Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

segunda-feira, junho 13, 2011

Acabaram com os Politécnicos

"Acabaram com os Politécnicos e transformaram-nos em Universidades tornando esta via mais difícil. "

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, intitulada "Como ligar o ensino às exportações?", datada de Domingo, 12 de Junho de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)

sábado, junho 11, 2011

Notícia de tempos agitados e incertos

Depoimento de Eduardo Galeano na praça Catalunya, 24/05/11:
http://www.youtube.com/watch?v=mdY64TdriJk&feature=email

(cortesia de MCCO)

quinta-feira, junho 09, 2011

Notícias da Escola de Direito/UMinho: "democracia muda"?

"Não há candidatos, mas abre-se um período de debate sobre os problemas da Escola com vista a uma escolha fundamentada.
Mas se essa eleição se fizer, sem se dizer uma única palavra, escolhendo-se um Presidente que sobre a Escola nada disse?
Teremos então um Conselho de Escola mudo que escolhe um Presidente igualmente mudo.
Então talvez possamos concluir que na Universidade, lugar de estudo e investigação, se inventou e pratica uma forma muito especial de democracia: a democracia muda!"

ACO

(excerto de mensagem, datada de Quinta-feira, 9 de Junho de 2011, intitulada "Existe Democracia na Universidade?", disponível em O melhor para a universidade)

Serviço público de âmbito cultural : "Doc_Europa - mostra de cinema em Cascais"

"Gostaríamos de contar com a vossa ajuda na divulgação do Doc_Europa III 27 países | 27 filmes, que se irá realizar nos dias 17, 18 e 19 de Junho, simultaneamente na Casa das Histórias Paula Rego em Cascais e no Cinema Passos Manuel, no Porto. Todas as sessões têm entrada livre.

Programa completo em

O Doc_Europa III é uma síntese da melhor produção europeia recente de documentário. Uma selecção arrojada que convida à reflexão profunda sobre a nossa condição de cidadãos e as grandes questões do presente.

Como habitar este presente? Em desconforto. Em reflexão. A despertar. Com transparência. Em busca. Em movimento. Capaz de usar a voz, de ouvir e sentir o Outro. Frontal. Com alegria. Compromisso. Adaptabilidade. Abertura. Vontade. Afirmação. Afecto e simplicidade.
[...]"

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, junho 08, 2011

Notícias da UMinho: "Falta de apoio administrativo"

"Falta de apoio administrativo e carência de financiamento para investigação são duas das preocupações manifestadas por docentes da Universidade do Minho (UM), entrevistados no âmbito de um estudo orientado por três professoras do Núcleo de Estudos de Gestão da Escola de Economia e Gestão/EEG)."

José Paulo Silva

(excerto de notícia, datada de hoje, intitulada "Universidade do Minho: Professores contra excesso de trabalho administrativo", disponível no jornal Correio do Minho)

segunda-feira, junho 06, 2011

Notícias da UAveiro em dia de festa

Notícia Notícias de Aveiro
Cifra impressionante de diplomados espelha dinâmica da Universidade de Aveiro:

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, junho 05, 2011

Oásis no ensino superior?

O desastre da governação portuguesa dos últimos anos não confirmou um oásis no ensino superior. Pelo contrário, Mariano Gago foi mais uma seta “socialista” apontada ao precipício para que se encaminhou o país nestes derradeiros 10 anos.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, junho 03, 2011

O que mais me assusta é...

"O que mais me assusta é o facto de se viver numa universidade com vícios de compadrio muito arreigados e de pessoas que estão imersas em medo, Começou por ser dos chefes, e agora é até da própria sombra. Vejo que lidam com quem não tem medo como se tivéssemos lepra."

NDNR

terça-feira, maio 31, 2011

segunda-feira, maio 30, 2011

"A Universidade do Minho e o Regime Fundacional: A Prudência de uma Moratória"

