Artigo Diário As Beiras
É preciso distinguir se fundação é conjuntura ministerial, refere Seabra Santos:
http://www.asbeiras.pt/2011/02/e-preciso-distinguir-se-fundacao-e-conjuntura-ministerial-refere-seabra-santos/
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
domingo, fevereiro 27, 2011
Notícias da UTLisboa, e não só
Fusão de universidades em Lisboa "é inevitável"
(título de mensagem, datada de 26 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 26 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
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Reforma da Gestão das Escolas
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Serviço público: "V Encontro de CTDI ´Informação. Economia. Poder`"
«Exm.os Senhores
No dia 14 de Abril, a Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), irá organizar o seu V Encontro de CTDI intitulado “Informação.Economia.Poder”. De acordo com a tradição deste evento, é objectivo da organização dinamizar um fórum de análise e discussão de temas relacionados com a Ciência da Informação.
No actual contexto socioeconómico, a Informação enquanto recurso estratégico tem assumido uma importância fulcral, possibilitando o desenvolvimento de diversos campos de actuação e de reflexão.
O V Encontro de CTDI conta com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, com experiência e conhecimento na análise da informação enquanto recurso estratégico, na relação da informação com o comportamento organizacional e com a informação empresarial.
O Encontro terá lugar no Auditório da ESEIG, em Vila do Conde.
Atendendo à actualidade e pertinência da temática, gostaríamos de contar com a presença de V/ Exs. bem como com a V/ colaboração para a divulgação do evento.
Para informação mais detalhada acerca do V Encontro de CTDI, incluindo o Programa e modalidades de inscrição, pode consultar o sítio do evento em
No dia 14 de Abril, a Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), irá organizar o seu V Encontro de CTDI intitulado “Informação.Economia.Poder”. De acordo com a tradição deste evento, é objectivo da organização dinamizar um fórum de análise e discussão de temas relacionados com a Ciência da Informação.
No actual contexto socioeconómico, a Informação enquanto recurso estratégico tem assumido uma importância fulcral, possibilitando o desenvolvimento de diversos campos de actuação e de reflexão.
O V Encontro de CTDI conta com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, com experiência e conhecimento na análise da informação enquanto recurso estratégico, na relação da informação com o comportamento organizacional e com a informação empresarial.
O Encontro terá lugar no Auditório da ESEIG, em Vila do Conde.
Atendendo à actualidade e pertinência da temática, gostaríamos de contar com a presença de V/ Exs. bem como com a V/ colaboração para a divulgação do evento.
Para informação mais detalhada acerca do V Encontro de CTDI, incluindo o Programa e modalidades de inscrição, pode consultar o sítio do evento em
http://www.eseig.ipp.pt/ctdi2011/ .
Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2011@eseig.ipp.pt.
Gratos pela atenção.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Pel´Organização do V Encontro de CTDI
Susana Martins»
Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2011@eseig.ipp.pt.
Gratos pela atenção.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Pel´Organização do V Encontro de CTDI
Susana Martins»
*
(reprodução do corpo de principal de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)
Do repúdio e do asco (III)
Chamada para a 1ª página de comentário entretanto recebido:
«Joaquim Sá deixou um novo comentário na sua mensagem "Do repúdio e do asco":
Mas por que não se há-de saber qual a universidade, qual a escola, qual o departamento? Porque a vítima sabe (todos sabemos) que teria que pagar um preço acrescido à sua já difícil situação pela denúncia pública. E por seu turno, os prevaricadores têm como certa essa punição acrescida da vítima, logo, contam com o seu silêncio. Dito de outro modo, o risco de um reforçada punição da vítima engendra o sentimento e a efectiva impunidade do agressor. É perverso! E é por isso mesmo que funciona.»
*
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Culturas e Posturas,
UMinho
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
"Mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes"
«Os esquemas propostos de avaliação vão ser, em última análise, mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes e, pelo esforço que exigem, resultarão numa menor disponibilidade para o exercício das funções dos docentes. Mais ainda, não se vislumbra disponibilidade financeira para progressões no futuro próximo, pelo que todo este exercício resultará em cansaço, competição e degradação do ambiente académico, falhando nos seus propósitos de orientação e progressão.»
Departamento de Ensino Superior do SPN
(excerto de mensagem, proveniente do "Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN" - www.spn.pt/superior - que me caiu em 21 de Fevereiro de 2011 na caixa de correio electrónico)
Departamento de Ensino Superior do SPN
(excerto de mensagem, proveniente do "Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN" - www.spn.pt/superior - que me caiu em 21 de Fevereiro de 2011 na caixa de correio electrónico)
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Acção Sindical,
Reforma da Administração Pública
terça-feira, fevereiro 22, 2011
A UMinho fundação? "Apenas 62 (4.94%) emitem opinião favorável"
Concluída a 1ª Fase do Inquérito
(título de mensagem, datada de 22 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 22 de Fevereiro de 2011, disponível em UM para todos)
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Curiosidades,
Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
"Redução no financiamento público"
Artigo Diário IOL
Universidades europeias - mais alunos, menos dinheiro:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1234730&div_id=4071
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Universidades europeias - mais alunos, menos dinheiro:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1234730&div_id=4071
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Notícias,
Reforma da Gestão das Escolas
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
“The leadership of schools in three regions in Portugal based on the findings of external evaluation”
“School leadership has significant effects on the learning, development and academic success of the pupils and on the quality of educational organisations, so, to a large extent, the effectiveness of the school depends upon the way in which leadership is carried out. It is on this basis that we undertook our study which led in this article. In it we sought to characterise the leadership of schools and school clusters in the regions of the Algarve, Alentejo and Lisbon and Tagus Valley, globally and specifically, based on the analysis of the content of external evaluation reports produced by teams from the General Inspectorate of Education during the 2006/2007, 2007/2008 and 2008/2009 academic years. This analysis was carried out as part of the research project FSE/CED/83489/2008 under the responsibility of the Centre for Sociology Research and Studies from the Lisbon University Institute, the University of the Algarve and the Barafunda Association, and we were part of the respective research team. By analysing the data we have been able to establish a joint and per region “profile” of the leaderships in the schools and school clusters that were evaluated, although we consider that their results cannot be extrapolated, given he imits in the wording of the valuation reports and the fact at these reports were produced by different teams from egion to region and even within the regions themselves.”
Quintas, Helena (University of Algarve)
Gonçalves, José Alberto (University of Algarve)
Date: 2010-12-30
Keywords: external evaluation of schools; external evaluation reports of schools; leadership of schools; exercising of leadership in schools
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ris:cieodp:2010_011&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Quintas, Helena (University of Algarve)
Gonçalves, José Alberto (University of Algarve)
Date: 2010-12-30
Keywords: external evaluation of schools; external evaluation reports of schools; leadership of schools; exercising of leadership in schools
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ris:cieodp:2010_011&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
domingo, fevereiro 20, 2011
Do repúdio e do asco (II)
«[...]
Obrigada pelas tuas palavras. Já terás reparado que sou uma mulher de luta. Por isso, e atendendo a que ontem me senti mesmo muito mal, decidi hoje que vou recuperar e que não vou abdicar dos meus direitos. Levarei o caso até ao fim. O que me estão a fazer é desumano e nem sequer discutiram a hipótese de me reduzir a carga horária. Levavam tudo preparado. O [...] ainda disse que havia desigualdade em termos de carga.
[...]
Obrigada por existires. Na quarta disse ao [...] que te admirava, pois eras um homem de valores. Ele riu-se e disse que era verdade. A [...] também foi muito importante para mim esta semana. Por favor, transmite-lhe isso.
[...]»
(reprodução parcial de mensagem reenviada, dando notícia do encaminhamento do assunto invocado no título)
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sábado, fevereiro 19, 2011
"De Outubro de 2010 a Janeiro de 2011, já desistiram do Ensino Superior mais alunos do que durante todo o ano passado"
Quais serão as verdadeiras causas?
(título de mensagem, datada de 18 de Fevereiro de 2011, disponível em Empreender)
(título de mensagem, datada de 18 de Fevereiro de 2011, disponível em Empreender)
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sexta-feira, fevereiro 18, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
"Soluções tecnológicas inovadoras e de baixo custo"
Notícia CiênciaPT.net
Coimbra lidera investigação de desenvolvimento de tecnologias para a saúde:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102910&Itemid=337
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Coimbra lidera investigação de desenvolvimento de tecnologias para a saúde:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102910&Itemid=337
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Do repúdio e do asco
Por mais que nos custe, as organizações têm muitas vezes dimensões do seu funcionamento que são profundamente mesquinhas, rançosas, desumanas, inconfessáveis. Infelizmente, por mais que nos custe admiti-lo, mesmo em expressão da nobreza da sua missão e da formação (que devia ser académica, cívica e ética) dos seus agentes ou, pelo menos, da maioria deles, isso também acontece nas universidades.
A mensagem que reproduzo abaixo, no que diz e no que não diz, é expressão de desespero, de revolta contra injustiças várias e contra a desumanidade que vai grassando nalgumas instâncias de “poder” dentro da organização “interpelada” e é um apelo directo a alguém externo para que ajude a que se faça justiça e se respeitem direitos que a organização devia cuidar sem precisar que lhe chamassem a atenção para eles ou a chamassem à razão, por diferentes vias. Reproduz-se parcialmente a dita mensagem, para não ser mais chocante:
“Exmos. Senhores
Instituto Nacional de […]
Sou professora na […] e tive uma doença grave há dois anos atrás de que não me libertei ainda definitivamente. Cumpri integralmente a minha carga horária até ao momento, tendo optado por não dar a informação no local de trabalho sobre a minha doença, apesar dos tratamentos diários que fiz na altura.
No entanto, no ano passado sobrecarregaram-me ainda mais em termos lectivos (a lei prevê que seja de 6 a 9 horas lectivas o serviço semanal, devido às restantes tarefas que temos, nomeadamente, a investigação). No ano passado tive 12,15 horas de aulas semanais (sendo a mais sobrecarregada em termos lectivos do meu departamento) e este ano continuo a ser uma das mais sobrecarregadas.
Há dois meses atrás e visto que a entidade patronal não me respondia de forma satisfatória ao pedido que fiz no ano passado (por volta de Abril) de redução de carga horária (acomodando-a ao estabelecido na lei), optei por dar conhecimento da minha situação de saúde, pedindo que me fosse reduzida a carga horária por questões de saúde, ainda que tenha esse direito sem estar doente. Neste momento, e visto que não me resolvem o problema, apesar de ter juntado parecer clínico do […] do Porto e carta da minha Médica de Família, que menciona que "Atendendo à evolução clínica da doença […] de que sofre não deverá exceder a carga horária laboral prevista na lei, podendo inclusivamente necessitar de maior redução sempre que clinicamente se justificar", gostaria de saber o que posso fazer para que me reduzam a carga horária.
Junto envio a carta que enviei ao senhor reitor e a resposta dada pelo mesmo e o que decidiram […] em reunião do meu departamento. Neste último caso, nem sequer equacionaram a possibilidade de me reduzirem a carga horária.
O segundo semestre lectivo começa na próxima segunda-feira e não sei o que fazer.
Aguardando uma resposta o mais breve possível, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. […].”
Mesmo não se conhecendo a pessoa em causa (e numa organização como uma universidade de dimensão média (à escala portuguesa) não haverá ninguém que conheça, trespassa na mensagem a angústia, a desesperança, a impotência de quem a escreveu. Se ao texto adicionarmos os relatórios médicos, ficam claros os princípios e a postura que regem quem “conduziu” e fez arrastar no tempo a adequada consideração deste assunto.
Neste caso, é um departamento e uma escola/instituto que são interpelados em primeiro lugar mas, bem vistas as coisas, quem acaba por ser interpelado é a universidade em causa no seu todo, que permite e que contemporiza com estas injustiças e estes actos que, como sublinhei, são publicamente inconfessáveis. É assim tanto mais que se percebe que interpelado o reitor da dita universidade, este se limitou a assobiar para o lado.
Não vos falo das palavras mansas que se escutam quotidianamente das bocas dos intérpretes destas acções. Não vos falo dos valores que dizem defender e que não se coíbem de ir para a praça pública enunciar. Deixo-vos apenas o meu protesto “público” e a veemência do meu repúdio.
Não é caso único (na sua natureza). Não é só da escola/instituto da universidade que aqui invoco que vêm esta mesquinhez e esta desconsideração pela saúde e pelas pessoas. A minha revolta e o meu repúdio não são menores, por isso. Pelo contrário, são ainda muito maiores.
J. Cadima Ribeiro
A mensagem que reproduzo abaixo, no que diz e no que não diz, é expressão de desespero, de revolta contra injustiças várias e contra a desumanidade que vai grassando nalgumas instâncias de “poder” dentro da organização “interpelada” e é um apelo directo a alguém externo para que ajude a que se faça justiça e se respeitem direitos que a organização devia cuidar sem precisar que lhe chamassem a atenção para eles ou a chamassem à razão, por diferentes vias. Reproduz-se parcialmente a dita mensagem, para não ser mais chocante:
“Exmos. Senhores
Instituto Nacional de […]
Sou professora na […] e tive uma doença grave há dois anos atrás de que não me libertei ainda definitivamente. Cumpri integralmente a minha carga horária até ao momento, tendo optado por não dar a informação no local de trabalho sobre a minha doença, apesar dos tratamentos diários que fiz na altura.
No entanto, no ano passado sobrecarregaram-me ainda mais em termos lectivos (a lei prevê que seja de 6 a 9 horas lectivas o serviço semanal, devido às restantes tarefas que temos, nomeadamente, a investigação). No ano passado tive 12,15 horas de aulas semanais (sendo a mais sobrecarregada em termos lectivos do meu departamento) e este ano continuo a ser uma das mais sobrecarregadas.
Há dois meses atrás e visto que a entidade patronal não me respondia de forma satisfatória ao pedido que fiz no ano passado (por volta de Abril) de redução de carga horária (acomodando-a ao estabelecido na lei), optei por dar conhecimento da minha situação de saúde, pedindo que me fosse reduzida a carga horária por questões de saúde, ainda que tenha esse direito sem estar doente. Neste momento, e visto que não me resolvem o problema, apesar de ter juntado parecer clínico do […] do Porto e carta da minha Médica de Família, que menciona que "Atendendo à evolução clínica da doença […] de que sofre não deverá exceder a carga horária laboral prevista na lei, podendo inclusivamente necessitar de maior redução sempre que clinicamente se justificar", gostaria de saber o que posso fazer para que me reduzam a carga horária.
Junto envio a carta que enviei ao senhor reitor e a resposta dada pelo mesmo e o que decidiram […] em reunião do meu departamento. Neste último caso, nem sequer equacionaram a possibilidade de me reduzirem a carga horária.
O segundo semestre lectivo começa na próxima segunda-feira e não sei o que fazer.
Aguardando uma resposta o mais breve possível, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. […].”
Mesmo não se conhecendo a pessoa em causa (e numa organização como uma universidade de dimensão média (à escala portuguesa) não haverá ninguém que conheça, trespassa na mensagem a angústia, a desesperança, a impotência de quem a escreveu. Se ao texto adicionarmos os relatórios médicos, ficam claros os princípios e a postura que regem quem “conduziu” e fez arrastar no tempo a adequada consideração deste assunto.
Neste caso, é um departamento e uma escola/instituto que são interpelados em primeiro lugar mas, bem vistas as coisas, quem acaba por ser interpelado é a universidade em causa no seu todo, que permite e que contemporiza com estas injustiças e estes actos que, como sublinhei, são publicamente inconfessáveis. É assim tanto mais que se percebe que interpelado o reitor da dita universidade, este se limitou a assobiar para o lado.
Não vos falo das palavras mansas que se escutam quotidianamente das bocas dos intérpretes destas acções. Não vos falo dos valores que dizem defender e que não se coíbem de ir para a praça pública enunciar. Deixo-vos apenas o meu protesto “público” e a veemência do meu repúdio.
