Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

sábado, janeiro 29, 2011

sexta-feira, janeiro 28, 2011

quinta-feira, janeiro 27, 2011

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Something to say

"Half the world is composed of people who have something to say and can't and the other half who have nothing to say and keep on saying it."
Robert Frost
(citação extraída de SBANC Newsletter, January 25, Issue 652 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

terça-feira, janeiro 25, 2011

Eles é que sabem da "poda" (II)

«Assunto: Re: gestão do coberto vegetal na UM

Se, e.g., NYC tivesse a gestão de espaços verdes que se observa em Braga, o Central Park já estaria povoado de hóteis de 5* e casas (ditas) de luxo como se observa na encosta do Bom Jesus - que está a perder qualquer semelhança ao que se poderia chamar de monte (e, sinceramente, mais se começa a parecer com uma favela...). É lamentável que o campus não sirva de exemplo/motor a uma mudança de mentalidade na cidade. Tínhamos todo o potencial (temos o espaço e temos experts) para nos afirmarmos como agentes de qualidade e bom gosto na gestão de espaços verdes que cada vez mais se tornam raros e verdadeiros ex-libris nos países/cidades/lugares desenvolvidos. Mas parece que não... vemos só um campus já de si triste e cinzento, a entristecer ainda mais... se me permitirem usar FPessoa (ele há-de perdoar-me) "Ó UMinho, hoje és nevoeiro...
É a Hora!"
Priscila»
(reprodução integral de mensagem ontem distribuída universalmente na rede electrónica da UMinho, pela sua autora)

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Notícias da EEG/UMinho: pareceres para fazer de conta

"Note que, em qualquer circunstância, não estou disponível para fazer um parecer para fazer de conta."

21 de Janeiro de 2011

J. Cadima Ribeiro

sábado, janeiro 22, 2011

sexta-feira, janeiro 21, 2011

UMinho: "Dêem voz à Academia!"

«Os membros eleitos para o Conselho Geral, não o foram para decidir a passagem, ou não, da UM a uma Fundação que será regida por direito privado. Tal, sem os diminuir na sua competência legal e estatutária, retira-lhes, desde logo, alguma legitimidade democrática, para tomar essa decisão. A menos que o façam, num sentido de total responsabilidade, procurando representar os corpos pelos quais foram eleitos. Ora, para que assim aconteça, é fundamental que os eleitos saibam o que pensam em relação ao tema, os seus eleitores. Por isso, na minha opinião, a legitimidade democrática da decisão deverá assentar numa consulta efectiva aos diversos corpos, na forma de um “referendo” que, sem ser vinculativo, deveria orientar a natureza da decisão, em sede de Conselho Geral.»

Fernando Castro

(excerto de artigo de opinião publicado na edição de hoje do Diário do Minho)

Eles é que sabem da "poda"

RES: gestão do coberto vegetal na UM
«Caro colega,
Saudo a sua tomada de posição sobre a matéria em apreço, que subscrevo no essencial. Não fazendo sentido que fosse eu a fazer o reparo que nos fez chegar, estranhava já que alguém mais "qualificado" não o tivesse feito, ainda mais dada a dimensão do que está à vista e o arrastar da "poda".
Cordiais cumprimentos,

J. Cadima Ribeiro»

quinta-feira, janeiro 20, 2011

"Quem devia entrar em Portugal devia ser o FBI e meter quem nos meteu nesta situação na cadeia"

«É com indignação que assisto, à redução dos nossos vencimentos [...].
Somos nós a pagar a crise provocada pela enorme roubalheira de que o estado foi e continua a ser "vítima".
Ao invés do FMI, quem devia entrar em Portugal devia ser o FBI e meter quem nos meteu nesta situação na cadeia. Retirar-lhes o enorme património roubado e nacionalizá-lo.»

JAGP

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente do seu autor)

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Notícias da UCoimbra: dos candidatos a reitor

Artigo DN
Ensino Superior: Dois candidatos a reitor da Universidade de Coimbra partilham desafio da "conjuntura desfavorável":
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1760257

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, janeiro 18, 2011

Seminário "Internacionalização da Investigação e circulação do conhecimento: das Unidades de Investigação às carreiras"

«Vai relalizar-se no próximo dia 1 de Fevereiro, no Auditório do Centro Multimédia do IE (Campus de Gualtar - Braga, da Universidade do Minho), o seminário "Internacionalização da Investigação e circulação do conhecimento: das Unidades de Investigação às carreiras".
A iniciativa destina-se a analisar as principais tendências nos modelos de avaliação da investigação, atendendo à importância da internacionalização e da mobilidade de investigadores na circulação do conhecimento. As implicações destes processos sobre as carreiras na área da investigação constituem, também, um tópico de debate.
A entrada é livre. Agradecemos, no entanto, a indicação de interesse em participar para o endereço abaixo mencionado.

Programa:
Horário: 15h - 18h
Local: Universidade do Minho, Gualtar, Auditório do Centro Multimédia do IE
Oradores:
Rui Vieira de Castro (Vice-Reitor Universidade do Minho)
Margarida Fontes (DINAMIA/ISCTE) Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
Henrique Barros (Universidade do Porto / Deptº Higiene e Epidemiologia)
Philippe Laredo (École des Mines/Manchester)
Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
---------------------
Organização: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Endereço: emiliararaujo@gmail.com»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com origem na entidade identificada)

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Reclamação contra o corte de salários: minuta da reclamação

«No âmbito das diversas acções de luta contra as gravosas medidas do Governo, onde se incluem as providências cautelares entregues pelos Sindicatos da Frente comum dos Sindicatos da Administração Pública em diversos tribunais administrativos, com o intuito de travar o escandaloso corte nos salários dos trabalhadores com remunerações ilíquidas superiores a 1500 euros, deverão os trabalhadores apresentar reclamações logo que o aludido corte se concretize.
Antes de serem apresentadas as reclamações, cuja minuta se anexa, os trabalhadores deverão ter em conta o seguinte:
1. O acto de processamento de vencimento constitui um acto administrativo impugnável.
2. O prazo para impugnação do referido acto é de três meses a contar da data em que o interessado teve conhecimento do mesmo.
3. A reclamação deverá ser apresentada no prazo de 15 dias úteis contados da data em que o interessado teve conhecimento do acto de processamento do vencimento.
4. A apresentação da reclamação suspende o prazo de impugnação contenciosa do acto administrativo que só retoma o seu curso com a notificação da decisão proferida sobre a impugnação administrativa ou com o decurso do prazo legal para a Administração (30 dias úteis) proferir tal decisão (caso esta não seja comunicada em data anterior).
Verificada qualquer das situações previstas no ponto anterior deverão os trabalhadores que pretendam proceder à impugnação contenciosa do acto administrativo em questão, dirigir-se aos Serviços de Apoio a Sócios ou do Contencioso do respectivo Sindicato.
5. A minuta terá se ser adaptada nos casos de vínculo de nomeação.
http://www.fnsfp.pt/portal/»
###
ANEXO: http://www.fnsfp.pt/pdf/2010-01-13%20-%20Minuta%20Reclama%C3%A7%C3%A3o%20-%20Roubo%20sal%C3%A1rios.pdf
###
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Providências contra universidades e politécnicos"

Artigo DN
Providências contra universidades e politécnicos:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1757773

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, janeiro 13, 2011

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Notícias da ULisboa: extinção de cargos

Informação Diário da Républica
Extinção de cargos e serviços na estrutura orgânica da reitoria da Universidade de Lisboa
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/01/008000000/0218502185.pdf

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

A true professional

"You have to perform at a consistently higher level than others. That's the mark of a true professional."

Joe Paterno

(citação extraída de SBANC Newsletter, January 11, Issue 650 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)

terça-feira, janeiro 11, 2011

segunda-feira, janeiro 10, 2011

domingo, janeiro 09, 2011

"Tertúlias do Departamento de Economia: 2ª iniciativa (11 de Jan., 3ª feira)"

«Programa:
Animador externo convidado: Fernando Castro, professor catedrático da Escola de Engenharia da Universidade do Minho e Representante dos Professores e Investigadores no Senado Académico.
Moderador: Francisco Carballo Cruz , Director-Adjunto do Departamento de Economia
Data: 3ª feira, 11 de Janeiro de 2011, 15,00 – 16,30 horas
Local: EEG, Departamento de Economia, sala 2.28
15,00 horas – Tema tratado pelo convidado externo: "A proposta do Reitor de transformação da UMinho numa fundação”
15,15 horas - Comentário: Filomena Antunes Brás, professora auxiliar do Departamento de Gestão
15,20 horas - Comentário: Linda Veiga, professora associada com agregação do Departamento de Economia
15,25 horas – Debate
16,30: horas – Encerramento da tertúlia

Organização: Direcção do Departamento de Economia, EEG, UMinho»

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga: as últimas

Do dia de ontem, vêm-nos a indicação da entrada de 5 novos processos, interpostos pelo Sindicado dos Trabalhadores da Função Pública e visando várias entidades, entre elas (1 caso) a Universidade do Minho. Em 3 dos casos, a entidade directamente interpelada é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino superior (e outros).
Conforme se poderá depreender, no caso vertente, trata-se de providências cautelares destinadas a tentar travar o anunciado corte de salários.
Eficazes ou não, estes processos vão dar muito trabalho ao tribunal, que já se encontrava atafulhado de processos, nomeadamente por força do contencioso que tem por centro a UMinho.

