Artigo Diário As Beiras
É preciso distinguir se fundação é conjuntura ministerial, refere Seabra Santos:
http://www.asbeiras.pt/2011/02/e-preciso-distinguir-se-fundacao-e-conjuntura-ministerial-refere-seabra-santos/
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
domingo, fevereiro 27, 2011
Notícias da UTLisboa, e não só
Fusão de universidades em Lisboa "é inevitável"
(título de mensagem, datada de 26 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 26 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
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Curiosidades,
Notícia,
Reforma da Gestão das Escolas
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Serviço público: "V Encontro de CTDI ´Informação. Economia. Poder`"
«Exm.os Senhores
No dia 14 de Abril, a Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), irá organizar o seu V Encontro de CTDI intitulado “Informação.Economia.Poder”. De acordo com a tradição deste evento, é objectivo da organização dinamizar um fórum de análise e discussão de temas relacionados com a Ciência da Informação.
No actual contexto socioeconómico, a Informação enquanto recurso estratégico tem assumido uma importância fulcral, possibilitando o desenvolvimento de diversos campos de actuação e de reflexão.
O V Encontro de CTDI conta com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, com experiência e conhecimento na análise da informação enquanto recurso estratégico, na relação da informação com o comportamento organizacional e com a informação empresarial.
O Encontro terá lugar no Auditório da ESEIG, em Vila do Conde.
Atendendo à actualidade e pertinência da temática, gostaríamos de contar com a presença de V/ Exs. bem como com a V/ colaboração para a divulgação do evento.
Para informação mais detalhada acerca do V Encontro de CTDI, incluindo o Programa e modalidades de inscrição, pode consultar o sítio do evento em
No dia 14 de Abril, a Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), irá organizar o seu V Encontro de CTDI intitulado “Informação.Economia.Poder”. De acordo com a tradição deste evento, é objectivo da organização dinamizar um fórum de análise e discussão de temas relacionados com a Ciência da Informação.
No actual contexto socioeconómico, a Informação enquanto recurso estratégico tem assumido uma importância fulcral, possibilitando o desenvolvimento de diversos campos de actuação e de reflexão.
O V Encontro de CTDI conta com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, com experiência e conhecimento na análise da informação enquanto recurso estratégico, na relação da informação com o comportamento organizacional e com a informação empresarial.
O Encontro terá lugar no Auditório da ESEIG, em Vila do Conde.
Atendendo à actualidade e pertinência da temática, gostaríamos de contar com a presença de V/ Exs. bem como com a V/ colaboração para a divulgação do evento.
Para informação mais detalhada acerca do V Encontro de CTDI, incluindo o Programa e modalidades de inscrição, pode consultar o sítio do evento em
http://www.eseig.ipp.pt/ctdi2011/ .
Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2011@eseig.ipp.pt.
Gratos pela atenção.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Pel´Organização do V Encontro de CTDI
Susana Martins»
Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2011@eseig.ipp.pt.
Gratos pela atenção.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Pel´Organização do V Encontro de CTDI
Susana Martins»
*
(reprodução do corpo de principal de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)
Do repúdio e do asco (III)
Chamada para a 1ª página de comentário entretanto recebido:
«Joaquim Sá deixou um novo comentário na sua mensagem "Do repúdio e do asco":
Mas por que não se há-de saber qual a universidade, qual a escola, qual o departamento? Porque a vítima sabe (todos sabemos) que teria que pagar um preço acrescido à sua já difícil situação pela denúncia pública. E por seu turno, os prevaricadores têm como certa essa punição acrescida da vítima, logo, contam com o seu silêncio. Dito de outro modo, o risco de um reforçada punição da vítima engendra o sentimento e a efectiva impunidade do agressor. É perverso! E é por isso mesmo que funciona.»
*
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Culturas e Posturas,
UMinho
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
"Mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes"
«Os esquemas propostos de avaliação vão ser, em última análise, mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes e, pelo esforço que exigem, resultarão numa menor disponibilidade para o exercício das funções dos docentes. Mais ainda, não se vislumbra disponibilidade financeira para progressões no futuro próximo, pelo que todo este exercício resultará em cansaço, competição e degradação do ambiente académico, falhando nos seus propósitos de orientação e progressão.»