Não é caso único (na sua natureza). Não é só da escola/instituto da universidade que aqui invoco que vêm esta mesquinhez e esta desconsideração pela saúde e pelas pessoas. A minha revolta e o meu repúdio não são menores, por isso. Pelo contrário, são ainda muito maiores.
J. Cadima Ribeiro
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UMinho
An idea whose time has come
"An invasion of armies can be resisted, but not an idea whose time has come."
Victor Hugo
(citação extraída de SBANC Newsletter, February 15, Issue 655 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, fevereiro 15, 2011
Notícias da UCoimbra: eleito novo reitor
"Habemus Rector!"
(título de mensagem, datada de 14 de Fevereiro de 2011, disponível em Que Universidade?)
(título de mensagem, datada de 14 de Fevereiro de 2011, disponível em Que Universidade?)
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
"OS CET e a Missão da Universidade"
Artigo DN
OS CET e a Missão da Universidade:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/249813-os-cet-e-a-missao-da-universidade
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
OS CET e a Missão da Universidade:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/249813-os-cet-e-a-missao-da-universidade
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Investimento em Capital Humano
"Abre-se ao CG um caminho: promover uma consulta geral e democrática à Academia"
"Regime Fundacional"
(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
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sábado, fevereiro 12, 2011
"O ensino superior deveria ser pago por quem pode, para se poder apoiar os mais carenciados"
Artigo Económico
“A gratuitidade é a grande responsável pelo insucesso no ensino superior”:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-gratuitidade-e-a-grande-responsavel-pelo-insucesso-no-ensino-superior_110549.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
“A gratuitidade é a grande responsável pelo insucesso no ensino superior”:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-gratuitidade-e-a-grande-responsavel-pelo-insucesso-no-ensino-superior_110549.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
"É frequente ver um professor preocupado porque não cumpriu o despacho reitoral não sei quantos ( de tantos que são)"
O elogio dos funcionários (trabalhadores da Administração Pública)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UM para todos)
"Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho"
Notícia Correio do Minho
Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=43011
*
Tribunal suspende cortes salariais indiscriminados a docentes da UMinho:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=43011
*
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UMinho
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Contar artigos publicados? "Nunca fizemos isso"!
"Nos Estudos Unidos da América, nunca fizemos isso! (quer dizer, "andar a contar artigos").
Alberto Amaral
[afirmações produzidas no contexto de sessão de debate da proposta do reitor de transformação da UMinho numa fundação, da iniciativa do CG, que hoje decorreu no campus de Gualtar (invocando declaração recente de um seu interlocutor americano)]
Alberto Amaral
[afirmações produzidas no contexto de sessão de debate da proposta do reitor de transformação da UMinho numa fundação, da iniciativa do CG, que hoje decorreu no campus de Gualtar (invocando declaração recente de um seu interlocutor americano)]
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"WHAT'S AN ECONOMICS SEMINAR WORTH?"
«Um paper muito interessante para quem apresenta e/ou organiza seminários (publicado no Journal of Economic Surveys):
WHAT'S AN ECONOMICS SEMINAR WORTH? INFORMATION AUTHORS AND ORGANIZERS SHOULD
KNOW
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1467-6419.2010.00629.x/full»
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, encaminhada por JCS)
WHAT'S AN ECONOMICS SEMINAR WORTH? INFORMATION AUTHORS AND ORGANIZERS SHOULD
KNOW
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1467-6419.2010.00629.x/full»
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, encaminhada por JCS)
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
To refresh the eye
"To look backward for a while is to refresh the eye, to restore it, and to render it the more fit for its prime function of looking forward."
Margaret Fairless Barber
*
(citação extraída de SBANC Newsletter, February 8, Issue 654 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)
"Software libre gaña terreo na formación"
Notícia Galicia Hoxe
O software libre gaña terreo na formación:
http://www.galiciahoxe.com/en-rede/gh/o-software-libre-gana-terreo-na-formacion/idEdicion-2011-02-09/idNoticia-638246/
O software libre gaña terreo na formación:
http://www.galiciahoxe.com/en-rede/gh/o-software-libre-gana-terreo-na-formacion/idEdicion-2011-02-09/idNoticia-638246/
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terça-feira, fevereiro 08, 2011
A UMinho fundação? Breve nota sobre o estado do debate
Entenda-se que não foi perfilhada a perspectiva de solicitar formalmente às Escolas/Institutos (ou aos seus presidentes) que, por via de qualquer instância da unidade orgânica, se pronunciassem a favor ou contra a eventual transformação do estatuto jurídico da universidade, quer para não abrir espaço para uma “guerra” entre Escolas a propósito desta matéria, quer para não dar espaço a “exercícios de malabarismo” por parte de algum seu dirigente “mais empenhado”.
.
J. Cadima Ribeiro
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domingo, fevereiro 06, 2011
A abordagem positiva...
«A abordagem positiva é, definitivamente, melhor estratégia para "vender" ideias do que um bordão»
MJMatos
(excerto de mensagem, datada de 6 de Fevereiro de 2011, intitulada "Learning 2.0", disponível em Que Universidade?)
MJMatos
(excerto de mensagem, datada de 6 de Fevereiro de 2011, intitulada "Learning 2.0", disponível em Que Universidade?)
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sábado, fevereiro 05, 2011
'Cidades pela Retoma'
«Num país com uma frágil tradição de participação cívica um grupo de cidadãos tem vindo a construir o projecto 'Cidades pela Retoma', um esforço colectivo para pensar o futuro das cidades em tempos de crise.
No final da primeira etapa (seis meses de trabalho) o projecto começa finalmente a ganhar forma. Resultado disso são as conversas na TSF (com Ricardo Oliveira Duarte e Fernando Alves, no programa 'A semana passada') e com Ana Neves (KMOL) e Helena Oliveira (VER).
- 'Um exemplo de gestão de conhecimento territorial' (entrevista ao site KMOL http://kmol.online.pt/) 4 FEV
http://kmol.online.pt/artigos/2011/02/04/cidades-pela-retoma
- 'Cidades' no programa 'A semana passada' (Fernando Alves e Ricardo Oliveira Duarte - TSF) sábado 5 Fev entre as 11h00 e as 12h00
No final da primeira etapa (seis meses de trabalho) o projecto começa finalmente a ganhar forma. Resultado disso são as conversas na TSF (com Ricardo Oliveira Duarte e Fernando Alves, no programa 'A semana passada') e com Ana Neves (KMOL) e Helena Oliveira (VER).
- 'Um exemplo de gestão de conhecimento territorial' (entrevista ao site KMOL http://kmol.online.pt/) 4 FEV
http://kmol.online.pt/artigos/2011/02/04/cidades-pela-retoma
- 'Cidades' no programa 'A semana passada' (Fernando Alves e Ricardo Oliveira Duarte - TSF) sábado 5 Fev entre as 11h00 e as 12h00
(http://www.tsf.pt/programas/programa.aspx?content_id=918294) 5 FEV com a participação de Miguel Barbot (http://1penoporto.wordpress.com/ e http://www.acdporto.org/) e Carlos Romão (http://cidadesurpreendente.blogspot.com/)
- Um desafio colaborativo em momento de crise (artigo no SITE http://www.ver.pt/) 2 FEV
- http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1129&a=Geral
Se achar relevante a informação agradecemos a sua divulgação junto de outros potenciais interessados.
Cumprimentos
José Carlos Mota
'Cidades pela Retoma'
http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/
http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma
cidadespelaretoma@gmail.com»
- Um desafio colaborativo em momento de crise (artigo no SITE http://www.ver.pt/) 2 FEV
- http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1129&a=Geral
Se achar relevante a informação agradecemos a sua divulgação junto de outros potenciais interessados.
Cumprimentos
José Carlos Mota
'Cidades pela Retoma'
http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/
http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma
cidadespelaretoma@gmail.com»
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)
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Colaboração Universidade/Empresa,
Curiosidades
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Relação entre ordens profissionais e mercado de trabalho
Notícia Correio do Minho
Mariano Gago quer reflexão sobre relação entre ordens profissionais e mercado de trabalho:
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=42532
Mariano Gago quer reflexão sobre relação entre ordens profissionais e mercado de trabalho:
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=42532
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Notícias da UPorto: comemorações dos 100 anos
Notícia Diário Digital
Universidade do Porto inicia hoje comemorações dos 100 anos:
http://www.diariodigital.pt/news.asp?section_id=61&id_news=491741
Universidade do Porto inicia hoje comemorações dos 100 anos:
http://www.diariodigital.pt/news.asp?section_id=61&id_news=491741
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
Serviço público: "African Journal of Agricultural Research"
The African Journal of Agricultural Research (AJAR) is currently accepting manuscripts for publication. AJAR publishes high-quality solicited and unsolicited articles, in English, in all areas of agriculture including arid soil research and rehabilitation, agricultural genomics, stored products research, tree fruit production, pesticide science, post harvest biology and technology, seed science research, irrigation, agricultural engineering, water resources management, marine sciences, agronomy, animal science, physiology and morphology, aquaculture, crop science, dairy science, entomology, fish and fisheries, forestry, freshwater science, horticulture, poultry science, soil science, systematic biology, veterinary, virology, viticulture, weed biology, agricultural economics and agribusiness. All articles published in AJAR will be peer-reviewed.
Our objective is to inform authors of the decision on their manuscript within three weeks of submission. Following acceptance, a paper will normally be published in the next available issue.
One key request of researchers across the world is open access to research publications. The African Journal of Agricultural Research is fully committed to providing free access to all articles as soon as they are published. We ask you to support this initiative by publishing your papers in this journal.
Instruction for authors and other details are available on our website www.academicjournals.org/ajar. Prospective authors should send their manuscript(s) to
AJAR is also seeking for qualified reviewers. Please contact me if you are interested in serving as a reviewer.
Best regards,
Prof. N. A. Amusa
Acting Editor, African Journal of Agricultural Research
E-mail: ajar.acadjourn@gmail.com
http://www.academicjournals.org/ajar
(ISI indexed journal; Impact factor 0.080)»
One key request of researchers across the world is open access to research publications. The African Journal of Agricultural Research is fully committed to providing free access to all articles as soon as they are published. We ask you to support this initiative by publishing your papers in this journal.
Instruction for authors and other details are available on our website www.academicjournals.org/ajar. Prospective authors should send their manuscript(s) to
AJAR is also seeking for qualified reviewers. Please contact me if you are interested in serving as a reviewer.
Best regards,
Prof. N. A. Amusa
Acting Editor, African Journal of Agricultural Research
E-mail: ajar.acadjourn@gmail.com
http://www.academicjournals.org/ajar
(ISI indexed journal; Impact factor 0.080)»
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(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência que se identifica)
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Investigação,
Notícia
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Notícias da UCoimbra: “visibilidade na internet”
Artigo JN
Universidade de Coimbra entre as dez melhores em visibilidade na Net: http://www.jn.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=1772554
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Universidade de Coimbra entre as dez melhores em visibilidade na Net: http://www.jn.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=1772554
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Curiosidades,
Notícia
UMinho: "convida-se toda a Academia [...] a enviar argumentos negativos e positivos sobre a eventual passagem ao regime fundacional"
«À Comunidade Académica:
O Conselho Geral (CG) da Universidade do Minho, aceitou a proposta apresentada pelo Reitor da Universidade do Minho no sentido de avaliar a oportunidade de se proceder à alteração do Regime Jurídico da Universidade, transformando-a em fundação pública com regime de direito privado.
Entendeu o Conselho que essa eventual mudança deveria ser acompanhada de uma alargada reflexão aberta não só à Universidade do Minho, mas também à própria sociedade.
Deste modo, na reunião do Plenário do Conselho Geral, realizada no passado dia 24 de Janeiro, foi deliberado reforçar a comunicação sobre esta iniciativa. Nesse sentido, convida-se toda a Academia a participar neste ciclo de debates e a enviar argumentos negativos e positivos sobre a eventual passagem ao regime fundacional.
Poderá fazer chegar ao Conselho as respectivas conclusões, até ao dia 18 de Abril, através do endereço electrónico: sec@conselhogeral.uminho.pt, a fim de as referidas contribuições poderem ser dirigidas aos membros do Conselho Geral.
O Presidente do Conselho Geral,
Luís Braga da Cruz
N.B.: Sobre o assunto, encontra-se informação disponível em http://www.conselhogeral.uminho.pt/, no item Documentos e na caixa de Destaques.
O Conselho Geral (CG) da Universidade do Minho, aceitou a proposta apresentada pelo Reitor da Universidade do Minho no sentido de avaliar a oportunidade de se proceder à alteração do Regime Jurídico da Universidade, transformando-a em fundação pública com regime de direito privado.
Entendeu o Conselho que essa eventual mudança deveria ser acompanhada de uma alargada reflexão aberta não só à Universidade do Minho, mas também à própria sociedade.
Deste modo, na reunião do Plenário do Conselho Geral, realizada no passado dia 24 de Janeiro, foi deliberado reforçar a comunicação sobre esta iniciativa. Nesse sentido, convida-se toda a Academia a participar neste ciclo de debates e a enviar argumentos negativos e positivos sobre a eventual passagem ao regime fundacional.
Poderá fazer chegar ao Conselho as respectivas conclusões, até ao dia 18 de Abril, através do endereço electrónico: sec@conselhogeral.uminho.pt, a fim de as referidas contribuições poderem ser dirigidas aos membros do Conselho Geral.
O Presidente do Conselho Geral,
Luís Braga da Cruz
N.B.: Sobre o assunto, encontra-se informação disponível em http://www.conselhogeral.uminho.pt/, no item Documentos e na caixa de Destaques.
________________________________
Conselho Geral
Universidade do Minho
Tel.: 253 601104
Fax: 253 601119
e-mail: sec@conselhogeral.uminho.pt»
Conselho Geral
Universidade do Minho
Tel.: 253 601104
Fax: 253 601119
e-mail: sec@conselhogeral.uminho.pt»
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(reprodução integral de mensagem distribuída universalmente na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência é a identificada)
Serviço público: "Noble House: A Heritage for the Future"
Noble House: A Heritage for the Future - call for papers
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
segunda-feira, janeiro 31, 2011
"Penso que o essencial do ensino público deve [...] ser preservado, independentemente das necessidades presentes do mercado de trabalho"
Fundação "regionalizada" com Escola Piloto?
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)
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Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
sábado, janeiro 29, 2011
"Um ano depois da assinatura do Contrato de Confiança"
Artigo Económico
Medidas de austeridade ameaçam metas de crescimento para o Superior:
http://economico.sapo.pt/noticias/medidas-de-austeridade-ameacam-metas-de-crescimento-para-o-superior_108927.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Medidas de austeridade ameaçam metas de crescimento para o Superior:
http://economico.sapo.pt/noticias/medidas-de-austeridade-ameacam-metas-de-crescimento-para-o-superior_108927.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
sexta-feira, janeiro 28, 2011
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Notícias da UMinho: cerca de 800 alunos perderem a bolsa de estudo
Notícia TVI 24
Universidade do Minho: 800 alunos perderam a bolsa:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ensino-universidade-bolsas-cortes-minho-tvi24--/1228950-4071.html
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Universidade do Minho: 800 alunos perderam a bolsa:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ensino-universidade-bolsas-cortes-minho-tvi24--/1228950-4071.html
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Notícias de Portugal,
Notícias do Minho,
UMinho
“Manual de Psicologia Forense: Contextos, Práticas e Desafios”
Notícia Ciência PT
Investigadores da UMinho lançam primeiro Manual de Psicologia Forense em Portugal:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102679&Itemid=279
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Investigadores da UMinho lançam primeiro Manual de Psicologia Forense em Portugal:
http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=102679&Itemid=279
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quarta-feira, janeiro 26, 2011
Something to say
"Half the world is composed of people who have something to say and can't and the other half who have nothing to say and keep on saying it."