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Passatempo (VI)

A pedido de várias famílias (mais gulosas), retoma-se nesta altura o passatempo que se esteve a realizar no final do ano há pouco findo.
O pretexto é uma mensagem cujo teor se invoca (parcialmente) de seguida, recebida na caixa de correio electrónico dos membros de uma Escola/Instituto da UMinho durante o dia de ontem, e que mão amiga se encarregou de me fazer chegar:

«[…]
Vem-se comunicar que […], Vice-Presidente e Presidente do Conselho Pedagógico, apresentou no dia 30 de Dezembro de 2010 a sua demissão dos cargos que ocupava, invocando razões pessoais.
Em sua substituição, foi nomeado Vice-Presidente e Presidente do Conselho Pedagógico […].
[…]»

Pois bem, depois de identificarem a Escola/Instituto em causa, o desafio é chegarem ao nome omitido das pessoas envolvidas.
Dada a complexidade da tarefa, de forma a facilitá-la, deixo-vos como pista que o(a) presidente da Escola/Instituto em causa aguarda (ansiosamente) que seja deferido o seu requerimento de aposentação.
Como incentivo, continua a oferecer-se doces aos mais perspicazes. Houve doces que restaram das recentes festas pelo que não há razões para não ser mãos largos no que aos produtos em causa se refere, em contra-ciclo com a evolução do bem-estar da generalidade dos portugueses.

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, janeiro 04, 2011

“La production scientifique des enseignants-chercheurs en économie : Quelques résultats économétriques issus du dispositif PES”

“La littérature sur la mesure et les déterminants de la production scientifique des enseignants-chercheurs s’est montrée particulièrement prolifique ces dix dernières années. Le cas français est particulièrement intéressant à étudier tant les successions de réformes en vue d’améliorer la position des universités françaises dans le classement de Shanghai se sont récemment succédées à un rythme effréné. La réforme du statut des enseignants chercheurs et l’application progressive de la loi du 10 août 2007 Liberté et Responsabilité des Universités ont ouvert un changement structurel profond dans le management des ressources humaines au sein des universités françaises. Dans ce contexte, si la littérature s’est intéressée aux critères de mesure de la production scientifique, rares sont les études qui ont pu contrôler, lors de l’évaluation de la production scientifique, les multiples facettes qui animent l’activité d’un enseignant-chercheur à partir d’une même base statistique. La mise en place en France depuis 2009 de la Prime d’Excellence Scientifique (PES) offre une base de données originale et particulièrement adaptée à cette attente à deux niveaux. D’une part la procédure de sélection des candidats respecte les conditions d’une logique de tournoi bien connue des économistes du travail. D’autre part la richesse des données permet de contrôler les différentes dimensions de l’activité des enseignants – chercheurs ainsi que leur environnement de recherche lors de l’étude des facteurs explicatifs de leur production scientifique. Nous exploitons dans cet article les données relatives aux candidats de la première campagne de la PES 2009 appartenant au domaine des sciences économiques. L’économétrie des données censurée est utilisée en mobilisant deux critères de mesure de la production scientifique, l’un qualitatif l’autre quantitatif. Les résultats économétriques obtenus confirment l’existence d’un effet Saint Matthieu lié au cycle de vie de la production scientifique. L’étude complète les rares résultats délivrés par la littérature sur les économistes français.”

Jean-Yves Lesueur (Université de Lyon, France)

Date: 2010
Keywords: Scientific productivity, academic promotion, tournament, Saint Matthieu effect, Lotka Law
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:gat:wpaper:1030&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

Mudando de assunto, mas pouco

O ano de 2010 em revista: uma leitura pessoal

(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Economia Portuguesa)

segunda-feira, janeiro 03, 2011

"Objectivos de fachada"

"Quando pensamos em objectivos, pensamos nos nossos objectivos como Nação, não nos objectivos de fachada, em que se enaltece o número de investigadores estrangeiros que decidiram vir para Portugal investigar e não se põe no outro prato da balança os portugueses que tiveram que ir para o estrangeiro porque depois de um primeiro projecto de investigação em Portugal, não têm forma de prosseguir a sua investigação no seu País e muito menos emprego."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 02 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)

sábado, janeiro 01, 2011

"Comando poderá ser utilizado com vários aparelhos"

Notícia Correio do Minho
Aluno da UMinho ajuda a criar comando revolucionário:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=40662
*

quinta-feira, dezembro 30, 2010

A política de Ensino Superior em Portugal, em 2010, em balanço

Notícia Económico
Universidades foram espezinhadas e criticadas injustamente”:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidades-foram-espezinhadas-e-criticadas-injustamente_107545.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"A Universidade do Minho (UM) anulou um doutoramento"

Universidade do Minho é a primeira do país a anular doutoramento por plágio

(título de mensagem, datada de 2010/12/29, disponívem em UM para todos)

(cortesia de Nuno Soares da Silva).

quarta-feira, dezembro 29, 2010

"É opinião da FENPROF que a redução dos salários é ilegal e mesmo inconstitucional"

Notícia FENPROF
FENPROF prepara combate jurídico contra redução salarial:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5248

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, dezembro 27, 2010

"9th edition of the Innovact Campus Awards !"

«Participate to the 9th edition !

For nine years, the Innovact Campus Awards have, with the support of the European Commission, enabled young students to implement their projects at European level.
If you are a student with a creative and innovative idea for a business project, innovation, you can, with a team or individually, take part in the 9th edition of the Campus Innovact Awards whose aim is to reward new and challenging projects. Your project can either be in its design stage, in progress or already launched.
All students can take part in the competition either individually or within the framework of their institution. However, the reputation or prestige of the institution will not influence the final decision, which will depend entirely on the quality of the projects presented.
The selection committee composed of professionals (heads of companies, journalists, scientists) will reward the candidates who - whatever the product or activity - show imagination as creators.
The winners will receive prize money and will benefit from media coverage in the following websites: http://www.innovact.com/ ; http://www.letudiant.fr/ ; http://www.lors.fr/ ; http://www.lentreprise.fr/ ; http://www.ffbde.fr/
1st prize: 3,000 Euros
2nd & 3rd prize: 1,500 Euros
In order to encourage their projects, the finalist candidates will be invited to come (booth, transport and accommodation free), on March 29 and 30 2011, in Reims for the 15th edition of the European forum for innovative start-ups, Innovact 2011. The Forum will gather 2 000 professionals from 20 countries and 200 European start-ups. The Awards ceremony will take place in Reims on March 30 2011.
[...]
Deadline for receipt of application forms: Monday 24 January 2011
Contact: Dahvia Ouadia, dahvia.ouadia@verbatim-communication.fr - 00 33 1 53 10 29 89»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

"As plataformas electrónicas de apoio ao ensino devem ser utilizadas na justa medida em que cumpram o seu papel de apoio ao ensino"

Para mim, a resposta a este desvario tecnológico é clara: as plataformas electrónicas de apoio ao ensino devem ser utilizadas na justa medida em que cumpram seu papel de apoio ao ensino e seus agentes e destinatários. Doutro modo, passiva ou activamente, devem encontrar como resposta a respectiva rejeição. Fazer de outro modo é alimentar a deriva tecnológica de quem toma as tecnologias como um fim e não como um meio, e de quem não tem respeito por quem, esforçadamente, dia-a-dia, procura cumprir a sua missão como professor(a).

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Pérolas natalícias

iii) "Olá,
Está a ver: eu bem vos digo que, no fundo, bem lá no fundo, todos(as) são muito amigos(as) e têm interesses convergentes. Creio que é isso que [...] quer dizer. Embora se possa saber que assim é, é sempre bom que alguém tenha a coragem de escrevê-lo.
Boas festas!
J. Cadima Ribeiro"

ii) "What a nerve!"

i) [...].
*

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Mudando de assunto: “Cronyism”

“Politicians can use the public sector to give jobs to cronies, at the expense of the efficiency of those organisations and general welfare. Motivated by a simple model of cronyism that predicts spikes in appointments to state-owned firms near elections, we regress 1980-2008 monthly hirings across all state-owned Portuguese firms on the country’s political cycle. In most specifications, we also consider private-sector firms as a control group. Consistent with the model, we find that public-sector appointments increase significantly over the months just before a new government takes office. Hirings also increase considerably just after elections but only if the new government is of a different political colour than its predecessor. These results also hold when conducting the analysis separately at different industries and most job levels, including less skilled positions. We find our evidence to be consistent with cronyism and politically-induced misallocation of public resources.”

Martins, Pedro S. (Queen Mary, University of London)

Date: 2010-11
Keywords: corruption, matched employer-employee panel data, public-sector employment

URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:iza:izadps:dp5349&r=pbe

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, dezembro 19, 2010

Notícias do IPCA, não particularmente boas

Tribunal de Contas detecta ilegalidades nas compras e pagamentos no IPCA

(título de mensagem, datada de 18 de Dezembro pp., disponível em UM para todos)

"Lamentáveis"

«O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou hoje "lamentáveis" as críticas do ministro da Ciência e Ensino Superior às ordens profissionais, afirmando que estas defendem o interesse público e a qualidade da formação.»

