"The concepts and theories should be used with rigor and the analytical framework has a role to take. Meanwhile, if we are dealing with economics, the analytical framework can not be a goal in itself."
J. Cadima Ribeiro
(excerto de comunicação apresentada na "Economists of Education International conference", que decorreu em Santiago de Compostela entre 8 e 10 de Setembro pp.)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
terça-feira, setembro 21, 2010
domingo, setembro 19, 2010
Notícias da UCoimbra: "rankings"
"Universidade de Coimbra considerada a melhor de Portugal pelo jornal ´The Times`"
[A Universidade de Coimbra (UC) foi considerada, pelo quarto ano consecutivo, a melhor instituição de ensino superior portuguesa no "ranking" do jornal britânico "The Times".
(...)
Segundo uma nota divulgada hoje pela UC, a instituição subiu no "ranking" relativo a 2009 e, à semelhança do que se verificou no ano passado, “continua a ser a única portuguesa entre as 400 melhores universidades mundiais”.]
(cortesia de Nuno Soares da Silva, publicitando mensagem sobre o assunto publicada em Parada de Aguiar)
[A Universidade de Coimbra (UC) foi considerada, pelo quarto ano consecutivo, a melhor instituição de ensino superior portuguesa no "ranking" do jornal britânico "The Times".
(...)
Segundo uma nota divulgada hoje pela UC, a instituição subiu no "ranking" relativo a 2009 e, à semelhança do que se verificou no ano passado, “continua a ser a única portuguesa entre as 400 melhores universidades mundiais”.]
(cortesia de Nuno Soares da Silva, publicitando mensagem sobre o assunto publicada em Parada de Aguiar)
sábado, setembro 18, 2010
"O aumento deve-se, sobretudo, ao processo de Bolonha"
Artigo JN
Mestrados ajudam mas não salvam universidades:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1665232
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Mestrados ajudam mas não salvam universidades:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1665232
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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sexta-feira, setembro 17, 2010
"António Rendas, garantiu hoje que os estabelecimentos de ensino superior vão poder usar os 20 por cento de receitas em reserva"
Notícia Lusa
CRUP garante que universidades vão poder utilizar as receitas em reserva
[O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, António Rendas, garantiu hoje que os estabelecimentos de ensino superior vão poder usar os 20 por cento de receitas em reserva, manifestando-se surpreendido com as declarações do reitor de Coimbra.]
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
CRUP garante que universidades vão poder utilizar as receitas em reserva
[O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, António Rendas, garantiu hoje que os estabelecimentos de ensino superior vão poder usar os 20 por cento de receitas em reserva, manifestando-se surpreendido com as declarações do reitor de Coimbra.]
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
"As expectativas do ministro Mariano Gago no aumento da procura do ensino superior por alunos mais velhos parecem, assim, ficar por terra"
Notícia Jornal de Leiria
Saúde e Artes com mais procura que Engenharias no IPL:
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=5215
*
Saúde e Artes com mais procura que Engenharias no IPL:
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=5215
*
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Reforma do Ensino Superior
Estudantes como estes também eu gostava de ter!
Notícia TVI
Sócrates e Gago assistem a protesto na primeira fila:
http://www.tvi24.iol.pt/politica/socrates-mariano-gago-protesto-porto-estudantes-tvi24--/1191461-4072.html
-
Notícia JN
Protesto de estudantes surpreende Sócrates e Mariano Gago:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1662256
(cortesia de Virgílio A. P. Machado via Facebook)
Sócrates e Gago assistem a protesto na primeira fila:
http://www.tvi24.iol.pt/politica/socrates-mariano-gago-protesto-porto-estudantes-tvi24--/1191461-4072.html
-
Notícia JN
Protesto de estudantes surpreende Sócrates e Mariano Gago:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1662256
(cortesia de Virgílio A. P. Machado via Facebook)
quinta-feira, setembro 16, 2010
"Mais uma desconcertante decisão do Governo em matéria de relação de confiança com as universidades"
Notícia TSF
Reitor de Coimbra «desconcertado» com cativação de verbas:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1663254
(cortesia de Fernando Castro)
Reitor de Coimbra «desconcertado» com cativação de verbas:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1663254
(cortesia de Fernando Castro)
quarta-feira, setembro 15, 2010
Fundações: recuperando um texto já com mais de um ano
[... a fundação não é uma solução universal nem é válida independentemente das circunstâncias de cada caso; não é modelo único, nem sequer modelo generalizado. Mas, no mínimo, dá que pensar e, sobretudo, é uma ideia que não merece ser liminarmente rejeitada.]