«Carta Aberta ao Conselho Geral da Universidade do Minho
Exmos. Senhores
Membros do Conselho Geral da Universidade do Minho
Face aos apelos e iniciativas de muitos docentes e investigadores da Universidade do Minho, vem o Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) apelar ao Conselho Geral desta Universidade que efectue uma consulta formal à sua academia sobre a passagem ao regime de fundação antes de assumir uma decisão final sobre o assunto, que não poderá deixar de reflectir a vontade desta.
Conforme o estabelecido no RJIES, os membros no Conselho Geral devem agir como representantes de quem os elege. Tomar uma decisão desta importância quando há indícios claros, conhecidos de todos, de que a maioria dos docentes e investigadores pode estar contra, violaria claramente o espírito da lei e abalaria seriamente a legitimidade deste órgão. Para mais, no momento da eleição deste Conselho Geral, este assunto não terá sido suficientemente discutido.
Por outro lado, face ao facto de o Governo (que tanto incentivou as Fundações), ao que se sabe, não estar a cumprir os seus compromissos financeiros para com as instituições que já se encontram em regime fundacional, porque as circunstâncias políticas e económicas se alteraram substancialmente nos últimos meses, por não haver ainda indícios claros sobre os ganhos ou perdas efectivos das instituições que já adoptaram este regime, muitos docentes da Universidade do Minho nos têm solicitado que apelemos ao adiamento desta decisão.
Estamos convictos que, neste momento, e face ao apresentado, o mais prudente será uma moratória a uma decisão desta magnitude para a vida de toda a Universidade do Minho.
Aproveitamos ainda a ocasião para dar mais um contributo para este debate anexando um documento que resume as principais diferenças entre os dois regimes em análise.
Com os melhores cumprimentos,
A DIRECÇÃO
Professor Doutor António Vicente
Presidente da Direcção do SNESup»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico na 6ª feira pp, reenviada pelo secretariado do CG da UMinho)

A UMinho fundação? O enquadramento jurídico a procurar para a UMinho é devedor da decisão que venham a tomar as demais instituições

Está-se consciente que o enquadramento jurídico a procurar para a UMinho é devedor da decisão que sobre a mesma matéria venham a tomar as demais instituições da rede de Ensino Superior nacionais, nomeadamente aquelas que são tidas como as universidades de referência, não podendo a Universidade do Minho deixar-se acantonar, sob pena de definitiva marginalização.
Este argumento é válido num e noutro sentido, quer dizer, permaneçam aquelas como institutos públicos ou decidam transformar-se em fundações.
No actual momento de crise económica, social e política do país, isso é mais válido do que em qualquer outra altura e, no processo vertente, foi em grande medida desconsiderado.

J. Cadima Ribeiro

domingo, maio 29, 2011

A UMinho fundação? "Concentração, Largo do Paço, dia 30, 10h, para travar a Fundação!"

«A plataforma "Parar a Fundação" apela desta forma à participação de todos e todas na concentração no largo do paço, em Braga, contra a passagem da UM a Fundação, no dia 30 pelas 10h. Será nesta hora e local que será decidida a passagem da UM a Fundação.

Vem para lutar por uma universidade Pública, onde o que importa é o ensino e a investigação e não os interesses e lucros privados de uma meia dúzia de senhores.

A tua participação faz a diferença.

Saudações académicas»

(reprodução de mensagem, distribuída universalmente na rede da UMinho, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de Eduardo Miguel Paquete Velosa)

sábado, maio 28, 2011

"Barcelona: poderia ser aqui?"

«Caras e caros,
Desculpem encher a vossa caixa de correio, ainda que seja com a defesa dos direitos humanos. Pessoas, pacificamente sentadas, numa manifestação pacífica, em Barcelona, foram reprimidas com uma violência que é chocante, por parte dos polícias e dos seus bastões. Até este momento,
nenhum agente da autoridade foi indiciado por qualquer crime. É mesmo aqui ao lado, numa cidade democrática, autónoma e de gente corajosa. Se isto não vos diz nada, desafio-vos para uma estreitadela no link que se segue.
Mais uma vez as minhas desculpas por encher a vossa caixa de correio, mas há coisas, há coisa que nos mexem com o estômago e a alma e nada mais volta a ser o mesmo.
Com os melhores cumprimentos,
Silvana Mota-Ribeiro


(reprodução integral de mensagem com origem na pessoa identificada, distribuída universalmente na rede da UMinho, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

A UMinho fundação? "A UMinho não pode ficar isolada neste processo"

«Salientou ainda que, na reunião do dia 24 de Janeiro, houve de facto debate alargado sobre o modo de audição, mas não tinha sido alvo de votação formal a hipótese de “referendo”.
[...]
O Professor Cadima Ribeiro demonstrou a sua surpresa perante o documento apresentado pelo Reitor, referindo que esperava um documento com características diferentes, designadamente no que se referia à problemática da autonomia e sustentabilidade do projecto [...]. Finalmente, salientou que, independentemente da bondade da proposta, há uma dimensão fundamental que passava pela ideia de “a UMinho não ficar isolada neste processo”.»

