abril 23, 2010
Call for papers: Workshop on Economics of Education
«Dear colleagues,
I contact you to inform about the start of the process of the Call for Papers of the "Workshop on Economics of Education" which will be held at the Faculty of Economics of the University of Barcelona (UB) the next September 20th 2010.
To find more information about it please check the attached pdf and the websiteof the event:
Participants whose Papers have been accepted are exempt from the payment of the registration fee, for the other attendees the early fee costs 100 EUR (before July 26th) and the late fee 150 EUR (before September 12th).
Once we have the final program (in mid-June), you will find the form in our webpage.
Looking forward to hearing from you,
XREAP»
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência que se identifica)
Revista de imprensa: notícias...
Artigo JN
Actual reitor concorre com estrangeiro:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1551056
-
Notícia SOL
Felisbela Lopes chumbada para Provedora do Telespectador:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=170071
-
Artigo JN
Professora do Politécnico do Porto acusada de plágio:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1551180
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Actual reitor concorre com estrangeiro:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1551056
-
Notícia SOL
Felisbela Lopes chumbada para Provedora do Telespectador:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=170071
-
Artigo JN
Professora do Politécnico do Porto acusada de plágio:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1551180
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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UMinho
quinta-feira, abril 22, 2010
Em memória de Dinizar Becker
Em memória de Dinizar Becker, um académico, um amigo e um lutador
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
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Investigação,
Notícia
quarta-feira, abril 21, 2010
Sinal dos tempos ou ironia?
É a primeira vez que me acontece ser eleito para uma coisa para que não me candidatei.
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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EEG/UMinho
"Comprometo-me a divulgar, pelos meios que entender mais adequados e dentro do que me for possível, os documentos"
*
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 21 de Abril de 2010, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
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terça-feira, abril 20, 2010
European Innovation Scoreboard 2009
European Innovation Scoreboard 2009:
http://ec.europa.eu/enterprise/newsroom/cf/document.cfm?action=display&doc_id=5714&userservice_id=1&request.id=0
(via http://twitter.com/BusinessLib)
http://ec.europa.eu/enterprise/newsroom/cf/document.cfm?action=display&doc_id=5714&userservice_id=1&request.id=0
(via http://twitter.com/BusinessLib)
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"Ouvir ´loucos(as)` ou estudantes ´vendidos`"
«O orgão com mais relevo e dignidade na Universidade do Minho passa o tempo a ouvir "loucos(as)" ou estudantes "vendidos".
É de refletir sobre a sua composição.»
É de refletir sobre a sua composição.»
*
(reprodução de mensagem/comentário que ontem me chegou, por via alternativa)
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segunda-feira, abril 19, 2010
"Preocupa-me profundamente a generalizada dificuldade dos alunos no domínio da língua de ensino - o Português"
A Língua Portuguesa no Ensino Superior
(título de mensagem, datada de Domingo, 18 de Abril de 2010, disponível em Reflexos)
-
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
(título de mensagem, datada de Domingo, 18 de Abril de 2010, disponível em Reflexos)
-
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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Certificação de Competências
Hoje, mais do que nunca, ...
Hoje, mais do que nunca, “tudo que é sólido se desmancha no ar”, conclui Dinizar Becker, seguindo M. Berman.
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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Curiosidades
sábado, abril 17, 2010
"Just for fun or... not!!"
Book - mensagem promocional a conferir em:
http://www.youtube.com/watch?v=iwPj0qgvfIs
(cortesia de MJRA)
http://www.youtube.com/watch?v=iwPj0qgvfIs
(cortesia de MJRA)
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sexta-feira, abril 16, 2010
Coisas do quotidiano
"Já tinha reparado na postura do(a) professor(a) em causa, que conheço do tempo em que o(a) senhor(a) não sonhava sequer vir alguma vez a ser convidado(a) para um lugar político na sua própria instuição.
Não o(a) tenho por má pessoa mas sabe como é: tira-se doutoramente; fica-se mais importante; às tantas, até nos convidam para coisas que não nos ocorria que nos pudessem convidar...
Do que tenho visto, o(a) senhor(a) é mais um empecilho do que um contributo para o bom encaminhamento dos processos. Há-de passar-lhe."
