Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

quarta-feira, junho 09, 2010

The WE-ASC Education Culture Congress: Call for Papers

«The WE-ASC Education Culture Congress
World Education - Arts, Sciences and Education Culture

12th – 15th January 2011
New Delhi, India


Dear Friends,
It is with much pleasure that I extend to you on behalf of the Executive Committee of The WE-ASC Education Culture Congress, an invitation to participate in this congress being held in New Delhi on January 12-15, 2011.
The WE-ASC Congress series revisits educational philosophy, methodology and content development and draws special attention to course and curriculum development as well as evaluation and accreditation systems in primary, secondary and in particular, higher education. It further explores how education can help develop mental, emotional and physical skills to help facilitate personal excellence as well as psychological and socio-economic wellbeing as well as evolving integral and holistic attitudes and formats in education pedagogy, in the challenging times the world faces today.
The World Education Congress WE-ASC 2011 adopts a two-pronged approach:
a) To examine, evaluate and influence the evolving culture of education and education design by refocusing and reengineering educational pedagogy as well as educational and cultural policy, with the ultimate objective of deep systemic change.
b) To revisit representation, application and infusion of cultural knowledge and cultural dissemination systems in modern education, and indeed their symbiotic relations in the development of practical solutions for training and application, sustainable development as well as individual and collective human empowerment.
WE-ASC also explores sensory, artistic, scientific, psychological, cultural and spiritual approaches for imparting education and transmission of knowledge. The movement examines modern as well as traditional knowledge systems, literate and non-literate, within both tangible and intangible systems and formats. It seeks to evolve fresh formats in skills training with traditional and modern knowledge for socio- economic empowerment and sustainable development. It focuses on cultural connections and participatory research in arts and the evolving culture of education, through arts and artistic sciences in education as well as health-care.
We invite papers addressing the following topics (Presentation Themes) :
The Evolution of Educational Psychology and Education Culture.
Cultural inclusions and influences in Education
Education Systems and Forms through History
Education and Awareness through the Arts
Media, Music, Design, Fine Arts and other Artistic technologies.
Training of Skills and Sustainable development
Training of Educators and Educational Pedagogy
Education and disadvantaged groups
Gender issues in Education
Wellness and Health-Care education in and through the Arts
Education and Entrepreneurial attitude
Education and Character development
Traditional Knowledge Systems and their contemporary relevance
Education in Design
Spirituality and Wisdom in Education
Religious influences in Education
Education and the Internet
Multi-Levelled Transformation and Learning in Education
New paradigms and models for Education
Curriculum and Course development.
Forms and Systems of Evaluation and Accreditation
Educational Accreditation of the Arts

The abstract guidelines are available on our website http://www.we-asc.org/abstract-submission
Followings are the Deadlines for abstract submission and review
Deadline to submit abstracts and panel proposals : August 15, 2010
Notification of acceptance : September 15, 2010
Deadline to submit full papers : November 15, 2010
Early bird Registration : June 30, 2010
WE-ASC 2011 will work towards conclusions and resolutions on collaborations, ethics, evaluation and accreditation in Education and Cultural knowledge systems, which will be drafted by the concluding day of the Congress for follow up with research and policy making institutions, educational institutions and government bodies internationally. The participants will include educators and educationists, parliamentarians and other government representatives, artists and cultural institutions, thinkers, policy makers, and administrators with special inputs by youth and women from various countries and cultures.
[...]
For any query you may write to us at
- lady.shruti.rana@gmail.com/ we.asc.congress@gmail.com

Warm Wishes
Lady Shruti Rana
Convener
WE-ASC Congress
U.K. Address: Andras House, 60 Great Victoria Street, Belfast BT2 7BB»
*
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico; a proveniência é a identificada)

terça-feira, junho 08, 2010

"Com a confiança precisamos cada vez menos de dinheiro" ou será por termos depositado confiança em quem não deviamos que nos falta o dinheiro?

A propósito de "Coisas que importa que se digam, isto é, que se saibam", chegou-me por via alternativa o comentário que reproduzo de seguida:
"Tudo isto é resultado do contrato de confiança. Com a confiança precisamos cada vez menos de dinheiro...É isto que os nossos governantes acham."
A situação a que o autor do comentário se reporta seria irónica se não fosse tão trágica. O mais irónico é que os que nos conduziram para este poço comum foram tidos durante muito tempo por pessoas muito sérias e animadas dos melhores propósitos, aparte serem tomadas por capazes.
Estou a falar do (des)governo da Républica. Estou a falar do (des)governo de algumas universidades. Estou a falar do (des)governo de certas Escolas/Faculdades. Estou a falar de...
.
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, junho 07, 2010

“Teaching entrepreneurship students to become knowledge-agents for innovation”

“Drucker (1985) has postulated that entrepreneurship is the ´practice of innovation`. As such, he has outlined that it is knowledge-based, and that like any other practice (such as medicine or engineering) it can be learned. He wrote that we cannot develop a theory of innovation. But and that it is sufficient to say when, where, and how to look for innovation opportunities. As a consequence of the lack of a theoretical base for innovation, Drucker (and most other authors) simply ignore how entrepreneurs ´practice innovation` and how this practice can be learned; and have concentrated instead on how to systematically look for innovation opportunities. The constant demand by entrepreneurship students for information about how to learn the ´practice of innovation` forced me (Degen 1989, 2009) to develop some rudimentary approaches to learning the practice. This paper builds on these approaches, and tries to shed some additional light on the way entrepreneurs learn the practice of innovation in such a way that they become ´knowledge agents for innovation`. This paper also explores how this practice can be taught to entrepreneurship students.”

Ronald Jean Degen (International School of Management Paris)

Date: 2010-05-26
Keywords: entrepreneurs as innovators, practice of innovation, knowledge-agents for innovation, creative process, teaching entrepreneurship
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:pil:wpaper:64&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

sexta-feira, junho 04, 2010

Em tempo de suposta avaliação de desempenhos

O dono de um talho foi surpreendido pela entrada de um cão dentro da loja. Enxota-o mas o cão volta a entrar. Volta a enxotá-lo e repara que o cão traz um bilhete na boca. Apanha o bilhete e lê:
"Manda-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?"
Também repara que o cão tem na boca uma nota de 50 euros. Avia o cão e põe-lhe o saco de compras na boca. Impressionado e, como estava para fechar, resolve seguir o cão.
O cão desce a rua, chega aos semáforos e, com um salto, carrega no botão para ligar o sinal verde. Aguarda a mudança de cor do sinal, atravessa a estrada e segue rua abaixo. O talhante estava perplexo!
O talhante e o cão caminham pela rua. Quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio, vira-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Repetiu o acto mas ninguém lhe abre a porta. Contorna a casa, salta um muro e, numa janela, começa a bater com a cabeça no vidro várias vezes, retornando para a porta.
De repente, aparece um tipo enorme a abrir a porta e começa a bater no cão. O talhante corre até ao homem, tenta-o impedir de bater mais no cão e diz-lhe bastante indignado:
"Óh homem, o que é que está a fazer? O seu cão é um génio!"
O homem responde:
"Um génio? Já é a segunda vez esta semana que este estúpido, se esquece da chave!"
-
Moral da história:
Podes continuar a exceder as expectativas, mas... a tua avaliação depende sempre da competência de quem avalia.

Autor anónimo

quinta-feira, junho 03, 2010

Teixeira dos Santos: bocejos e enfado

"Teixeira dos Santos não deixa de transparecer enfado e quase bocejo, especialmente quando tem como supremo distribuidor da retórica dilatória o ministro Lacão..."

José Adelino Maltez

(excerto de mensagem, datada de 2010/06/03 e intitulada "Não me fechem a pátria!", disponível em Sobre o tempo que possa)

segunda-feira, maio 31, 2010

"Sinais"

ClaustrUM

(título de mensagem, datada de 30 de Maio de 2010, disponível em Empreender)

domingo, maio 30, 2010

"Façam fóruns que envolvam representantes das várias sensibilidades dentro da UM"

"Divulguem as notícias do Conselho Geral e do Senado que dizem respeito aos alunos em Fóruns do género do que deu origem a esta discussão, mas façam Fóruns que envolvam representantes das várias sensibilidades dentro da UM, para não cheirar a propaganda."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 30 de Maio de 2010, intitulada A propósito do Fórum UMinho: algumas medidas relacionadas com alunos, disponível Prálem D`Azurém)

sexta-feira, maio 28, 2010

"Cada cavadela, cada minhoca"

