Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

quarta-feira, junho 09, 2010

The WE-ASC Education Culture Congress: Call for Papers

«The WE-ASC Education Culture Congress
World Education - Arts, Sciences and Education Culture

12th – 15th January 2011
New Delhi, India


Dear Friends,
It is with much pleasure that I extend to you on behalf of the Executive Committee of The WE-ASC Education Culture Congress, an invitation to participate in this congress being held in New Delhi on January 12-15, 2011.
The WE-ASC Congress series revisits educational philosophy, methodology and content development and draws special attention to course and curriculum development as well as evaluation and accreditation systems in primary, secondary and in particular, higher education. It further explores how education can help develop mental, emotional and physical skills to help facilitate personal excellence as well as psychological and socio-economic wellbeing as well as evolving integral and holistic attitudes and formats in education pedagogy, in the challenging times the world faces today.
The World Education Congress WE-ASC 2011 adopts a two-pronged approach:
a) To examine, evaluate and influence the evolving culture of education and education design by refocusing and reengineering educational pedagogy as well as educational and cultural policy, with the ultimate objective of deep systemic change.
b) To revisit representation, application and infusion of cultural knowledge and cultural dissemination systems in modern education, and indeed their symbiotic relations in the development of practical solutions for training and application, sustainable development as well as individual and collective human empowerment.
WE-ASC also explores sensory, artistic, scientific, psychological, cultural and spiritual approaches for imparting education and transmission of knowledge. The movement examines modern as well as traditional knowledge systems, literate and non-literate, within both tangible and intangible systems and formats. It seeks to evolve fresh formats in skills training with traditional and modern knowledge for socio- economic empowerment and sustainable development. It focuses on cultural connections and participatory research in arts and the evolving culture of education, through arts and artistic sciences in education as well as health-care.
We invite papers addressing the following topics (Presentation Themes) :
The Evolution of Educational Psychology and Education Culture.
Cultural inclusions and influences in Education
Education Systems and Forms through History
Education and Awareness through the Arts
Media, Music, Design, Fine Arts and other Artistic technologies.
Training of Skills and Sustainable development
Training of Educators and Educational Pedagogy
Education and disadvantaged groups
Gender issues in Education
Wellness and Health-Care education in and through the Arts
Education and Entrepreneurial attitude
Education and Character development
Traditional Knowledge Systems and their contemporary relevance
Education in Design
Spirituality and Wisdom in Education
Religious influences in Education
Education and the Internet
Multi-Levelled Transformation and Learning in Education
New paradigms and models for Education
Curriculum and Course development.
Forms and Systems of Evaluation and Accreditation
Educational Accreditation of the Arts

The abstract guidelines are available on our website http://www.we-asc.org/abstract-submission
Followings are the Deadlines for abstract submission and review
Deadline to submit abstracts and panel proposals : August 15, 2010
Notification of acceptance : September 15, 2010
Deadline to submit full papers : November 15, 2010
Early bird Registration : June 30, 2010
WE-ASC 2011 will work towards conclusions and resolutions on collaborations, ethics, evaluation and accreditation in Education and Cultural knowledge systems, which will be drafted by the concluding day of the Congress for follow up with research and policy making institutions, educational institutions and government bodies internationally. The participants will include educators and educationists, parliamentarians and other government representatives, artists and cultural institutions, thinkers, policy makers, and administrators with special inputs by youth and women from various countries and cultures.
[...]
For any query you may write to us at
- lady.shruti.rana@gmail.com/ we.asc.congress@gmail.com

Warm Wishes
Lady Shruti Rana
Convener
WE-ASC Congress
U.K. Address: Andras House, 60 Great Victoria Street, Belfast BT2 7BB»
*
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico; a proveniência é a identificada)

terça-feira, junho 08, 2010

"Com a confiança precisamos cada vez menos de dinheiro" ou será por termos depositado confiança em quem não deviamos que nos falta o dinheiro?