Robert Frost
(citação extraída de SBANC Newsletter, January 25, Issue 652 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)
terça-feira, janeiro 25, 2011
Eles é que sabem da "poda" (II)
«Assunto: Re: gestão do coberto vegetal na UM
Se, e.g., NYC tivesse a gestão de espaços verdes que se observa em Braga, o Central Park já estaria povoado de hóteis de 5* e casas (ditas) de luxo como se observa na encosta do Bom Jesus - que está a perder qualquer semelhança ao que se poderia chamar de monte (e, sinceramente, mais se começa a parecer com uma favela...). É lamentável que o campus não sirva de exemplo/motor a uma mudança de mentalidade na cidade. Tínhamos todo o potencial (temos o espaço e temos experts) para nos afirmarmos como agentes de qualidade e bom gosto na gestão de espaços verdes que cada vez mais se tornam raros e verdadeiros ex-libris nos países/cidades/lugares desenvolvidos. Mas parece que não... vemos só um campus já de si triste e cinzento, a entristecer ainda mais... se me permitirem usar FPessoa (ele há-de perdoar-me) "Ó UMinho, hoje és nevoeiro...
É a Hora!"
Priscila»
Se, e.g., NYC tivesse a gestão de espaços verdes que se observa em Braga, o Central Park já estaria povoado de hóteis de 5* e casas (ditas) de luxo como se observa na encosta do Bom Jesus - que está a perder qualquer semelhança ao que se poderia chamar de monte (e, sinceramente, mais se começa a parecer com uma favela...). É lamentável que o campus não sirva de exemplo/motor a uma mudança de mentalidade na cidade. Tínhamos todo o potencial (temos o espaço e temos experts) para nos afirmarmos como agentes de qualidade e bom gosto na gestão de espaços verdes que cada vez mais se tornam raros e verdadeiros ex-libris nos países/cidades/lugares desenvolvidos. Mas parece que não... vemos só um campus já de si triste e cinzento, a entristecer ainda mais... se me permitirem usar FPessoa (ele há-de perdoar-me) "Ó UMinho, hoje és nevoeiro...
É a Hora!"
Priscila»
(reprodução integral de mensagem ontem distribuída universalmente na rede electrónica da UMinho, pela sua autora)
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Culturas e Posturas,
Curiosidades,
UMinho
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Notícias da EEG/UMinho: pareceres para fazer de conta
"Note que, em qualquer circunstância, não estou disponível para fazer um parecer para fazer de conta."
21 de Janeiro de 2011
J. Cadima Ribeiro
21 de Janeiro de 2011
J. Cadima Ribeiro
sábado, janeiro 22, 2011
Notícias da UPorto: instalações da Faculdade de Farmácia
Artigo JN
Faculdade pode ser posta à venda:
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1763373
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Faculdade pode ser posta à venda:
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1763373
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Curiosidades,
Notícia
Auscultação e conhecimento de causa
As sessões de esclarecimento sobre o regime fundacional, quem esclarecem?
(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)
(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)
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Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
sexta-feira, janeiro 21, 2011
UMinho: "Dêem voz à Academia!"
«Os membros eleitos para o Conselho Geral, não o foram para decidir a passagem, ou não, da UM a uma Fundação que será regida por direito privado. Tal, sem os diminuir na sua competência legal e estatutária, retira-lhes, desde logo, alguma legitimidade democrática, para tomar essa decisão. A menos que o façam, num sentido de total responsabilidade, procurando representar os corpos pelos quais foram eleitos. Ora, para que assim aconteça, é fundamental que os eleitos saibam o que pensam em relação ao tema, os seus eleitores. Por isso, na minha opinião, a legitimidade democrática da decisão deverá assentar numa consulta efectiva aos diversos corpos, na forma de um “referendo” que, sem ser vinculativo, deveria orientar a natureza da decisão, em sede de Conselho Geral.»
Fernando Castro
Fernando Castro
(excerto de artigo de opinião publicado na edição de hoje do Diário do Minho)
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UMinho
Eles é que sabem da "poda"
RES: gestão do coberto vegetal na UM
«Caro colega,
Saudo a sua tomada de posição sobre a matéria em apreço, que subscrevo no essencial. Não fazendo sentido que fosse eu a fazer o reparo que nos fez chegar, estranhava já que alguém mais "qualificado" não o tivesse feito, ainda mais dada a dimensão do que está à vista e o arrastar da "poda".
Cordiais cumprimentos,
J. Cadima Ribeiro»
Saudo a sua tomada de posição sobre a matéria em apreço, que subscrevo no essencial. Não fazendo sentido que fosse eu a fazer o reparo que nos fez chegar, estranhava já que alguém mais "qualificado" não o tivesse feito, ainda mais dada a dimensão do que está à vista e o arrastar da "poda".
Cordiais cumprimentos,
J. Cadima Ribeiro»
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UMinho
quinta-feira, janeiro 20, 2011
"Quem devia entrar em Portugal devia ser o FBI e meter quem nos meteu nesta situação na cadeia"
«É com indignação que assisto, à redução dos nossos vencimentos [...].
Somos nós a pagar a crise provocada pela enorme roubalheira de que o estado foi e continua a ser "vítima".
Ao invés do FMI, quem devia entrar em Portugal devia ser o FBI e meter quem nos meteu nesta situação na cadeia. Retirar-lhes o enorme património roubado e nacionalizá-lo.»
JAGP
Somos nós a pagar a crise provocada pela enorme roubalheira de que o estado foi e continua a ser "vítima".
Ao invés do FMI, quem devia entrar em Portugal devia ser o FBI e meter quem nos meteu nesta situação na cadeia. Retirar-lhes o enorme património roubado e nacionalizá-lo.»
JAGP
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente do seu autor)
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quarta-feira, janeiro 19, 2011
Notícias da UCoimbra: dos candidatos a reitor
Artigo DN
Ensino Superior: Dois candidatos a reitor da Universidade de Coimbra partilham desafio da "conjuntura desfavorável":
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1760257
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Ensino Superior: Dois candidatos a reitor da Universidade de Coimbra partilham desafio da "conjuntura desfavorável":
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1760257
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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terça-feira, janeiro 18, 2011
Seminário "Internacionalização da Investigação e circulação do conhecimento: das Unidades de Investigação às carreiras"
«Vai relalizar-se no próximo dia 1 de Fevereiro, no Auditório do Centro Multimédia do IE (Campus de Gualtar - Braga, da Universidade do Minho), o seminário "Internacionalização da Investigação e circulação do conhecimento: das Unidades de Investigação às carreiras".
A iniciativa destina-se a analisar as principais tendências nos modelos de avaliação da investigação, atendendo à importância da internacionalização e da mobilidade de investigadores na circulação do conhecimento. As implicações destes processos sobre as carreiras na área da investigação constituem, também, um tópico de debate.
A entrada é livre. Agradecemos, no entanto, a indicação de interesse em participar para o endereço abaixo mencionado.
Programa:
Horário: 15h - 18h
Local: Universidade do Minho, Gualtar, Auditório do Centro Multimédia do IE
Oradores:
Rui Vieira de Castro (Vice-Reitor Universidade do Minho)
Margarida Fontes (DINAMIA/ISCTE) Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
Henrique Barros (Universidade do Porto / Deptº Higiene e Epidemiologia)
Philippe Laredo (École des Mines/Manchester)
Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
---------------------
Organização: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Endereço: emiliararaujo@gmail.com»
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com origem na entidade identificada)
A iniciativa destina-se a analisar as principais tendências nos modelos de avaliação da investigação, atendendo à importância da internacionalização e da mobilidade de investigadores na circulação do conhecimento. As implicações destes processos sobre as carreiras na área da investigação constituem, também, um tópico de debate.
A entrada é livre. Agradecemos, no entanto, a indicação de interesse em participar para o endereço abaixo mencionado.
Programa:
Horário: 15h - 18h
Local: Universidade do Minho, Gualtar, Auditório do Centro Multimédia do IE
Oradores:
Rui Vieira de Castro (Vice-Reitor Universidade do Minho)
Margarida Fontes (DINAMIA/ISCTE) Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
Henrique Barros (Universidade do Porto / Deptº Higiene e Epidemiologia)
Philippe Laredo (École des Mines/Manchester)
Pedro Videira (DINAMIA/ISCTE)
---------------------
Organização: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Endereço: emiliararaujo@gmail.com»
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com origem na entidade identificada)
segunda-feira, janeiro 17, 2011
Reclamação contra o corte de salários: minuta da reclamação
«No âmbito das diversas acções de luta contra as gravosas medidas do Governo, onde se incluem as providências cautelares entregues pelos Sindicatos da Frente comum dos Sindicatos da Administração Pública em diversos tribunais administrativos, com o intuito de travar o escandaloso corte nos salários dos trabalhadores com remunerações ilíquidas superiores a 1500 euros, deverão os trabalhadores apresentar reclamações logo que o aludido corte se concretize.
Antes de serem apresentadas as reclamações, cuja minuta se anexa, os trabalhadores deverão ter em conta o seguinte:
1. O acto de processamento de vencimento constitui um acto administrativo impugnável.
2. O prazo para impugnação do referido acto é de três meses a contar da data em que o interessado teve conhecimento do mesmo.
3. A reclamação deverá ser apresentada no prazo de 15 dias úteis contados da data em que o interessado teve conhecimento do acto de processamento do vencimento.
4. A apresentação da reclamação suspende o prazo de impugnação contenciosa do acto administrativo que só retoma o seu curso com a notificação da decisão proferida sobre a impugnação administrativa ou com o decurso do prazo legal para a Administração (30 dias úteis) proferir tal decisão (caso esta não seja comunicada em data anterior).
Verificada qualquer das situações previstas no ponto anterior deverão os trabalhadores que pretendam proceder à impugnação contenciosa do acto administrativo em questão, dirigir-se aos Serviços de Apoio a Sócios ou do Contencioso do respectivo Sindicato.
5. A minuta terá se ser adaptada nos casos de vínculo de nomeação.
http://www.fnsfp.pt/portal/»
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ANEXO: http://www.fnsfp.pt/pdf/2010-01-13%20-%20Minuta%20Reclama%C3%A7%C3%A3o%20-%20Roubo%20sal%C3%A1rios.pdf
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Antes de serem apresentadas as reclamações, cuja minuta se anexa, os trabalhadores deverão ter em conta o seguinte:
1. O acto de processamento de vencimento constitui um acto administrativo impugnável.
2. O prazo para impugnação do referido acto é de três meses a contar da data em que o interessado teve conhecimento do mesmo.
3. A reclamação deverá ser apresentada no prazo de 15 dias úteis contados da data em que o interessado teve conhecimento do acto de processamento do vencimento.
4. A apresentação da reclamação suspende o prazo de impugnação contenciosa do acto administrativo que só retoma o seu curso com a notificação da decisão proferida sobre a impugnação administrativa ou com o decurso do prazo legal para a Administração (30 dias úteis) proferir tal decisão (caso esta não seja comunicada em data anterior).
Verificada qualquer das situações previstas no ponto anterior deverão os trabalhadores que pretendam proceder à impugnação contenciosa do acto administrativo em questão, dirigir-se aos Serviços de Apoio a Sócios ou do Contencioso do respectivo Sindicato.
5. A minuta terá se ser adaptada nos casos de vínculo de nomeação.
http://www.fnsfp.pt/portal/»
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ANEXO: http://www.fnsfp.pt/pdf/2010-01-13%20-%20Minuta%20Reclama%C3%A7%C3%A3o%20-%20Roubo%20sal%C3%A1rios.pdf
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(cortesia de Nuno Soares da Silva)
"Providências contra universidades e politécnicos"
Artigo DN
Providências contra universidades e politécnicos:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1757773
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Providências contra universidades e politécnicos:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1757773
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Notícia,
Reforma da Administração Pública
quinta-feira, janeiro 13, 2011
Revista de imprensa: entre realidade e mal-entendidos
Notícia RTP Notícias
Alunos do ensino superior com fome:
http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Alunos-do-ensino-superior-com-fome.rtp&headline=20&visual=9&article=406414&tm=8
-
Artigo JN
Europa faz cortes no Superior:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1755326
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Alunos do ensino superior com fome:
http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Alunos-do-ensino-superior-com-fome.rtp&headline=20&visual=9&article=406414&tm=8
-
Artigo JN
Europa faz cortes no Superior:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1755326
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Investimento em Capital Humano,
Notícias
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Notícias da ULisboa: extinção de cargos
Informação Diário da Républica
Extinção de cargos e serviços na estrutura orgânica da reitoria da Universidade de Lisboa
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/01/008000000/0218502185.pdf
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Extinção de cargos e serviços na estrutura orgânica da reitoria da Universidade de Lisboa
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/01/008000000/0218502185.pdf
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Curiosidades,
Reforma da Gestão das Escolas
A true professional
"You have to perform at a consistently higher level than others. That's the mark of a true professional."
Joe Paterno
(citação extraída de SBANC Newsletter, January 11, Issue 650 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, janeiro 11, 2011
"A Universidade de Coimbra recebeu quatro candidaturas ao cargo de reitor"
Notícia Público
Duas das quatro candidaturas a reitor da Universidade de Coimbra são estrangeiras:
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/duas-das-quatro-candidaturas-a-reitor-da-universidade-de-coimbra-sao-estrangeiras_1474552
(informação obtida via MJMatos - Que Universidade?)
Duas das quatro candidaturas a reitor da Universidade de Coimbra são estrangeiras:
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/duas-das-quatro-candidaturas-a-reitor-da-universidade-de-coimbra-sao-estrangeiras_1474552
(informação obtida via MJMatos - Que Universidade?)
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Notícia,
Reforma da Gestão das Escolas
segunda-feira, janeiro 10, 2011
"No sector privado e nas universidades portuguesas há exemplos de mecenato"
Notícia Económico
Como empresas e particulares apoiam as Universidades:
http://economico.sapo.pt/noticias/como-empresas-e-particulares-apoiam-as-universidades_107920.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Como empresas e particulares apoiam as Universidades:
http://economico.sapo.pt/noticias/como-empresas-e-particulares-apoiam-as-universidades_107920.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Colaboração Universidade/Empresa,
Curiosidades
domingo, janeiro 09, 2011
"Tertúlias do Departamento de Economia: 2ª iniciativa (11 de Jan., 3ª feira)"
«Programa:
Animador externo convidado: Fernando Castro, professor catedrático da Escola de Engenharia da Universidade do Minho e Representante dos Professores e Investigadores no Senado Académico.
Moderador: Francisco Carballo Cruz , Director-Adjunto do Departamento de Economia
Data: 3ª feira, 11 de Janeiro de 2011, 15,00 – 16,30 horas
Local: EEG, Departamento de Economia, sala 2.28
15,00 horas – Tema tratado pelo convidado externo: "A proposta do Reitor de transformação da UMinho numa fundação”
15,15 horas - Comentário: Filomena Antunes Brás, professora auxiliar do Departamento de Gestão
15,20 horas - Comentário: Linda Veiga, professora associada com agregação do Departamento de Economia
15,25 horas – Debate
16,30: horas – Encerramento da tertúlia
Organização: Direcção do Departamento de Economia, EEG, UMinho»
Animador externo convidado: Fernando Castro, professor catedrático da Escola de Engenharia da Universidade do Minho e Representante dos Professores e Investigadores no Senado Académico.
Moderador: Francisco Carballo Cruz , Director-Adjunto do Departamento de Economia
Data: 3ª feira, 11 de Janeiro de 2011, 15,00 – 16,30 horas
Local: EEG, Departamento de Economia, sala 2.28
15,00 horas – Tema tratado pelo convidado externo: "A proposta do Reitor de transformação da UMinho numa fundação”
15,15 horas - Comentário: Filomena Antunes Brás, professora auxiliar do Departamento de Gestão
15,20 horas - Comentário: Linda Veiga, professora associada com agregação do Departamento de Economia
15,25 horas – Debate
16,30: horas – Encerramento da tertúlia
Organização: Direcção do Departamento de Economia, EEG, UMinho»
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Conferências,
Notícia,
UMinho
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga: as últimas
Do dia de ontem, vêm-nos a indicação da entrada de 5 novos processos, interpostos pelo Sindicado dos Trabalhadores da Função Pública e visando várias entidades, entre elas (1 caso) a Universidade do Minho. Em 3 dos casos, a entidade directamente interpelada é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino superior (e outros).