«Mudando de assunto: Cada cavadela, cada minhoca
Falta injustificada
Conforme a notícia:
1- “... Fórum UMinho ... um verdadeiro fracasso em termos de participação dos estudantes ... convocados para discutir com o reitor ...”.
2- “...Esta falta dos alunos é injustificada ...”.
3- “... não chega berrar na rua contra o pagamento de propinas ...”.
Vejamos:
A- Deve concluir-se que o jornalista foi “convocado”, e que “cumpriu”. A sessão era para a comunicação social registar e publicitar.
B- Os estudantes não foram “convocados”. Foram “convidados”. Declinaram porque todos as questões em agenda já estavam anteriormente decididas em Conselho Geral. Não era uma oportunidade de debate consequente.
C- Não chega “berrar” a propaganda para intimidar os estudantes da “melhor academia do país”.»
*
(chamada à página de rosto de comentário que me caiu entretanto na caixa de comentários deste jornal de parede)

quinta-feira, maio 27, 2010

Mudando de assunto: "percepção por parte dos residentes de Guimarães dos benefícios do desenvolvimento turístico"

A cultura enquanto elemento básico de atracção é responsável por entre 35% e 70% de toda a actividade turística na Europa. Isto num contexto em que o turismo se tem constituído numa das actividades económicas que maior crescimento tem registado nas últimas décadas e é encarado como um dos sectores-chave do presente século. Dentro do sector, espera-se que o turismo cultural seja um dos segmentos mais dinâmicos. Tendo presente a importância económica da actividade e o crescimento acelerado que vem experimentando, os seus impactos precisam de ser antecipados, compreendidos, planeados e monitorizados, para que eventuais efeitos negativos possam ser evitados ou minimizados.
As preferências e comportamentos dos turistas têm vindo a alterar-se. Os turistas da actualidade são cada vez mais sofisticados e exigentes. A crescente valorização de destinos menos massificados, da qualidade do atendimento, de férias mais activas e personalizadas, de um contacto mais próximo com a natureza, da descoberta do desconhecido e da singularidade do produto turístico têm que ver com essa evolução da hierarquia das motivações dos turistas. Nesse contexto, a cultura, tradições e modos de vida constituem factores de atracção que assumem relevância incrementada.
O turismo actua como incentivo ao restauro e preservação do património histórico. Além disso, a actividade turística pode funcionar como um importante factor de valorização das práticas locais, do artesanato, e das festividades e cerimónias comunitárias, que, de outro modo, correriam o risco de desaparecer.
Na vertente oposta, o turismo pode ser um factor de marginalização da população e alimentar tensões sociais sempre que seja pensado sem levar em linha de conta os valores locais e não seja capaz de gerar benefício económico que possa ser apropriado pela comunidade local. Um perigo para a sustentabilidade a longo prazo de um destino turístico será também a adopção de manifestações culturais não autênticas, como festas e danças criadas em função dos turistas ou a banalização comercial das práticas culturais locais.
Do trabalho de inquirição dos residentes de Guimarães recentemente conduzido por Laurentina Vareiro, Paula Remoaldo, Vítor Marques e pelo signatário deste texto, no quadro de um projecto de investigação com maior fôlego, entre outros, obtiveram-se os resultados que passo a apresentar.
Uma questão central do inquérito aplicado respeitava à opinião que os residentes do município mantinham sobre o turismo, isto é, em que medida entendiam ser a actividade benéfica para o desenvolvimento de Guimarães. Daí pôde concluir-se que 98,2% dos inquiridos mantinha uma opinião favorável ao desenvolvimento do sector. De notar, ainda, que não se identificaram diferenças significativas de opinião consoante os respondentes eram do sexo masculino ou feminino.
Uma outra resposta a merecer destaque é a que se obteve para a pergunta sobre se, pessoalmente, o inquirido tirava benefício do turismo. Neste caso, a informação que resultou foi que a opinião esmagadoramente positiva que se refere no parágrafo precedente não era resultado das expectativas de benefício directo, sendo os residentes mais jovens (entre os 15 e os 24 anos) aqueles que revelavam uma maior expectativa nesse domínio. Isso poderá ter que ver com a respectiva antevisão de criação de empregos, de que possam aproveitar.
Mesmo se as opiniões favoráveis foram um denominador comum a todos os níveis educacionais, a pontuação da afirmação de que o turismo é bom para o município foi mais elevada entre os residentes detentores de maiores habilitações académicas.
Um resultado que também vale a pena analisar é o que se prende com os impactos da actividade turística. Neste âmbito, apareceu como mais valorizado o que se prende com o contacto que o turismo viabiliza com outras culturas, seguido pelo do encorajamento à preservação da cultura e do artesanato locais. As percepções de que o desenvolvimento da actividade permite a conservação e restauro de edifícios históricos, cria empregos e contribui para o aumento da oferta de serviços para os residentes surgem como 3º, 4º e 5º efeitos esperados.
De um modo geral, os resultados do inquérito confirmam o que a investigação empírica realizada internacionalmente vinha evidenciando sobre as atitudes e expectativas dos residentes de lugares turísticos.
No caso de Guimarães, é verdade que o município tem feito uma importante aposta no turismo, particularmente nos derradeiros dez anos, mas, se se pretende que o sector venha a constituir um dos motores do seu desenvolvimento, a percepção mantida pela comunidade local dos seus efeitos tem que estar bem presente nas estratégias que sejam definidas. Isso é necessário mesmo que, como foi evidenciado, os residentes mantenham uma percepção muito favorável dos benefícios que se podem gerar. É que, mesmo percebendo efeitos positivos importantes, não deixam também de enunciar preocupações e receios. A isso me referirei noutro texto, logo que surja a oportunidade de retomar os resultados do estudo que invoco acima.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de 2010/05/27 do Jornal de Leiria)

quarta-feira, maio 26, 2010

Brincando à gestão das Escolas/Faculdades

Numa escola universitária perto de si foi nos últimos (5-6) anos adoptado um modelo de afectação de recursos financeiros que dita que a estrutura central da Escola fique com 85% das verbas de gestão corrente disponíveis e os Departamentos respectivos com 15%, do que resulta para o Departamento X, no presente ano (com um corpo docente quase todo doutorado de cerca de 40 pessoas), que o orçamento que lhe calhou(vai calhar) foi(é) de 2 877,00 €.
Numa altura em que tanto se fala de "excelência", diga-me(nos) se considera que isto são verbas que permitam propor o que quer que seja em termos de gestão financeira do dito Departamento. Terei todo o gosto em transmitir ao director do Departamento em causa todas as boas ideias sobre esta matéria que me façam chegar. Estou certo que ele vos ficará eternamente reconhecido.
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, maio 24, 2010

"Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente [...] foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes"

«Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente, que permite a promoção, foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes de serviços, quase todos eles afectos ao "aparelho" por via de anos e anos de promoções e concursos que se não foram manipulados foram pelo menos influenciados pelas ligações familiares ou de amizade do concorrente com o topo da hierarquia do passado. Sabemos que até alguns técnicos superiores são familiares de pessoas que estiveram no passado no topo da hierarquia. Posto isto, que podem os funcionários esperar? Diria que é melhor não terem muitas expectativas nos próximos anos.»
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 23 de Maio de 2010, intitulada O que mudou na UM com o RJIES?, disponível em Prálem d`Azurém)

domingo, maio 23, 2010

Vuelvo porque aprendi muchas cosas

«Vuelvo porque me gustó la ciudad.
Vuelvo porque aprendi muchas cosas.
Vuelvo porque todavia me quedan cosas por aprender.
Vuelvo porque creci.»

José Pedro Cadima
(terça-feira, 15 de Dezembro de 2009)

sexta-feira, maio 21, 2010

Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego

«Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego
No quadro institucional do programa EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, através do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas, promove a realização do Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego norte de Portugal – Galiza.
Tendo em conta que se trata de uma iniciativa que facilita e agiliza o processo de inserção dos estudantes no mercado de trabalho, tanto a nível local, como transfronteiriço e europeu, entendemos ser de utilidade a Vossa presença no evento. O programa centra-se na divulgação de técnicas de procura de emprego, objectivos e funcionalidade do programa de emprego da União Europeia EURES e, ainda, a situação actual do mercado de trabalho. O tema da edição de 2010 é “O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego”, e terá lugar na tarde do dia 21 de Maio de 2010 com início às 14h15, no auditório 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, Campus de Gualtar – Braga.
Segue, a seguir o programa

PROGRAMA
14:15h - Inscrições.
14:30h - Abertura. Professor Francisco Carballo-Cruz, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho.
15:00h - Rede EURES e EURES Transfronteiriço – Objectivos, Funcionalidades e Ferramentas. Dra. Cármen Lopes, Conselheira EURES do Centro de Emprego de Braga.
15:45h - Debate.
16:00h - Pausa para café.
16:20h - O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego.
16:20h - Caixa Geral de Depósitos. Dra. Maria Felicidade Brito, Coordenadora da Área de Recrutamento e Gestão de Competências da Direcção de Pessoal da Caixa Geral de Depósitos.
16:50h - Barclays Bank. Dra. Teresa Relvas, Directora do Departamento. de Recursos Humanos do Barclays Bank.
7:20h - Debate e encerramento.»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, originária de rbranca@eeg.uminho.pt e especialmente dirigida aos alunos do curso de Economia, 1º ciclo)

quinta-feira, maio 20, 2010

"O Ensino Superior em Transição - a Auto-Reflexão de 2008/2009 das Universidades e Politécnicos"