A propósito de "Coisas que importa que se digam, isto é, que se saibam", chegou-me por via alternativa o comentário que reproduzo de seguida:
"Tudo isto é resultado do contrato de confiança. Com a confiança precisamos cada vez menos de dinheiro...É isto que os nossos governantes acham."
A situação a que o autor do comentário se reporta seria irónica se não fosse tão trágica. O mais irónico é que os que nos conduziram para este poço comum foram tidos durante muito tempo por pessoas muito sérias e animadas dos melhores propósitos, aparte serem tomadas por capazes.
Estou a falar do (des)governo da Républica. Estou a falar do (des)governo de algumas universidades. Estou a falar do (des)governo de certas Escolas/Faculdades. Estou a falar de...
.
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, junho 07, 2010

“Teaching entrepreneurship students to become knowledge-agents for innovation”

“Drucker (1985) has postulated that entrepreneurship is the ´practice of innovation`. As such, he has outlined that it is knowledge-based, and that like any other practice (such as medicine or engineering) it can be learned. He wrote that we cannot develop a theory of innovation. But and that it is sufficient to say when, where, and how to look for innovation opportunities. As a consequence of the lack of a theoretical base for innovation, Drucker (and most other authors) simply ignore how entrepreneurs ´practice innovation` and how this practice can be learned; and have concentrated instead on how to systematically look for innovation opportunities. The constant demand by entrepreneurship students for information about how to learn the ´practice of innovation` forced me (Degen 1989, 2009) to develop some rudimentary approaches to learning the practice. This paper builds on these approaches, and tries to shed some additional light on the way entrepreneurs learn the practice of innovation in such a way that they become ´knowledge agents for innovation`. This paper also explores how this practice can be taught to entrepreneurship students.”

Ronald Jean Degen (International School of Management Paris)

Date: 2010-05-26
Keywords: entrepreneurs as innovators, practice of innovation, knowledge-agents for innovation, creative process, teaching entrepreneurship
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:pil:wpaper:64&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

sexta-feira, junho 04, 2010

Em tempo de suposta avaliação de desempenhos

O dono de um talho foi surpreendido pela entrada de um cão dentro da loja. Enxota-o mas o cão volta a entrar. Volta a enxotá-lo e repara que o cão traz um bilhete na boca. Apanha o bilhete e lê:
"Manda-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?"
Também repara que o cão tem na boca uma nota de 50 euros. Avia o cão e põe-lhe o saco de compras na boca. Impressionado e, como estava para fechar, resolve seguir o cão.
O cão desce a rua, chega aos semáforos e, com um salto, carrega no botão para ligar o sinal verde. Aguarda a mudança de cor do sinal, atravessa a estrada e segue rua abaixo. O talhante estava perplexo!
O talhante e o cão caminham pela rua. Quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio, vira-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Repetiu o acto mas ninguém lhe abre a porta. Contorna a casa, salta um muro e, numa janela, começa a bater com a cabeça no vidro várias vezes, retornando para a porta.
De repente, aparece um tipo enorme a abrir a porta e começa a bater no cão. O talhante corre até ao homem, tenta-o impedir de bater mais no cão e diz-lhe bastante indignado:
"Óh homem, o que é que está a fazer? O seu cão é um génio!"
O homem responde:
"Um génio? Já é a segunda vez esta semana que este estúpido, se esquece da chave!"
-
Moral da história:
Podes continuar a exceder as expectativas, mas... a tua avaliação depende sempre da competência de quem avalia.

Autor anónimo

quinta-feira, junho 03, 2010

Teixeira dos Santos: bocejos e enfado

"Teixeira dos Santos não deixa de transparecer enfado e quase bocejo, especialmente quando tem como supremo distribuidor da retórica dilatória o ministro Lacão..."

José Adelino Maltez

(excerto de mensagem, datada de 2010/06/03 e intitulada "Não me fechem a pátria!", disponível em Sobre o tempo que possa)

segunda-feira, maio 31, 2010

"Sinais"

ClaustrUM

(título de mensagem, datada de 30 de Maio de 2010, disponível em Empreender)

domingo, maio 30, 2010

"Façam fóruns que envolvam representantes das várias sensibilidades dentro da UM"

"Divulguem as notícias do Conselho Geral e do Senado que dizem respeito aos alunos em Fóruns do género do que deu origem a esta discussão, mas façam Fóruns que envolvam representantes das várias sensibilidades dentro da UM, para não cheirar a propaganda."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 30 de Maio de 2010, intitulada A propósito do Fórum UMinho: algumas medidas relacionadas com alunos, disponível Prálem D`Azurém)

sexta-feira, maio 28, 2010

"Cada cavadela, cada minhoca"