Departamento de Ensino Superior do SPN
(excerto de mensagem, proveniente do "Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN" - www.spn.pt/superior - que me caiu em 21 de Fevereiro de 2011 na caixa de correio electrónico)
Departamento de Ensino Superior do SPN
(excerto de mensagem, proveniente do "Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN" - www.spn.pt/superior - que me caiu em 21 de Fevereiro de 2011 na caixa de correio electrónico)
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Acção Sindical,
Reforma da Administração Pública
terça-feira, fevereiro 22, 2011
A UMinho fundação? "Apenas 62 (4.94%) emitem opinião favorável"
Concluída a 1ª Fase do Inquérito
(título de mensagem, datada de 22 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 22 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
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Curiosidades,
Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
"Redução no financiamento público"
Artigo Diário IOL
Universidades europeias - mais alunos, menos dinheiro:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1234730&div_id=4071
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Universidades europeias - mais alunos, menos dinheiro:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1234730&div_id=4071
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Notícias,
Reforma da Gestão das Escolas
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
“The leadership of schools in three regions in Portugal based on the findings of external evaluation”
“School leadership has significant effects on the learning, development and academic success of the pupils and on the quality of educational organisations, so, to a large extent, the effectiveness of the school depends upon the way in which leadership is carried out. It is on this basis that we undertook our study which led in this article. In it we sought to characterise the leadership of schools and school clusters in the regions of the Algarve, Alentejo and Lisbon and Tagus Valley, globally and specifically, based on the analysis of the content of external evaluation reports produced by teams from the General Inspectorate of Education during the 2006/2007, 2007/2008 and 2008/2009 academic years. This analysis was carried out as part of the research project FSE/CED/83489/2008 under the responsibility of the Centre for Sociology Research and Studies from the Lisbon University Institute, the University of the Algarve and the Barafunda Association, and we were part of the respective research team. By analysing the data we have been able to establish a joint and per region “profile” of the leaderships in the schools and school clusters that were evaluated, although we consider that their results cannot be extrapolated, given he imits in the wording of the valuation reports and the fact at these reports were produced by different teams from egion to region and even within the regions themselves.”
Quintas, Helena (University of Algarve)
Gonçalves, José Alberto (University of Algarve)
Date: 2010-12-30
Keywords: external evaluation of schools; external evaluation reports of schools; leadership of schools; exercising of leadership in schools
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ris:cieodp:2010_011&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Quintas, Helena (University of Algarve)
Gonçalves, José Alberto (University of Algarve)
Date: 2010-12-30
Keywords: external evaluation of schools; external evaluation reports of schools; leadership of schools; exercising of leadership in schools
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ris:cieodp:2010_011&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
domingo, fevereiro 20, 2011
Do repúdio e do asco (II)
«[...]
Obrigada pelas tuas palavras. Já terás reparado que sou uma mulher de luta. Por isso, e atendendo a que ontem me senti mesmo muito mal, decidi hoje que vou recuperar e que não vou abdicar dos meus direitos. Levarei o caso até ao fim. O que me estão a fazer é desumano e nem sequer discutiram a hipótese de me reduzir a carga horária. Levavam tudo preparado. O [...] ainda disse que havia desigualdade em termos de carga.
[...]
Obrigada por existires. Na quarta disse ao [...] que te admirava, pois eras um homem de valores. Ele riu-se e disse que era verdade. A [...] também foi muito importante para mim esta semana. Por favor, transmite-lhe isso.
[...]»
(reprodução parcial de mensagem reenviada, dando notícia do encaminhamento do assunto invocado no título)
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sábado, fevereiro 19, 2011
"De Outubro de 2010 a Janeiro de 2011, já desistiram do Ensino Superior mais alunos do que durante todo o ano passado"
Quais serão as verdadeiras causas?
(título de mensagem, datada de 18 de Fevereiro de 2011, disponível em Empreender)
(título de mensagem, datada de 18 de Fevereiro de 2011, disponível em Empreender)
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UMinho
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
"Soluções tecnológicas inovadoras e de baixo custo"
Notícia CiênciaPT.net
Coimbra lidera investigação de desenvolvimento de tecnologias para a saúde:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102910&Itemid=337
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Coimbra lidera investigação de desenvolvimento de tecnologias para a saúde:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102910&Itemid=337
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Investigação,
Notícia
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Do repúdio e do asco
Por mais que nos custe, as organizações têm muitas vezes dimensões do seu funcionamento que são profundamente mesquinhas, rançosas, desumanas, inconfessáveis. Infelizmente, por mais que nos custe admiti-lo, mesmo em expressão da nobreza da sua missão e da formação (que devia ser académica, cívica e ética) dos seus agentes ou, pelo menos, da maioria deles, isso também acontece nas universidades.