«Exmos Senhores
Durante o III Congresso do SNESUP foi lançado o livro "O Ensino Superior em Transição - a Auto-Reflexão de 2008/2009 das Universidades e Politécnicos", analisando o processo de implementação do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES), de que é autor José Manuel Matos Pereira, Doutor em Direito e Professor Coordenador da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal.
Segundo a editora, o livro "O Ensino Superior em Transição" está disponível para compra através do sítio web da MediaXXI em versão de papel
e em versão electrónica PDF
As encomendas poderão ser realizadas mediante registo na livraria online da MediaXXI. Aos preços indicados acrescem os custos de envio.
Com os melhores cumprimentos,
A Direcção do SNESup
19-5-2010»
*
(reprodução de mensagem que me caiu ontem na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

quarta-feira, maio 19, 2010

International Symposium on University Rankings in Europe

«International Symposium on University Rankings in Europe - 29th June 2010, Brussels

Dear Colleague,
I enclose details of the forthcoming International Symposium, entitled Universities Challenged: Better Higher Education through a Better Ranking System in Europe?, which will take place on Tuesday 29th June 2010 at The Silken Hotel, Brussels.
A decade after the Bologna Declaration, an intense debate is still raging about the actual and comparative value of higher education in Europe.
Recognising the need for clarity to address the growing number of university ranking systems, the European Commission launched an initiative "for the design and testing of a new multi-dimensional university ranking system with global outreach" that is also independent from public authorities and universities. This special International Symposium provides a timely opportunity for universities and other stakeholders across Europe to examine the overhaul of the university ranking system within the context of the wider HE reform process.
I am pleased to advise you that confirmed speakers now include:
Mr. Robin van IJperen, Policy Officer, DG Education and Culture, European Commission
Mr. Noël Vercruysse, Head of the Department of Higher Education, Flemish Ministry, Belgium
Prof. Chris Brink PhD, Vice-Chancellor, Newcastle University, UK
The Centre for Parliamentary Studies welcomes the participation of all key partners, responsible authorities and stakeholders. The Symposium will support the exchange of ideas and encourage delegates to engage in thought-provoking topical debate.
For further details, please see the attached programme or visit our website. Do feel free to circulate this information to relevant colleagues within your organisation.
In the meantime, should you/your colleagues wish to attend, please complete and return the enclosed registration form at your earliest convenience in order to secure your delegate place(s).
Kind regards,
Jessie Punia
Public Policy Exchange
Tel: +44 (0) 845 606 1537
Fax: +44 (0) 845 606 1539
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, distribuída por jess.punia@publicpolicyexchange.co.uk)

terça-feira, maio 18, 2010

Mudando de assunto ou talvez nem tanto

Gestos e obscenidades

1. Num gesto de grande magnanimidade, Pedro Passos Coelho, PC para os amigos, deu o seu assentimento à subida de impostos e redução de benefícios sociais recentemente decididos pelo (des)governo de José Sócrates, consequência directa do desastre que foram as políticas governamentais conduzidas nos últimos 10 anos da vida do país, quase metade dos quais tendo o dito ao leme. Foi um gesto bonito, de solidariedade para com um rival caído em desgraça, mesmo se maior desgraça é a do país que tem por primeiro-ministro tal personagem. Não falo dos restantes ministros para que não me acusem de usar este fórum público para veicular conteúdos de natureza obscena.
2. O que me deixou intrigado foi PC ter tido necessidade de, logo de seguida, ter ido para a comunicação social pedir perdão aos portugueses. Quererá isso dizer que a sua atitude resultou de uma decisão irreflectida? Mas, assim sendo, não questiona isso o carácter solidário do seu gesto? Ou quererá tal dizer, afinal, que o nosso amigo PC aceita que, da sua condição de político da boa cepa portuguesa, os cidadãos nacionais não devem esperar senão mais do mesmo, mais uma vez? Percebe-se que não convenha a Pedro Passos Coelho que o poder lhe caia no colo numa altura destas mas, se fosse verdadeiramente bom cristão, aceitaria carregar a cruz desde a viela onde a encontrou depositada e não apenas quando ela estiver junto ao altar. É que, deste modo, quem vai que ter que continuar a carregá-la são os portugueses, e não só os que votaram/votam em José Sócrates.
3. Por acaso ou por força do destino, os factos a que aludo coincidiram no tempo com a visita a Portugal do papa, um tal Bento XVI, que um meu amigo insiste em chamar de papa cestos, porventura em memória da passagem por Portugal de um outro papa, que era Paulo mas que também já era dos cestos, embora contando no seu rol com menos dez que o actual. Desse tempo, existem por aí estátuas e confrarias com o seu nome em número que mais nenhum repetiu. Talvez num futuro não distante isso deixe de ser verdade. Basta para tanto que o futuro beato impropriamente apelidado de Cónego Melo acabe por ver transformadas em estátuas as obras de que fez merecimento em vida.
4. Há quem diga até que a visita do papa foi combinada com Sócrates para ocorrer nesta altura para que tão gravosas e socialmente injustas medidas políticas do (des)governo fossem percebidas pelos portugueses como penitência por pecados mortais cometidos. Outro tanto, em sentido diverso, embora, haverá que dizer da vitória do Benfica no campeonato nacional de futebol, sendo que, neste caso, os dirigentes do clube não se inibiram de desconfiar da virgem e, por causa das dúvidas, cedo trataram de constituir um segunda linha de segurança, mobilizando para o efeito uma boa meia dúzia de árbitros e dirigentes da liga de clubes e aparentados. Não admira, pois, que a festa tenha sido grande.
J. C.

segunda-feira, maio 17, 2010

"Só se deveria construir o mundo a partir dos traços do novo"

"Em rigor, a história tem-nos ensinado que os movimentos inovadores, nascem das crises e acredito que só com novos valores teremos uma nova economia.
E ainda acrescento que só se deveria construir o mundo a partir dos traços do novo."
M. Teresa B. Vieira
*
(excerto de mensagem, datada de 2010/05/16 e intitulada Da crise a uma nova concepção de vida, disponível em Sobre o tempo que passa)

sábado, maio 15, 2010

"A dimensão mediática de alguns intimida"

"Numa Escola em que a dimensão mediática de alguns intimida, condicionando (por omissão) até o que vem nos regulamentos, como foi o caso de no regulamento da Escola não constar quaisquer condicionalismos ao que qualquer Centro queira decretar nos seus regulamentos (...), não será de admirar que mais uma vez a vontade desses Centros mediáticos passar a ser uma ordem para ser seguida pelos demais membros do Conselho."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Sexta-feira, 14 de Maio de 2010 e intitulada "Quem tem medo do Departamento de Engenharia Têxtil?", disponível em Prálem d`Azurém)

quinta-feira, maio 13, 2010

"Doutorandos anónimos: seminário, 6ª feira"

«Caros investigadores,
No âmbito do projecto "doutorandos anónimos", organizamos uma sessão informal de trabalho com o professor Barry Bozeman e a Professora Monica Gaughan, ambos investigadores na Universidade de Georgia (EUA), dedicados ao estudo das temporalidades de trajectória nas carreiras cientificas, com especial incidência sobre os factores de produtividade e de notoriedade.
Ambos os investigadores estão abertos a ouvir os estudantes de doutoramento sobre os seus projectos e dúvidas sobre escolhas de carreira na área da ciência e da investigação. Convidamos todos os que quiserem a participar a juntarem-se a nós no ICS, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, [amanhã, 6ª feira] às 17h . Haverá sempre alguém presente, no caso de dificuldades com o Inglês.
A organização
Doutorandos anónimos»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com origem em: Rita Borges - ritaborges@aaum.pt)
Comentário: "anónimos" porquê?

quarta-feira, maio 12, 2010

Desire

"Desire is the key to motivation, but it's determination and commitment to an unrelenting pursuit of your goal - a commitment to excellence - that will enable you to attain the success you seek."