Conforme se poderá depreender, no caso vertente, trata-se de providências cautelares destinadas a tentar travar o anunciado corte de salários.
Eficazes ou não, estes processos vão dar muito trabalho ao tribunal, que já se encontrava atafulhado de processos, nomeadamente por força do contencioso que tem por centro a UMinho.
J. Cadima Ribeiro
Conforme se poderá depreender, no caso vertente, trata-se de providências cautelares destinadas a tentar travar o anunciado corte de salários.
Eficazes ou não, estes processos vão dar muito trabalho ao tribunal, que já se encontrava atafulhado de processos, nomeadamente por força do contencioso que tem por centro a UMinho.
J. Cadima Ribeiro
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Reforma da Administração Pública,
UMinho
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Passatempo (VI)
A pedido de várias famílias (mais gulosas), retoma-se nesta altura o passatempo que se esteve a realizar no final do ano há pouco findo.
O pretexto é uma mensagem cujo teor se invoca (parcialmente) de seguida, recebida na caixa de correio electrónico dos membros de uma Escola/Instituto da UMinho durante o dia de ontem, e que mão amiga se encarregou de me fazer chegar:
O pretexto é uma mensagem cujo teor se invoca (parcialmente) de seguida, recebida na caixa de correio electrónico dos membros de uma Escola/Instituto da UMinho durante o dia de ontem, e que mão amiga se encarregou de me fazer chegar:
«[…]
Vem-se comunicar que […], Vice-Presidente e Presidente do Conselho Pedagógico, apresentou no dia 30 de Dezembro de 2010 a sua demissão dos cargos que ocupava, invocando razões pessoais.
Em sua substituição, foi nomeado Vice-Presidente e Presidente do Conselho Pedagógico […].
[…]»
Pois bem, depois de identificarem a Escola/Instituto em causa, o desafio é chegarem ao nome omitido das pessoas envolvidas.
Dada a complexidade da tarefa, de forma a facilitá-la, deixo-vos como pista que o(a) presidente da Escola/Instituto em causa aguarda (ansiosamente) que seja deferido o seu requerimento de aposentação.
Como incentivo, continua a oferecer-se doces aos mais perspicazes. Houve doces que restaram das recentes festas pelo que não há razões para não ser mãos largos no que aos produtos em causa se refere, em contra-ciclo com a evolução do bem-estar da generalidade dos portugueses.
J. Cadima Ribeiro
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terça-feira, janeiro 04, 2011
“La production scientifique des enseignants-chercheurs en économie : Quelques résultats économétriques issus du dispositif PES”
“La littérature sur la mesure et les déterminants de la production scientifique des enseignants-chercheurs s’est montrée particulièrement prolifique ces dix dernières années. Le cas français est particulièrement intéressant à étudier tant les successions de réformes en vue d’améliorer la position des universités françaises dans le classement de Shanghai se sont récemment succédées à un rythme effréné. La réforme du statut des enseignants chercheurs et l’application progressive de la loi du 10 août 2007 Liberté et Responsabilité des Universités ont ouvert un changement structurel profond dans le management des ressources humaines au sein des universités françaises. Dans ce contexte, si la littérature s’est intéressée aux critères de mesure de la production scientifique, rares sont les études qui ont pu contrôler, lors de l’évaluation de la production scientifique, les multiples facettes qui animent l’activité d’un enseignant-chercheur à partir d’une même base statistique. La mise en place en France depuis 2009 de la Prime d’Excellence Scientifique (PES) offre une base de données originale et particulièrement adaptée à cette attente à deux niveaux. D’une part la procédure de sélection des candidats respecte les conditions d’une logique de tournoi bien connue des économistes du travail. D’autre part la richesse des données permet de contrôler les différentes dimensions de l’activité des enseignants – chercheurs ainsi que leur environnement de recherche lors de l’étude des facteurs explicatifs de leur production scientifique. Nous exploitons dans cet article les données relatives aux candidats de la première campagne de la PES 2009 appartenant au domaine des sciences économiques. L’économétrie des données censurée est utilisée en mobilisant deux critères de mesure de la production scientifique, l’un qualitatif l’autre quantitatif. Les résultats économétriques obtenus confirment l’existence d’un effet Saint Matthieu lié au cycle de vie de la production scientifique. L’étude complète les rares résultats délivrés par la littérature sur les économistes français.”
Jean-Yves Lesueur (Université de Lyon, France)
Date: 2010
Keywords: Scientific productivity, academic promotion, tournament, Saint Matthieu effect, Lotka Law
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:gat:wpaper:1030&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Jean-Yves Lesueur (Université de Lyon, France)
Date: 2010
Keywords: Scientific productivity, academic promotion, tournament, Saint Matthieu effect, Lotka Law
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:gat:wpaper:1030&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Mudando de assunto, mas pouco
O ano de 2010 em revista: uma leitura pessoal
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Economia Portuguesa)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Economia Portuguesa)
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Reforma da Gestão das Escolas,
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segunda-feira, janeiro 03, 2011
"Objectivos de fachada"
"Quando pensamos em objectivos, pensamos nos nossos objectivos como Nação, não nos objectivos de fachada, em que se enaltece o número de investigadores estrangeiros que decidiram vir para Portugal investigar e não se põe no outro prato da balança os portugueses que tiveram que ir para o estrangeiro porque depois de um primeiro projecto de investigação em Portugal, não têm forma de prosseguir a sua investigação no seu País e muito menos emprego."
Jaime Rocha Gomes
Jaime Rocha Gomes
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 02 de Janeiro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)
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sábado, janeiro 01, 2011
"Comando poderá ser utilizado com vários aparelhos"
Notícia Correio do Minho
Aluno da UMinho ajuda a criar comando revolucionário:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=40662
*
Aluno da UMinho ajuda a criar comando revolucionário:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=40662
*
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UMinho
quinta-feira, dezembro 30, 2010
A política de Ensino Superior em Portugal, em 2010, em balanço
Notícia Económico
“Universidades foram espezinhadas e criticadas injustamente”:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidades-foram-espezinhadas-e-criticadas-injustamente_107545.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
“Universidades foram espezinhadas e criticadas injustamente”:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidades-foram-espezinhadas-e-criticadas-injustamente_107545.html
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
"A Universidade do Minho (UM) anulou um doutoramento"
Universidade do Minho é a primeira do país a anular doutoramento por plágio
(título de mensagem, datada de 2010/12/29, disponívem em UM para todos)
(cortesia de Nuno Soares da Silva).
(título de mensagem, datada de 2010/12/29, disponívem em UM para todos)
(cortesia de Nuno Soares da Silva).
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quarta-feira, dezembro 29, 2010
"É opinião da FENPROF que a redução dos salários é ilegal e mesmo inconstitucional"
Notícia FENPROF
FENPROF prepara combate jurídico contra redução salarial:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5248
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
FENPROF prepara combate jurídico contra redução salarial:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5248
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
segunda-feira, dezembro 27, 2010
"9th edition of the Innovact Campus Awards !"
«Participate to the 9th edition !
For nine years, the Innovact Campus Awards have, with the support of the European Commission, enabled young students to implement their projects at European level.
If you are a student with a creative and innovative idea for a business project, innovation, you can, with a team or individually, take part in the 9th edition of the Campus Innovact Awards whose aim is to reward new and challenging projects. Your project can either be in its design stage, in progress or already launched.
All students can take part in the competition either individually or within the framework of their institution. However, the reputation or prestige of the institution will not influence the final decision, which will depend entirely on the quality of the projects presented.
The selection committee composed of professionals (heads of companies, journalists, scientists) will reward the candidates who - whatever the product or activity - show imagination as creators.
The winners will receive prize money and will benefit from media coverage in the following websites: http://www.innovact.com/ ; http://www.letudiant.fr/ ; http://www.lors.fr/ ; http://www.lentreprise.fr/ ; http://www.ffbde.fr/
1st prize: 3,000 Euros
2nd & 3rd prize: 1,500 Euros
In order to encourage their projects, the finalist candidates will be invited to come (booth, transport and accommodation free), on March 29 and 30 2011, in Reims for the 15th edition of the European forum for innovative start-ups, Innovact 2011. The Forum will gather 2 000 professionals from 20 countries and 200 European start-ups. The Awards ceremony will take place in Reims on March 30 2011.
[...]
Deadline for receipt of application forms: Monday 24 January 2011
Contact: Dahvia Ouadia, dahvia.ouadia@verbatim-communication.fr - 00 33 1 53 10 29 89»
For nine years, the Innovact Campus Awards have, with the support of the European Commission, enabled young students to implement their projects at European level.
If you are a student with a creative and innovative idea for a business project, innovation, you can, with a team or individually, take part in the 9th edition of the Campus Innovact Awards whose aim is to reward new and challenging projects. Your project can either be in its design stage, in progress or already launched.
All students can take part in the competition either individually or within the framework of their institution. However, the reputation or prestige of the institution will not influence the final decision, which will depend entirely on the quality of the projects presented.
The selection committee composed of professionals (heads of companies, journalists, scientists) will reward the candidates who - whatever the product or activity - show imagination as creators.
The winners will receive prize money and will benefit from media coverage in the following websites: http://www.innovact.com/ ; http://www.letudiant.fr/ ; http://www.lors.fr/ ; http://www.lentreprise.fr/ ; http://www.ffbde.fr/
1st prize: 3,000 Euros
2nd & 3rd prize: 1,500 Euros
In order to encourage their projects, the finalist candidates will be invited to come (booth, transport and accommodation free), on March 29 and 30 2011, in Reims for the 15th edition of the European forum for innovative start-ups, Innovact 2011. The Forum will gather 2 000 professionals from 20 countries and 200 European start-ups. The Awards ceremony will take place in Reims on March 30 2011.
[...]
Deadline for receipt of application forms: Monday 24 January 2011
Contact: Dahvia Ouadia, dahvia.ouadia@verbatim-communication.fr - 00 33 1 53 10 29 89»
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(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
"As plataformas electrónicas de apoio ao ensino devem ser utilizadas na justa medida em que cumpram o seu papel de apoio ao ensino"
Para mim, a resposta a este desvario tecnológico é clara: as plataformas electrónicas de apoio ao ensino devem ser utilizadas na justa medida em que cumpram seu papel de apoio ao ensino e seus agentes e destinatários. Doutro modo, passiva ou activamente, devem encontrar como resposta a respectiva rejeição. Fazer de outro modo é alimentar a deriva tecnológica de quem toma as tecnologias como um fim e não como um meio, e de quem não tem respeito por quem, esforçadamente, dia-a-dia, procura cumprir a sua missão como professor(a).
J. Cadima Ribeiro
J. Cadima Ribeiro
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sábado, dezembro 25, 2010
"Reorganização curricular do ensino básico e secundário"
Notícia JN
Conselho de Educação rejeita reorganização curricular:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1742334
*
Conselho de Educação rejeita reorganização curricular:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1742334
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Notícias de Portugal
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Pérolas natalícias
iii) "Olá,
Está a ver: eu bem vos digo que, no fundo, bem lá no fundo, todos(as) são muito amigos(as) e têm interesses convergentes. Creio que é isso que [...] quer dizer. Embora se possa saber que assim é, é sempre bom que alguém tenha a coragem de escrevê-lo.
Boas festas!
J. Cadima Ribeiro"
ii) "What a nerve!"
i) [...].
Está a ver: eu bem vos digo que, no fundo, bem lá no fundo, todos(as) são muito amigos(as) e têm interesses convergentes. Creio que é isso que [...] quer dizer. Embora se possa saber que assim é, é sempre bom que alguém tenha a coragem de escrevê-lo.
Boas festas!
J. Cadima Ribeiro"
ii) "What a nerve!"
i) [...].
*
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UMinho
terça-feira, dezembro 21, 2010
"Uma academia que ´não se deixa imobilizar por mitos` é uma academia liberta de personagens providenciais"
A UMinho fundação? Em tempo de proposto retorno a mitos e sebastianismos
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
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segunda-feira, dezembro 20, 2010
Mudando de assunto: “Cronyism”
“Politicians can use the public sector to give jobs to cronies, at the expense of the efficiency of those organisations and general welfare. Motivated by a simple model of cronyism that predicts spikes in appointments to state-owned firms near elections, we regress 1980-2008 monthly hirings across all state-owned Portuguese firms on the country’s political cycle. In most specifications, we also consider private-sector firms as a control group. Consistent with the model, we find that public-sector appointments increase significantly over the months just before a new government takes office. Hirings also increase considerably just after elections but only if the new government is of a different political colour than its predecessor. These results also hold when conducting the analysis separately at different industries and most job levels, including less skilled positions. We find our evidence to be consistent with cronyism and politically-induced misallocation of public resources.”
Martins, Pedro S. (Queen Mary, University of London)
Date: 2010-11
Keywords: corruption, matched employer-employee panel data, public-sector employment
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:iza:izadps:dp5349&r=pbe
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Martins, Pedro S. (Queen Mary, University of London)
Date: 2010-11
Keywords: corruption, matched employer-employee panel data, public-sector employment
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:iza:izadps:dp5349&r=pbe
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
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Investigação
domingo, dezembro 19, 2010
Notícias do IPCA, não particularmente boas
Tribunal de Contas detecta ilegalidades nas compras e pagamentos no IPCA
(título de mensagem, datada de 18 de Dezembro pp., disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 18 de Dezembro pp., disponível em UM para todos)
"Lamentáveis"
«O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou hoje "lamentáveis" as críticas do ministro da Ciência e Ensino Superior às ordens profissionais, afirmando que estas defendem o interesse público e a qualidade da formação.»
Lusa
(autoria da peça jornalística)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
*
Comentário: e o que é que não é lamentável naquilo que Gago faz, fez e diz? E já agora: quando é que temos a sorte de nos libertar desta peça política? Só quando não restar peça sobre peça no "edifício" do Ensino Superior nacional?
Lusa
(autoria da peça jornalística)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
*
Comentário: e o que é que não é lamentável naquilo que Gago faz, fez e diz? E já agora: quando é que temos a sorte de nos libertar desta peça política? Só quando não restar peça sobre peça no "edifício" do Ensino Superior nacional?
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Notícias de Portugal
sábado, dezembro 18, 2010
"Fernando Ulrich critica universidades por só ´fabricar(em)` licenciados e doutores"
«As universidades portuguesas vivem "demasiado fechadas" sobre a si mesmas, preocupando-se mais em "fabricar" licenciados e doutores do que discutir e "identificar soluções" que contribuam para a evolução da país. A crítica, deixada em jeito de "provocação construtiva", foi desferida por Fernando Ulrich, presidente do Conselho Geral da Universidade do Algarve, na cerimónia de doutoramento honoris causa da escritora Lídia Jorge.»
Idálio Revez
(autor da peça jornalística)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
Idálio Revez
(autor da peça jornalística)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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Reforma do Ensino Superior
sexta-feira, dezembro 17, 2010
Lutar pela autonomia financeira
"As universidades estatais devem lutar por uma autonomia financeira dentro do quadro não-fundacional"
(subtítulo de artigo de opinião públicado por A. Cândido de Oliveira na edição de hoje do jornal Público)
(subtítulo de artigo de opinião públicado por A. Cândido de Oliveira na edição de hoje do jornal Público)
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quinta-feira, dezembro 16, 2010
"Alguns anos depois, como vai o clusterTIC@minho?"
«"Alguns anos depois, como vai o clusterTIC@minho?"
Auditório do CCG, Azurém, Guimarães, sábado, 18-12-2010
O Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho, em colaboração com a área EDAM do programa MIT Portugal, promove no próximo sábado, dia 18 de Dezembro, um workshop sobre a evolução do cluster de empresas de tecnologias da informação e comunicação do Minho. Vai ter lugar no anfiteatro do Centro de Computação Gráfica, no campus de Azurém, Guimarães, das 10h às 13h, tendo entrada livre.