(título de mensagem, datada de Sábado, 21 de Março de 2009, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
(título de mensagem, datada de Sábado, 21 de Março de 2009, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
Obs: o artigo a publicar na Themis, revista da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, a que a autora se referia em nota, saiu há algum tempo; a referência completa é:
Serra, Catarina (2009), "O novo modelo aplicável às universidades e às escolas - as fundações públicas com regime de direito privado: regime jurídico desconhecido... ou simplesmente temido?", Themis, Ano IX, Nº 17, pp. 75-108.
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terça-feira, setembro 14, 2010
Notícias da UMadeira: nova escola de medicina
Notícia Jornal da Madeira:
Ministro anuncia escola de medicina:
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=162189&data=2010-09-14
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Ministro anuncia escola de medicina:
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=162189&data=2010-09-14
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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segunda-feira, setembro 13, 2010
Humor(es)
Bom Dia
(título de mensagem, datada de 13 de Setembro de 2010, disponível em A Educação do meu Umbigo)
(título de mensagem, datada de 13 de Setembro de 2010, disponível em A Educação do meu Umbigo)
sábado, setembro 11, 2010
"Até 1999, 13 estados nunca haviam formado um doutor"
Notícia Jornal da Ciência
Brasil regionaliza formação de doutores:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73346
(notícia destacada em http://twitter.com/marianacbarra)
Brasil regionaliza formação de doutores:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73346
(notícia destacada em http://twitter.com/marianacbarra)
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sexta-feira, setembro 10, 2010
"Pedro Ferreira é um dos mais promissores investigadores [...] do prestigiado Instituto Karolinska"
Artigo JN
Um português no "Karolinska":
http://jn.sapo.pt/paginainicial/gente/interior.aspx?content_id=1659356
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Um português no "Karolinska":
http://jn.sapo.pt/paginainicial/gente/interior.aspx?content_id=1659356
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Desenvolvimento Regional: notícia de um livro que me chegou do outro lado do Atlântico (II)
“Desenvolvimento Regional: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” é o título de um livro (edição UNISC, Santa Cruz do Sul, 2010) sobre a problemática em título que o seu autor, Valdir Roque Dallabrida, me fez chegar há um par de meses.
Trata-se de uma obra com objectivos didácticos, onde, conforme escreve no Prefácio Carlos Brandão, Valdir Dallabrida, actualmente professor da Universidade do Contestado, Santa Catarina, Brasil, “busca sintetizar as diversas abordagens teóricas que buscaram enfrentar esse enigma: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” (p.9). Conclui o prefaciador que o “livro é oportuno e bem-vindo e poderá contribuir para sanar essa enorme lacuna de textos sintéticos e didácticos que busquem melhor qualificar o debate sobre o que faz o desenvolvimento de uma região e como promovê-lo” (p.12).
Encontrei no livro em causa muitas ideias em que me reconheço, nomeadamente as que insistem i) na inviabilidade de prosseguir aproximações de natureza disciplinar na interpretação das realidades complexas das regiões e na construção de respostas em matéria do seu desenvolvimento, e ii) na inviabilidade e/ou inutilidade de uma teoria geral do desenvolvimento, em razão da dita complexidade dos territórios, decorrente de determinantes endógenos (história, geografia, contexto económico e social, instituições, cultura) e exógenos (relacionamento económico, social e político com o restante território nacional e com o exterior) que são sempre singulares.
Como foi invocado, o autor do texto definiu o objectivo ambicioso de “fazer uma breve síntese das principais abordagens teóricas sobre desenvolvimento” (cf., Introdução, p.7) e, para mais, fazê-lo com recurso a uma linguagem simples, que permita ir além da “clientela académica”. Era um enorme desafio esse e será, porventura, essa uma das limitações maiores da obra.
Confesso que tive dificuldade em reconhecer no texto alguns autores, ficando-me a dúvida se foi a brevidade da referência que fez parecer reduzida a sua contribuição ou se Valdir Dallabrida fez das ideias daqueles leitura diferente daquela que eu faço. Meramente a título de exemplo, da referência que a dada altura faz a François Perroux retenho que este vê o desenvolvimento como “combinações de transformações de ordem mental e social de uma população que lhe possibilita o aumento cumulativo e duradouro do seu produto real global” (p.159). Modestamente, penso que, nessa dimensão de pensar social e institucionalmente as dinâmicas económicas territoriais, Albert Hirschman e Gunnar Myrdal, autores da mesma corrente de pensamento seus contemporâneos, foram mais longe que Perroux, até por a contribuição deste último relevar de uma aproximação muito mais micro aos fenómenos económicos.
Sem descurar a importância e contributo para a compreensão das realidades brasileira e da América Latina, também me parece discutível o destaque que tem no livro Celso Furtado, que conheço muito mais como autor do crescimento e do desenvolvimento prosseguindo abordagens macroeconómicas que aproximações territorializadas.