Lusa
(autoria da peça jornalística)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]
*
Comentário: e o que é que não é lamentável naquilo que Gago faz, fez e diz? E já agora: quando é que temos a sorte de nos libertar desta peça política? Só quando não restar peça sobre peça no "edifício" do Ensino Superior nacional?

sábado, dezembro 18, 2010

"Fernando Ulrich critica universidades por só ´fabricar(em)` licenciados e doutores"

«As universidades portuguesas vivem "demasiado fechadas" sobre a si mesmas, preocupando-se mais em "fabricar" licenciados e doutores do que discutir e "identificar soluções" que contribuam para a evolução da país. A crítica, deixada em jeito de "provocação construtiva", foi desferida por Fernando Ulrich, presidente do Conselho Geral da Universidade do Algarve, na cerimónia de doutoramento honoris causa da escritora Lídia Jorge.»

Idálio Revez
(autor da peça jornalística)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Lutar pela autonomia financeira

"As universidades estatais devem lutar por uma autonomia financeira dentro do quadro não-fundacional"

(subtítulo de artigo de opinião públicado por A. Cândido de Oliveira na edição de hoje do jornal Público)

Se eu mandasse...

“Se eu mandasse, não faria nada disto. Seguiria as melhores práticas!”
(AR)

quinta-feira, dezembro 16, 2010

"Alguns anos depois, como vai o clusterTIC@minho?"

«"Alguns anos depois, como vai o clusterTIC@minho?"
Auditório do CCG, Azurém, Guimarães, sábado, 18-12-2010

O Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho, em colaboração com a área EDAM do programa MIT Portugal, promove no próximo sábado, dia 18 de Dezembro, um workshop sobre a evolução do cluster de empresas de tecnologias da informação e comunicação do Minho. Vai ter lugar no anfiteatro do Centro de Computação Gráfica, no campus de Azurém, Guimarães, das 10h às 13h, tendo entrada livre.
A reunião dá sequência aos trabalhos e iniciativas do início da última década, incluindo a publicação de dois livros, um sobre casos empresariais do cluster e outro como um Atlas empresarial do cluster e sua exploração. A presente iniciativa procura assim fazer um ponto de situação sobre o cluster e tem a participação de diversas empresas. Vai ser também passado em revista o papel e a importância da Universidade do Minho neste processo.
Este workshop METI.2010 integra-se nas actividades da unidade curricular "Mercados e empresas de tecnologias de informação", do mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação e do mestrado em Sistemas de Informação da UMinho. Pretende-se igualmente proporcionar contactos entre os alunos e as empresas participantes. Para fins académicos, a sessão será gravada em vídeo e posteriormente transcrita.
Mais informações em: https://sites.google.com/site/ebeira/base-2-fora/meti2010,
*
(reprodução parcial de mensagem distribuída na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

terça-feira, dezembro 14, 2010

domingo, dezembro 12, 2010

Mudando de assunto: a "Trêta da semana"

"Apesar de haver ainda quem gostaria de ser súbdito, já há séculos se reconhece que um Estado deve ser um contrato entre cidadãos, celebrado em liberdade e igualdade, mesmo que a fraternidade seja pedir demais."

Ludwig Krippahl

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 12 de Dezembro de 2010, intitulada "Treta da semana: o pecado da fuga", disponível em Que Treta!).

sexta-feira, dezembro 10, 2010

"A society many of us don't want to live in"

Revista de blogues

(título de mensagem, datada de 10 de Dezembro de 2010, disponível em Que Universidade? )

Passatempo (V)

Na minuta da acta de um Conselho de Escola/Instituto da UMinho pode ler-se o seguinte:
"Foi registada a existência de um diagnóstico estratégico, contudo o Plano Estratégico, na forma em que o Conselho de Escola o entende, necessita de passar por um processo público de reflexão e deve refletir as linhas orientadoras aprovadas no Conselho de Escola.
Em suma, pretende o Conselho de Escola apreciar um documento que seja de facto um instrumento de gestão e de planeamento estratégico."
Tente adivinhar a unidade orgânica que está em causa. Como pista, deixo-lhe a indicação que as linhas orientadoras que são invocadas foram aprovadas no dito órgão por consenso. Mais lhe adianto que entre as ditas linhas orientadoras está uma que reza assim:
A [...] deve ser um ´Exemplo de Gestão e Liderança` para a comunidade em que está inserida.”
Lembre-se que se continua a oferecer doces aos mais perspicazes.
J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, dezembro 09, 2010

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Life is an experiment

"All life is an experiment. The more experiments you make the better."

Ralph Waldo Emerson

(citação extraída de SBANC Newsletter, December 7, Issue 648 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu)

segunda-feira, dezembro 06, 2010

“De onde vim e até onde vou: uma análise preliminar da desigualdade socioeconômica e entrada no Ensino Superior brasileiro”

“In this article we test the hypothesis in which the democratization policies for higher education adopted in Brazil had reduced the strength of the association between socioeconomic background and the entry chances in this educational level. For this, we used microdata from Monthly Employment Survey (IBGE), and we followed the educational trajectory of the individuals aged 16 to 30 for a year in the following periods: 2002/2003 and 2008/2009. The results show that this hypothesis holds for residents in the metropolitan areas. Results suggest that educational expansion policies may be decisive in reducing the inequality of opportunities.”

Raquel Rangel de Meireles Guimarães (Cedeplar-UFMG)
Gilvan Ramalho Guedes (Brown University)
Eduardo Luiz Gonçalves Rios-Neto (Cedeplar-UFMG)

Date: 2010-11
Keywords: Entry to Tertiary Education; School Transitions Model; Grade of Membership.
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cdp:texdis:td414&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

sábado, dezembro 04, 2010

O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - quinta e última parte

8 - ENSINO DE ARTES E OFÍCIOS. Não existe!
É um princípio fundamental de qualquer “sistema de produção”, a divisão dos produtos em “produtos de 1ª escolha”, “produtos de 2ª escolha” e “refugo”. Mas tem que realizar-se o aproveitamento de tudo. A “produção” de pessoas com mais ou menos “qualificações oficiais” tem, numa Sociedade equilibrada, de obedecer a este mesmo princípio. Não se trata de “elitismo”, trata-se da “aptidão de cada um”. Todas as pessoas devem nascer “iguais em direitos” (e em deveres), mas, por natureza, elas não nascem com iguais dotes naturais (a biodiversidade, também entre os humanos, é a maior riqueza do planeta). Por isso, todas as pessoas devem, numa Sociedade equilibrada, serem respeitadas de modo igual, qualquer que seja a sua profissão, desde que seja exercida com honestidade e competência: ao varredor deve-se a mesma consideração que ao professor catedrático, mas “chacun à sa place”.
É verdade que tanto a Revolução Cultural Chinesa como a Revolução do 25 de Abril em Portugal tentaram inverter esta situação natural. Mas as acções nesse sentido, que persistem em Portugal, e não na China de hoje, estão condenadas ao insucesso: Insucesso Escolar, Insucesso Económico, etc.. Quer-se com isto dizer que, em vez de tentarem com facilitismos e mais facilitismos evitar o Insucesso Escolar e o Abandono Escolar, devem os governos, todos os governos, procurar “reciclar” os alunos menos dotados no que diz respeito a “massa cinzenta”, mas, por ventura, mais dotados no que diz respeito ao uso das mãos . Menos dotados para atingirem o 12º ano da Escola Normal, mas, porventura, mais dotados para atingirem o 12º ano de uma “Escola Técnico Profissional” independente, dirigida por entidades locais, mas digna desse nome. Menos dotados para atingirem o 12º ano de uma “Escola Técnico Profissional”, mas, porventura, mais dotados para atingirem o 9º ou o 6º ano de uma “Escola de Artes e Ofícios”: Picheleiro (Canalizador), Sondador (Geotecnia), Trolha, Electricista, Carpinteiro, Pintor, Estucador, Vidraceiro, Pescador, Limpa-Chaminés, Cozinheiro(a), Empregado(a) de mesa, Bordadeira(o), Alfaiate, Sapateiro, Relojoeiro, Ama ou “Babysitter”, Barbeiro, Cabeleireiro(a), Jardineiro(a) ,Empregado(a) Doméstica(o), Cantoneiro(a), Auxiliar de Limpezas, Empregado(a) de Creches, Motorista, Vendedor, Caixeiro Viajante, etc., etc.

9 - A BEM DE UMA REFORMA ESTRUTURAL DA ECONOMIA EM PORTUGAL, SERÁ POSSÍVEL ELIMINAR ESTA PESADA HERANÇA DA REVOLUÇÃO CULTURAL PORTUGUESA, QUE PERSISTE?
Tememos bem que não. Seria preciso uma outra Revolução. De facto, o Ministério da Educação, desde o 25 de Abril, está quase dominado pelo Sindicato dos Professores. É o Presidente do Sindicato que o diz publicamente na televisão, “com pompa e circunstância”, sem qualquer desmentido de alguém desse Ministério. Os funcionário do ME são “de carreira” e, portanto, “inamovíveis”. A grande maioria está lá desde o 25 de Abril. As ideias que professam estão à vista e dão os resultados que também estão à vista. O Sindicato dos Professores “nem por sombras” quer ouvir falar de “descentralização do Ensino Público”, pois esse seria o início da sua morte.
Passam governos, sejam de que cor forem, mas ficam as “raízes”. Talvez que as “imposições externas” e a “miséria interna” venham a ter algum resultado. Porque a verdade é esta: Portugal, já que não pode exportar bens materiais de valor suficiente para equilibrar as contas públicas; tem de “exportar” pessoas. Só que essas pessoas, na sua grande maioria, continuam sem poder competir no estrangeiro. Daqui a pouco, nem mesmo em Angola , Moçambique ou Brasil conseguem colocar-se.... Esta situação é que é verdadeiramente gritante.