A reunião dá sequência aos trabalhos e iniciativas do início da última década, incluindo a publicação de dois livros, um sobre casos empresariais do cluster e outro como um Atlas empresarial do cluster e sua exploração. A presente iniciativa procura assim fazer um ponto de situação sobre o cluster e tem a participação de diversas empresas. Vai ser também passado em revista o papel e a importância da Universidade do Minho neste processo.
Este workshop METI.2010 integra-se nas actividades da unidade curricular "Mercados e empresas de tecnologias de informação", do mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação e do mestrado em Sistemas de Informação da UMinho. Pretende-se igualmente proporcionar contactos entre os alunos e as empresas participantes. Para fins académicos, a sessão será gravada em vídeo e posteriormente transcrita.
Mais informações em: https://sites.google.com/site/ebeira/base-2-fora/meti2010,
Auditório do CCG, Azurém, Guimarães, sábado, 18-12-2010
O Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho, em colaboração com a área EDAM do programa MIT Portugal, promove no próximo sábado, dia 18 de Dezembro, um workshop sobre a evolução do cluster de empresas de tecnologias da informação e comunicação do Minho. Vai ter lugar no anfiteatro do Centro de Computação Gráfica, no campus de Azurém, Guimarães, das 10h às 13h, tendo entrada livre.
A reunião dá sequência aos trabalhos e iniciativas do início da última década, incluindo a publicação de dois livros, um sobre casos empresariais do cluster e outro como um Atlas empresarial do cluster e sua exploração. A presente iniciativa procura assim fazer um ponto de situação sobre o cluster e tem a participação de diversas empresas. Vai ser também passado em revista o papel e a importância da Universidade do Minho neste processo.
Este workshop METI.2010 integra-se nas actividades da unidade curricular "Mercados e empresas de tecnologias de informação", do mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação e do mestrado em Sistemas de Informação da UMinho. Pretende-se igualmente proporcionar contactos entre os alunos e as empresas participantes. Para fins académicos, a sessão será gravada em vídeo e posteriormente transcrita.
Mais informações em: https://sites.google.com/site/ebeira/base-2-fora/meti2010,
*
(reprodução parcial de mensagem distribuída na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)
quarta-feira, dezembro 15, 2010
"UK public universities become privatized while the banks are state-funded"
"Something to think about"
(título de mensagem, dadata de 11 de Dezembro de 2010, disponível em Que Universidade?)
(título de mensagem, dadata de 11 de Dezembro de 2010, disponível em Que Universidade?)
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Culturas e Posturas,
Reforma do Ensino Superior
"Relatório sobre o Ensino Superior em Inglaterra"
Relatório sobre o Ensino Superior em Inglaterra, ano de 2010
"Securing a Sustainable Future For Higher Education"
(título de documento disponível desde ontem no sítio do Conselho Geral da UMinho)
"Securing a Sustainable Future For Higher Education"
(título de documento disponível desde ontem no sítio do Conselho Geral da UMinho)
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Curiosidades,
Notícia,
Reforma do Ensino Superior
terça-feira, dezembro 14, 2010
Notícias do Brasil: "muitas companhias decidiram criar estruturas de investigação científica"
Notícia Jornal da Ciência
6. Espaço livre para a inovação:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75265
*
6. Espaço livre para a inovação:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=75265
*
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Investimento em C+T,
Notícia
domingo, dezembro 12, 2010
Mudando de assunto: a "Trêta da semana"
"Apesar de haver ainda quem gostaria de ser súbdito, já há séculos se reconhece que um Estado deve ser um contrato entre cidadãos, celebrado em liberdade e igualdade, mesmo que a fraternidade seja pedir demais."
Ludwig Krippahl
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 12 de Dezembro de 2010, intitulada "Treta da semana: o pecado da fuga", disponível em Que Treta!).
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sexta-feira, dezembro 10, 2010
"A society many of us don't want to live in"
Revista de blogues
(título de mensagem, datada de 10 de Dezembro de 2010, disponível em Que Universidade? )
(título de mensagem, datada de 10 de Dezembro de 2010, disponível em Que Universidade? )
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Fórum,
Investimento em Capital Humano
Passatempo (V)
Na minuta da acta de um Conselho de Escola/Instituto da UMinho pode ler-se o seguinte:
"Foi registada a existência de um diagnóstico estratégico, contudo o Plano Estratégico, na forma em que o Conselho de Escola o entende, necessita de passar por um processo público de reflexão e deve refletir as linhas orientadoras aprovadas no Conselho de Escola.
Em suma, pretende o Conselho de Escola apreciar um documento que seja de facto um instrumento de gestão e de planeamento estratégico."
Tente adivinhar a unidade orgânica que está em causa. Como pista, deixo-lhe a indicação que as linhas orientadoras que são invocadas foram aprovadas no dito órgão por consenso. Mais lhe adianto que entre as ditas linhas orientadoras está uma que reza assim:
“A [...] deve ser um ´Exemplo de Gestão e Liderança` para a comunidade em que está inserida.”
"Foi registada a existência de um diagnóstico estratégico, contudo o Plano Estratégico, na forma em que o Conselho de Escola o entende, necessita de passar por um processo público de reflexão e deve refletir as linhas orientadoras aprovadas no Conselho de Escola.
Em suma, pretende o Conselho de Escola apreciar um documento que seja de facto um instrumento de gestão e de planeamento estratégico."
Tente adivinhar a unidade orgânica que está em causa. Como pista, deixo-lhe a indicação que as linhas orientadoras que são invocadas foram aprovadas no dito órgão por consenso. Mais lhe adianto que entre as ditas linhas orientadoras está uma que reza assim:
“A [...] deve ser um ´Exemplo de Gestão e Liderança` para a comunidade em que está inserida.”
Lembre-se que se continua a oferecer doces aos mais perspicazes.
J. Cadima Ribeiro
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quinta-feira, dezembro 09, 2010
"Foram estudados quatro casos de transferência de patentes para ´spin-offs`"
Transferência de tecnologia para spin-offs universitárias
(título de mensagem, datada de 9 de Dezembro de 2010, disponível em Empreender)
(título de mensagem, datada de 9 de Dezembro de 2010, disponível em Empreender)
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quarta-feira, dezembro 08, 2010
Life is an experiment
"All life is an experiment. The more experiments you make the better."
Ralph Waldo Emerson
(citação extraída de SBANC Newsletter, December 7, Issue 648 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu)
Ralph Waldo Emerson
(citação extraída de SBANC Newsletter, December 7, Issue 648 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu)
terça-feira, dezembro 07, 2010
A UMinho fundação? Mais um contributo para o debate que importa que se faça
A proposta da transformação da Universidade do Minho numa fundação: algumas considerações preliminares
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)
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segunda-feira, dezembro 06, 2010
“De onde vim e até onde vou: uma análise preliminar da desigualdade socioeconômica e entrada no Ensino Superior brasileiro”
“In this article we test the hypothesis in which the democratization policies for higher education adopted in Brazil had reduced the strength of the association between socioeconomic background and the entry chances in this educational level. For this, we used microdata from Monthly Employment Survey (IBGE), and we followed the educational trajectory of the individuals aged 16 to 30 for a year in the following periods: 2002/2003 and 2008/2009. The results show that this hypothesis holds for residents in the metropolitan areas. Results suggest that educational expansion policies may be decisive in reducing the inequality of opportunities.”
Raquel Rangel de Meireles Guimarães (Cedeplar-UFMG)
Gilvan Ramalho Guedes (Brown University)
Eduardo Luiz Gonçalves Rios-Neto (Cedeplar-UFMG)
Date: 2010-11
Keywords: Entry to Tertiary Education; School Transitions Model; Grade of Membership.
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cdp:texdis:td414&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
Raquel Rangel de Meireles Guimarães (Cedeplar-UFMG)
Gilvan Ramalho Guedes (Brown University)
Eduardo Luiz Gonçalves Rios-Neto (Cedeplar-UFMG)
Date: 2010-11
Keywords: Entry to Tertiary Education; School Transitions Model; Grade of Membership.
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cdp:texdis:td414&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
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sábado, dezembro 04, 2010
O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - quinta e última parte
8 - ENSINO DE ARTES E OFÍCIOS. Não existe!
É um princípio fundamental de qualquer “sistema de produção”, a divisão dos produtos em “produtos de 1ª escolha”, “produtos de 2ª escolha” e “refugo”. Mas tem que realizar-se o aproveitamento de tudo. A “produção” de pessoas com mais ou menos “qualificações oficiais” tem, numa Sociedade equilibrada, de obedecer a este mesmo princípio. Não se trata de “elitismo”, trata-se da “aptidão de cada um”. Todas as pessoas devem nascer “iguais em direitos” (e em deveres), mas, por natureza, elas não nascem com iguais dotes naturais (a biodiversidade, também entre os humanos, é a maior riqueza do planeta). Por isso, todas as pessoas devem, numa Sociedade equilibrada, serem respeitadas de modo igual, qualquer que seja a sua profissão, desde que seja exercida com honestidade e competência: ao varredor deve-se a mesma consideração que ao professor catedrático, mas “chacun à sa place”.
É um princípio fundamental de qualquer “sistema de produção”, a divisão dos produtos em “produtos de 1ª escolha”, “produtos de 2ª escolha” e “refugo”. Mas tem que realizar-se o aproveitamento de tudo. A “produção” de pessoas com mais ou menos “qualificações oficiais” tem, numa Sociedade equilibrada, de obedecer a este mesmo princípio. Não se trata de “elitismo”, trata-se da “aptidão de cada um”. Todas as pessoas devem nascer “iguais em direitos” (e em deveres), mas, por natureza, elas não nascem com iguais dotes naturais (a biodiversidade, também entre os humanos, é a maior riqueza do planeta). Por isso, todas as pessoas devem, numa Sociedade equilibrada, serem respeitadas de modo igual, qualquer que seja a sua profissão, desde que seja exercida com honestidade e competência: ao varredor deve-se a mesma consideração que ao professor catedrático, mas “chacun à sa place”.
É verdade que tanto a Revolução Cultural Chinesa como a Revolução do 25 de Abril em Portugal tentaram inverter esta situação natural. Mas as acções nesse sentido, que persistem em Portugal, e não na China de hoje, estão condenadas ao insucesso: Insucesso Escolar, Insucesso Económico, etc.. Quer-se com isto dizer que, em vez de tentarem com facilitismos e mais facilitismos evitar o Insucesso Escolar e o Abandono Escolar, devem os governos, todos os governos, procurar “reciclar” os alunos menos dotados no que diz respeito a “massa cinzenta”, mas, por ventura, mais dotados no que diz respeito ao uso das mãos . Menos dotados para atingirem o 12º ano da Escola Normal, mas, porventura, mais dotados para atingirem o 12º ano de uma “Escola Técnico Profissional” independente, dirigida por entidades locais, mas digna desse nome. Menos dotados para atingirem o 12º ano de uma “Escola Técnico Profissional”, mas, porventura, mais dotados para atingirem o 9º ou o 6º ano de uma “Escola de Artes e Ofícios”: Picheleiro (Canalizador), Sondador (Geotecnia), Trolha, Electricista, Carpinteiro, Pintor, Estucador, Vidraceiro, Pescador, Limpa-Chaminés, Cozinheiro(a), Empregado(a) de mesa, Bordadeira(o), Alfaiate, Sapateiro, Relojoeiro, Ama ou “Babysitter”, Barbeiro, Cabeleireiro(a), Jardineiro(a) ,Empregado(a) Doméstica(o), Cantoneiro(a), Auxiliar de Limpezas, Empregado(a) de Creches, Motorista, Vendedor, Caixeiro Viajante, etc., etc.
9 - A BEM DE UMA REFORMA ESTRUTURAL DA ECONOMIA EM PORTUGAL, SERÁ POSSÍVEL ELIMINAR ESTA PESADA HERANÇA DA REVOLUÇÃO CULTURAL PORTUGUESA, QUE PERSISTE?
Tememos bem que não. Seria preciso uma outra Revolução. De facto, o Ministério da Educação, desde o 25 de Abril, está quase dominado pelo Sindicato dos Professores. É o Presidente do Sindicato que o diz publicamente na televisão, “com pompa e circunstância”, sem qualquer desmentido de alguém desse Ministério. Os funcionário do ME são “de carreira” e, portanto, “inamovíveis”. A grande maioria está lá desde o 25 de Abril. As ideias que professam estão à vista e dão os resultados que também estão à vista. O Sindicato dos Professores “nem por sombras” quer ouvir falar de “descentralização do Ensino Público”, pois esse seria o início da sua morte.
9 - A BEM DE UMA REFORMA ESTRUTURAL DA ECONOMIA EM PORTUGAL, SERÁ POSSÍVEL ELIMINAR ESTA PESADA HERANÇA DA REVOLUÇÃO CULTURAL PORTUGUESA, QUE PERSISTE?
Tememos bem que não. Seria preciso uma outra Revolução. De facto, o Ministério da Educação, desde o 25 de Abril, está quase dominado pelo Sindicato dos Professores. É o Presidente do Sindicato que o diz publicamente na televisão, “com pompa e circunstância”, sem qualquer desmentido de alguém desse Ministério. Os funcionário do ME são “de carreira” e, portanto, “inamovíveis”. A grande maioria está lá desde o 25 de Abril. As ideias que professam estão à vista e dão os resultados que também estão à vista. O Sindicato dos Professores “nem por sombras” quer ouvir falar de “descentralização do Ensino Público”, pois esse seria o início da sua morte.
Passam governos, sejam de que cor forem, mas ficam as “raízes”. Talvez que as “imposições externas” e a “miséria interna” venham a ter algum resultado. Porque a verdade é esta: Portugal, já que não pode exportar bens materiais de valor suficiente para equilibrar as contas públicas; tem de “exportar” pessoas. Só que essas pessoas, na sua grande maioria, continuam sem poder competir no estrangeiro. Daqui a pouco, nem mesmo em Angola , Moçambique ou Brasil conseguem colocar-se.... Esta situação é que é verdadeiramente gritante.
JBM (Nov. 2010)
JBM (Nov. 2010)
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History of European Universities: deadline for abstract submission
«History of European Universities. Challenges and transformations
18-20 April 2011
Lisbon, Portugal
Dear colleagues
Just a quick note to remind you that the deadline for abstract submission to the forthcoming meeting to be held at the University of Lisbon, Portugal.
Deadline for abstract submission: December 15th, 2010
For further information we invite you to visit
http://centenario.ul.pt/conferencias/history-of-european-universities
For any inquiry don’t hesitate to contact us at occoe@occoe.pt
We would appreciate if you share this information with your colleagues and other people interested in the subject.
With our best regards,
Fátima de Haan
Executive Secretary
18-20 April 2011
Lisbon, Portugal
Dear colleagues
Just a quick note to remind you that the deadline for abstract submission to the forthcoming meeting to be held at the University of Lisbon, Portugal.
Deadline for abstract submission: December 15th, 2010
For further information we invite you to visit
http://centenario.ul.pt/conferencias/history-of-european-universities
For any inquiry don’t hesitate to contact us at occoe@occoe.pt
We would appreciate if you share this information with your colleagues and other people interested in the subject.
With our best regards,
Fátima de Haan
Executive Secretary
The Organizing Committee
Ana Simões (University of Lisbon, CIUHCT )
José Pedro Sousa Dias (University of Lisbon, CEHFCi)
Maria Paula Diogo (New University of Lisbon, CIUHCT)»
Ana Simões (University of Lisbon, CIUHCT )
José Pedro Sousa Dias (University of Lisbon, CEHFCi)
Maria Paula Diogo (New University of Lisbon, CIUHCT)»
*
(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, reenviada por Paula Cristina Remoaldo)
"Concurso de Teses de Economia e de Finanças - Centre des Professions Financières"
«Senhora, Senhor,
Sou Angela BARBOSA e trabalho numa associação chamada o Centro das Profisões Financeiras (CPF) e sou responsável do Concurso de Economía e da Finança que organizamos cada ano.