A mensagem que reproduzo abaixo, no que diz e no que não diz, é expressão de desespero, de revolta contra injustiças várias e contra a desumanidade que vai grassando nalgumas instâncias de “poder” dentro da organização “interpelada” e é um apelo directo a alguém externo para que ajude a que se faça justiça e se respeitem direitos que a organização devia cuidar sem precisar que lhe chamassem a atenção para eles ou a chamassem à razão, por diferentes vias. Reproduz-se parcialmente a dita mensagem, para não ser mais chocante:
“Exmos. Senhores
Instituto Nacional de […]
Sou professora na […] e tive uma doença grave há dois anos atrás de que não me libertei ainda definitivamente. Cumpri integralmente a minha carga horária até ao momento, tendo optado por não dar a informação no local de trabalho sobre a minha doença, apesar dos tratamentos diários que fiz na altura.
No entanto, no ano passado sobrecarregaram-me ainda mais em termos lectivos (a lei prevê que seja de 6 a 9 horas lectivas o serviço semanal, devido às restantes tarefas que temos, nomeadamente, a investigação). No ano passado tive 12,15 horas de aulas semanais (sendo a mais sobrecarregada em termos lectivos do meu departamento) e este ano continuo a ser uma das mais sobrecarregadas.
Há dois meses atrás e visto que a entidade patronal não me respondia de forma satisfatória ao pedido que fiz no ano passado (por volta de Abril) de redução de carga horária (acomodando-a ao estabelecido na lei), optei por dar conhecimento da minha situação de saúde, pedindo que me fosse reduzida a carga horária por questões de saúde, ainda que tenha esse direito sem estar doente. Neste momento, e visto que não me resolvem o problema, apesar de ter juntado parecer clínico do […] do Porto e carta da minha Médica de Família, que menciona que "Atendendo à evolução clínica da doença […] de que sofre não deverá exceder a carga horária laboral prevista na lei, podendo inclusivamente necessitar de maior redução sempre que clinicamente se justificar", gostaria de saber o que posso fazer para que me reduzam a carga horária.
Junto envio a carta que enviei ao senhor reitor e a resposta dada pelo mesmo e o que decidiram […] em reunião do meu departamento. Neste último caso, nem sequer equacionaram a possibilidade de me reduzirem a carga horária.
O segundo semestre lectivo começa na próxima segunda-feira e não sei o que fazer.
Aguardando uma resposta o mais breve possível, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. […].”
Mesmo não se conhecendo a pessoa em causa (e numa organização como uma universidade de dimensão média (à escala portuguesa) não haverá ninguém que conheça, trespassa na mensagem a angústia, a desesperança, a impotência de quem a escreveu. Se ao texto adicionarmos os relatórios médicos, ficam claros os princípios e a postura que regem quem “conduziu” e fez arrastar no tempo a adequada consideração deste assunto.
Neste caso, é um departamento e uma escola/instituto que são interpelados em primeiro lugar mas, bem vistas as coisas, quem acaba por ser interpelado é a universidade em causa no seu todo, que permite e que contemporiza com estas injustiças e estes actos que, como sublinhei, são publicamente inconfessáveis. É assim tanto mais que se percebe que interpelado o reitor da dita universidade, este se limitou a assobiar para o lado.
Não vos falo das palavras mansas que se escutam quotidianamente das bocas dos intérpretes destas acções. Não vos falo dos valores que dizem defender e que não se coíbem de ir para a praça pública enunciar. Deixo-vos apenas o meu protesto “público” e a veemência do meu repúdio.
Não é caso único (na sua natureza). Não é só da escola/instituto da universidade que aqui invoco que vêm esta mesquinhez e esta desconsideração pela saúde e pelas pessoas. A minha revolta e o meu repúdio não são menores, por isso. Pelo contrário, são ainda muito maiores.
J. Cadima Ribeiro
A mensagem que reproduzo abaixo, no que diz e no que não diz, é expressão de desespero, de revolta contra injustiças várias e contra a desumanidade que vai grassando nalgumas instâncias de “poder” dentro da organização “interpelada” e é um apelo directo a alguém externo para que ajude a que se faça justiça e se respeitem direitos que a organização devia cuidar sem precisar que lhe chamassem a atenção para eles ou a chamassem à razão, por diferentes vias. Reproduz-se parcialmente a dita mensagem, para não ser mais chocante:
“Exmos. Senhores
Instituto Nacional de […]
Sou professora na […] e tive uma doença grave há dois anos atrás de que não me libertei ainda definitivamente. Cumpri integralmente a minha carga horária até ao momento, tendo optado por não dar a informação no local de trabalho sobre a minha doença, apesar dos tratamentos diários que fiz na altura.