«Mudando de assunto: Cada cavadela, cada minhoca
Falta injustificada
Conforme a notícia:
1- “... Fórum UMinho ... um verdadeiro fracasso em termos de participação dos estudantes ... convocados para discutir com o reitor ...”.
2- “...Esta falta dos alunos é injustificada ...”.
3- “... não chega berrar na rua contra o pagamento de propinas ...”.
Vejamos:
A- Deve concluir-se que o jornalista foi “convocado”, e que “cumpriu”. A sessão era para a comunicação social registar e publicitar.
B- Os estudantes não foram “convocados”. Foram “convidados”. Declinaram porque todos as questões em agenda já estavam anteriormente decididas em Conselho Geral. Não era uma oportunidade de debate consequente.
C- Não chega “berrar” a propaganda para intimidar os estudantes da “melhor academia do país”.»
*
(chamada à página de rosto de comentário que me caiu entretanto na caixa de comentários deste jornal de parede)

quinta-feira, maio 27, 2010

Mudando de assunto: "percepção por parte dos residentes de Guimarães dos benefícios do desenvolvimento turístico"

A cultura enquanto elemento básico de atracção é responsável por entre 35% e 70% de toda a actividade turística na Europa. Isto num contexto em que o turismo se tem constituído numa das actividades económicas que maior crescimento tem registado nas últimas décadas e é encarado como um dos sectores-chave do presente século. Dentro do sector, espera-se que o turismo cultural seja um dos segmentos mais dinâmicos. Tendo presente a importância económica da actividade e o crescimento acelerado que vem experimentando, os seus impactos precisam de ser antecipados, compreendidos, planeados e monitorizados, para que eventuais efeitos negativos possam ser evitados ou minimizados.
As preferências e comportamentos dos turistas têm vindo a alterar-se. Os turistas da actualidade são cada vez mais sofisticados e exigentes. A crescente valorização de destinos menos massificados, da qualidade do atendimento, de férias mais activas e personalizadas, de um contacto mais próximo com a natureza, da descoberta do desconhecido e da singularidade do produto turístico têm que ver com essa evolução da hierarquia das motivações dos turistas. Nesse contexto, a cultura, tradições e modos de vida constituem factores de atracção que assumem relevância incrementada.
O turismo actua como incentivo ao restauro e preservação do património histórico. Além disso, a actividade turística pode funcionar como um importante factor de valorização das práticas locais, do artesanato, e das festividades e cerimónias comunitárias, que, de outro modo, correriam o risco de desaparecer.
Na vertente oposta, o turismo pode ser um factor de marginalização da população e alimentar tensões sociais sempre que seja pensado sem levar em linha de conta os valores locais e não seja capaz de gerar benefício económico que possa ser apropriado pela comunidade local. Um perigo para a sustentabilidade a longo prazo de um destino turístico será também a adopção de manifestações culturais não autênticas, como festas e danças criadas em função dos turistas ou a banalização comercial das práticas culturais locais.
Do trabalho de inquirição dos residentes de Guimarães recentemente conduzido por Laurentina Vareiro, Paula Remoaldo, Vítor Marques e pelo signatário deste texto, no quadro de um projecto de investigação com maior fôlego, entre outros, obtiveram-se os resultados que passo a apresentar.
Uma questão central do inquérito aplicado respeitava à opinião que os residentes do município mantinham sobre o turismo, isto é, em que medida entendiam ser a actividade benéfica para o desenvolvimento de Guimarães. Daí pôde concluir-se que 98,2% dos inquiridos mantinha uma opinião favorável ao desenvolvimento do sector. De notar, ainda, que não se identificaram diferenças significativas de opinião consoante os respondentes eram do sexo masculino ou feminino.
Uma outra resposta a merecer destaque é a que se obteve para a pergunta sobre se, pessoalmente, o inquirido tirava benefício do turismo. Neste caso, a informação que resultou foi que a opinião esmagadoramente positiva que se refere no parágrafo precedente não era resultado das expectativas de benefício directo, sendo os residentes mais jovens (entre os 15 e os 24 anos) aqueles que revelavam uma maior expectativa nesse domínio. Isso poderá ter que ver com a respectiva antevisão de criação de empregos, de que possam aproveitar.
Mesmo se as opiniões favoráveis foram um denominador comum a todos os níveis educacionais, a pontuação da afirmação de que o turismo é bom para o município foi mais elevada entre os residentes detentores de maiores habilitações académicas.
Um resultado que também vale a pena analisar é o que se prende com os impactos da actividade turística. Neste âmbito, apareceu como mais valorizado o que se prende com o contacto que o turismo viabiliza com outras culturas, seguido pelo do encorajamento à preservação da cultura e do artesanato locais. As percepções de que o desenvolvimento da actividade permite a conservação e restauro de edifícios históricos, cria empregos e contribui para o aumento da oferta de serviços para os residentes surgem como 3º, 4º e 5º efeitos esperados.
De um modo geral, os resultados do inquérito confirmam o que a investigação empírica realizada internacionalmente vinha evidenciando sobre as atitudes e expectativas dos residentes de lugares turísticos.
No caso de Guimarães, é verdade que o município tem feito uma importante aposta no turismo, particularmente nos derradeiros dez anos, mas, se se pretende que o sector venha a constituir um dos motores do seu desenvolvimento, a percepção mantida pela comunidade local dos seus efeitos tem que estar bem presente nas estratégias que sejam definidas. Isso é necessário mesmo que, como foi evidenciado, os residentes mantenham uma percepção muito favorável dos benefícios que se podem gerar. É que, mesmo percebendo efeitos positivos importantes, não deixam também de enunciar preocupações e receios. A isso me referirei noutro texto, logo que surja a oportunidade de retomar os resultados do estudo que invoco acima.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de 2010/05/27 do Jornal de Leiria)