JBM (Nov. 2010)

History of European Universities: deadline for abstract submission

«History of European Universities. Challenges and transformations
18-20 April 2011
Lisbon, Portugal

Dear colleagues
Just a quick note to remind you that the deadline for abstract submission to the forthcoming meeting to be held at the University of Lisbon, Portugal.
Deadline for abstract submission: December 15th, 2010
For further information we invite you to visit
http://centenario.ul.pt/conferencias/history-of-european-universities
For any inquiry don’t hesitate to contact us at occoe@occoe.pt
We would appreciate if you share this information with your colleagues and other people interested in the subject.
With our best regards,
Fátima de Haan
Executive Secretary

The Organizing Committee
Ana Simões (University of Lisbon, CIUHCT )
José Pedro Sousa Dias (University of Lisbon, CEHFCi)
Maria Paula Diogo (New University of Lisbon, CIUHCT)»
*
(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, reenviada por Paula Cristina Remoaldo)

"Concurso de Teses de Economia e de Finanças - Centre des Professions Financières"

«Senhora, Senhor,
Sou Angela BARBOSA e trabalho numa associação chamada o Centro das Profisões Financeiras (CPF) e sou responsável do Concurso de Economía e da Finança que organizamos cada ano.
O Centro das Profisões Financeiras (CPF) é um organismo de interesse geral com âmbito educativo – aplicação da lei 1901 – que tem como missão de “entender e fazer entender as Profisões Financeiras”.
O âmbito de este concurso é de premiar o trabalho de estudantes em segundo e tercero ciclos, de todas as fileiras, que escriveram uma tese sobre uma problemática financeira.
Cada ano mais de 50 000€ de prêmios são distribuidos entre os estudantes e a faculdade participante durante uma Ceremonia de entrega de prêmios que occorerá no mês de março 2011 em Paris.
Invitamos a descobrir adjunto um ejemplar em inglés da nossa publicação que trata de nosso evento. Encontrará também um aúncio publicitário todas as informações referentes ao concurso.
Graças a cuidar aos documentos a completar y a enviar. Nossa direção é Centre des Professions Financières, 20 rue de l’Arcade – 75008 Paris, France.
Invitamos a divulgar esta publicação a vossos estudantes y profesores que poderiam ser interesados.
Informo que só 10 teses são aceptados por fileira, y que a data limite de depósito é o 15 de dezembro de 2010.
Si é possível, graças a informar-me da sua participação (e do número de participantes).
Fico a sua disposição,
Saudações cordiais,

Angela BARBOSA
Chargée de mission Développement Commercial Centre des Professions Financières
20, rue de l'Arcade - 75008 Paris
Tél. 01 44 94 02 55 - Fax. 01 44 94 02 62
a.barbosa@professionsfinancieres.com»
*
(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu há dois dias na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

sexta-feira, dezembro 03, 2010

O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - quarta parte

7 - ENSINO PROFISSIONAL: POR ONDE ANDAS?
O Ensino Profissional foi criado em 1989, em 170 escolas, que formam técnicos intermédios, em cursos de três anos, a partir do 9º ano. Entre os anos lectivos de 2006/2007 e 2009/2010, o número de estudantes a frequentar cursos profissionais em Portugal passou de 44 466 para 126 723, representando um aumento de 185%. Relativamente ao ano lectivo transacto, intensificou-se o crescimento da abertura de vagas para cursos profissionais nas escolas secundárias públicas em 46,7%, sendo que das cerca de 500 escolas secundárias, 472 têm oferta de cursos profissionais, o que representa uma cobertura de cerca de 90%.
Na escola onde um meu neto frequenta o 11º ano de Ciências também está instituído o “Ensino Profissional”, mas o que ele me diz é que para esse Ensino transitam os alunos bi- e tri-repetentes, transformando-se esse tipo de ensino numa “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior.
Esta forma de atacar a questão do “insucesso escolar” não é honesta, mas, mais ou menos subrepticiamente, é adoptada pelas autoridades do MEN.
As Escolas Industriais e Comerciais surgiram no contexto da criação de novas escolas técnicas, por parte do Estado Novo, na sequência da reforma cujas bases foram promulgadas pela Lei n.º 2025, de 19 de Junho de 1947. Visava-se, então, o desenvolvimento do ensino técnico profissional. Entre os Cursos criados figuravam: Ciclo Preparatório do Ensino Técnico; Curso Geral do Comércio; Curso de Formação Feminina; Curso de Formação de Serralheiro; Curso de Formação de Montador Electricista e outros cursos em regime de aperfeiçoamento: Curso Geral de Comércio; Curso de Formação de Serralheiro; e Curso de Formação de Montador Electricista. Essas escolas tinham equipamentos próprios, alguns de elevado valor e nível técnico. A Lei n.º 5/73, mais conhecida por reforma Veiga Simão, alterou a designação das escolas Industriais, que passaram a denominarem-se de Técnicas.
A criação do Ensino Secundário Unificado em 1975, após o 25 de Abril de 1974, conduziu à abolição de distinções entre as escolas, que passaram a ser todas designadas por Secundárias
Este “golpe de misericórdia” no Ensino Técnico Profissional foi e continua a ser dramático para o País. A ideia desta abolição era a de uma pressuposta “igualdade de tratamento”, isto é, acabar com o “elitismo” do Ensino Liceal. Na verdade eu próprio fui vítima desse elitismo, pois comecei por tirar o Curso Comercial na Escola Industrial e Comercial de Leiria e, para passar para o Ensino Liceal, fui submetido a duras “provas de transição”. Por outro lado, os detentores, por exº., do Diploma do Curso de Formação de Montador Electricista não podiam concorrer ao lugar de “Artífice” existente nos quadros das universidades. Esses lugares eram reservados para os detentores do “Curso Geral dos Liceus” (5º ano, equivalente ao 9º anos de escolaridade actual). Esta era uma segregação “racial”: o Ensino Técnico Profissional era para os "filhos dos pobres e/ou os filhos de outras etnias". Mas o facto é que, infelizmente, hoje continua a ser assim com algumas agravantes: 1ª, é uma “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior, criando graves injustiças para os que entram pelo via normal; 2ª, tendo-se perdido (por envelhecimento, deterioração) todo o equipamento que existia nas antigas Escolas Industriais (tornos, frezas, e tudo o mais relativo a Oficinas de Serralharia Civil, Serralharia Mecânica, Mecânica Automóvel, Oficinas de Carpintaria e Móveis; Oficinas de Cantaria, Oficinas de Tecelagem, Oficinas de Electricidade, Oficinas de Electrónica, Laboratórios Oficinais, etc., etc.), restam uns “laivos” de Ensino Profissional “aderentes” às Escolas Secundárias normais.; 3ª, dada a utilidade Ensino Técnico Profissional para a Sociedade, restam algumas escolas privadas, mal equipadas, frequentemente com docentes de baixo nível, mas onde se pagam altas propinas; portanto só acessíveis a “famílias ricas”. Isto é, acontece o contrário daquilo que se pretende: Ensino Técnico Profissional público, acessível tanto a “classes pobres” como a “classes ricas” de grande nível, exigente, em escolas independentes, com equipamentos adequados a cada tipo de curso, ombreando completamente com o Ensino Secundário Normal (12º. ano) e tendo o mesmo nível de exigência.
Um Ensino Técnico Profissional digno desse nome deve “formar” técnicos de nível médio para a Indústria, o Comércio, etc.: Montador Electricista, Montador Mecânico, Topógrafo, Construtor, Contabilista, Solicitador, Bancário, Jornalista, Técnico de Laboratório Químico ou outro, etc., etc. Embora este sistema de Ensino deva ser dirigido a uma profissão de nível médio,
logicamente que, neste caso, o acesso ao Ensino Superior também deve ser igual ao das Escolas de Ensino Secundário Normal (12º. ano).
JBM (Nov. 2010)