Mario Andretti
*
(citação extraída de SBANC Newsletter, May 11, Issue 614 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

terça-feira, maio 11, 2010

"Chamam-lhe contrato de confiança"

"Existem directores de mestrado na minha escola que ficam a conhecer o número de vagas do curso que dirigem através ... dum suplemento comercial do Expresso. Assim mesmo: «nele [n.r.: no Expresso] pude finalmente confirmar informação que na EEG nunca consegui obter». Ficamos pois a saber que as «newsletters» da UM não resolveram de todo o problema de comunicação. E depois há quem queira que se faça um plano estratégico!"
Vasco Eiriz
*
(excerto de mensagem, intitulada "ClaustrUM" e datada de 11 de Maio de 2010, disponível em Empreender)

segunda-feira, maio 10, 2010

Serviço público: "Portal do Ordenamento do Território e do Urbanismo"

«Exmo(a). Senhor(a)
O Portal do Ordenamento do Território e do Urbanismo
(http://www.territorioportugal.pt/), criado em Janeiro de 2008 para apoiar a política de divulgação e comunicação da DGOTDU, foi concebido com uma dupla finalidade:
Enquadrar a nova página institucional da DGOTDU na Web, o acesso público ao SNIT e a futura página institucional do Observatório do Ordenamento do Território e do Urbanismo;
Abrir um espaço de divulgação e debate, para utilização pela comunidade técnica e científica e por todos os interessados nestes temas.
Para concretizar melhor esta segunda finalidade, a DGOTDU preparou recentemente um interface que facilita o envio de notícias para publicação no Portal. Convidamo-lo a usá-lo, para divulgar novas publicações, seminários, conferências nacionais e internacionais, cursos, exposições ou outros eventos directamente relacionados com a temática do ordenamento doterritório e o desenvolvimento urbano. Consulte as instruções de utilização aqui.
Aproveito esta oportunidade para informar de que a DGOTDU concretizou recentemente um outro objectivo da sua política de divulgação técnica: a disponibilização da versão integral das suas publicações para leitura na Web. Encontram-se já disponíveis as publicações mais recentes. Estamos certos de que é uma boa notícia, em particular, para os alunos e docentes das nossas universidades.
Estamos a trabalhar para disponibilizar novas funcionalidades no Portal. Se tiver alguma sugestão que nos ajude a melhorar o seu desempenho como espaço de divulgação e discussão destas matérias não hesite em nos contactar (ddc@dgotdu.pt).
Maio de 2010
O Director-Geral
Vitor Campos»
*
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida; cortesia de Paula Cristina Remoaldo)

sábado, maio 08, 2010

sexta-feira, maio 07, 2010

Mudando de assunto (?): "Coloquemos as nossas barbas de molho"

Grécia

(título de mensagem, datada de 5ª feira, 6 de Maio, disponível em Espojinho)

quinta-feira, maio 06, 2010

terça-feira, maio 04, 2010

"É preciso acabar com o elitismo"

Artigo Expresso
"É preciso acabar com o elitismo":
http://aeiou.expresso.pt//e-preciso-acabar-com-o-elitismo=f580117

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Por uma discussão livre de ideias

"Hoje mais que nunca devemos prometer a nós próprios que, dentro do nosso pequeno universo, seja o nosso local de trabalho ou o nosso grupo de colegas, nos vamos esforçar para que haja uma discussão livre de ideias, sob pena de estarmos a permitir um retrocesso naquilo que tão penosamente foi alcançado no dia 25 de Abril de 1974."
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 25 de Abril de 2010 e intulada "O 25 de Abril e a discussão livre de ideias", disponível em Prálem d`Azurém)

domingo, maio 02, 2010

“O GRITO”

[“O GRITO”

Mais um documento expressivo do actual panorama educativo. Sei que haverá logo professores – havia-os no meu tempo – que confirmam que as turmas são complicadas – não para eles, note-se, que “não têm razão de queixa” (dos alunos) - já não tinham no meu tempo - mas que é necessário “saber dar-lhes a volta” (aos alunos), forma pedante e cínica de admitir que eles sabem (dar a volta), o que geralmente é falso.
Os senhores ministros da Educação, o Primeiro, os seguintes, fecham os olhos e tapam os ouvidos, em frente com os seus projectos de modernização para a desconstrução, que a alguns deles convém, como forma de justificar os seus cursos de batota.
E o país suporta, um protesto ou outro vão pingando, mas são bolas de sebo escorregadias, que só têm utilidade para polir as botas da tropa, já quase desaparecida, requerendo, pois, menos sebo, inúteis também não só para os que comem da mesma gamela como para os que assistem na indiferença do futuro, atidos à máxima “quem cá ficar que se lixe”.
O documento exprime desespero, o desespero de alguém que foi sempre brioso, numa carreira feita de dedicação e amor, e que ultimamente tem visto o tapete a ser-lhe puxado de debaixo dos pés, com a eficácia própria do descrédito a que chegou a “Educação” neste país, na permissividade de leis astutas, que fingem dar força aos professores, mas que de facto lha negam, puxando-lhes conscienciosamente o tapete de debaixo dos pés. Professores periclitantes, na sequência da ausência do tapete, alunos dançarinos no seu tapete protector, governantes semelhantes a deficientes autistas, um povo participando, uns com receio e vergonha, outros sem uma coisa nem outra.
Uma “directora” de escola que desautoriza o professor queixoso, chamando “peixeirada”, diante do aluno, ao incidente ocorrido na aula, é bem a marca do universo “pedagógico” dos nossos tempos, fomentado na família, apoiado no governo, com os professores como caixote do lixo – e não digo a Escola, visto que existem os directores de Escola participantes no apoio do governo, para projecção pessoal, e desapoio aos professores não alinhados no laxismo – como caixote do lixo, repito, da miséria moral e mental que estamos a criar.
Daí, o meu grito, o grito da professora que escreveu o texto, ao qual foram retiradas as referências pessoais, naturalmente, para obstar a mesquinhas “revanches”. Não é “O Grito” tão conhecido do pintor norueguês Edvard Munch. Não é grito de angústia existencial. É grito de desespero, sim. Mas de asco. De terror também.

«À Direcção:

A aula de Português de 23 de Abril de 2010 de dois décimos anos (dados em conjunto por conta da crise) decorreu com os costumados contratempos: mandar calar, pedir atenção, que se concentrassem, que deixassem falar quem estava no momento a fazê-lo, ditar o sumário três vezes, pedir a um aluno que mudasse de lugar, recolher trabalhos, fazer o ponto da situação relativamente aos trabalhos que os alunos têm de apresentar não estando a cumprir os prazos, mandar calar outras vezes porque há sempre alguém a perturbar, a má disposição de um que fala com os colegas altiva e severamente, o que também causa mal-estar e faz perder tempo de aula, gente que atira borrachas para incomodar e que nunca assume nem se cansa (eu, que nunca apanho ninguém em flagrante e já peço aos alunos que denunciem os colegas, que o fazem, atitude que abomino, pois detesto denúncias), alguém que produz um ruído qualquer (pés, boca, canetas), outros que riem, comentários de cada vez que repreendo algum aluno (quer do próprio quer de outros), gente que tem sempre algo a criticar ou a dizer de sua justiça e não se contém, matéria a ser leccionada, esclarecimento de dúvidas, enfim, todo um ambiente propício à aprendizagem e um estendal de boas maneiras.
Às 13.20, um aluno de um dos décimos levantou-se sem pedir licença, ficámos todos a olhar e, em escassos segundos, deslocou-se para o fundo da sala e foi agredir um colega de outra turma, ao pé da janela. Este aluno, que normalmente é mal comportado, neste dia, por acaso, ainda não tinha perturbado ninguém, nem sido alvo de qualquer reparo da minha parte. Grupos de alunos seguraram os dois para não se envolverem à pancada, caíram mesas, cadeiras, o agressor foi levado para fora da sala e o agredido impedido de sair. Tentei acalmá-lo e fiz apelo para que desse o assunto por encerrado, mostrando-se superior à situação e evitando um processo de escalada de violência, até porque não era o agressor o verdadeiro responsável pela confusão a que se chegara. O aluno estava muito nervoso, vermelho e com um ritmo cardíaco elevado.
Tive ainda uma conversa com os alunos presentes em que lhes chamei, mais uma vez, a atenção para o clima que se criara ao longo do ano e permitira a ocorrência de um acontecimento desta natureza; falei-lhes igualmente do desequilíbrio emocional e de comportamento de vários jovens que integram a turma, incapazes de se modificar; referi ainda o facto de todos se permitirem falar e comentar, e nada fazerem para alterar os seus maus comportamentos. Dirigi-me então à Direcção com o agressor.
Quanto ao aluno que pretende ter sempre algo a dizer e para quem, no seu reino de fantasia, as palavras e os gestos têm sempre significados diferentes daqueles que os outros lhes atribuem, esse tem o vício de falar comigo, quando o repreendo ou sente alguma contrariedade, em voz alta e de dedo indicador esticado em direcção da minha cara, com o corpo a fazer um ângulo pois se acha muito alto. Já por inúmeras vezes lhe disse não lhe admitir tal atitude, pelo que hoje o encaminhei para a Direcção, por estar à porta do pavilhão A nestes preparos, acompanhado por outros alunos da outra turma que, mal comportados, naturalmente sentiam um peso na consciência.
Lamento que uma discussão com este jovem, após a cena havida em aula, seja caracterizada pela Directora, à frente do aluno, como «uma peixeirada» e me seja encomendada a devida participação escrita, modo pouco delicado de me convidar a sair do Gabinete. Realça-se a falta de sensibilidade para o desespero de alguém que, apesar de marés adversas, continua a tentar cumprir o seu papel, sem desistência ou pausas na sua actuação
.»]