No entanto, no ano passado sobrecarregaram-me ainda mais em termos lectivos (a lei prevê que seja de 6 a 9 horas lectivas o serviço semanal, devido às restantes tarefas que temos, nomeadamente, a investigação). No ano passado tive 12,15 horas de aulas semanais (sendo a mais sobrecarregada em termos lectivos do meu departamento) e este ano continuo a ser uma das mais sobrecarregadas.
Há dois meses atrás e visto que a entidade patronal não me respondia de forma satisfatória ao pedido que fiz no ano passado (por volta de Abril) de redução de carga horária (acomodando-a ao estabelecido na lei), optei por dar conhecimento da minha situação de saúde, pedindo que me fosse reduzida a carga horária por questões de saúde, ainda que tenha esse direito sem estar doente. Neste momento, e visto que não me resolvem o problema, apesar de ter juntado parecer clínico do […] do Porto e carta da minha Médica de Família, que menciona que "Atendendo à evolução clínica da doença […] de que sofre não deverá exceder a carga horária laboral prevista na lei, podendo inclusivamente necessitar de maior redução sempre que clinicamente se justificar", gostaria de saber o que posso fazer para que me reduzam a carga horária.
Junto envio a carta que enviei ao senhor reitor e a resposta dada pelo mesmo e o que decidiram […] em reunião do meu departamento. Neste último caso, nem sequer equacionaram a possibilidade de me reduzirem a carga horária.
O segundo semestre lectivo começa na próxima segunda-feira e não sei o que fazer.
Aguardando uma resposta o mais breve possível, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. […].”
Mesmo não se conhecendo a pessoa em causa (e numa organização como uma universidade de dimensão média (à escala portuguesa) não haverá ninguém que conheça, trespassa na mensagem a angústia, a desesperança, a impotência de quem a escreveu. Se ao texto adicionarmos os relatórios médicos, ficam claros os princípios e a postura que regem quem “conduziu” e fez arrastar no tempo a adequada consideração deste assunto.
Neste caso, é um departamento e uma escola/instituto que são interpelados em primeiro lugar mas, bem vistas as coisas, quem acaba por ser interpelado é a universidade em causa no seu todo, que permite e que contemporiza com estas injustiças e estes actos que, como sublinhei, são publicamente inconfessáveis. É assim tanto mais que se percebe que interpelado o reitor da dita universidade, este se limitou a assobiar para o lado.
Não vos falo das palavras mansas que se escutam quotidianamente das bocas dos intérpretes destas acções. Não vos falo dos valores que dizem defender e que não se coíbem de ir para a praça pública enunciar. Deixo-vos apenas o meu protesto “público” e a veemência do meu repúdio.
Não é caso único (na sua natureza). Não é só da escola/instituto da universidade que aqui invoco que vêm esta mesquinhez e esta desconsideração pela saúde e pelas pessoas. A minha revolta e o meu repúdio não são menores, por isso. Pelo contrário, são ainda muito maiores.
J. Cadima Ribeiro
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Culturas e Posturas,
UMinho
An idea whose time has come
"An invasion of armies can be resisted, but not an idea whose time has come."
Victor Hugo
(citação extraída de SBANC Newsletter, February 15, Issue 655 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, fevereiro 15, 2011
Notícias da UCoimbra: eleito novo reitor
"Habemus Rector!"
(título de mensagem, datada de 14 de Fevereiro de 2011, disponível em Que Universidade?)
(título de mensagem, datada de 14 de Fevereiro de 2011, disponível em Que Universidade?)
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
"OS CET e a Missão da Universidade"
Artigo DN
OS CET e a Missão da Universidade:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/249813-os-cet-e-a-missao-da-universidade
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
OS CET e a Missão da Universidade:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/249813-os-cet-e-a-missao-da-universidade
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Fórum,
Investimento em Capital Humano
"Abre-se ao CG um caminho: promover uma consulta geral e democrática à Academia"
"Regime Fundacional"
(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
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Reforma da Gestão das Escolas,
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sábado, fevereiro 12, 2011
"O ensino superior deveria ser pago por quem pode, para se poder apoiar os mais carenciados"
Artigo Económico
“A gratuitidade é a grande responsável pelo insucesso no ensino superior”:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-gratuitidade-e-a-grande-responsavel-pelo-insucesso-no-ensino-superior_110549.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
“A gratuitidade é a grande responsável pelo insucesso no ensino superior”:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-gratuitidade-e-a-grande-responsavel-pelo-insucesso-no-ensino-superior_110549.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
"É frequente ver um professor preocupado porque não cumpriu o despacho reitoral não sei quantos ( de tantos que são)"
O elogio dos funcionários (trabalhadores da Administração Pública)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para todos)
"Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho"
Notícia Correio do Minho
Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=43011
*
Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=43011
*
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