O Centro das Profisões Financeiras (CPF) é um organismo de interesse geral com âmbito educativo – aplicação da lei 1901 – que tem como missão de “entender e fazer entender as Profisões Financeiras”.
O âmbito de este concurso é de premiar o trabalho de estudantes em segundo e tercero ciclos, de todas as fileiras, que escriveram uma tese sobre uma problemática financeira.
Cada ano mais de 50 000€ de prêmios são distribuidos entre os estudantes e a faculdade participante durante uma Ceremonia de entrega de prêmios que occorerá no mês de março 2011 em Paris.
Invitamos a descobrir adjunto um ejemplar em inglés da nossa publicação que trata de nosso evento. Encontrará também um aúncio publicitário todas as informações referentes ao concurso.
Graças a cuidar aos documentos a completar y a enviar. Nossa direção é Centre des Professions Financières, 20 rue de l’Arcade – 75008 Paris, France.
Invitamos a divulgar esta publicação a vossos estudantes y profesores que poderiam ser interesados.
Informo que só 10 teses são aceptados por fileira, y que a data limite de depósito é o 15 de dezembro de 2010.
Si é possível, graças a informar-me da sua participação (e do número de participantes).
Fico a sua disposição,
Sou Angela BARBOSA e trabalho numa associação chamada o Centro das Profisões Financeiras (CPF) e sou responsável do Concurso de Economía e da Finança que organizamos cada ano.
O Centro das Profisões Financeiras (CPF) é um organismo de interesse geral com âmbito educativo – aplicação da lei 1901 – que tem como missão de “entender e fazer entender as Profisões Financeiras”.
O âmbito de este concurso é de premiar o trabalho de estudantes em segundo e tercero ciclos, de todas as fileiras, que escriveram uma tese sobre uma problemática financeira.
Cada ano mais de 50 000€ de prêmios são distribuidos entre os estudantes e a faculdade participante durante uma Ceremonia de entrega de prêmios que occorerá no mês de março 2011 em Paris.
Invitamos a descobrir adjunto um ejemplar em inglés da nossa publicação que trata de nosso evento. Encontrará também um aúncio publicitário todas as informações referentes ao concurso.
Graças a cuidar aos documentos a completar y a enviar. Nossa direção é Centre des Professions Financières, 20 rue de l’Arcade – 75008 Paris, France.
Invitamos a divulgar esta publicação a vossos estudantes y profesores que poderiam ser interesados.
Informo que só 10 teses são aceptados por fileira, y que a data limite de depósito é o 15 de dezembro de 2010.
Si é possível, graças a informar-me da sua participação (e do número de participantes).
Fico a sua disposição,
Saudações cordiais,
Angela BARBOSA
Chargée de mission Développement Commercial Centre des Professions Financières
20, rue de l'Arcade - 75008 Paris
Tél. 01 44 94 02 55 - Fax. 01 44 94 02 62
a.barbosa@professionsfinancieres.com»
Angela BARBOSA
Chargée de mission Développement Commercial Centre des Professions Financières
20, rue de l'Arcade - 75008 Paris
Tél. 01 44 94 02 55 - Fax. 01 44 94 02 62
a.barbosa@professionsfinancieres.com»
*
(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu há dois dias na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)
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sexta-feira, dezembro 03, 2010
O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - quarta parte
7 - ENSINO PROFISSIONAL: POR ONDE ANDAS?
O Ensino Profissional foi criado em 1989, em 170 escolas, que formam técnicos intermédios, em cursos de três anos, a partir do 9º ano. Entre os anos lectivos de 2006/2007 e 2009/2010, o número de estudantes a frequentar cursos profissionais em Portugal passou de 44 466 para 126 723, representando um aumento de 185%. Relativamente ao ano lectivo transacto, intensificou-se o crescimento da abertura de vagas para cursos profissionais nas escolas secundárias públicas em 46,7%, sendo que das cerca de 500 escolas secundárias, 472 têm oferta de cursos profissionais, o que representa uma cobertura de cerca de 90%.
Na escola onde um meu neto frequenta o 11º ano de Ciências também está instituído o “Ensino Profissional”, mas o que ele me diz é que para esse Ensino transitam os alunos bi- e tri-repetentes, transformando-se esse tipo de ensino numa “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior.
Esta forma de atacar a questão do “insucesso escolar” não é honesta, mas, mais ou menos subrepticiamente, é adoptada pelas autoridades do MEN.
As Escolas Industriais e Comerciais surgiram no contexto da criação de novas escolas técnicas, por parte do Estado Novo, na sequência da reforma cujas bases foram promulgadas pela Lei n.º 2025, de 19 de Junho de 1947. Visava-se, então, o desenvolvimento do ensino técnico profissional. Entre os Cursos criados figuravam: Ciclo Preparatório do Ensino Técnico; Curso Geral do Comércio; Curso de Formação Feminina; Curso de Formação de Serralheiro; Curso de Formação de Montador Electricista e outros cursos em regime de aperfeiçoamento: Curso Geral de Comércio; Curso de Formação de Serralheiro; e Curso de Formação de Montador Electricista. Essas escolas tinham equipamentos próprios, alguns de elevado valor e nível técnico. A Lei n.º 5/73, mais conhecida por reforma Veiga Simão, alterou a designação das escolas Industriais, que passaram a denominarem-se de Técnicas.
A criação do Ensino Secundário Unificado em 1975, após o 25 de Abril de 1974, conduziu à abolição de distinções entre as escolas, que passaram a ser todas designadas por Secundárias
Este “golpe de misericórdia” no Ensino Técnico Profissional foi e continua a ser dramático para o País. A ideia desta abolição era a de uma pressuposta “igualdade de tratamento”, isto é, acabar com o “elitismo” do Ensino Liceal. Na verdade eu próprio fui vítima desse elitismo, pois comecei por tirar o Curso Comercial na Escola Industrial e Comercial de Leiria e, para passar para o Ensino Liceal, fui submetido a duras “provas de transição”. Por outro lado, os detentores, por exº., do Diploma do Curso de Formação de Montador Electricista não podiam concorrer ao lugar de “Artífice” existente nos quadros das universidades. Esses lugares eram reservados para os detentores do “Curso Geral dos Liceus” (5º ano, equivalente ao 9º anos de escolaridade actual). Esta era uma segregação “racial”: o Ensino Técnico Profissional era para os "filhos dos pobres e/ou os filhos de outras etnias". Mas o facto é que, infelizmente, hoje continua a ser assim com algumas agravantes: 1ª, é uma “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior, criando graves injustiças para os que entram pelo via normal; 2ª, tendo-se perdido (por envelhecimento, deterioração) todo o equipamento que existia nas antigas Escolas Industriais (tornos, frezas, e tudo o mais relativo a Oficinas de Serralharia Civil, Serralharia Mecânica, Mecânica Automóvel, Oficinas de Carpintaria e Móveis; Oficinas de Cantaria, Oficinas de Tecelagem, Oficinas de Electricidade, Oficinas de Electrónica, Laboratórios Oficinais, etc., etc.), restam uns “laivos” de Ensino Profissional “aderentes” às Escolas Secundárias normais.; 3ª, dada a utilidade Ensino Técnico Profissional para a Sociedade, restam algumas escolas privadas, mal equipadas, frequentemente com docentes de baixo nível, mas onde se pagam altas propinas; portanto só acessíveis a “famílias ricas”. Isto é, acontece o contrário daquilo que se pretende: Ensino Técnico Profissional público, acessível tanto a “classes pobres” como a “classes ricas” de grande nível, exigente, em escolas independentes, com equipamentos adequados a cada tipo de curso, ombreando completamente com o Ensino Secundário Normal (12º. ano) e tendo o mesmo nível de exigência.
Um Ensino Técnico Profissional digno desse nome deve “formar” técnicos de nível médio para a Indústria, o Comércio, etc.: Montador Electricista, Montador Mecânico, Topógrafo, Construtor, Contabilista, Solicitador, Bancário, Jornalista, Técnico de Laboratório Químico ou outro, etc., etc. Embora este sistema de Ensino deva ser dirigido a uma profissão de nível médio,
logicamente que, neste caso, o acesso ao Ensino Superior também deve ser igual ao das Escolas de Ensino Secundário Normal (12º. ano).
O Ensino Profissional foi criado em 1989, em 170 escolas, que formam técnicos intermédios, em cursos de três anos, a partir do 9º ano. Entre os anos lectivos de 2006/2007 e 2009/2010, o número de estudantes a frequentar cursos profissionais em Portugal passou de 44 466 para 126 723, representando um aumento de 185%. Relativamente ao ano lectivo transacto, intensificou-se o crescimento da abertura de vagas para cursos profissionais nas escolas secundárias públicas em 46,7%, sendo que das cerca de 500 escolas secundárias, 472 têm oferta de cursos profissionais, o que representa uma cobertura de cerca de 90%.
Na escola onde um meu neto frequenta o 11º ano de Ciências também está instituído o “Ensino Profissional”, mas o que ele me diz é que para esse Ensino transitam os alunos bi- e tri-repetentes, transformando-se esse tipo de ensino numa “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior.
Esta forma de atacar a questão do “insucesso escolar” não é honesta, mas, mais ou menos subrepticiamente, é adoptada pelas autoridades do MEN.
As Escolas Industriais e Comerciais surgiram no contexto da criação de novas escolas técnicas, por parte do Estado Novo, na sequência da reforma cujas bases foram promulgadas pela Lei n.º 2025, de 19 de Junho de 1947. Visava-se, então, o desenvolvimento do ensino técnico profissional. Entre os Cursos criados figuravam: Ciclo Preparatório do Ensino Técnico; Curso Geral do Comércio; Curso de Formação Feminina; Curso de Formação de Serralheiro; Curso de Formação de Montador Electricista e outros cursos em regime de aperfeiçoamento: Curso Geral de Comércio; Curso de Formação de Serralheiro; e Curso de Formação de Montador Electricista. Essas escolas tinham equipamentos próprios, alguns de elevado valor e nível técnico. A Lei n.º 5/73, mais conhecida por reforma Veiga Simão, alterou a designação das escolas Industriais, que passaram a denominarem-se de Técnicas.
A criação do Ensino Secundário Unificado em 1975, após o 25 de Abril de 1974, conduziu à abolição de distinções entre as escolas, que passaram a ser todas designadas por Secundárias
Este “golpe de misericórdia” no Ensino Técnico Profissional foi e continua a ser dramático para o País. A ideia desta abolição era a de uma pressuposta “igualdade de tratamento”, isto é, acabar com o “elitismo” do Ensino Liceal. Na verdade eu próprio fui vítima desse elitismo, pois comecei por tirar o Curso Comercial na Escola Industrial e Comercial de Leiria e, para passar para o Ensino Liceal, fui submetido a duras “provas de transição”. Por outro lado, os detentores, por exº., do Diploma do Curso de Formação de Montador Electricista não podiam concorrer ao lugar de “Artífice” existente nos quadros das universidades. Esses lugares eram reservados para os detentores do “Curso Geral dos Liceus” (5º ano, equivalente ao 9º anos de escolaridade actual). Esta era uma segregação “racial”: o Ensino Técnico Profissional era para os "filhos dos pobres e/ou os filhos de outras etnias". Mas o facto é que, infelizmente, hoje continua a ser assim com algumas agravantes: 1ª, é uma “porta do cavalo” para entrada no Ensino Superior, criando graves injustiças para os que entram pelo via normal; 2ª, tendo-se perdido (por envelhecimento, deterioração) todo o equipamento que existia nas antigas Escolas Industriais (tornos, frezas, e tudo o mais relativo a Oficinas de Serralharia Civil, Serralharia Mecânica, Mecânica Automóvel, Oficinas de Carpintaria e Móveis; Oficinas de Cantaria, Oficinas de Tecelagem, Oficinas de Electricidade, Oficinas de Electrónica, Laboratórios Oficinais, etc., etc.), restam uns “laivos” de Ensino Profissional “aderentes” às Escolas Secundárias normais.; 3ª, dada a utilidade Ensino Técnico Profissional para a Sociedade, restam algumas escolas privadas, mal equipadas, frequentemente com docentes de baixo nível, mas onde se pagam altas propinas; portanto só acessíveis a “famílias ricas”. Isto é, acontece o contrário daquilo que se pretende: Ensino Técnico Profissional público, acessível tanto a “classes pobres” como a “classes ricas” de grande nível, exigente, em escolas independentes, com equipamentos adequados a cada tipo de curso, ombreando completamente com o Ensino Secundário Normal (12º. ano) e tendo o mesmo nível de exigência.
Um Ensino Técnico Profissional digno desse nome deve “formar” técnicos de nível médio para a Indústria, o Comércio, etc.: Montador Electricista, Montador Mecânico, Topógrafo, Construtor, Contabilista, Solicitador, Bancário, Jornalista, Técnico de Laboratório Químico ou outro, etc., etc. Embora este sistema de Ensino deva ser dirigido a uma profissão de nível médio,
logicamente que, neste caso, o acesso ao Ensino Superior também deve ser igual ao das Escolas de Ensino Secundário Normal (12º. ano).
JBM (Nov. 2010)
[Continua]
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quinta-feira, dezembro 02, 2010
O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - terceira parte
5 - PERANTE ESTE CAOS NO ENSINO B+S EM PORTUGAL, QUE FAZER?
Como antes se viu, a correcção estrutural da Economia Portuguesa passa por uma verdadeira revolução no Ensino B+S, a qual continua por realizar. Que fazer?
Em 1º lugar há que remodelar profundamente o plano de estudos, sobretudo entre o 5º e o 9ºanos . “Disciplinas” como “Formação Cívica”, “Estudo Acompanhado”, “Área de Projecto”, que só servem para “dar horário” a docentes que nada sabem das matérias essenciais, devem ser eliminadas e a respectiva escolaridade distribuída por disciplinas fundamentais tais como a Matemática e a Física e Química. Além disso, a disciplina de Educação Física deve passar para as “actividades circum-escolares” e não haver testes dela, devendo a escolaridade respectiva ser atribuída a uma disciplina de “Economia” que, sendo fundamental na formação geral de qualquer cidadão, não existe no plano de estudos até ao 9ª ano nem depois. Deve ser dada de forma científica por docentes com licenciatura em Economia. A disciplina de “Educação Moral e Religiosa Católica”, que é facultativa, deve ser substituída por uma disciplina de “Religiões e Culturas”, a qual deve ser obrigatória e dada de forma científica por docentes com licenciatura apropriada. A disciplina de “Educação Tecnológica” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio das Engenharias. A disciplina de “Educação Visual” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio da Arquitectura. Os conteúdos programáticos de disciplinas como a Matemática têm de ter uma sequência lógica, sem lacunas nem sobreposições, do 1º ano até ao 12º. Por exº., as matérias de “Estatística” “enxameiam” repetitivamente todo o programa do 5º. ao 12º anos, quando bastava tê-las num semestre por volta do 9º ano. Por outro lado, a matéria de “mudanças de base de numeração”, nomeadamente da base 10 para a base 2 e vice versa, não existe no Ensino Secundário, quando essa base é essencial para se entender o significado de 1 bit e daí o funcionamento de qualquer computador. O mesmo acontece quanto ao significado de 1 “byte”. Nem mesmo nos rudimentos de Informática que são dados na “disciplina” “TIC” são dadas essas matérias.
Mas há outras falhas gritantes nos planos de estudo: os alunos saem do 12º anos com 18 anos, prontos a votar nas eleições dos órgãos do poder do País, mas nem sequer lhes ensinaram quais são as funções desses órgãos do poder! Em 12 anos, não se conseguiu espaço para uma uma disciplina que no “antigamente” tinha a designação de “Organização Política e Administrativa da Nação” e que melhor podia ser designada de “Princípios de Direito e Organização Política do País”. Actualmente, tenta-se colmatar esta falha “falando” do assunto na disciplina de Filosofia, declarando-se, logo nas primeiras lições, que “a Filosofia não é uma Ciência porque não tem base experimental”. De facto o que se dá em Filosofia é uma “misturada” de “Retórica”, com “Argumentação sócio política", mais uns “laivos” de “Psicologia”, etc. De Filosofia, Ciência de todas as Ciências (Ciências Humanas , Ciências “Exactas” e Ciências Naturais), quase nada se dá.