(reprodução integral de mensagem que me caiu na 6ª feira pp. na caixa de correio electrónico, com origem em Casimiro Rodrigues - casimiro@casimiro.info)

sábado, maio 01, 2010

Finalistas de doutoramento e pós-docs.: simpósio

«Caros investigadores:
Não sei se já sabem do simpósio de 8 de Maio da Associação Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia (ANICT), cujo programa se encontra disponível aqui: http://meeting2010.pt.vu/
Como devem saber, a ANICT nasceu na Universidade do Minho, pelo que seria interessante se estivessem vários investigadores da UM presentes em Lisboa, no próximo dia 8 de Maio.
Este simpósio pretende ser um fórum de discussão entre investigadores, políticos e outros responsáveis pela ciência em Portugal.
Alerto que este simpósio está pensado para todos os que pretendam fazer carreira em ciência em Portugal, independentemente da sua posição na carreira cientifica.
Será também discutido o futuro da ANICT, nomeadamente quem poderá ou não fazer parte desta organização.
A inscrição é grátis mas está limitada a 280 lugares, pelo que apenas temos mais 80 lugares livres.
Para se inscreverem cliquem aqui. (INSCRIÇÕES TERMINAM NA SEGUNDA FEIRA)
Atenciosamente,
Nuno Cerca

Visite o nosso web site em http://www.anict.pt.vu/»
*
(reprodução integral de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência é a que se identifica)

quarta-feira, abril 28, 2010

Notícias da UMinho: propinas para 2010/2011

Artigo JN
Conselho Geral da UMinho mantém valor das propinas:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1554883

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Será que vale a pena ir contra a corrente?

No contexto da relação de forças que está estabelecida no CG da UMinho, faz todo o sentido que haja quem se questione se vale a pena alguém sujeitar-se ao desconforto de ir contra a corrente ou, simplesmente, fazer perguntas e dizer que há outros caminhos. Continuo a achar que sim. Acho que vale a pena até na medida do incómodo que pressinto em muitos quando questiono os “fretes” que fazem e o mau serviço que prestam à Academia.

J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, abril 26, 2010

Em dia de reunião do CG da UMinho, talvez valha a pena dizer que ...

... a proposta de Regulamento Orgânico das Unidades de Serviços da Universidade do Minho deveria ser resultante de um exercício sério de avaliação e diagnóstico da situação actual, a realizar ponderadamente em articulação com os serviços e com as Unidades Orgânicas e visando conferir-lhes a eficiência e eficácia que a maioria, manifestamente, não tem e não fica assegurado que venha a ter com a reestruturação que agora está a ser realizada.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, abril 23, 2010

Call for papers: Workshop on Economics of Education

«Dear colleagues,
I contact you to inform about the start of the process of the Call for Papers of the "Workshop on Economics of Education" which will be held at the Faculty of Economics of the University of Barcelona (UB) the next September 20th 2010.
To find more information about it please check the attached pdf and the websiteof the event:
Participants whose Papers have been accepted are exempt from the payment of the registration fee, for the other attendees the early fee costs 100 EUR (before July 26th) and the late fee 150 EUR (before September 12th).
Once we have the final program (in mid-June), you will find the form in our webpage.
Looking forward to hearing from you,
XREAP»
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência que se identifica)

Revista de imprensa: notícias...

Artigo JN
Actual reitor concorre com estrangeiro:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1551056
-
Notícia SOL
Felisbela Lopes chumbada para Provedora do Telespectador:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=170071
-
Artigo JN
Professora do Politécnico do Porto acusada de plágio
:

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1551180

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, abril 22, 2010

quarta-feira, abril 21, 2010

Sinal dos tempos ou ironia?

É a primeira vez que me acontece ser eleito para uma coisa para que não me candidatei.

J. Cadima Ribeiro

"Comprometo-me a divulgar, pelos meios que entender mais adequados e dentro do que me for possível, os documentos"

*
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 21 de Abril de 2010, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

terça-feira, abril 20, 2010

European Innovation Scoreboard 2009

European Innovation Scoreboard 2009:
http://ec.europa.eu/enterprise/newsroom/cf/document.cfm?action=display&doc_id=5714&userservice_id=1&request.id=0

(via http://twitter.com/BusinessLib)

"Ouvir ´loucos(as)` ou estudantes ´vendidos`"

«O orgão com mais relevo e dignidade na Universidade do Minho passa o tempo a ouvir "loucos(as)" ou estudantes "vendidos".
É de refletir sobre a sua composição.»
*
(reprodução de mensagem/comentário que ontem me chegou, por via alternativa)

segunda-feira, abril 19, 2010

"Preocupa-me profundamente a generalizada dificuldade dos alunos no domínio da língua de ensino - o Português"

A Língua Portuguesa no Ensino Superior

(título de mensagem, datada de Domingo, 18 de Abril de 2010, disponível em Reflexos)
-
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

Hoje, mais do que nunca, ...

Hoje, mais do que nunca, “tudo que é sólido se desmancha no ar”, conclui Dinizar Becker, seguindo M. Berman.

J. Cadima Ribeiro

sábado, abril 17, 2010

"Just for fun or... not!!"

Book - mensagem promocional a conferir em:
http://www.youtube.com/watch?v=iwPj0qgvfIs

(cortesia de MJRA)

sexta-feira, abril 16, 2010

Coisas do quotidiano

"Já tinha reparado na postura do(a) professor(a) em causa, que conheço do tempo em que o(a) senhor(a) não sonhava sequer vir alguma vez a ser convidado(a) para um lugar político na sua própria instuição.
Não o(a) tenho por má pessoa mas sabe como é: tira-se doutoramente; fica-se mais importante; às tantas, até nos convidam para coisas que não nos ocorria que nos pudessem convidar...
Do que tenho visto, o(a) senhor(a) é mais um empecilho do que um contributo para o bom encaminhamento dos processos. Há-de passar-lhe."
J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, abril 15, 2010

"Bibliometrics and the curators of orthodoxy"

"Have you ever seen the Citation Indexes (CIs) for the year 1600? At that time, a very active community was working on the reconstruction of planetary movements by means of epicycles. In principle, any ellipse around the Sun may be approximated by sufficiently many epicycles around the Earth. This is a non-trivial geometrical task, especially given the lack of analytical tools (sums of series). And the books and papers of many talented geometers quoted one another. Scienti c knowledge, however, was already taking other directions. Science has a certain `inertia', it is prudent (at times, it has been exceedingly so, mostly for political or metaphysical reasons), but even under the best of conditions, we all know how diffcult it is to accept new ideas, to let them blossom in time, away from short-term pressures.
At best, CIs transform this slowness into a tool for judgement. If used unwisely, as is increasingly the case, they discourage people (young ones in particular) right from the outset from daring to think, from exploring new paths: how is it possible to nd a job today in the eld of science or to get tenure without the inertial consensus of the majority, of the largest research areas, imposed by CIs? So the avalanche e ect inhibits or even eliminates variety, which is at the core of culture and science. And the preventive effect against novelty is what we particularly fear.
[...]
Concerning editorial and publishing activities, in addition to the distortions in judgements induced by so-called `impact factors' for journals (see the ranking quoted below, which is fluctuating because ill-founded), further distortion is caused by having a very small number of self-selected commercial organisations assume the crucial task of deciding just `what' to index. From the perspective of this well-established journal, we observe that these organisations make it difficult for new journals to get indexed at all. In particular, authors who are consciously trying to break the stranglehold that a few expensive non-academic commercial publishers have on scienti c publishing are even more severely disadvantaged by these unreliable and arbitrary numerical evaluations."
MSCS Editorial Board

(excertos do texto "Editors' note: bibliometrics and the curators of orthodoxy", Math. Struct. in Comp. Science (2009), vol. 19, pp. 1-4 - Cambridge University Press)
[cortesia de CCO]

quarta-feira, abril 14, 2010

UMinho: debates por fazer (2)

«Mas haverá alguma dúvida que, MAIS UMA VEZ, a "definição dos domínios...." serão, sobretudo, os (pelo menos de algumas) das Engenharias??? Mas alguém tem dúvidas, desde o monstruoso "Contrato de Confiança", que uns (algumas, poucas, Escolas) terão de continuar a "ser os escravos" para os outros, alguns outros (claro: algumas "engenharias"), terem todo o tempo do mundo para aparecerem como os "cérebros brilhantes" da nossa Universidade? ALGUÉM TEM DÚVIDAS, com esta reitoria, sobretudo "engenheiral"(e lamentavelmente com alguns membros pertencendo a áreas das Ciências Socias e Humanas!!!), que é este o destino (por quanto tempo????), das Escolas consideradas como menores?? SIM, SIM: é MESMO MENORES!!!
O que andam a fazer, no Conselho Geral, vários dos que tanto se opuseram à lista reitoral?? Onde estão esles??? Calaram-se?? Obtiveram alguns favores, e ..... calaram-se??»