(reprodução de excertos do projecto de Acta Nº 03/2011, de Reunião Extraordinária do Conselho Geral, realizada aos nove dias do mês de Maio de dois mil e onze)

quinta-feira, maio 26, 2011

A UMinho fundação? "Segunda - 10h - Reitoria - SPN frente à Reitoria da UM"

«SPN FRENTE À REITORIA DURANTE REUNIÃO DO CONSELHO GERAL
Segunda, 30 de Maio, às 10h

O Conselho Geral da Universidade do Minho irá, na reunião de 30 de Maio, votar a proposta de passagem desta instituição pública a fundação de direito privado.
Perante uma decisão desta importância, o Conselho Geral ignorou os pedidos de realização de um referendo a toda a comunidade académica.
O Sindicato dos Professores do Norte espera que o Conselho Geral considere as posições que têm vindo a ser tomadas pela academia, nomeadamente os resultados dos referendos realizados autonomamente por quatro escolas da UM, que revelam uma oposição a esta transição.
O SPN já manifestou publicamente a sua preocupação com as consequências desta transição, não só para a Universidade do Minho, mas para o futuro de todo o ensino superior público.
Pela importância desta questão, segunda-feira, 30 de Maio, a partir das 10h, o SPN estará no Largo do Paço, frente à Reitoria da UM, demonstrando a sua determinação na luta pela defesa da natureza pública do ensino superior, pelos direitos dos trabalhadores da UM, e pelo direito ao acesso e frequência do ensino superior livre de condicionantes económicas, nomeadamente ao nível das propinas e da acção social escolar.
O SPN apela a que todos os docentes, investigadores, alunos e funcionários se juntem a esta iniciativa.
Saudações académicas e sindicais,

O Departamento de Ensino Superior do
Sindicato dos Professores do Norte
Porto 25 de Maio de 2011

Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
Tel.: 22 60 70 554 /00
Fax: 22 60 70 595 /6»

(reprodução de mensagem, distribuída universalmente na rede da UMinho, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência foi a que aparece identificada)

quarta-feira, maio 25, 2011

Notícias do Técnico

Notícia SIC Notícias
Ensino Superior: Presidente do Técnico diz que restrições orçamentais bloqueiam capacidades da universidade:

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, maio 23, 2011

"Estes resultados fazem parte da segunda fase do processo de avaliação"

Notícia Económico
Educação e Ciências Sociais perdem 112 cursos superiores:
http://economico.sapo.pt/noticias/educacao-e-ciencias-sociais-perdem-112-cursos-superiores_118699.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

“Falta coragem política para juntar a Universidade Técnica com a de Lisboa”

Notícia Económico
Falta coragem política para juntar a Universidade Técnica com a de Lisboa”:
http://economico.sapo.pt/noticias/falta-coragem-politica-para-juntar-a-universidade-tecnica-com-a-de-lisboa_118694.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, maio 22, 2011

Mudando de assunto: das ´ajudas` externas e internas que vamos tendo


(título de mensagem, datada de Domingo, 22 de Maio de 2011, disponível em Economia Portuguesa)

quinta-feira, maio 19, 2011

Humor

(cortesia de MCCO)

You must be willing to

"You must be willing to commit yourself to a course, perhaps a long and hard one, without being able to foresee exactly where you will come out."

Oliver Wendell Homes, Jr.

(citação extraída de SBANC Newsletter, May 17, Issue 669 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

quarta-feira, maio 18, 2011

A UMinho fundação? "Lançamento da plataforma ´Parar a Fundação`, Prometeu, 12h00, dia 19"

«O movimento AGIR apela à presença de todos os alunos, professores, funcionários e investigadores a participar na conferência de imprensa de lançamento da plataforma "Parar a Fundação" que pretende ser o mais abrangente possível, para que juntos tenhamos força para travar a passagem da nossa universidade a fundação.

A conferência de imprensa será no Prometeu, Campus de Gualtar, pelas 12h00, dia 19 (quinta feira).

Saudações académicas»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de Eduardo Miguel Paquete Velosa)

"Rankings"

"Rankings, again!"

(título de mensagem, datada de 16 de Maio de 2011, disponível em Que Universidade?)

segunda-feira, maio 16, 2011

Notícias da UCoimbra: "ENTREVISTA A JOÃO GABRIEL SILVA"

Artigo Diário de Coimbra
Os pergaminhos são decisivos, importantes, mas são insuficientes”:
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12731&Itemid=135

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, maio 15, 2011

O objectivo de qualquer professor é ...