quarta-feira, maio 26, 2010

Brincando à gestão das Escolas/Faculdades

Numa escola universitária perto de si foi nos últimos (5-6) anos adoptado um modelo de afectação de recursos financeiros que dita que a estrutura central da Escola fique com 85% das verbas de gestão corrente disponíveis e os Departamentos respectivos com 15%, do que resulta para o Departamento X, no presente ano (com um corpo docente quase todo doutorado de cerca de 40 pessoas), que o orçamento que lhe calhou(vai calhar) foi(é) de 2 877,00 €.
Numa altura em que tanto se fala de "excelência", diga-me(nos) se considera que isto são verbas que permitam propor o que quer que seja em termos de gestão financeira do dito Departamento. Terei todo o gosto em transmitir ao director do Departamento em causa todas as boas ideias sobre esta matéria que me façam chegar. Estou certo que ele vos ficará eternamente reconhecido.
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, maio 24, 2010

"Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente [...] foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes"

«Consta que em algumas Escolas a classificação de excelente, que permite a promoção, foi quase toda para os dirigentes, técnicos superiores e chefes de serviços, quase todos eles afectos ao "aparelho" por via de anos e anos de promoções e concursos que se não foram manipulados foram pelo menos influenciados pelas ligações familiares ou de amizade do concorrente com o topo da hierarquia do passado. Sabemos que até alguns técnicos superiores são familiares de pessoas que estiveram no passado no topo da hierarquia. Posto isto, que podem os funcionários esperar? Diria que é melhor não terem muitas expectativas nos próximos anos.»
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 23 de Maio de 2010, intitulada O que mudou na UM com o RJIES?, disponível em Prálem d`Azurém)

domingo, maio 23, 2010

Vuelvo porque aprendi muchas cosas

«Vuelvo porque me gustó la ciudad.
Vuelvo porque aprendi muchas cosas.
Vuelvo porque todavia me quedan cosas por aprender.
Vuelvo porque creci.»

José Pedro Cadima
(terça-feira, 15 de Dezembro de 2009)

sexta-feira, maio 21, 2010

Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego

«Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego
No quadro institucional do programa EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, através do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas, promove a realização do Fórum Emprego 2010: VIII Jornadas Universitárias de Emprego norte de Portugal – Galiza.
Tendo em conta que se trata de uma iniciativa que facilita e agiliza o processo de inserção dos estudantes no mercado de trabalho, tanto a nível local, como transfronteiriço e europeu, entendemos ser de utilidade a Vossa presença no evento. O programa centra-se na divulgação de técnicas de procura de emprego, objectivos e funcionalidade do programa de emprego da União Europeia EURES e, ainda, a situação actual do mercado de trabalho. O tema da edição de 2010 é “O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego”, e terá lugar na tarde do dia 21 de Maio de 2010 com início às 14h15, no auditório 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, Campus de Gualtar – Braga.
Segue, a seguir o programa