(reprodução de mensagem/comentário a propósito do tema enunciado em título recebida/o por canal alternativo)

terça-feira, abril 13, 2010

Conferências "História e Memória no Arquivo Distrital de Braga"




















(reprodução de anexo de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem - Universidade do Minho)

segunda-feira, abril 12, 2010

UMinho: debates por fazer

Temas para a Agenda do CG: proposta

(título de mensagem, datada de segunda-feira, 12 de Abril de 2010, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

sábado, abril 10, 2010

Apresentação do livro "Pessoas Transparentes - Questões Actuais de Bioética"
























(reprodução parcial de mensagem que me caiu anteontem na caixa de correio electrónico, proveniente de Manuel Curado - curado.manuel@gmail.com)

sexta-feira, abril 09, 2010

"Empresas integram melhor investigadores do que universidades"

Notícia Diário Digital
Empresas integram melhor investigadores do que universidades:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=3&id_news=134778

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, abril 08, 2010

quarta-feira, abril 07, 2010

"Equipa liderada pela UMinho sugere dez medidas para o Plano Nacional de Saúde"

«Um grupo de investigadores liderado pelo professor José Precioso, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, emitiu um parecer com um conjunto de propostas para a construção do Plano Nacional de Saúde 2011/2016, publicado no microsite do Alto Comissariado da Saúde (www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016). O parecer consiste em dez medidas para ajudar a revitalizar e a implementar a Educação para a Saúde (EpS) na Escola, de forma a que esta seja mais eficaz e acessível aos alunos. O documento intitula-se “A Necessidade de Revitalizar e Reorganizar a Saúde Escolar – Prevenir, diagnosticar, encaminhar e tratar”.
As medidas sugeridas são: elaboração de um plano nacional de prevenção para as doenças relacionadas com os comportamentos; criação de uma disciplina de EpS; transversalidade; necessidade de formação de professores; diagnóstico precoce e tratamento; envolvimento dos pais; formação parental; observatório de EpS; criação de um grupo de trabalho para reorganizar a EpS; melhorar a cooperação/articulação entre os serviços de saúde e a escola.
José Precioso assina o trabalho com Catarina Samorinha, psicóloga e investigadora na UMinho, José Manuel Calheiros, catedrático na Universidade da Beira Interior, Manuel Macedo, pneumologista no Hospital de S. Marcos (Braga), e Henedina Antunes, pediatra no Hospital de S. Marcos. Esta equipa desafia a comunidade a participar na construção deste importante documento, que pode ser consultado com detalhe em http://www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016/2010/03/31/um-saude-escolar.
_________________________________________
Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem
Universidade do Minho»
(reprodução de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

The one most responsive to change

"It is not the strongest of the species that survive, nor the most intelligent, but the one most responsive to change."

Sun Tzu

(citação extraída de SBANC Newsletter, April 6, Issue 608 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

terça-feira, abril 06, 2010

Serviço público: estreia do filme galego "Pradolongo"


«O Centro de Estudos Galegos da Universidade do Minho vem por este meio informar de que vai estrear, pela primeira vez em Portugal, um filme Galego e em Galego, Pradolongo, nos Cinemas Cinemax - Bragashopping, na cidade de Braga, tratando-se de um acontecimento de enorme relevância.
O filme estreia no dia 17 de Abril, às 19h15, nos Cinemas mencionados e contaremos com a presença do realizador Ignacio Vilar, a actriz Tamara Canosa e os actores Rubén Riós e Roberto Porto para um colóquio a seguir ao filme.
Para a promoção do filme efectuarão um percurso por várias escolas do distrito de Braga (Barcelos, Amares….), isto é, todas aquelas que pretendam aproximar o público jovem ao cinema e à realidade galega. Ademais, as escolas poderão assistir ao cinema em passes de manhã a preços especiais, prévia marcação.
Também estarão na Universidade do Minho (15 de Abril às 16h30 no Auditório B2 do CPII), no Estaleiro Cultural a Velha Branca (16 de Abril às 21h30) e na Fnac de Braga (17 de Abril às 12h00) com o objectivo de apresentar o filme e realizar um colóquio com o público assistente.
Agradecemos, desde já, a divulgação deste evento cultural que pretende aproximar as duas margens do rio Minho e trazer a Galiza e o seu cinema ao Norte de Portugal, com o qual comparte história, cultura e tradições.
Em anexo e nas seguintes webs pode consultar informação relativa ao filme Pradolongo e à sua estreia em Portugal.
http://www.meupradolongo.com/
http://www.pradolongo.net/
Trailer: http://www.meupradolongo.com/component/option,com_wrapper/Itemid,54/lang,gl_ES/
Vídeo de imagens e música do filme: http://www.youtube.com/watch?v=ZxmbN9Sc8-0
Com os melhores cumprimentos,
Inês Rodo Montes

Centro de Estudos Galegos
Instituto de Letras e Ciências Humanas
Universidade do Minho
253601660
inesrodo@ilch.uminho.pt»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a origem que se identifica)

"Os cursos de ensino superior ligados às Engenharias, Gestão e Economia têm de ser feitos em regime ‘sandwich', em regime de alternância"

Noticia Económico
A licenciatura vai ser uma espécie de ensino secundário avançado”:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-licenciatura-vai-ser-uma-especie-de-ensino-secundario-avancado_85925.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, abril 04, 2010

"Antes eram doutoramentos"

Progamas Doutorais em Engenharia

(título de mensagem, datada de 27 de Março de 2010, disponível em Prálem d`Azurém)

sexta-feira, abril 02, 2010

"Instrumento central do poder repressivo"

Pequenas ilhas de tirania

(título de mensagem, datada de 2010/03/31, disponível em Fórum SNESup)

quarta-feira, março 31, 2010

"Estratégia e competitividade territorial"

Competitividade do Baixo Minho

(título de mensagem, datada de 31 de Março de 2010, disponível em Empreender)

terça-feira, março 30, 2010

Prémio no XXI Congresso Internacional de Optometria

Notícia ComUM

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 29, 2010

UMinho: 1ª reunião do senado

Reunião do Senado Académico - Convocatória

(título de mensagem, datada de 2010/03/28, disponível em UM para todos)

sábado, março 27, 2010

quinta-feira, março 25, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Isto ameaça tornar-se numa verdadeira odisseia para o candidato e apaniguados"

J. Cadima Ribeiro

The successful person

"The successful person makes a habit of doing what the failing person doesn't like to do."

Thomas Edison

(citação extraída de SBANC Newsletter, March 24, Issue 606 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

quarta-feira, março 24, 2010

Constrangimentos orçamentais

A Contenção orçamental na UM

(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para Todos)

terça-feira, março 23, 2010

Serviço público: ICGS3 2010 - 2nd Call for Papers

«Dear Colleague,
On behalf of the Conference Organising Committee, we would like to inform of the 2nd Call for Papers of the
6th International Conference on
Global Security, Safety and Sustainability

http://www.icgs3-2010.org/
Universidade Católica Portuguesa, Braga, Portugal
1-3 September 2010
[...]
Best regards,
Prof. Sérgio Tenreiro de Magalhães»
*
(reprodução parcial do corpo principal de mensagem electrónica entretanto recebida, com a proveniência identificada)

Revista de imprensa: de Lisboa a Bolonha, passando por Stalking

Artigo JN
Universidade tem cada vez mais estrangeiros:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1524900
-
Notícia ComUM
Estudantes voltam à rua quarta-feira:
http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2617&Itemid=78
-
Notícia ComUM
Stalking é fenómeno estudado pela UM:
http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2618&Itemid=35

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 22, 2010

Alteração ao ECDU

Alteração ao Estatuto da Carreira Docente Universitária

(tÍtulo de mensagem, datada de 2010/03/20, disponível em UM para todos)

domingo, março 21, 2010

Código de Conduta para o Recrutamento de Investigadores

Comunicado FENPROF
Carta Europeia do Investigador e Código de Conduta para o Recrutamento de Investigadores: um alerta da ABIC:
http://www.fenprof.pt/?aba=37&cat=49&doc=2926&mid=132
*

sábado, março 20, 2010

Contrato de confiança: "dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele"

"Com tanto e-mail na caixa de correio a discutir contratos de (des)confiança (dou uma esmola a quem genuína e verdadeiramente acredita nele), nem sequer há tempo para convocar o ClaustrUM e menos ainda para agendar e discutir o tema aqui na ordem de trabalhos. Enfim, o mesmo mal que aflige o Conselho de Escola que, contra a opinião deste conselheiro, tem outras prioridades."

Vasco Eiriz

(excerto de mensagem, intitulada "ClaustrUM", datada de 20 de Março de 2010, disponível em Empreender)

sexta-feira, março 19, 2010

Praxes académicas no fim de Março

Um outro comentário que me chegou entretanto e que merece ser chamado à página-de-rosto deste jornal de parede é o que passo a reproduzir:

«Não vejo, não oiço, não falo
O facto de em Março os dias ainda serem coloridos pelas praxes académicas que invadem os campi deve ser também o resultado de algum contrato de confiança assinado pelo reitor com o Papa (da Academia).
As sempre auto-assumidas consciências estão agora caladas no ... CG.»