[Continua]

quinta-feira, dezembro 02, 2010

O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - terceira parte

5 - PERANTE ESTE CAOS NO ENSINO B+S EM PORTUGAL, QUE FAZER?
Como antes se viu, a correcção estrutural da Economia Portuguesa passa por uma verdadeira revolução no Ensino B+S, a qual continua por realizar. Que fazer?
Em 1º lugar há que remodelar profundamente o plano de estudos, sobretudo entre o 5º e o 9ºanos . “Disciplinas” como “Formação Cívica”, “Estudo Acompanhado”, “Área de Projecto”, que só servem para “dar horário” a docentes que nada sabem das matérias essenciais, devem ser eliminadas e a respectiva escolaridade distribuída por disciplinas fundamentais tais como a Matemática e a Física e Química. Além disso, a disciplina de Educação Física deve passar para as “actividades circum-escolares” e não haver testes dela, devendo a escolaridade respectiva ser atribuída a uma disciplina de “Economia” que, sendo fundamental na formação geral de qualquer cidadão, não existe no plano de estudos até ao 9ª ano nem depois. Deve ser dada de forma científica por docentes com licenciatura em Economia. A disciplina de “Educação Moral e Religiosa Católica”, que é facultativa, deve ser substituída por uma disciplina de “Religiões e Culturas”, a qual deve ser obrigatória e dada de forma científica por docentes com licenciatura apropriada. A disciplina de “Educação Tecnológica” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio das Engenharias. A disciplina de “Educação Visual” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio da Arquitectura. Os conteúdos programáticos de disciplinas como a Matemática têm de ter uma sequência lógica, sem lacunas nem sobreposições, do 1º ano até ao 12º. Por exº., as matérias de “Estatística” “enxameiam” repetitivamente todo o programa do 5º. ao 12º anos, quando bastava tê-las num semestre por volta do 9º ano. Por outro lado, a matéria de “mudanças de base de numeração”, nomeadamente da base 10 para a base 2 e vice versa, não existe no Ensino Secundário, quando essa base é essencial para se entender o significado de 1 bit e daí o funcionamento de qualquer computador. O mesmo acontece quanto ao significado de 1 “byte”. Nem mesmo nos rudimentos de Informática que são dados na “disciplina” “TIC” são dadas essas matérias.
Mas há outras falhas gritantes nos planos de estudo: os alunos saem do 12º anos com 18 anos, prontos a votar nas eleições dos órgãos do poder do País, mas nem sequer lhes ensinaram quais são as funções desses órgãos do poder! Em 12 anos, não se conseguiu espaço para uma uma disciplina que no “antigamente” tinha a designação de “Organização Política e Administrativa da Nação” e que melhor podia ser designada de “Princípios de Direito e Organização Política do País”. Actualmente, tenta-se colmatar esta falha “falando” do assunto na disciplina de Filosofia, declarando-se, logo nas primeiras lições, que “a Filosofia não é uma Ciência porque não tem base experimental”. De facto o que se dá em Filosofia é uma “misturada” de “Retórica”, com “Argumentação sócio política", mais uns “laivos” de “Psicologia”, etc. De Filosofia, Ciência de todas as Ciências (Ciências Humanas , Ciências “Exactas” e Ciências Naturais), quase nada se dá.
Em 2º lugar, há que descentralizar pelo menos o Ensino Secundário. Faz algum sentido que os concursos para colocação de professores do 1º ciclo, por exº., tenham de estar centralizada em Lisboa, dando azo às mais aberrantes situações, como a de um docente do 1º ano (1ª classe) que mora e tem família em Valença ser colocado em Faro e vice versa? Além da situação, altamente antipedagógica, de um aluno de uma dada escola B (ou B+S) ter docentes da mesma disciplina que mudam de ano para ano! Além de tudo isso, os Presidentes dos Conselhos Directivos das Escolas B e B+S não têm quaisquer poderes disciplinares nem mesmo poderes administrativos fundamentais, como o de poder contratar em regime provisório um docente para uma disciplina cujo docente adoeceu ou faleceu a meio de um período escolar.
O que acima se diz chega para mostrar o caos que se vive no Ensino B+S em Portugal e que leva os melhores docentes a tentarem aposentar-se tão cedo quanto lhe é possível, mas haveria muito mais a dizer.

6 - “PROVAS DE AFERIÇÃO” e EXAMES NACIONAIS
Como acima se disse, são os próprios ministros(as) que dizem que o docente no Ensino B+S está, na prática, impedido de “reter” qualquer aluno em cada ano na disciplina que lecciona. Mas no 4º, no 6º e no 9º anos há “Provas de Aferição” relativas a algumas disciplinas, que não servem para avaliar os alunos, mas sim a “performance” de cada escola. Essas provas são realizadas por alunos da escola sob a forma de uma “amostragem”. Isto é, nem todos os alunos de uma dada disciplina são submetidos a provas; somente os de algumas turmas, as quais são, logicamente, as turmas com os melhores alunos. Deste facto e da circunstância de o número de alunos variar muito de escola para escola, incluindo as escolas privadas, resulta uma completa trapalhada no “ranking” das escolas publicado em cada ano. Os exames nacionais são realmente feitos para avaliar os conhecimentos de cada aluno numa dada disciplina, mas eles são apenas realizados em disciplinas essenciais ao acesso ao Ensino Superior. Os enunciados destas provas, como os das Provas de Aferição, estão centralizados no GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional) do Ministério da Educação, e já vimos acima exemplos da forma deficiente como são elaborados pelo GAVE muitos pontos das provas de aferição” e dos exames nacionais, principalmente das disciplinas de Matemática e de Física e Química, e mesmo alguns dos erros que são cometidos na elaboração desses enunciados. Por este motivo e porque as notas de cada aluno nestes exames contam apenas em 35% para a média de acesso ao Ensino superior, sendo os outros 65% resultado dos testes realizados ao longo do ano na escola secundária respectiva, pública ou privada, resultam graves injustiças no acesso ao Ensino Superior, podendo entrar à frente alunos que deveriam ficar atrás. Com efeito, neste caso, as escolas privadas terão todo o interesse em realizarem testes menos exigentes durante o ano para que os seus alunos tenham altas notas e fiquem colocados nos 65% acima referidos. Para piorar a situação, por um lado, os professores do Ensino Superior nenhuma intervenção têm nos exames nacionais, mesmo nas disciplinas específicas de entrada num dado curso, por outro lado, à entrada no Ensino Superior podem candidatar-se alunos provenientes do “Ensino Profissional” ou do programa “Novas Oportunidades”. Isto é, as Universidades e os Politécnicos recebem os alunos por via “administrativa”, centrada no MEN, sem qualquer intervenção do MCTES.

JBM (Nov.2010)
-
[Continua]

Passatempo (IV)

Há direcções de Escolas/Institutos que tratam os seus Departamentos como caixotes do lixo, esquecendo que é dos Departamentos e Unidades de Investigação que vem o essencial da capacidade de prestação de serviço que as Escolas/Institutos mantêm. Ilustra-se esta afirmação com a reprodução de excerto de uma proposta de "Regulamento dos Serviços" de uma Escola/Instituto da UMinho; concretamente, escreve-se:
"[...]
a) Assegurar o atendimento geral, prestando as informações de carácter genérico;
b) Apoiar administrativamente os Departamentos da Escola, designadamente em termos de expediente geral, arquivo, contabilidade, serviço docente, relatórios de actividades e elaboração dos processos de contratação dos docentes, entre outras tarefas;
c) Prestar apoio administrativo aos Docentes;
d) Gerir a gestão do economato, procedendo ao registo da entrega de material e interagindo com o Serviço Financeiro em matéria de diagnóstico das necessidades de aquisição.
e) Gerir o empréstimo de computadores portáteis e material multimédia, bem como das chaves de salas, gabinetes e cacifos, efectuando o respectivo registo;
[...]"
Note-se que o quadro de pessoal que é suposto assegurar todas as tarefas listadas e outras que não reproduzi apenas para abreviar a citação é o mesmo que assegura actualmente um serviço (insuficiente) aos Departamentos que estão em causa. Fala-se depois de qualidade da prestação de serviços, de eficiência e não sei quantos mais lugares comuns.
Continua a haver doces para oferecer a quem seja capaz de identificar as Escolas/Institutos em que isto sucede. Vá, não sejam tímidos, façam-me chegar os vossos prognósticos!

J. Cadima Ribeiro

"As escolas secundárias intervencionadas pela Parque Escolar vão pagar em 2011 à empresa pública uma média anual de cerca de 500 mil euros de renda"

Notícia DN
Parque Escolar vai cobrar 50 milhões em rendas em 2011:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1722082
*

quarta-feira, dezembro 01, 2010

O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - segunda parte

3 - CONTINUA INSTITUÍDA UMA CULTURA DE “FACILITISMO” EM VEZ DE UMA CULTURA DE TRABALHO E MÉRITO DESDE O 1º AO 12º ANOS.
Até há poucos anos, não havia programas de Ensino até ao 4º ano (antiga 4ª classe). Os professores davam, quando davam, o que entendiam. As Escolas funcionavam essencialmente como infantários ou “depósitos” de crianças que os Pais as iam levar de manhã e buscar ao meio dia ou à tarde. Daí que os meus netos saídos do 4º ano só soubessem fazer uma conta de somar com duas parcelas e dificilmente uma conta de diminuir ! A tabuada, nem pensar nela era bom... As crianças deviam brincar... Quando muito, os estudos deveriam ser mais uma brincadeira, como outros jogos próprios da idade – daí a distribuição de computadores aos alunos da Primária, onde o aluno para fazer uma soma entra com as parcelas que caem do “céu” e aparece a soma feita (!), quando desde a 1ª classe se devia dizer que estudar é trabalhar e para brincadeira bastam os períodos de “recreio” nos intervalos das aulas.
E a ideia de que o estudo deve ser uma brincadeira, segundo os cânones dos “sábios” do MEN, continua até ao 12º ano. Vejamos os títulos dos manuais escolares, por exº o dos manuais de “Língua Portuguesa”: “Nas Asas da Fantasia”; ou o de matemática do 12º ano: “X€QMAT” . E a brincadeira continua dentro dos manuais e nos textos das próprias provas de exame de matemática que vêm do MEdu.: a 1ª questão da prova escrita de física e química – A 2006.F2v1 reza assim:
“1. Leia atentamente o texto seguinte:
Há 10 ou 20 mil milhões de anos sucedeu o Big Bang, o acontecimento que deu origem ao nosso Universo...”.
No 12º ANO (!) continua-se no reino da Fantasia, mas agora com consequências traumatizantes para muitos alunos. No interior dos manuais, nos trabalhos para casa e nos próprios pontos de exame incluem-se perguntas que incidem sobre uma banda desenhada! É ou não verdade que esses “sábios” do MEN entendem que o ensino não deve ser coisa muito séria, mas sim uma fantasia, por vezes muito caprichosa, mas sem qualquer relação com a vida que o aluno(a) vai enfrentar amanhã?.