Lendo esta obra de Valdir Dallabrida, voltei a confrontar-me com algo que se me sugeriu deste o primeiro contacto que mantive com investigadores brasileiros, mesmo que tal não seja tão presente nele quanto noutros que conheci: refiro-me ao universo distinto de referências que parece ser mantido pelos académicos europeus e da América Latina. Haverá razões para tal, sobretudo no passado. Não sei se em expressão disso, causou-me estranheza ver atribuída a “paternidade” da Teoria da Base Económica de Exportação a D.C. North (p.52) e referida a sua génese entre as décadas de 50 e 60 do século XX (p.50). Para mim, a primeira grande referência que se me sugere quando se invoca a Teoria da Base é H. Hoyt (1936-1939).
Concluo, sublinhando que o trabalho “agora” dado a conhecer por Vadir Dallabrida merece bem uma recensão que vá para além da brevidade destas notas. É ele próprio que a solicita, “para que, no futuro, se possa aperfeiçoar o texto” (p.21).
J. Cadima Ribeiro
(reprodução de artigo de opinião publicado na edição de ontem do Jornal de Leiria)
Trata-se de uma obra com objectivos didácticos, onde, conforme escreve no Prefácio Carlos Brandão, Valdir Dallabrida, actualmente professor da Universidade do Contestado, Santa Catarina, Brasil, “busca sintetizar as diversas abordagens teóricas que buscaram enfrentar esse enigma: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” (p.9). Conclui o prefaciador que o “livro é oportuno e bem-vindo e poderá contribuir para sanar essa enorme lacuna de textos sintéticos e didácticos que busquem melhor qualificar o debate sobre o que faz o desenvolvimento de uma região e como promovê-lo” (p.12).
Encontrei no livro em causa muitas ideias em que me reconheço, nomeadamente as que insistem i) na inviabilidade de prosseguir aproximações de natureza disciplinar na interpretação das realidades complexas das regiões e na construção de respostas em matéria do seu desenvolvimento, e ii) na inviabilidade e/ou inutilidade de uma teoria geral do desenvolvimento, em razão da dita complexidade dos territórios, decorrente de determinantes endógenos (história, geografia, contexto económico e social, instituições, cultura) e exógenos (relacionamento económico, social e político com o restante território nacional e com o exterior) que são sempre singulares.
Como foi invocado, o autor do texto definiu o objectivo ambicioso de “fazer uma breve síntese das principais abordagens teóricas sobre desenvolvimento” (cf., Introdução, p.7) e, para mais, fazê-lo com recurso a uma linguagem simples, que permita ir além da “clientela académica”. Era um enorme desafio esse e será, porventura, essa uma das limitações maiores da obra.
Confesso que tive dificuldade em reconhecer no texto alguns autores, ficando-me a dúvida se foi a brevidade da referência que fez parecer reduzida a sua contribuição ou se Valdir Dallabrida fez das ideias daqueles leitura diferente daquela que eu faço. Meramente a título de exemplo, da referência que a dada altura faz a François Perroux retenho que este vê o desenvolvimento como “combinações de transformações de ordem mental e social de uma população que lhe possibilita o aumento cumulativo e duradouro do seu produto real global” (p.159). Modestamente, penso que, nessa dimensão de pensar social e institucionalmente as dinâmicas económicas territoriais, Albert Hirschman e Gunnar Myrdal, autores da mesma corrente de pensamento seus contemporâneos, foram mais longe que Perroux, até por a contribuição deste último relevar de uma aproximação muito mais micro aos fenómenos económicos.
Sem descurar a importância e contributo para a compreensão das realidades brasileira e da América Latina, também me parece discutível o destaque que tem no livro Celso Furtado, que conheço muito mais como autor do crescimento e do desenvolvimento prosseguindo abordagens macroeconómicas que aproximações territorializadas.
Lendo esta obra de Valdir Dallabrida, voltei a confrontar-me com algo que se me sugeriu deste o primeiro contacto que mantive com investigadores brasileiros, mesmo que tal não seja tão presente nele quanto noutros que conheci: refiro-me ao universo distinto de referências que parece ser mantido pelos académicos europeus e da América Latina. Haverá razões para tal, sobretudo no passado. Não sei se em expressão disso, causou-me estranheza ver atribuída a “paternidade” da Teoria da Base Económica de Exportação a D.C. North (p.52) e referida a sua génese entre as décadas de 50 e 60 do século XX (p.50). Para mim, a primeira grande referência que se me sugere quando se invoca a Teoria da Base é H. Hoyt (1936-1939).