Permitam-me que, explicitamente, deixe dito: subscrevo o essencial do que se escreve! O bocadinho de pimenta que a mensagem contém também não fará mal a ninguém.
Tenham um bom fim-de-semana, com Sol ou sem ele!
J. Cadima Ribeiro

Notícias do IPPorto

Artigo JN
Revitalizar a cidade:
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, março 18, 2010

"Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico..."

«À laia de comentário

Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico dos resultados da reforma da governação das Instituições de Ensino Superior

C1. É verdade que sem mudar é difícil avaliar as consequências da mudança. Mas era possível prever avaliando os verdadeiros motivos de quem quis impor o RJIES. E também era possível antever o resultado observando quem rejubilou com o modelo, e porquê. O resultado é uma subserviência generalizada ao poder político e a negação da autonomia da Universidade.

C2. Ingenuidade. A ideia nunca foi de abrir a alguém vindo do exterior. A ideia do MCTES sempre foi encontrar forma de substituir as direcções por elementos controlados.

C3. A democracia tem destas coisas. Mas ainda não se encontrou melhor sistema.

C4. Esta prática corresponde à consolidação de um politburo. Em vez de um conselho de índole estratégica, temos um conselho desresponsabilizado de iluminados.

C5. Trata-se do maior logro. Compromete as universidades. É justificado pelo orçamento devido e insuficiente de há muitos anos. Sem estratégia de Universidade ou de Escola. Em auto concorrência. Com números inventados. Não compromete o MCTES.

É afinal o reflexo da actual entourage do MCTES nas universidades e no CRUP.»
*
(chamada à página-de-rosto de comentário produzido na sequência da publicação da mensagem imediatamente anterior)

Das intenções aos factos: contributo para um diagnóstico dos resultados da reforma da governação das Instituições de Ensino Superior

1. Dois anos e meio depois da publicação do “novo” Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), é já possível fazer um primeiro balanço do que mudou em Portugal em matéria de governação das ditas organizações e dos respectivos “ganhos” em matéria de eficiência de funcionamento e de renovação da respectiva organização e lideranças. Alguns de nós, podem mesmo fazê-lo a partir da sua vivência no exercício de funções nos “novos“ órgãos criados pela lei. A essa luz, uma primeira nota a deixar tem que sublinhar a circunstância sintomática de, nas candidaturas a reitores ou a presidentes, aqueles candidatos que não pertenciam ou não eram apoiados pelos grupos que se posicionaram nas candidaturas apresentadas aos Conselhos Gerais terem conseguido poucos ou nenhuns votos, por norma.
2. A ideia romântica, como a classificou um colega, enunciada num certo momento pelo ministro da tutela, de ver alguém vindo do exterior para ser reitor ou presidente de uma das nossas Instituições de Ensino Superior (IES) caiu por terra com a eleição quase sempre por esmagadora maioria dos candidatos da casa e, entre eles, os que se suportavam nos grupos que ao longo dos anos foram mantendo a hegemonia nas instituições. Todo o espectáculo dos concursos internacionais redundou num fogo-fátuo de desperdício e de perda de tempo para os candidatos que não sabiam ao que iam. Confirmou-se que, “tal como no País, numa Universidade (ou Instituto Politécnico) há poucas oportunidades para alguém que não esteja envolvido na lógica ´partidária`” (Jaime Rocha Gomes).
3. Uma outra dimensão daquilo que foi a inércia herdada materializa-se no peso (e estatuto) que os estudantes têm nos órgãos de cúpula de algumas instituições, como é o caso daquela em que trabalho, onde ainda há dias se configurou a situação exótica do órgão se reconhecer refém do veto concedido aos estudantes seus membros em matéria de escolha do provedor do estudante, resultado de disposição consagrada em sede de assembleia estatutária. Daqui saiu que, em vez da academia ganhar um provedor dos estudantes, teremos muito verosimilmente um provedor da associação académica. Deste exemplo, digo, se poderá retirar igualmente alguma ilação sobre quanto é difícil construir um projecto novo com protagonistas velhos e estatutos amassados por gente informada por valores pouco sensíveis à transparência e à democraticidade do funcionamento das instituições. Como conclui em nota que redigi a propósito na altura, “nascendo-se já velho, será muito difícil alguma vez se chegar a novo”.
4. Expressão de “hábitos” velhos é também a forma como alguns Conselhos Gerais vêm lidando com a informação ou, melhor, com a obrigação de prestar contas às academias e à sociedade, em geral, das respectivas deliberações e da forma como vão dando cumprimento às missões das instituições. Situações há em que persiste dúvida sobre a exigência básica de publicitar convocatórias e actas de reuniões, mesmo quando não há matéria de índole estritamente pessoal ou de estratégia da organização que estejam em causa. Os pretextos são os mais diversos, do dever de reserva à desadequação dos canais de difusão mas, em substância, o que prevalece é a vontade reiterada de alguns dos membros dos órgãos de não prestar contas a ninguém das decisões que tomam e da vivência quotidiana das estruturas em causa. Acresce que, desse ponto de vista, os membros externos cooptados não chegam a fazer a diferença. Felizmente, também há quem considere que, em princípio, toda a informação deve ser de acesso livre, e quem já tenha feito presente que, nos dias que correm, “a Administração Pública pauta a sua actividade pelo princípio da transparência e da publicidade”.
5. Novidade recente neste jogo de escondidas e folclore de reformas é o chamado “Contrato de confiança”, celebrado com pompa e circunstância há poucas semanas entre o MCTES e os reitores e presidentes de IES nacionais. A meu ver, se é verdade que as instituições não podiam tomar outra posição que não fosse “ir a jogo”, não é menos verdade que deviam procurar conciliar a “encomenda” com as estratégias próprias, sob pena de embarcarem numa gestão ao sabor dos acontecimentos e das conveniências políticas de outrem. Não tenho nesta altura o retrato geral de como as coisas se resolveram. Tenho entretanto sinais que casos houve em que as respostas dadas não têm consistência com a realidade existente no terreno e muito menos salvaguardam a qualidade do serviço que as instituições deveriam prestar. A seu tempo se verá se a saída que algumas julgaram encontrar para a míngua de recursos financeiros em que o governo as colocou nos derradeiros anos não terá sido uma saída (uma assinatura) em falso.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado na edição de 2010/03/18 do Jornal de Leiria)

quarta-feira, março 17, 2010

O dia-a-dia: coisas...

“O Professor Cadima Ribeiro afirmou ser a favor da discussão da estratégia do Departamento. Disse que para gerir o contrato de confiança era necessário conhecê-lo, mas que não se opunha à discussão. Na sua opinião, não se devia aumentar as vagas na Licenciatura em Negócios Internacionais, mas o projecto era válido, nomeadamente pela componente internacionalização que proporcionava”
(excerto de projecto de acta de reunião do Departamento de Economia da EEG/UMinho de 2010/02/12)

Prémio Ensaio "Eduardo Prado Coelho"

Artigo SIC
Entregue primeiro prémio "Eduardo Prado Coelho":
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 15, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia, que também já foi o do dia de ontem

"Tenho muita pena que a EEG tenha deixado de pensar estrategicamente as suas decisões desde há uns anos. Mais pena tenho da inconsequência de atitudes de muitos. Será este um momento de viragem? Gostaria que sim mas permitam que manifeste a minha descrença ..."
J. Cadima Ribeiro

sábado, março 13, 2010

Reflexões partilhadas: o pensamento do dia

"Sendo uma trapalhada [...], custa-me ainda assim perceber porque é que o assunto se arrasta há tanto tempo. Tinha a perspectiva de que o problema poderia ser ultrapassado a breve prazo; tinha, digo.[...]
O assunto chateia-me porque, aparte eu achar que é urgente termos o corpo de profs. catedráticos [...] renovado , sobra para mim, numa certa medida."

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, março 12, 2010

CHAMADA DE TRABALHOS PARA EDIÇÃO 3 - TEMÁTICA - Formação dos professores

«Prezado(a) Pesquisador(a)
A Revista Brasileira de Formação de Professores é uma publicação eletrônica de periodicidade semestral editada pela Direção de Pesquisa e Extensão da Faculdade Central de Cristalina (FACEC) que trata da temática da Formação de Professores.
Informamos que estamos recebendo artigos de pesquisadores para a Edição 3 que deverá estar disponível em Junho/2010.
TEMÁTICA - Formação dos professores formadores de professores
Data de recebimento de artigos: Abril/2010
Data de publicação: Edição 3 – Junho/2010
Os interessados deverão realizar o cadastro na Revista e em seguida iniciar o processo de submissão online.
Informações adicionais podem ser obtidas pelo site da Revista
http://www.facec.edu.br/seer/index.php/formacaodeprofessores/about/

Agradecemos a atenção e contamos com sua valiosa colaboração!!!

Alexandre Shigunov Neto & Lizete Shizue Bomura Maciel
Editores da Revista Brasileira de Formação de Professores
____________________________________________
REVISTA BRASILEIRA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
http://www.facec.edu.br/seer/index.php/formacaodeprofessor

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

Ventos e marés

"Posto que a minha maneira de estar na Escola não muda ao sabor das conjunturas, há informações que me vejo obrigado a passar e decisões que tenho que tomar que são umas mais agradáveis que outras."