4 - O PROGRAMA DE CADA DISCIPLINA NÃO ESTÁ CONCEBIDO DE FORMA A O(A) ALUNO(A) ASSIMILAR FACILMENTE OS FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA EM CAUSA?
Por exº, os programas da disciplina de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e de Física e Química do 10º ao 12º são uma misturada de “Astrofísica”, “Cosmologia”, “Astronomia”, “Meteorologia”, etc. etc. Fala-se da vida de cientistas famosos, das alterações climáticas, das Nebulosas, da constituição da Luz, do Campo Electromagnético, etc.. Metem-se poemas dentro de Manuais de Física! Divaga-se sobre planeamento de investigações complicadas e de instrumentos maravilhosos, etc. etc. Pelo meio desse emaranhado lá aparecem, timidamente, as Leis de Newton e de Lavoisier, (mas não a de Proust), Lei d’Ohm e outras também fundamentais.
Este tipo de Ensino(?) é completamente alheio noutros países: consultando livros de texto (College ou General Physics e College ou General Chemistry) de cursos do mesmo nível da cena internacional, nada se encontra semelhante aos fantasiosos programas de Física e Química para o Ensino Básico e Secundário deste País!
Além disso, a matéria está mal ordenada: chega-se a ensinar aos alunos o cálculo do rendimento de uma máquina antes de lhes ensinar os conceitos de trabalho de uma força e de potência e respectivos tipos de unidades usuais. Também não há coordenação entre os programas de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e os de Física e de Química do 10º ao 12º.
No Básico, e até no Secundário, as matérias são dadas de um ponto de vista “jornalístico”, não de um ponto de vista científico. Tudo com um carácter fantasioso, não como matéria séria e útil para aplicações concretas na vida real, embora a esta se faça profusa referência.
E os programas de Matemática não estão muito melhores. Tem-se a absurda pretensão de dar no secundário grande parte do que é próprio do superior, nomeadamente cálculo diferencial e funções de variável complexa. A situação é tanto mais absurda quanto a escolaridade da disciplina é baixa (2 aulas por semana) do 5º ao 12º ano e, além disso, aos alunos do 1º até ao 4º ano quase nada é ensinado de matemática (como, aliás das outras matérias: Língua Portuguesa, História, Ciências Naturais, etc.)
Depois, um tanto como em Físico-Químicas, a confusão é enorme: A “Estatística” é dada em todos os anos do 5º ao 12º! . A Trigonometria é dada no Básico (9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Também as Sucessões, Limites, etc., são dados “às fatias” em mais do que um ano!
Na Geometria faz-se uma baralhada, não se distinguindo claramente Geometria Elementar no Plano e no Espaço tridimensional, da Geometria Analítica que é assunto bem diferente. A Geometria Elementar no Plano e no espaço começa a ser dada no Básico (5º ao 9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Há até um pormenor curioso, que mostra bem a desorientação: o 5º ano de Matemática inicia-se com “Planificação de Sólidos: prismas, pirâmides, cilindros e cones” quando ainda nada foi dado aos alunos de Geometria Elementar no Plano! No que diz respeito a desenhos ilustrativos a realizar à mão livre, que são altamente formativos, e cálculos numéricos, também à mão ou com máquinas vulgares, não são incentivados e obrigam-se os alunos a adquirir de calculadoras com a capacidade de traçar gráficos de algumas funções. Porém, contraditoriamente proíbem-se os alunos de usar essas mesmas calculadoras ou outras muito mais baratas para fazer o cálculo numérico de funções, determinando, em particular, os limites das mesmas quando a variável independente tende para um certo valor (por ventura zero ou infinito) ! E alguns professores acrescentam que esses tratamentos numéricos são próprios das Engenharias e eles, professores, se formaram em Matemáticas Puras, nada tendo a ver com a Engenharia...

JBM (Nov. 2010)
-
[Continua]

Always do right

"Always do right. This will gratify some people and astonish the rest."

Mark Twain

(citação extraída de SBANC Newsletter, November 30, Issue 647 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

terça-feira, novembro 30, 2010

O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - primeira parte

1 - INTRODUÇÃO
Os Meios de Comunicação Social em Portugal e até os estrangeiros abordam diariamente o acréscimo crescente dos juros da Dívida Pública Portuguesa. Fala-se do OGE para 2011, agora definitivamente aprovado, mas mantém-se a reserva quanto às possibilidades da sua execução, etc. etc.. Há um ponto, focado há cerca de um ano pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros alemão que toda a gente dentro e fora do País parece ter esquecido: a crise financeira em Portugal, para além de todos os tipos de “contágio” que vêm do exterior, resulta de defeitos estruturais da Economia Portuguesa, que vão muito para além do equilíbrio orçamental para o ano seguinte, e são estes que têm de ser corrigidos. Ora, no que diz respeito à correcção dos defeitos estruturais da Economia Portuguesa, continua a quase nada se fazer.
Uma observação elementar diz-nos que o Bem mais precioso que um país possui é o nível cultural, em todos os sentidos, dos seus cidadãos. Portanto, a primeira acção para corrigir os defeitos estruturais da Economia Portuguesa tem de ser a correcção dos “defeitos estruturais” do Ensino Básico e Secundário, pois Portugal contínua a ter o maior “índice de ileteracia” entre todos os países da Europa.
De vez em quando esse “parâmetro de subdesenvolvimento” aflora nos Meios de Comunicação Social em Portugal, mas esse “fogo” é logo apagado pelos órgãos centrais do Ministério da Educação, que dizem estar a tomar medidas enérgicas contra o “abandono escolar” e o “insucesso escolar”, citando, entre outros, o “grande sucesso” do programa “Novas Oportunidades”, etc.. Porém, a situação é persistente pelos “índices de ileteracia” publicados nos últimos anos.

2 - AS RAÍZES DO MAL
Em Portugal aconteceu uma “Revolução Cultural à Chinesa”, a do 25 de Abril, quando na China a “Revolução Cultural” de Mao Tsé-Tung já estava mesmo na agonia. De facto, basta reler os jornais da época e sucessivamente os posteriores, para, ao contrário do que às vezes se diz e escreve, se verificar que uma das componentes principais, se não a principal, do 25 de Abril foi uma “Revolução Cultural à Chinesa” que atingiu em cheio todo o Ensino Básico e Secundário e, felizmente, não atingiu de forma igual o Ensino Superior, embora mesmo aí tenha sido “saneada” a quase totalidade dos Professores e tivesse havido Faculdades dirigidas por alunos, etc. etc..
No ME fixou-se por essa altura uma “casta de sábios”, por muitos articulistas chamados “êduquês”, alguns hoje com o grau de doutor em Ciências da Educação, mas que nunca deram quaisquer aulas, que mandam em tudo, desde programas de todas as disciplinas até aos mais ínfimos pormenores que chegam ao modo como o ensino deve ser (!!!) ministrado desde o 1º ano (1ª classe) até ao 12º ano. Para completar a “derrocada”, destrui-se por completo o Ensino nas Escolas Comerciais e Industriais, de grandes tradições em Portugal, tendo tudo sido “fundido” numa “amálgama” trapalhona centrada em Lisboa, que ainda hoje persiste.
Essa “casta de sábios” e, bem assim, os dirigentes do Sindicato dos Professores, têm visto passar e continuam a ver passar à sua frente umas dezenas de ministros e secretários de estado que se têm mostrado impotentes para realizar quaisquer tipos de reformas gritantemente necessárias. Daí que as agressões a professores, comuns no dia a dia do PREC, continuem em várias escolas. Daí que a falta de disciplina nas salas de aula impedindo qualquer ensino sério continue em muitas escolas.
Para completar a cena, ministros(as) e secretários de estado continuam a dizer em público que “os alunos não podem se “retidos” porque isso se traduziria num aumento do “abandono escolar”, etc. etc. Isto é, são os próprios ministros(as) a fomentar o “caos” nas escolas B+S. Na verdade, se os maus alunos (maus, muitas vezes em todos os sentidos) têm assegurada a “passagem”, então porque não deverão eles “brincar” com os colegas dentro da sala de aula, atirando papeis e outros objectos, usando telemóveis para namorar, etc. etc.?
Repare-se que em nenhum país da Europa houve qualquer tipo de “Revolução” ou “Evolução” semelhante à que existiu e, em parte, ainda persiste em Portugal. E no Mundo só aconteceu na China. Portanto, alguém terá que se admirar que Portugal continue a ter o maior “índice de ileteracia” entre todos os países da Europa?
JBM (Nov. 2010)
-
[Continua]

segunda-feira, novembro 29, 2010

Criatividade linguística

"Cognitariado": o equivalente de proletariado aplicado às novas gerações detentoras de elevados níveis de qualificação académica e que, pese isso, enfrentam quadros contratuais muito precários e salários relativamente baixos; em Espanha, são habitualmente conhecidos por mil euristas.
(termo usado por Xosé Santos Solla, professor de Geografia da Unversidade de Santiago de Compostela, no contexto da arguição de provas académicas públicas hoje realizadas na Universidade Católica, em Braga)

domingo, novembro 28, 2010

sábado, novembro 27, 2010

Escola Superior de Desporto de Braga: notícia

Notícia Correio do Minho
Mr. Duffy ficou encantado com as instalações da Escola Superior de Desporto:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=38883
*

sexta-feira, novembro 26, 2010

A UMinho fundação? Fórum

O que faz correr o Professor António Cunha (neste projecto de transformação da UMinho em fundação)? [para mais num momento tão falho de oportunidade como o actual, como o próprio reconheceu quando o inquiri explicitamente sobre o assunto]. Favor ao amigo Gago? Crença nas virtualidades do “mercado”?