Concluo, sublinhando que o trabalho “agora” dado a conhecer por Vadir Dallabrida merece bem uma recensão que vá para além da brevidade destas notas. É ele próprio que a solicita, “para que, no futuro, se possa aperfeiçoar o texto” (p.21).
J. Cadima Ribeiro
(reprodução de artigo de opinião publicado na edição de ontem do Jornal de Leiria)
quinta-feira, setembro 09, 2010
"No ranking há 200 estabelecimetnos de ensino superior, mas nenhum português"
Artigo JN
Cambridge é a melhor universidade do mundo:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=1658124
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Cambridge é a melhor universidade do mundo:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=1658124
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quarta-feira, setembro 08, 2010
Raciocinar sobre conceitos complexos
"Como se pode raciocinar sobre conceitos complexos quando não se sabe raciocinar sobre conceitos simples? Como se pode (no ensino da Economia) partir do complexo para se chegar ao simples? O contrário é que é normal."
David Mourey
(afirmação produzida no contexto de intervenção feita no "Economists of Education International conference", Santiago de Compostela, 8 de Setembro de 2010)
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Citações,
Conferências,
Reforma do Ensino Superior
terça-feira, setembro 07, 2010
"An introductory course of economics should be taught as if it was the last class to be delivered"
“[According to O`Sullivan and Sheffrin] an introductory course of economics should be taught as if it was the last class to be delivered to a student.
As this happens with the majority of the students, to deal with it the authors should envisage to teach them how to practice economics, whose best way is to focalize in a few main concepts and ideas and apply them repeatedly in different circumstances.”
As this happens with the majority of the students, to deal with it the authors should envisage to teach them how to practice economics, whose best way is to focalize in a few main concepts and ideas and apply them repeatedly in different circumstances.”
(excerto de comunicação a apresentar em "Economists of Education: international conference", a decorrer em Santiago de Compostela entre 8 e 10 de Setembro)
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Citações,
Frases Soltas
domingo, setembro 05, 2010
"Golpe de mágica"
"Com o processo de Bolonha as licenciaturas passaram a Mestrados Integrados nas Engenharias por um golpe de mágica"
Jaime Rocha Gomes
Jaime Rocha Gomes
sábado, setembro 04, 2010
The economist and the formal learning process
«In this regard, José Manuel Belbute underlined that “The acquired knowledge […] risk to become quickly out of date. Being so, the initial professional training has to follow a more flexibly and comprehensive approach, putting together a solid initial economic learning (of macroeconomics, microeconomics and quantitative methods) and the acquisition of competences, capabilities and attitudes (capabilities in terms of team work, decision making, relationship and initiative)”.
The question to which José Manuel Belbute did not give an answer was how to put together a solid initial training in macroeconomics, microeconomics, […] and capacities demanded […] with the shortening of the schooling time voted to the undergraduation programmes.»
(excerto de comunicação a apresentar em "Economists of Education: international conference", a decorrer em Santiago de Compostela entre 8 e 10 de Setembro)
The question to which José Manuel Belbute did not give an answer was how to put together a solid initial training in macroeconomics, microeconomics, […] and capacities demanded […] with the shortening of the schooling time voted to the undergraduation programmes.»
(excerto de comunicação a apresentar em "Economists of Education: international conference", a decorrer em Santiago de Compostela entre 8 e 10 de Setembro)
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Bolonha,
Conferências,
Investimento em Capital Humano
quinta-feira, setembro 02, 2010
Ensino Superior: uma "abordagem ecológica"
"[...] o ensino superior português carece duma abordagem ecológica que facilite a extinção das espécies menos capazes, o fortalecimento de algumas instituições ou até mesmo o surgimento de espécies mais robustas. Só com uma rede de ensino com actores mais fortes e ligações melhor articuladas é possível competir internacionalmente. A dimensão e os recursos do país não permitem a afirmação internacional de muitas instituições, mas é importante que surjam algumas espécies com a projecção internacional necessária para provocarem um efeito de alavanca interno nas demais instituições da rede. Daí que a selecção natural pode ser benéfica para o sector como um todo."
Vasco Eiriz
Vasco Eiriz
(excerto de mensagem, datada de 02 de Setembro de 2010, intitulada Parque das Caldas: Selecção natural, disponível em Empreender)
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Culturas e Posturas,
Reforma do Ensino Superior
quarta-feira, setembro 01, 2010
Make sure your picture is full of life
"Each day is a new canvas to paint upon. Make sure your picture is full of life and happiness, and at the end of the day you don't look at it and wish you had painted something different."
[Author Unknown]
(citação extraída de SBANC Newsletter, August 31, Issue 634 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
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