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, março 11, 2010

"Focus on Higher Education in Europe 2010: The Impact of the Bologna Process"

«We are pleased to announce a new Eurydice study:

· Focus on Higher Education in Europe 2010: The Impact of the Bologna Process
This study presents an overview of the progress on higher education reform made in the 46 countries in the Bologna process. It is based on authoritative evidence from each country, and provides a clear comparative view of how the issues have been addressed at national level.
This report shows that the Bologna Process has largely met its initial objectives, thanks to a joint approach which has delivered more than would have been the case if countries had acted separately.
The three-cycle degree system and higher quality standards are now the norm across Europe, although recognition of qualifications is still a problem in some cases.
The report highlights differing responses to the economic crisis and concludes that it is more vital than ever for Europe to act cohesively and to invest in higher education modernisation to help citizens adapt to new economic, demographic and social realities. Action to encourage socially disadvantaged groups and adult learners to participate in higher education also needs to be accelerated, it says.
The study also underlines that countries need to do more to encourage student mobility. European programmes have been the major catalyst in this area and it recommends that this should be a priority for the European Higher Education Area.
The study is available on the Eurydice website in English, together with a memo and a press release. The French and German translation of the study will be published later this year.
We will send you a hard copy of this study in May 2010.

Best regards,

Wim VANSTEENKISTE
Head of sector Publications, Promotion and Communication
EACEA P9 Eurydice
Education, Audiovisual & Culture Executive Agency
http://eacea.ec.europa.eu/»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entetanto na caixa de correio electrónico, reencaminhada por Maria Irene Gaspar Rodrigues)

"Em Portugal, a escola não compensa as diferentes origens dos jovens"

Artigo JN
Salário de filhos depende de instrução dos pais:
(cortesia de Nuno soares da Silva)

quarta-feira, março 10, 2010

Notícias da EEG: notícias de festa

Notícia ComUM
Escola de Economia e Gestão celebra o “Dia da Escola":
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Processo de Bolonha: 58 por cento das universidades europeias consideram que a reforma foi ´muito positiva`"

Artigo Visão
Ensino Superior: 58% das universidades europeias dá nota "muito positiva" a Bolonha - relatório:
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, março 09, 2010

"Os estudantes da UM de Braga querem melhores condições para as paragens de autocarros"

Artigo JN
Alunos fartos de esperar autocarro à chuva ou sol:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1529388

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Os estudantes da UM de Braga querem melhores condições para as paragens de autocarros"

Artigo JN
Alunos fartos de esperar autocarro à chuva ou sol:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=braga&concelho=braga&option=interior&content_id=1529388

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

“Vamos passar a trabalhar com uma pistola apontada à cabeça” ?

(título de mensagem, datada de terça-feira, 9 de Março de 2010, disponível em Liberdade na UMinho)

Revista de imprensa: as notícias que vão aparecendo neste tempo cinzento

Notícia Correio do Minho
Bragadigital - um projecto (des)encalhado?
http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=1383
-
Noticia Renascença
O que mudou na vida dos investigadores com a Internet:
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=94687
-
Artigo JN
Governo quer estender SIMPLEX a estudantes estrangeiros:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1514169

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 08, 2010

É difícil...

"É difícil construir um projecto novo com protagonistas velhos e estatutos amassados por gente informada por valores do tempo da pedra lascada. Nascendo-se já velho, será muito difícil alguma vez se chegar a novo."

J. Cadima Ribeiro

sábado, março 06, 2010

CE da Escola de Engenharia da UMinho: um "saco cheio de gatos" ?

«Esperemos que não se fique pela análise após três anos, tendo sucumbido às contradições do órgão de que depende, o CE, que alguém já se referiu como sendo um "saco cheio de gatos".»
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Quarta-feira, 3 de Março de 2010, intitulada "Início de um novo mandato na Escola de Engenharia: o (des)equilíbrio forçado", disponível em Prálem D`Azurém)

sexta-feira, março 05, 2010

"Várias Universidades portuguesas vão estar presentes no México"

Notícia ComUM
II Encontro Internacional de Reitores Universia:
http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2529&Itemid=78

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, março 04, 2010

Associação Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia

"É com grande satisfação que viemos por este meio informar‐lhe que no passado dia 8 deJaneiro de 2010 foi fundada a ANICT ‐ Associação Nacional de Investigadores em Ciência e Tecnologia. A Universidade do Minho foi o berço desta associação, que actualmente tem já representantes em todas as grandes Universidades Portuguesas.
Em anexo seguem dois documentos para seu conhecimento.
A Comissão Instaladora da ANICT
-----
Associacão Nacional de Investigadores em Ciencia e Tecnologia
visit our webpage at:
Sala 75, IBILI - Faculdade de Medicina - Universidade de Coimbra
Azinhaga de Santa Comba
3000-548 Coimbra
Portugal"
(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

Notícias das Universidades de Coimbra e de Évora

Notícia Correio da Manhã
"Aposta-se na ciência e despreza-se o superior":
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E&contentid=C90DA5EC-E2C4-48CE-9D7E-B456C01ADB07
-
Notícia Correio da Manhã
Carlos Braumann tomou posse:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=BD6C7D15-353B-4E7B-B474-919574932217

(cortesia de Nuno Soares da silva)

quarta-feira, março 03, 2010

"How can a man's fate be in a fool's hands ?"

«Alguns de nós estão naquelas condições que me fazem invocar as celebres palavras de Bob Dylon (penso, mas não me lembro do contexto, nem do propósito) - "How can a man's fate be in a fool's hands ?".
Fico absolutamente desesperado(a) porque não tenho capacidade para controlar a minha vida profissional. Isto é destrutivo e chega a ser uma forma de "bullying psicológico institucionalizado" e, portanto, legitimado pelos órgãos de governo da organização.»
*
(reprodução parcial de mensagem que me chegou por correio electrónico, com origem bem identificada)

Notícias do ISCTE e da UÉvora

Notícia Destak
Novo reitor de Évora preocupado com situação financeira da universidade:
-
Notícia Correio da Manhã
Aliança ibérica na universidade:
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, março 02, 2010

"O funcionamento em rede constitui um dos elementos distintivos da sociedade em que vivemos"

O Quadrilátero Urbano do Baixo Minho

(título de mensagem, datada de Terça-feira, 2 de Março de 2010, disponível em Planeamento Territorial)

Algum dia teria que ser

"Tem razão no que aos comentários se refere. Vou deixar de publicar as coisas provocatórias que me chegam. Algum dia teria que ser. Será de agora em diante."
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, março 01, 2010

Processos de avaliação de desempenho

"No sentido de evitar os ambientes de conflitualidade, desmotivação e burocratização associados propomos aqui quatro princípios para a avaliação do desempenho, que acredito são mais responsabilizadores do docente num processo de transformação e incremento da qualidade das práticas académicas:
1. A avaliação de desempenho deverá ter um carácter supletivo em relação aos restantes sistemas de avaliação previstos no ECDU.
2. A avaliação do desempenho deverá ter como referente os principais eixos estratégicos consensualizados para cada grupo disciplinar.
3. A avaliação de desempenho deverá ser, no essencial, um processo de auto-avaliação.
4. A avaliação do desempenho deverá ter um carácter, predominantemente, formativo."
Óscar Gonçalves
(excerto de "Editorial" do BIPSI - Escola de Psicologia, edição de Fevereiro, documento que entretanto me caiu na caixa de correio electrónico)

domingo, fevereiro 28, 2010

Petição "contra a alteração das regras de aposentação dos funcionários públicos"

«Caros/as Colegas,
Acabei de ler e assinar a petição online: "contra a alteração das regras de aposentação dos funcionários públicos"

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1156

Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigado,
Manuel Carlos Ferreira da Silva»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

sábado, fevereiro 27, 2010

O meio onde por opção profissional me movimento: 30 dinheiros

Pese aquilo que já vi, nem mesmo assim me custa menos ver a facilidade com que alguns se vendem por 30 dinheiros, ou até menos.
Houve tempos em que olhei para o meio onde por opção profissional me movimento como um espaço privilegiado de partilha, de superação pessoal, de dedicação, de respeito pelos outros e pelo mundo. Hoje sei com mais segurança que nunca que os oásis são acidentes: estão condenados pela afirmação esmagadora da aridez, do vento agreste que empurra a areia para os lugares mais recônditos, logo que uma fresta fica aberta.
Resta-me deixar de olhar para o lado. Resta-me, simplesmente, seguir em frente.
Onde estão os momentos de convívio, as manifestações de amizade que nos reuniam algumas tardes em redor de um prato de rissóis? O caminho que percorremos fomos nós que o escolhemos ou alguém o decidiu por nós? E se o decidiu por nós, quais são os valores maiores, de humanidade, que o justificam?
Neste turbilhão de desumanidade, prefiro continuar caminho sozinho. Fico melhor só que mal acompanhado.

J. Cadima Ribeiro