J. Cadima Ribeiro

Mudando de assunto: "Turismo e Desenvolvimento"

Turismo e desenvolvimento: o caso da Madeira

(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Economia Portuguesa)

quarta-feira, novembro 24, 2010

"Como há dias sem carros, hoje é um dia sem aulas"

Notícia Económico
Greve - Fenprof destaca maior adesão de sempre dos professores:
http://economico.sapo.pt/noticias/fenprof-destaca-maior-adesao-de-sempre-dos-professores_105204.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Action

"Action is the foundational key to all success."

Pablo Picasso

(citação extraída de SBANC Newsletter, November 23, Issue 646 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu)

terça-feira, novembro 23, 2010

Passatempo (III)

A Nota Informativa respeitante à reunião do Conselho Geral da UMinho ontem realizada no salão nobre do Largo do Paço chegou à generalidade das Escolas e Serviços da Universidade instalados em Gualtar e Azurém hoje, 23 de Novembro, às 11:24 horas. Tente adivinhar a que horas chegou aos serviços da reitoria e da administração da instituição instalados no Largo do Paço.
Para lhe facilitar a tarefa, digo-lhe que tal só sucedeu após a hora comum de encerramento dos serviços.
Se quiser candidatar-se a ganhar um pudim Abade de Priscos ou um qualquer outro doce, não deixe de me fazer chegar a sua aposta.

J. Cadima Ribeiro

Comunicado do SNESup: "Gostamos de fazer as vontades ao Sr. Ministro, mas há limites..."

«Colegas,
O Senhor Ministro das Finanças e Administração Pública quer saber na própria manhã de dia 24 as adesões à greve. Em consequência expediu instruções para efeitos de apuramento que terão sentido para a administração pública burocrática, mas são pouco adequadas ao ensino superior.
Nalgumas instituições especialmente prestimosas, já nesta 2 ª feira se telefonavam aos docentes a perguntar se iam estar ou não em greve.
No entanto:
- é no próprio dia que cada um tem de decidir se faz ou não greve, se faz o dia inteiro, se faz apenas meio dia, se faz apenas a algumas actividades com impacto (como refere o aviso do SNESup);
- é legítimo mudar de opinião, é aliás por isso que a lei prevê a existência de piquetes de greve;
- ninguém pode ser obrigado a revelar com antecedência as suas intenções, ninguém fica vinculado à ideia que tinha quando lhe telefonaram.
A nossa ideia é que as actividades do ensino superior não funcionem normalmente no dia 24. Uma greve não é uma votação, nem uma sondagem pelo telefone.
Compreendemos a ansiedade do Senhor Ministro, compreendemos menos a pressa em fazer-lhe as vontades, mas... prognósticos só no fim do jogo, adesões só no final do dia de greve.
Saudações Académicas e Sindicais,
A Direcção do SNESup
23 de Novembro de 2010»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

segunda-feira, novembro 22, 2010

Propinas de mestrado

Notícia SOL
Mestrados em Portugal chegam a passar os 30 mil euros:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=5058
-
Notícia Público
Há mestrados que podem custar mais de 30 mil euros:
http://www.publico.pt/Educa%E7%E3o/ha-mestrados-que-podem-custar-mais-de-30-mil-euros_1467412

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Criar emprego é cada vez mais uma saída para quem sai das universidades"

Notícia Económico
Saiba o que as universidades fazem para apostar no empreendedorismo:
http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-o-que-as-universidades-fazem-para-apostar-no-empreendedorismo_104410.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, novembro 21, 2010

"Reunião do Conselho Geral Aberta ao Público"

"Relembra-se a Comunidade Académica que irá realizar-se, no próximo dia 22 de Novembro (segunda-feira), a Reunião do Conselho Geral da Universidade do Minho Aberta ao Público.
Terá lugar no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Minho, Largo do Paço, em Braga, entre as 9H30 e as 13H00.
A Agenda encontra-se disponível, no Site do Conselho Geral
< http://www.conselhogeral.uminho.pt/ > na caixa dos Destaques.
Convida-se a Comunidade Académica a assistir a esta sessão.
________________________________
Conselho Geral
Universidade do Minho
Tel.: 253 601104
Fax: 253 601119
e-mail: sec@conselhogeral.uminho.pt"

(reprodução integral de mensagem, distribuída universalmente na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência é que aparece identificada)

sábado, novembro 20, 2010

Comunicado do SNESup: "Guia da Greve no Ensino Superior Público"

«Colegas,
Estão publicados no nosso site um "guia da greve no ensino superior público" e o "pré-aviso de greve" emitido pelo SNESup, do qual foi dado conhecimento às instituições de ensino superior público e às respectivas unidades orgânicas.
http://www.snesup.pt/htmls/_dlds/Guia_da_greve_ensino_publico.pdf
http://www.snesup.pt/htmls/_dlds/Pre_Aviso__Greve_Nacional_Ensino_Superior_SNESup.pdf Chamamos a atenção para que o pré-aviso de greve emitido pelo SNESup, visa apenas actividades que exigem presença efectiva nas instituições, devidamente delimitadas:
a) em relação ao pessoal docente: aulas, horários de assistência a alunos, vigilância de provas de avaliação, participação em júris de avaliação do 1º ciclo e reuniões de órgãos ou de serviço;
b) em relação ao pessoal investigador: todas as actividades que impliquem presença no local de trabalho.
O nosso objectivo, como temos vindo a enunciar, é o de afastar qualquer ideia de normalidade de funcionamento do ensino superior no dia 24, que possa ser lida como apatia ou submissão da nossa parte.
As autoridades académicas poderão, se assim o entenderem, controlar, com base nos registos normalmente efectuados, a realização ou não destas actividades.
Em relação aos colegas que não assegurarem estas actividades no dia 24, sem as reagendarem para outros dias ou sem justificarem o facto por outras razões (ex: doença, falta de transportes, etc.) presumirão certamente as autoridades académicas que estão em greve e efectuarão os descontos correspondentes ao horário dessas actividades. O que não podem é perguntar antes / durante / depois do dia 24 aos colegas se irão estar / estão / estiveram em greve.
A greve convocada pelo SNESup não abrange as actividades que normalmente não exigem presença efectiva na instituição, como a preparação de aulas. Por um lado, trata-se de actividades que se, não forem realizadas num determinado dia, o terão, nas nossas específicas condições de trabalho, de ser nos dias seguintes, por outro lado não têm impacto em termos de visibilidade.
Em snesup@snesup.pt estamos à vossa disposição para prestar mais esclarecimentos.
Por favor indiquem-nos o que se vai conhecendo em termos de reacção ao cenário de greve por parte dos dirigentes e dos serviços das vossas instituições.
Saudações Académicas e Sindicais,
A Direcção do SNESup
19 de Novembro de 2010»
*
(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)

sexta-feira, novembro 19, 2010

"A educação no Brasil sofre com deficiências graves e persistentes"

Notícia Geodireito
Recursos Humanos 2: Avanços na educação não corrigem desigualdades, diz Ipea:
http://www.geodireito.com/Conteudo/Geojuridicas.asp?notCodigo=3281&acao=DetalheNoticia
*

quinta-feira, novembro 18, 2010

Fundações: "um debate surrealista"

"Na sessão em que o sr. reitor falou em Guimarães [...] houve um debate surrealista sobre uma figura que ninguém sabe o que é: uma Fundação de direito privado mas que se rege parcialmente por regras do Estado."

Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de 18 de Novembro de 2020, disponível em Prálem d`Azurém)

GREVE GERAL DIA 24

«Caros Colegas:
Na qualidade de delegado sindical, venho dar conhecimento da GREVE GERAL marcada para o dia 24 deste mês.
Depois dos anéis, o governo quer agora levar-nos os dedos.
ESTÁ NA HORA DE DIZER BASTA.
Com os melhores cumprimentos,
António Teixeira
___________________________________
Universidade do Minho
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a origem identificada)

terça-feira, novembro 16, 2010

Movimento sindical: "Em que mês vais trabalhar gratuitamente?"