Como antes se viu, a correcção estrutural da Economia Portuguesa passa por uma verdadeira revolução no Ensino B+S, a qual continua por realizar. Que fazer?
Em 1º lugar há que remodelar profundamente o plano de estudos, sobretudo entre o 5º e o 9ºanos . “Disciplinas” como “Formação Cívica”, “Estudo Acompanhado”, “Área de Projecto”, que só servem para “dar horário” a docentes que nada sabem das matérias essenciais, devem ser eliminadas e a respectiva escolaridade distribuída por disciplinas fundamentais tais como a Matemática e a Física e Química. Além disso, a disciplina de Educação Física deve passar para as “actividades circum-escolares” e não haver testes dela, devendo a escolaridade respectiva ser atribuída a uma disciplina de “Economia” que, sendo fundamental na formação geral de qualquer cidadão, não existe no plano de estudos até ao 9ª ano nem depois. Deve ser dada de forma científica por docentes com licenciatura em Economia. A disciplina de “Educação Moral e Religiosa Católica”, que é facultativa, deve ser substituída por uma disciplina de “Religiões e Culturas”, a qual deve ser obrigatória e dada de forma científica por docentes com licenciatura apropriada. A disciplina de “Educação Tecnológica” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio das Engenharias. A disciplina de “Educação Visual” tem de ser dada por docentes com licenciatura no domínio da Arquitectura. Os conteúdos programáticos de disciplinas como a Matemática têm de ter uma sequência lógica, sem lacunas nem sobreposições, do 1º ano até ao 12º. Por exº., as matérias de “Estatística” “enxameiam” repetitivamente todo o programa do 5º. ao 12º anos, quando bastava tê-las num semestre por volta do 9º ano. Por outro lado, a matéria de “mudanças de base de numeração”, nomeadamente da base 10 para a base 2 e vice versa, não existe no Ensino Secundário, quando essa base é essencial para se entender o significado de 1 bit e daí o funcionamento de qualquer computador. O mesmo acontece quanto ao significado de 1 “byte”. Nem mesmo nos rudimentos de Informática que são dados na “disciplina” “TIC” são dadas essas matérias.
Mas há outras falhas gritantes nos planos de estudo: os alunos saem do 12º anos com 18 anos, prontos a votar nas eleições dos órgãos do poder do País, mas nem sequer lhes ensinaram quais são as funções desses órgãos do poder! Em 12 anos, não se conseguiu espaço para uma uma disciplina que no “antigamente” tinha a designação de “Organização Política e Administrativa da Nação” e que melhor podia ser designada de “Princípios de Direito e Organização Política do País”. Actualmente, tenta-se colmatar esta falha “falando” do assunto na disciplina de Filosofia, declarando-se, logo nas primeiras lições, que “a Filosofia não é uma Ciência porque não tem base experimental”. De facto o que se dá em Filosofia é uma “misturada” de “Retórica”, com “Argumentação sócio política", mais uns “laivos” de “Psicologia”, etc. De Filosofia, Ciência de todas as Ciências (Ciências Humanas , Ciências “Exactas” e Ciências Naturais), quase nada se dá.
Em 2º lugar, há que descentralizar pelo menos o Ensino Secundário. Faz algum sentido que os concursos para colocação de professores do 1º ciclo, por exº., tenham de estar centralizada em Lisboa, dando azo às mais aberrantes situações, como a de um docente do 1º ano (1ª classe) que mora e tem família em Valença ser colocado em Faro e vice versa? Além da situação, altamente antipedagógica, de um aluno de uma dada escola B (ou B+S) ter docentes da mesma disciplina que mudam de ano para ano! Além de tudo isso, os Presidentes dos Conselhos Directivos das Escolas B e B+S não têm quaisquer poderes disciplinares nem mesmo poderes administrativos fundamentais, como o de poder contratar em regime provisório um docente para uma disciplina cujo docente adoeceu ou faleceu a meio de um período escolar.
O que acima se diz chega para mostrar o caos que se vive no Ensino B+S em Portugal e que leva os melhores docentes a tentarem aposentar-se tão cedo quanto lhe é possível, mas haveria muito mais a dizer.
6 - “PROVAS DE AFERIÇÃO” e EXAMES NACIONAIS
Como acima se disse, são os próprios ministros(as) que dizem que o docente no Ensino B+S está, na prática, impedido de “reter” qualquer aluno em cada ano na disciplina que lecciona. Mas no 4º, no 6º e no 9º anos há “Provas de Aferição” relativas a algumas disciplinas, que não servem para avaliar os alunos, mas sim a “performance” de cada escola. Essas provas são realizadas por alunos da escola sob a forma de uma “amostragem”. Isto é, nem todos os alunos de uma dada disciplina são submetidos a provas; somente os de algumas turmas, as quais são, logicamente, as turmas com os melhores alunos. Deste facto e da circunstância de o número de alunos variar muito de escola para escola, incluindo as escolas privadas, resulta uma completa trapalhada no “ranking” das escolas publicado em cada ano. Os exames nacionais são realmente feitos para avaliar os conhecimentos de cada aluno numa dada disciplina, mas eles são apenas realizados em disciplinas essenciais ao acesso ao Ensino Superior. Os enunciados destas provas, como os das Provas de Aferição, estão centralizados no GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional) do Ministério da Educação, e já vimos acima exemplos da forma deficiente como são elaborados pelo GAVE muitos pontos das provas de aferição” e dos exames nacionais, principalmente das disciplinas de Matemática e de Física e Química, e mesmo alguns dos erros que são cometidos na elaboração desses enunciados. Por este motivo e porque as notas de cada aluno nestes exames contam apenas em 35% para a média de acesso ao Ensino superior, sendo os outros 65% resultado dos testes realizados ao longo do ano na escola secundária respectiva, pública ou privada, resultam graves injustiças no acesso ao Ensino Superior, podendo entrar à frente alunos que deveriam ficar atrás. Com efeito, neste caso, as escolas privadas terão todo o interesse em realizarem testes menos exigentes durante o ano para que os seus alunos tenham altas notas e fiquem colocados nos 65% acima referidos. Para piorar a situação, por um lado, os professores do Ensino Superior nenhuma intervenção têm nos exames nacionais, mesmo nas disciplinas específicas de entrada num dado curso, por outro lado, à entrada no Ensino Superior podem candidatar-se alunos provenientes do “Ensino Profissional” ou do programa “Novas Oportunidades”. Isto é, as Universidades e os Politécnicos recebem os alunos por via “administrativa”, centrada no MEN, sem qualquer intervenção do MCTES.
JBM (Nov.2010)
O que acima se diz chega para mostrar o caos que se vive no Ensino B+S em Portugal e que leva os melhores docentes a tentarem aposentar-se tão cedo quanto lhe é possível, mas haveria muito mais a dizer.
6 - “PROVAS DE AFERIÇÃO” e EXAMES NACIONAIS
Como acima se disse, são os próprios ministros(as) que dizem que o docente no Ensino B+S está, na prática, impedido de “reter” qualquer aluno em cada ano na disciplina que lecciona. Mas no 4º, no 6º e no 9º anos há “Provas de Aferição” relativas a algumas disciplinas, que não servem para avaliar os alunos, mas sim a “performance” de cada escola. Essas provas são realizadas por alunos da escola sob a forma de uma “amostragem”. Isto é, nem todos os alunos de uma dada disciplina são submetidos a provas; somente os de algumas turmas, as quais são, logicamente, as turmas com os melhores alunos. Deste facto e da circunstância de o número de alunos variar muito de escola para escola, incluindo as escolas privadas, resulta uma completa trapalhada no “ranking” das escolas publicado em cada ano. Os exames nacionais são realmente feitos para avaliar os conhecimentos de cada aluno numa dada disciplina, mas eles são apenas realizados em disciplinas essenciais ao acesso ao Ensino Superior. Os enunciados destas provas, como os das Provas de Aferição, estão centralizados no GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional) do Ministério da Educação, e já vimos acima exemplos da forma deficiente como são elaborados pelo GAVE muitos pontos das provas de aferição” e dos exames nacionais, principalmente das disciplinas de Matemática e de Física e Química, e mesmo alguns dos erros que são cometidos na elaboração desses enunciados. Por este motivo e porque as notas de cada aluno nestes exames contam apenas em 35% para a média de acesso ao Ensino superior, sendo os outros 65% resultado dos testes realizados ao longo do ano na escola secundária respectiva, pública ou privada, resultam graves injustiças no acesso ao Ensino Superior, podendo entrar à frente alunos que deveriam ficar atrás. Com efeito, neste caso, as escolas privadas terão todo o interesse em realizarem testes menos exigentes durante o ano para que os seus alunos tenham altas notas e fiquem colocados nos 65% acima referidos. Para piorar a situação, por um lado, os professores do Ensino Superior nenhuma intervenção têm nos exames nacionais, mesmo nas disciplinas específicas de entrada num dado curso, por outro lado, à entrada no Ensino Superior podem candidatar-se alunos provenientes do “Ensino Profissional” ou do programa “Novas Oportunidades”. Isto é, as Universidades e os Politécnicos recebem os alunos por via “administrativa”, centrada no MEN, sem qualquer intervenção do MCTES.
JBM (Nov.2010)
-
[Continua]
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Passatempo (IV)
Há direcções de Escolas/Institutos que tratam os seus Departamentos como caixotes do lixo, esquecendo que é dos Departamentos e Unidades de Investigação que vem o essencial da capacidade de prestação de serviço que as Escolas/Institutos mantêm. Ilustra-se esta afirmação com a reprodução de excerto de uma proposta de "Regulamento dos Serviços" de uma Escola/Instituto da UMinho; concretamente, escreve-se:
"[...]
a) Assegurar o atendimento geral, prestando as informações de carácter genérico;
b) Apoiar administrativamente os Departamentos da Escola, designadamente em termos de expediente geral, arquivo, contabilidade, serviço docente, relatórios de actividades e elaboração dos processos de contratação dos docentes, entre outras tarefas;
c) Prestar apoio administrativo aos Docentes;
d) Gerir a gestão do economato, procedendo ao registo da entrega de material e interagindo com o Serviço Financeiro em matéria de diagnóstico das necessidades de aquisição.
e) Gerir o empréstimo de computadores portáteis e material multimédia, bem como das chaves de salas, gabinetes e cacifos, efectuando o respectivo registo;
[...]"
Note-se que o quadro de pessoal que é suposto assegurar todas as tarefas listadas e outras que não reproduzi apenas para abreviar a citação é o mesmo que assegura actualmente um serviço (insuficiente) aos Departamentos que estão em causa. Fala-se depois de qualidade da prestação de serviços, de eficiência e não sei quantos mais lugares comuns.
Continua a haver doces para oferecer a quem seja capaz de identificar as Escolas/Institutos em que isto sucede. Vá, não sejam tímidos, façam-me chegar os vossos prognósticos!
J. Cadima Ribeiro
"[...]
a) Assegurar o atendimento geral, prestando as informações de carácter genérico;
b) Apoiar administrativamente os Departamentos da Escola, designadamente em termos de expediente geral, arquivo, contabilidade, serviço docente, relatórios de actividades e elaboração dos processos de contratação dos docentes, entre outras tarefas;
c) Prestar apoio administrativo aos Docentes;
d) Gerir a gestão do economato, procedendo ao registo da entrega de material e interagindo com o Serviço Financeiro em matéria de diagnóstico das necessidades de aquisição.
e) Gerir o empréstimo de computadores portáteis e material multimédia, bem como das chaves de salas, gabinetes e cacifos, efectuando o respectivo registo;
[...]"
Note-se que o quadro de pessoal que é suposto assegurar todas as tarefas listadas e outras que não reproduzi apenas para abreviar a citação é o mesmo que assegura actualmente um serviço (insuficiente) aos Departamentos que estão em causa. Fala-se depois de qualidade da prestação de serviços, de eficiência e não sei quantos mais lugares comuns.
Continua a haver doces para oferecer a quem seja capaz de identificar as Escolas/Institutos em que isto sucede. Vá, não sejam tímidos, façam-me chegar os vossos prognósticos!
J. Cadima Ribeiro
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"As escolas secundárias intervencionadas pela Parque Escolar vão pagar em 2011 à empresa pública uma média anual de cerca de 500 mil euros de renda"
Notícia DN
Parque Escolar vai cobrar 50 milhões em rendas em 2011:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1722082
*
Parque Escolar vai cobrar 50 milhões em rendas em 2011:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1722082
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quarta-feira, dezembro 01, 2010
O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - segunda parte
3 - CONTINUA INSTITUÍDA UMA CULTURA DE “FACILITISMO” EM VEZ DE UMA CULTURA DE TRABALHO E MÉRITO DESDE O 1º AO 12º ANOS.
Até há poucos anos, não havia programas de Ensino até ao 4º ano (antiga 4ª classe). Os professores davam, quando davam, o que entendiam. As Escolas funcionavam essencialmente como infantários ou “depósitos” de crianças que os Pais as iam levar de manhã e buscar ao meio dia ou à tarde. Daí que os meus netos saídos do 4º ano só soubessem fazer uma conta de somar com duas parcelas e dificilmente uma conta de diminuir ! A tabuada, nem pensar nela era bom... As crianças deviam brincar... Quando muito, os estudos deveriam ser mais uma brincadeira, como outros jogos próprios da idade – daí a distribuição de computadores aos alunos da Primária, onde o aluno para fazer uma soma entra com as parcelas que caem do “céu” e aparece a soma feita (!), quando desde a 1ª classe se devia dizer que estudar é trabalhar e para brincadeira bastam os períodos de “recreio” nos intervalos das aulas.
E a ideia de que o estudo deve ser uma brincadeira, segundo os cânones dos “sábios” do MEN, continua até ao 12º ano. Vejamos os títulos dos manuais escolares, por exº o dos manuais de “Língua Portuguesa”: “Nas Asas da Fantasia”; ou o de matemática do 12º ano: “X€QMAT” . E a brincadeira continua dentro dos manuais e nos textos das próprias provas de exame de matemática que vêm do MEdu.: a 1ª questão da prova escrita de física e química – A 2006.F2v1 reza assim:
“1. Leia atentamente o texto seguinte:
Há 10 ou 20 mil milhões de anos sucedeu o Big Bang, o acontecimento que deu origem ao nosso Universo...”.
No 12º ANO (!) continua-se no reino da Fantasia, mas agora com consequências traumatizantes para muitos alunos. No interior dos manuais, nos trabalhos para casa e nos próprios pontos de exame incluem-se perguntas que incidem sobre uma banda desenhada! É ou não verdade que esses “sábios” do MEN entendem que o ensino não deve ser coisa muito séria, mas sim uma fantasia, por vezes muito caprichosa, mas sem qualquer relação com a vida que o aluno(a) vai enfrentar amanhã?.
4 - O PROGRAMA DE CADA DISCIPLINA NÃO ESTÁ CONCEBIDO DE FORMA A O(A) ALUNO(A) ASSIMILAR FACILMENTE OS FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA EM CAUSA?
Por exº, os programas da disciplina de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e de Física e Química do 10º ao 12º são uma misturada de “Astrofísica”, “Cosmologia”, “Astronomia”, “Meteorologia”, etc. etc. Fala-se da vida de cientistas famosos, das alterações climáticas, das Nebulosas, da constituição da Luz, do Campo Electromagnético, etc.. Metem-se poemas dentro de Manuais de Física! Divaga-se sobre planeamento de investigações complicadas e de instrumentos maravilhosos, etc. etc. Pelo meio desse emaranhado lá aparecem, timidamente, as Leis de Newton e de Lavoisier, (mas não a de Proust), Lei d’Ohm e outras também fundamentais.