J. Cadima Ribeiro
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quinta-feira, abril 15, 2010
"Bibliometrics and the curators of orthodoxy"
"Have you ever seen the Citation Indexes (CIs) for the year 1600? At that time, a very active community was working on the reconstruction of planetary movements by means of epicycles. In principle, any ellipse around the Sun may be approximated by sufficiently many epicycles around the Earth. This is a non-trivial geometrical task, especially given the lack of analytical tools (sums of series). And the books and papers of many talented geometers quoted one another. Scienti c knowledge, however, was already taking other directions. Science has a certain `inertia', it is prudent (at times, it has been exceedingly so, mostly for political or metaphysical reasons), but even under the best of conditions, we all know how diffcult it is to accept new ideas, to let them blossom in time, away from short-term pressures.
At best, CIs transform this slowness into a tool for judgement. If used unwisely, as is increasingly the case, they discourage people (young ones in particular) right from the outset from daring to think, from exploring new paths: how is it possible to nd a job today in the eld of science or to get tenure without the inertial consensus of the majority, of the largest research areas, imposed by CIs? So the avalanche e ect inhibits or even eliminates variety, which is at the core of culture and science. And the preventive effect against novelty is what we particularly fear.
[...]
Concerning editorial and publishing activities, in addition to the distortions in judgements induced by so-called `impact factors' for journals (see the ranking quoted below, which is fluctuating because ill-founded), further distortion is caused by having a very small number of self-selected commercial organisations assume the crucial task of deciding just `what' to index. From the perspective of this well-established journal, we observe that these organisations make it difficult for new journals to get indexed at all. In particular, authors who are consciously trying to break the stranglehold that a few expensive non-academic commercial publishers have on scienti c publishing are even more severely disadvantaged by these unreliable and arbitrary numerical evaluations."
MSCS Editorial Board
(excertos do texto "Editors' note: bibliometrics and the curators of orthodoxy", Math. Struct. in Comp. Science (2009), vol. 19, pp. 1-4 - Cambridge University Press)
At best, CIs transform this slowness into a tool for judgement. If used unwisely, as is increasingly the case, they discourage people (young ones in particular) right from the outset from daring to think, from exploring new paths: how is it possible to nd a job today in the eld of science or to get tenure without the inertial consensus of the majority, of the largest research areas, imposed by CIs? So the avalanche e ect inhibits or even eliminates variety, which is at the core of culture and science. And the preventive effect against novelty is what we particularly fear.
[...]
Concerning editorial and publishing activities, in addition to the distortions in judgements induced by so-called `impact factors' for journals (see the ranking quoted below, which is fluctuating because ill-founded), further distortion is caused by having a very small number of self-selected commercial organisations assume the crucial task of deciding just `what' to index. From the perspective of this well-established journal, we observe that these organisations make it difficult for new journals to get indexed at all. In particular, authors who are consciously trying to break the stranglehold that a few expensive non-academic commercial publishers have on scienti c publishing are even more severely disadvantaged by these unreliable and arbitrary numerical evaluations."
MSCS Editorial Board
(excertos do texto "Editors' note: bibliometrics and the curators of orthodoxy", Math. Struct. in Comp. Science (2009), vol. 19, pp. 1-4 - Cambridge University Press)
[cortesia de CCO]
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quarta-feira, abril 14, 2010
UMinho: debates por fazer (2)
«Mas haverá alguma dúvida que, MAIS UMA VEZ, a "definição dos domínios...." serão, sobretudo, os (pelo menos de algumas) das Engenharias??? Mas alguém tem dúvidas, desde o monstruoso "Contrato de Confiança", que uns (algumas, poucas, Escolas) terão de continuar a "ser os escravos" para os outros, alguns outros (claro: algumas "engenharias"), terem todo o tempo do mundo para aparecerem como os "cérebros brilhantes" da nossa Universidade? ALGUÉM TEM DÚVIDAS, com esta reitoria, sobretudo "engenheiral"(e lamentavelmente com alguns membros pertencendo a áreas das Ciências Socias e Humanas!!!), que é este o destino (por quanto tempo????), das Escolas consideradas como menores?? SIM, SIM: é MESMO MENORES!!!
O que andam a fazer, no Conselho Geral, vários dos que tanto se opuseram à lista reitoral?? Onde estão esles??? Calaram-se?? Obtiveram alguns favores, e ..... calaram-se??»
(reprodução de mensagem/comentário a propósito do tema enunciado em título recebida/o por canal alternativo)
O que andam a fazer, no Conselho Geral, vários dos que tanto se opuseram à lista reitoral?? Onde estão esles??? Calaram-se?? Obtiveram alguns favores, e ..... calaram-se??»
(reprodução de mensagem/comentário a propósito do tema enunciado em título recebida/o por canal alternativo)
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