PROGRAMA
14:15h - Inscrições.
14:30h - Abertura. Professor Francisco Carballo-Cruz, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho.
15:00h - Rede EURES e EURES Transfronteiriço – Objectivos, Funcionalidades e Ferramentas. Dra. Cármen Lopes, Conselheira EURES do Centro de Emprego de Braga.
15:45h - Debate.
16:00h - Pausa para café.
16:20h - O sector bancário: uma bacia permanente de oportunidades de emprego.
16:20h - Caixa Geral de Depósitos. Dra. Maria Felicidade Brito, Coordenadora da Área de Recrutamento e Gestão de Competências da Direcção de Pessoal da Caixa Geral de Depósitos.
16:50h - Barclays Bank. Dra. Teresa Relvas, Directora do Departamento. de Recursos Humanos do Barclays Bank.
7:20h - Debate e encerramento.»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, originária de rbranca@eeg.uminho.pt e especialmente dirigida aos alunos do curso de Economia, 1º ciclo)

quinta-feira, maio 20, 2010

"O Ensino Superior em Transição - a Auto-Reflexão de 2008/2009 das Universidades e Politécnicos"

«Exmos Senhores
Durante o III Congresso do SNESUP foi lançado o livro "O Ensino Superior em Transição - a Auto-Reflexão de 2008/2009 das Universidades e Politécnicos", analisando o processo de implementação do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES), de que é autor José Manuel Matos Pereira, Doutor em Direito e Professor Coordenador da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal.
Segundo a editora, o livro "O Ensino Superior em Transição" está disponível para compra através do sítio web da MediaXXI em versão de papel
e em versão electrónica PDF
As encomendas poderão ser realizadas mediante registo na livraria online da MediaXXI. Aos preços indicados acrescem os custos de envio.
Com os melhores cumprimentos,
A Direcção do SNESup
19-5-2010»
*
(reprodução de mensagem que me caiu ontem na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

quarta-feira, maio 19, 2010

International Symposium on University Rankings in Europe

«International Symposium on University Rankings in Europe - 29th June 2010, Brussels

Dear Colleague,
I enclose details of the forthcoming International Symposium, entitled Universities Challenged: Better Higher Education through a Better Ranking System in Europe?, which will take place on Tuesday 29th June 2010 at The Silken Hotel, Brussels.
A decade after the Bologna Declaration, an intense debate is still raging about the actual and comparative value of higher education in Europe.
Recognising the need for clarity to address the growing number of university ranking systems, the European Commission launched an initiative "for the design and testing of a new multi-dimensional university ranking system with global outreach" that is also independent from public authorities and universities. This special International Symposium provides a timely opportunity for universities and other stakeholders across Europe to examine the overhaul of the university ranking system within the context of the wider HE reform process.
I am pleased to advise you that confirmed speakers now include:
Mr. Robin van IJperen, Policy Officer, DG Education and Culture, European Commission
Mr. Noël Vercruysse, Head of the Department of Higher Education, Flemish Ministry, Belgium
Prof. Chris Brink PhD, Vice-Chancellor, Newcastle University, UK
The Centre for Parliamentary Studies welcomes the participation of all key partners, responsible authorities and stakeholders. The Symposium will support the exchange of ideas and encourage delegates to engage in thought-provoking topical debate.
For further details, please see the attached programme or visit our website. Do feel free to circulate this information to relevant colleagues within your organisation.
In the meantime, should you/your colleagues wish to attend, please complete and return the enclosed registration form at your earliest convenience in order to secure your delegate place(s).
Kind regards,
Jessie Punia
Public Policy Exchange
Tel: +44 (0) 845 606 1537
Fax: +44 (0) 845 606 1539
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, distribuída por jess.punia@publicpolicyexchange.co.uk)