Este tipo de Ensino(?) é completamente alheio noutros países: consultando livros de texto (College ou General Physics e College ou General Chemistry) de cursos do mesmo nível da cena internacional, nada se encontra semelhante aos fantasiosos programas de Física e Química para o Ensino Básico e Secundário deste País!
Além disso, a matéria está mal ordenada: chega-se a ensinar aos alunos o cálculo do rendimento de uma máquina antes de lhes ensinar os conceitos de trabalho de uma força e de potência e respectivos tipos de unidades usuais. Também não há coordenação entre os programas de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e os de Física e de Química do 10º ao 12º.
No Básico, e até no Secundário, as matérias são dadas de um ponto de vista “jornalístico”, não de um ponto de vista científico. Tudo com um carácter fantasioso, não como matéria séria e útil para aplicações concretas na vida real, embora a esta se faça profusa referência.
E os programas de Matemática não estão muito melhores. Tem-se a absurda pretensão de dar no secundário grande parte do que é próprio do superior, nomeadamente cálculo diferencial e funções de variável complexa. A situação é tanto mais absurda quanto a escolaridade da disciplina é baixa (2 aulas por semana) do 5º ao 12º ano e, além disso, aos alunos do 1º até ao 4º ano quase nada é ensinado de matemática (como, aliás das outras matérias: Língua Portuguesa, História, Ciências Naturais, etc.)
Depois, um tanto como em Físico-Químicas, a confusão é enorme: A “Estatística” é dada em todos os anos do 5º ao 12º! . A Trigonometria é dada no Básico (9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Também as Sucessões, Limites, etc., são dados “às fatias” em mais do que um ano!
Na Geometria faz-se uma baralhada, não se distinguindo claramente Geometria Elementar no Plano e no Espaço tridimensional, da Geometria Analítica que é assunto bem diferente. A Geometria Elementar no Plano e no espaço começa a ser dada no Básico (5º ao 9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Há até um pormenor curioso, que mostra bem a desorientação: o 5º ano de Matemática inicia-se com “Planificação de Sólidos: prismas, pirâmides, cilindros e cones” quando ainda nada foi dado aos alunos de Geometria Elementar no Plano! No que diz respeito a desenhos ilustrativos a realizar à mão livre, que são altamente formativos, e cálculos numéricos, também à mão ou com máquinas vulgares, não são incentivados e obrigam-se os alunos a adquirir de calculadoras com a capacidade de traçar gráficos de algumas funções. Porém, contraditoriamente proíbem-se os alunos de usar essas mesmas calculadoras ou outras muito mais baratas para fazer o cálculo numérico de funções, determinando, em particular, os limites das mesmas quando a variável independente tende para um certo valor (por ventura zero ou infinito) ! E alguns professores acrescentam que esses tratamentos numéricos são próprios das Engenharias e eles, professores, se formaram em Matemáticas Puras, nada tendo a ver com a Engenharia...
JBM (Nov. 2010)
-
[Continua]
Até há poucos anos, não havia programas de Ensino até ao 4º ano (antiga 4ª classe). Os professores davam, quando davam, o que entendiam. As Escolas funcionavam essencialmente como infantários ou “depósitos” de crianças que os Pais as iam levar de manhã e buscar ao meio dia ou à tarde. Daí que os meus netos saídos do 4º ano só soubessem fazer uma conta de somar com duas parcelas e dificilmente uma conta de diminuir ! A tabuada, nem pensar nela era bom... As crianças deviam brincar... Quando muito, os estudos deveriam ser mais uma brincadeira, como outros jogos próprios da idade – daí a distribuição de computadores aos alunos da Primária, onde o aluno para fazer uma soma entra com as parcelas que caem do “céu” e aparece a soma feita (!), quando desde a 1ª classe se devia dizer que estudar é trabalhar e para brincadeira bastam os períodos de “recreio” nos intervalos das aulas.
E a ideia de que o estudo deve ser uma brincadeira, segundo os cânones dos “sábios” do MEN, continua até ao 12º ano. Vejamos os títulos dos manuais escolares, por exº o dos manuais de “Língua Portuguesa”: “Nas Asas da Fantasia”; ou o de matemática do 12º ano: “X€QMAT” . E a brincadeira continua dentro dos manuais e nos textos das próprias provas de exame de matemática que vêm do MEdu.: a 1ª questão da prova escrita de física e química – A 2006.F2v1 reza assim:
“1. Leia atentamente o texto seguinte:
Há 10 ou 20 mil milhões de anos sucedeu o Big Bang, o acontecimento que deu origem ao nosso Universo...”.
No 12º ANO (!) continua-se no reino da Fantasia, mas agora com consequências traumatizantes para muitos alunos. No interior dos manuais, nos trabalhos para casa e nos próprios pontos de exame incluem-se perguntas que incidem sobre uma banda desenhada! É ou não verdade que esses “sábios” do MEN entendem que o ensino não deve ser coisa muito séria, mas sim uma fantasia, por vezes muito caprichosa, mas sem qualquer relação com a vida que o aluno(a) vai enfrentar amanhã?.
4 - O PROGRAMA DE CADA DISCIPLINA NÃO ESTÁ CONCEBIDO DE FORMA A O(A) ALUNO(A) ASSIMILAR FACILMENTE OS FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA EM CAUSA?
Por exº, os programas da disciplina de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e de Física e Química do 10º ao 12º são uma misturada de “Astrofísica”, “Cosmologia”, “Astronomia”, “Meteorologia”, etc. etc. Fala-se da vida de cientistas famosos, das alterações climáticas, das Nebulosas, da constituição da Luz, do Campo Electromagnético, etc.. Metem-se poemas dentro de Manuais de Física! Divaga-se sobre planeamento de investigações complicadas e de instrumentos maravilhosos, etc. etc. Pelo meio desse emaranhado lá aparecem, timidamente, as Leis de Newton e de Lavoisier, (mas não a de Proust), Lei d’Ohm e outras também fundamentais.
Este tipo de Ensino(?) é completamente alheio noutros países: consultando livros de texto (College ou General Physics e College ou General Chemistry) de cursos do mesmo nível da cena internacional, nada se encontra semelhante aos fantasiosos programas de Física e Química para o Ensino Básico e Secundário deste País!
Além disso, a matéria está mal ordenada: chega-se a ensinar aos alunos o cálculo do rendimento de uma máquina antes de lhes ensinar os conceitos de trabalho de uma força e de potência e respectivos tipos de unidades usuais. Também não há coordenação entre os programas de Físico-Químicas do 7º. ao 9º e os de Física e de Química do 10º ao 12º.
No Básico, e até no Secundário, as matérias são dadas de um ponto de vista “jornalístico”, não de um ponto de vista científico. Tudo com um carácter fantasioso, não como matéria séria e útil para aplicações concretas na vida real, embora a esta se faça profusa referência.
E os programas de Matemática não estão muito melhores. Tem-se a absurda pretensão de dar no secundário grande parte do que é próprio do superior, nomeadamente cálculo diferencial e funções de variável complexa. A situação é tanto mais absurda quanto a escolaridade da disciplina é baixa (2 aulas por semana) do 5º ao 12º ano e, além disso, aos alunos do 1º até ao 4º ano quase nada é ensinado de matemática (como, aliás das outras matérias: Língua Portuguesa, História, Ciências Naturais, etc.)
Depois, um tanto como em Físico-Químicas, a confusão é enorme: A “Estatística” é dada em todos os anos do 5º ao 12º! . A Trigonometria é dada no Básico (9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Também as Sucessões, Limites, etc., são dados “às fatias” em mais do que um ano!
Na Geometria faz-se uma baralhada, não se distinguindo claramente Geometria Elementar no Plano e no Espaço tridimensional, da Geometria Analítica que é assunto bem diferente. A Geometria Elementar no Plano e no espaço começa a ser dada no Básico (5º ao 9ºano) e volta a ser dada no Secundário! Há até um pormenor curioso, que mostra bem a desorientação: o 5º ano de Matemática inicia-se com “Planificação de Sólidos: prismas, pirâmides, cilindros e cones” quando ainda nada foi dado aos alunos de Geometria Elementar no Plano! No que diz respeito a desenhos ilustrativos a realizar à mão livre, que são altamente formativos, e cálculos numéricos, também à mão ou com máquinas vulgares, não são incentivados e obrigam-se os alunos a adquirir de calculadoras com a capacidade de traçar gráficos de algumas funções. Porém, contraditoriamente proíbem-se os alunos de usar essas mesmas calculadoras ou outras muito mais baratas para fazer o cálculo numérico de funções, determinando, em particular, os limites das mesmas quando a variável independente tende para um certo valor (por ventura zero ou infinito) ! E alguns professores acrescentam que esses tratamentos numéricos são próprios das Engenharias e eles, professores, se formaram em Matemáticas Puras, nada tendo a ver com a Engenharia...
JBM (Nov. 2010)
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Always do right
"Always do right. This will gratify some people and astonish the rest."
Mark Twain
(citação extraída de SBANC Newsletter, November 30, Issue 647 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
Mark Twain
(citação extraída de SBANC Newsletter, November 30, Issue 647 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, novembro 30, 2010
O Ensino Básico e Secundário e a Crise em Portugal em 2010 - primeira parte
1 - INTRODUÇÃO
Os Meios de Comunicação Social em Portugal e até os estrangeiros abordam diariamente o acréscimo crescente dos juros da Dívida Pública Portuguesa. Fala-se do OGE para 2011, agora definitivamente aprovado, mas mantém-se a reserva quanto às possibilidades da sua execução, etc. etc.. Há um ponto, focado há cerca de um ano pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros alemão que toda a gente dentro e fora do País parece ter esquecido: a crise financeira em Portugal, para além de todos os tipos de “contágio” que vêm do exterior, resulta de defeitos estruturais da Economia Portuguesa, que vão muito para além do equilíbrio orçamental para o ano seguinte, e são estes que têm de ser corrigidos. Ora, no que diz respeito à correcção dos defeitos estruturais da Economia Portuguesa, continua a quase nada se fazer.
Os Meios de Comunicação Social em Portugal e até os estrangeiros abordam diariamente o acréscimo crescente dos juros da Dívida Pública Portuguesa. Fala-se do OGE para 2011, agora definitivamente aprovado, mas mantém-se a reserva quanto às possibilidades da sua execução, etc. etc.. Há um ponto, focado há cerca de um ano pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros alemão que toda a gente dentro e fora do País parece ter esquecido: a crise financeira em Portugal, para além de todos os tipos de “contágio” que vêm do exterior, resulta de defeitos estruturais da Economia Portuguesa, que vão muito para além do equilíbrio orçamental para o ano seguinte, e são estes que têm de ser corrigidos. Ora, no que diz respeito à correcção dos defeitos estruturais da Economia Portuguesa, continua a quase nada se fazer.
Uma observação elementar diz-nos que o Bem mais precioso que um país possui é o nível cultural, em todos os sentidos, dos seus cidadãos. Portanto, a primeira acção para corrigir os defeitos estruturais da Economia Portuguesa tem de ser a correcção dos “defeitos estruturais” do Ensino Básico e Secundário, pois Portugal contínua a ter o maior “índice de ileteracia” entre todos os países da Europa.
De vez em quando esse “parâmetro de subdesenvolvimento” aflora nos Meios de Comunicação Social em Portugal, mas esse “fogo” é logo apagado pelos órgãos centrais do Ministério da Educação, que dizem estar a tomar medidas enérgicas contra o “abandono escolar” e o “insucesso escolar”, citando, entre outros, o “grande sucesso” do programa “Novas Oportunidades”, etc.. Porém, a situação é persistente pelos “índices de ileteracia” publicados nos últimos anos.
2 - AS RAÍZES DO MAL
Em Portugal aconteceu uma “Revolução Cultural à Chinesa”, a do 25 de Abril, quando na China a “Revolução Cultural” de Mao Tsé-Tung já estava mesmo na agonia. De facto, basta reler os jornais da época e sucessivamente os posteriores, para, ao contrário do que às vezes se diz e escreve, se verificar que uma das componentes principais, se não a principal, do 25 de Abril foi uma “Revolução Cultural à Chinesa” que atingiu em cheio todo o Ensino Básico e Secundário e, felizmente, não atingiu de forma igual o Ensino Superior, embora mesmo aí tenha sido “saneada” a quase totalidade dos Professores e tivesse havido Faculdades dirigidas por alunos, etc. etc..
2 - AS RAÍZES DO MAL
Em Portugal aconteceu uma “Revolução Cultural à Chinesa”, a do 25 de Abril, quando na China a “Revolução Cultural” de Mao Tsé-Tung já estava mesmo na agonia. De facto, basta reler os jornais da época e sucessivamente os posteriores, para, ao contrário do que às vezes se diz e escreve, se verificar que uma das componentes principais, se não a principal, do 25 de Abril foi uma “Revolução Cultural à Chinesa” que atingiu em cheio todo o Ensino Básico e Secundário e, felizmente, não atingiu de forma igual o Ensino Superior, embora mesmo aí tenha sido “saneada” a quase totalidade dos Professores e tivesse havido Faculdades dirigidas por alunos, etc. etc..
No ME fixou-se por essa altura uma “casta de sábios”, por muitos articulistas chamados “êduquês”, alguns hoje com o grau de doutor em Ciências da Educação, mas que nunca deram quaisquer aulas, que mandam em tudo, desde programas de todas as disciplinas até aos mais ínfimos pormenores que chegam ao modo como o ensino deve ser (!!!) ministrado desde o 1º ano (1ª classe) até ao 12º ano. Para completar a “derrocada”, destrui-se por completo o Ensino nas Escolas Comerciais e Industriais, de grandes tradições em Portugal, tendo tudo sido “fundido” numa “amálgama” trapalhona centrada em Lisboa, que ainda hoje persiste.
Essa “casta de sábios” e, bem assim, os dirigentes do Sindicato dos Professores, têm visto passar e continuam a ver passar à sua frente umas dezenas de ministros e secretários de estado que se têm mostrado impotentes para realizar quaisquer tipos de reformas gritantemente necessárias. Daí que as agressões a professores, comuns no dia a dia do PREC, continuem em várias escolas. Daí que a falta de disciplina nas salas de aula impedindo qualquer ensino sério continue em muitas escolas.
Para completar a cena, ministros(as) e secretários de estado continuam a dizer em público que “os alunos não podem se “retidos” porque isso se traduziria num aumento do “abandono escolar”, etc. etc. Isto é, são os próprios ministros(as) a fomentar o “caos” nas escolas B+S. Na verdade, se os maus alunos (maus, muitas vezes em todos os sentidos) têm assegurada a “passagem”, então porque não deverão eles “brincar” com os colegas dentro da sala de aula, atirando papeis e outros objectos, usando telemóveis para namorar, etc. etc.?
Repare-se que em nenhum país da Europa houve qualquer tipo de “Revolução” ou “Evolução” semelhante à que existiu e, em parte, ainda persiste em Portugal. E no Mundo só aconteceu na China. Portanto, alguém terá que se admirar que Portugal continue a ter o maior “índice de ileteracia” entre todos os países da Europa?
Repare-se que em nenhum país da Europa houve qualquer tipo de “Revolução” ou “Evolução” semelhante à que existiu e, em parte, ainda persiste em Portugal. E no Mundo só aconteceu na China. Portanto, alguém terá que se admirar que Portugal continue a ter o maior “índice de ileteracia” entre todos os países da Europa?
JBM (Nov. 2010)
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segunda-feira, novembro 29, 2010
Criatividade linguística
"Cognitariado": o equivalente de proletariado aplicado às novas gerações detentoras de elevados níveis de qualificação académica e que, pese isso, enfrentam quadros contratuais muito precários e salários relativamente baixos; em Espanha, são habitualmente conhecidos por mil euristas.
(termo usado por Xosé Santos Solla, professor de Geografia da Unversidade de Santiago de Compostela, no contexto da arguição de provas académicas públicas hoje realizadas na Universidade Católica, em Braga)
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