«Caras(os) colegas,
Junto enviamos mais um cartaz de apelo à Greve Geral de 24 Novembro.
Por favor colabore na sua divulgação.
Saudações académicas,
Pedro Oliveira
Departamento de Ensino Superior do SPN»












(reprodução de mensagem distribuída universalmente na rede da UMinho que me caíu entretanto na caixa de correio electrónico; a origem é a que se identifica)

segunda-feira, novembro 15, 2010

Mudando de assunto: "Trânsito Lento na Segunda Circular"

Trânsito Lento na Segunda Circular

(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010, disponível em Planeamento Territorial)

domingo, novembro 14, 2010

V Seminário - "Exclusão Digital na Sociedade de Informação"

«Nos dias 28 e 29 de Janeiro de 2011 decorrerá na Faculdade de Motricidade Humana o V Seminário - "Exclusão Digital na Sociedade de Informação".

Com este seminário pretende-se promover a discussão e divulgar trabalhos que possam contribuir para o combate à info-exclusão e promover a acessibilidade das TIC. As anteriores edições deste seminário têm juntado cerca de 150 especialistas sendo cerca de metade dos participantes de origem estrangeira com predominância sul-americana.

Desde já vos convido a participar neste seminário e a apresentar comunicações submetendo resumos até ao dia 17 Dezembro de 2010.

Mais informações podem ser obtidas na página do seminário em:

http://www.fmh.utl.pt/semimelisboa

José Alves Diniz

Presidente da Comissão Organizadora do SemimeLisboa 2011».

*

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com a proveniência identificada)

sábado, novembro 13, 2010

sexta-feira, novembro 12, 2010

A UMinho fundação?

"Eu diria que Fundação fazia sentido há uns dois anos atrás quando das eleições para o CG, mas agora não sei, por isso não se percebe porque o reitor não avançou na altura com uma proposta para passagem a regime Fundacional e quer avançar agora!"

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de hoje e intitulada "Porquê agora a decisão de passar a Fundação?" , disponível em Prálem d`Azurém)

quinta-feira, novembro 11, 2010

"Foi você que pediu"...?

Foi você que pediu um contrato de confiança com o ensino superior? Lembra-se?

(título de mensagem, datada de 10 de Novembro de 2010, disponível em Empreender)

Obstacles

"Obstacles are those frightful things you see when you take your eyes off your goal."

Henry Ford

(citação extraída de SBANC Newsletter, November 9, Issue 644 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

quarta-feira, novembro 10, 2010

Preços das refeições e alojamentos dentro das universidades e demagogia

Artigo JN
Alojamento e refeições nas universidades mais barato: http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1706771

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Última hora: a UMinho a ferro e fogo

Sinal dos tempos, a UMinho iniciou a sua jornada de hoje, em Azurém, com um incêndio num dos pavilhões pré-fabricados aí instalados. A circunstância do dito pavilhão, um bocado velhote já, estar instalado ao lado do pré-fabricado do Departamento de Geografia do ICS (que, aliás, tinha alojado nesse espaço o seu laboratório de "física") pode também não ser alheio ao "incidente".
Curiosamente, é desse Departamento que é proveniente o actual presidente do Instituto de Ciências Sociais que, nesta fase, se presume que passe pouco por lá.
Vamos ver se o batalhão de bombeiros que acudiu ao combate ao fogo, aparte debelá-lo, consegue resfriar um pouco o âmbiente que se respira no Campus de Azurém da UMinho, não exclusivamente no Departamento que destaco.
J. Cadima Ribeiro

Revista de imprensa: mais conversa fiada

Notícia Económico
Mariano Gago garante que não há universidades em desequilíbrio financeiro:
http://economico.sapo.pt/noticias/mariano-gago-garante-que-nao-ha-universidades-em-desequilibrio-financeiro_103915.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, novembro 09, 2010

Revista de imprensa: "rankings", outra vez, e conversa de enrolar

Notícia Económico
Universidade do Porto entre as 250 melhores do mundo:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidade-do-porto-entre-as-250-melhores-do-mundo_103844.html
-
Notícia Público
Mariano Gago diz que a redução de cem milhões de euros no Superior tem apenas a ver com salários:
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/mariano-gago-diz-que-a-reducao-de-cem-milhoes-de-euros-no-superior-tem-apenas-a-ver-com-salarios_1465139

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Passatempo (II)

No sítio UM para todos, em entrada de hoje, sob o título ALTERAÇÕES DA POSIÇÃO REMUNERATÓRIA E PRÉMIOS DE DESEMPENHO - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE 2009 - UM, podem consultar-se as listas dos funcionários não docentes e não investigadores a que se aplicam as alterações em título. Dos ficheiros PDF aí constantes, sugiro em particular a consulta daquele que aparece sob a designação de "Opção Gestionária". Entre os nomes contemplados, chamo a atenção para três, de funcionários(as) administrativos(as) da EEG.
Pois bem, não sendo questão de inquirir a que Escola da UMinho pertencem, o desafio que vos lanço hoje é o seguinte: que têm em comum os(as) ditos(as) funcionários(as) que os(as) fez merecer este destaque (substantivo, neste caso)? Mais: acreditam os(as) leitores(as) que esta "distinção" não é fonte de desmotivação para os demais funcionários da Escola, alguns dos quais têm efectivamente uma história de dedicação e de trabalho árduo em favor da Instituição? Quem lhes vai agradecer esse trabalho e essa dedicação?
Depois de mais um dia estafante de trabalho também ele, muitas vezes, pouco reconhecido, pese a componente lúdica do desafio, não me atrevo a confrontá-lo(a) com questões adicionais.
Se não acertar desta vez, não desanime. Prometo trazer-lhe proximamente outros desafios tão ou mais estimulantes que aquele que agora lhe deixo, todos referidos à realidade quotidiana de Escolas/Institutos da UMinho.
J. Cadima Ribeiro

Revista de imprensa: "rankings" de Universidades e negócios da China

Notícia Público
Ranking mundial da publicação científica reflecte atraso português:
http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/ranking-mundial-da-publicacao-cientifica-reflecte-atraso-portugues_1464841
-
Notícia DN
Universidade da Madeira com ligações à China:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1705669&seccao=Madeira

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

ISATT 2011 Conference

«Campus de Gualtar, Braga 4 a 8 de Julho de 2011

O Instituto de Educação da Universidade do Minho recebe, de 4 a 8 de Julho de 2011, o 15º Congresso Internacional da ISATT - International Study Association on Teachers and Teaching (http://www.isatt.org/), subordinado ao tema "Back to the Future: Legacies, Continuities and Changes in Educational Policy, Practice and Research". A organização aceita a submissão de trabalhos até 14 de Janeiro de 2011.
A ISATT é uma associação internacional, fundada em 1983, que reúne membros de instituições de todo o mundo e cujos objectivos principais consistem em promover, analisar e divulgar investigação sobre os professores e o ensino, bem como aprofundar o conhecimento e a prática neste domínio no sentido da melhoria da qualidade da educação. O tema do 15º Congresso Internacional remete para um conjunto de preocupações actuais que as escolas e as universidades enfrentam num mundo em mudança. Dos subtemas em debate no evento destacam-se os seguintes: formação e desenvolvimento profissional de professores, liderança educacional em contexto, comunidades e redes de aprendizagem, o ensino na era digital, desafios no Ensino Superior, investigação, conhecimento e mudança.
Em anexo segue a apresentação e resumo do evento (em inglês), bem como o panfleto e o cartaz.
Mais informações em: http://webs.ie.uminho.pt/isatt2011, http://www.isatt.org/.

Contactos
Instituto de Educação da Universidade do Minho
Prof. Maria Assunção Flores (Chair of the Organizing Committee of ISATT 2011)
Tel.: 253604606
Email: aflores@ie.uminho.pt
Sandra Fernandes (Conference coordinator) - Room 2041
Email
: isatt2011@ie.uminho.pt»

(reprodução do corpo principal de mensagem distribuída universalmente na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

segunda-feira, novembro 08, 2010

Passatempo (I)

As frases que se apresentam de seguida foram escolhidas para serem as que sintetizam as (grandes) "linhas orientadoras" de uma das Escolas/Institutos da Universidade do Minho. Acrescente-se que foram aprovadas sem oposição expressa numa reunião do Conselho (Geral) da Unidade Orgânicia de Ensino e Investigação (UOEI) em causa recentemente realizada. As ditas linhas orientadoras são as seguintes:
i) Desenvolver a identidade da (UOEI);
ii) Promover a Sustentabilidade;
iii) Garantir a estabilidade da sua governação.
Pois bem, o (primeiro) desafio que aqui lhe lanço é, nem mais nem menos, o de adivinhar a que OUEI me estou a referir. Quer fazer a sua aposta?
Se não acertar desta vez, não desanime. Prometo trazer-lhe proximamente outros desafios tão ou mais estimulantes que aquele que agora lhe deixo, todos referidos à realidade quotidiana de Escolas/Institutos da UMinho.
Vai ver que há muito onde se inspirar na Instituição em matéria de cultura organizacional e de promoção de elevados valores em matéria de competências e de cada entidade ou órgão das OUEI, de direitos individuais, transparência de funcionamento, relação pessoal e cortesia institucional. Esteja atento(a) para poder conferir isso mesmo!
.
J. Cadima Ribeiro
Ps: equacionava eu fechar este jornal de parede por falta de assuntos de actualidade e sou logo confrontado com tão preciosas pérolas; isto posto, acredito que fico com matéria para alguns anos mais.

Notícias da UMinho: "radicais livres", uns mais que outros

Cientistas portugueses contrariam tese com mais de 50 anos

(título de mensagem, datada de 5 de Outubro de 2010, disponível em Doctorices)