terça-feira, maio 18, 2010

Mudando de assunto ou talvez nem tanto

Gestos e obscenidades

1. Num gesto de grande magnanimidade, Pedro Passos Coelho, PC para os amigos, deu o seu assentimento à subida de impostos e redução de benefícios sociais recentemente decididos pelo (des)governo de José Sócrates, consequência directa do desastre que foram as políticas governamentais conduzidas nos últimos 10 anos da vida do país, quase metade dos quais tendo o dito ao leme. Foi um gesto bonito, de solidariedade para com um rival caído em desgraça, mesmo se maior desgraça é a do país que tem por primeiro-ministro tal personagem. Não falo dos restantes ministros para que não me acusem de usar este fórum público para veicular conteúdos de natureza obscena.
2. O que me deixou intrigado foi PC ter tido necessidade de, logo de seguida, ter ido para a comunicação social pedir perdão aos portugueses. Quererá isso dizer que a sua atitude resultou de uma decisão irreflectida? Mas, assim sendo, não questiona isso o carácter solidário do seu gesto? Ou quererá tal dizer, afinal, que o nosso amigo PC aceita que, da sua condição de político da boa cepa portuguesa, os cidadãos nacionais não devem esperar senão mais do mesmo, mais uma vez? Percebe-se que não convenha a Pedro Passos Coelho que o poder lhe caia no colo numa altura destas mas, se fosse verdadeiramente bom cristão, aceitaria carregar a cruz desde a viela onde a encontrou depositada e não apenas quando ela estiver junto ao altar. É que, deste modo, quem vai que ter que continuar a carregá-la são os portugueses, e não só os que votaram/votam em José Sócrates.
3. Por acaso ou por força do destino, os factos a que aludo coincidiram no tempo com a visita a Portugal do papa, um tal Bento XVI, que um meu amigo insiste em chamar de papa cestos, porventura em memória da passagem por Portugal de um outro papa, que era Paulo mas que também já era dos cestos, embora contando no seu rol com menos dez que o actual. Desse tempo, existem por aí estátuas e confrarias com o seu nome em número que mais nenhum repetiu. Talvez num futuro não distante isso deixe de ser verdade. Basta para tanto que o futuro beato impropriamente apelidado de Cónego Melo acabe por ver transformadas em estátuas as obras de que fez merecimento em vida.
4. Há quem diga até que a visita do papa foi combinada com Sócrates para ocorrer nesta altura para que tão gravosas e socialmente injustas medidas políticas do (des)governo fossem percebidas pelos portugueses como penitência por pecados mortais cometidos. Outro tanto, em sentido diverso, embora, haverá que dizer da vitória do Benfica no campeonato nacional de futebol, sendo que, neste caso, os dirigentes do clube não se inibiram de desconfiar da virgem e, por causa das dúvidas, cedo trataram de constituir um segunda linha de segurança, mobilizando para o efeito uma boa meia dúzia de árbitros e dirigentes da liga de clubes e aparentados. Não admira, pois, que a festa tenha sido grande.
J. C.

segunda-feira, maio 17, 2010

"Só se deveria construir o mundo a partir dos traços do novo"

"Em rigor, a história tem-nos ensinado que os movimentos inovadores, nascem das crises e acredito que só com novos valores teremos uma nova economia.
E ainda acrescento que só se deveria construir o mundo a partir dos traços do novo."
M. Teresa B. Vieira
*
(excerto de mensagem, datada de 2010/05/16 e intitulada Da crise a uma nova concepção de vida, disponível em Sobre o tempo que passa)

sábado, maio 15, 2010

"A dimensão mediática de alguns intimida"

"Numa Escola em que a dimensão mediática de alguns intimida, condicionando (por omissão) até o que vem nos regulamentos, como foi o caso de no regulamento da Escola não constar quaisquer condicionalismos ao que qualquer Centro queira decretar nos seus regulamentos (...), não será de admirar que mais uma vez a vontade desses Centros mediáticos passar a ser uma ordem para ser seguida pelos demais membros do Conselho."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Sexta-feira, 14 de Maio de 2010 e intitulada "Quem tem medo do Departamento de Engenharia Têxtil?", disponível em Prálem d`Azurém)

quinta-feira, maio 13, 2010

"Doutorandos anónimos: seminário, 6ª feira"

«Caros investigadores,
No âmbito do projecto "doutorandos anónimos", organizamos uma sessão informal de trabalho com o professor Barry Bozeman e a Professora Monica Gaughan, ambos investigadores na Universidade de Georgia (EUA), dedicados ao estudo das temporalidades de trajectória nas carreiras cientificas, com especial incidência sobre os factores de produtividade e de notoriedade.
Ambos os investigadores estão abertos a ouvir os estudantes de doutoramento sobre os seus projectos e dúvidas sobre escolhas de carreira na área da ciência e da investigação. Convidamos todos os que quiserem a participar a juntarem-se a nós no ICS, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, [amanhã, 6ª feira] às 17h . Haverá sempre alguém presente, no caso de dificuldades com o Inglês.
A organização
Doutorandos anónimos»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com origem em: Rita Borges - ritaborges@aaum.pt)
Comentário: "anónimos" porquê?