"O objectivo de qualquer professor é ver o aluno empenhado na sua própria aprendizagem"

MJMatos

(excerto de mensagem do autor referenciado, datada de 15 de Maio pp. e intitulada "Para pensar", disponível em Que Universidade?)

sábado, maio 14, 2011

A única certeza

Pensamento do dia

(título de mensagem, datada de 13 de Maio de 2011, disponível em Conversamos?!...)

quarta-feira, maio 11, 2011

Wisdom

"Wisdom is learning what to overlook."

William James

(citação extraída de SBANC Newsletter, May 10, Issue 668 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

sábado, maio 07, 2011

"CONVERSAS DO CASINO: ´Universidades são lugares de negócio para produzir mais diplomas e diplomados`”

«Numa conversa amena entre Fátima Campos Ferreira e o reitor da Universidade de Lisboa, nas Conversas do Casino, António Nóvoa pôs o dedo na ferida e criticou a proliferação de universidades por todo o país. «Foi um disparate e agora o Governo não tem coragem de resolver a situação», afirmou, considerando que «a concorrência entre universidades retira capacidade de produzir mais conhecimento», referindo, ainda que, nesta altura, o que conta «são o número de diplomas e diplomados que saem».
Dois aspectos que, no seu entender, considera fundamentais são «desburocratizar a universidades e a desorganização do estado».
A conversa iniciou-se, praticamente, pela evocação do grande pensador que foi Magalhães Godinho. A partir daqui e com base neste tema, a conversa estendeu-se também a uma análise à actual situação que se vive no país, reconhecendo que «os partidos políticos são máquinas de ganhar eleições, e lidam muito mal com o pensamento alternativo», ao mesmo tempo que não escondeu as suas preocupações por ver que «as universidades se estão a transformar em lugares de negócios, pressionados para produzir mais diplomas e mais diplomados».
Foi quase uma “aula” sobre as Universidades e o estado, falando da «vida difícil dos docentes», da falta de reorganização na rede do ensino superior, motivo pelo qual não é de estranhar que nenhuma universidade portuguesa faça parte no Top 100. Para justificar esta afirmação explicou que em Portugal as universidades têm um financiamento que é 25 vezes inferior ao de uma universidade americana e cinco vezes inferior ao de uma universidade finlandesa.
Mesmo perante tudo isto, António Nóvoa contrariou o pensamento de muitos e afirmou que «o país tem uma coisa que nunca teve: uma geração jovem altamente qualificada» e que «esta geração “à rasca” talvez seja o começo de movimentos ideológicos que podem dizer muito ao país» e que «o 25 de Abril trouxe coisas ao país que nunca são demais: liberdade e democracia”.
Tal como frisou Fátima Campos Ferreira no início da conversa, «o orador desta tertúlia é um português ilustre», reitor da Universidade de Lisboa, Professor Catedrático da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. António Nóvoa tem na História da Educação e Educação Comparada as suas áreas de especialização.
Publicou mais de uma centena de trabalhos científicos na área da Educação, em particular sobre temáticas da profissão docente, da história da educação e da educação comparada, em diversos países, nomeadamente Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Colômbia, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Portugal, Reino Unido e Suíça.»

(reprodução integral de artigo publicado no Diário de Coimbra online, em 7 de Maio de 2011)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, maio 06, 2011

"Transformação de universidades em fundações": comunicado da FENPROF

«Federação Nacional dos Professores - Departamento do Ensino Superior e Investigação

Cara(o) colega,

A possibilidade aprovada pelo Governo, constante do RJIES, de as instituições do ensino superior público poderem, mediante certas condições, adoptar o regime jurídico de fundações públicas “com regime de direito privado” tem vindo a obter, desde que foi proposta pelo MCTES, a oposição da FENPROF. Após a adopção, numa primeira fase, desta figura jurídica, por parte das Universidades do Porto e de Aveiro, tal como do ISCTE, abriu-se agora uma 2ª fase que tem como pioneira a Universidade do Minho, cujo Conselho Geral se prepara para, no final deste mês, decidir se aprova, ou não, uma proposta de abrir negociações com o Governo sobre a sua eventual passagem a fundação.

Cerca de 200 docentes solicitaram ao Conselho Geral da UM a realização de um referendo à comunidade académica em torno desta questão e quatro escolas promoveram mesmo referendos internos, onde o resultado foi contra a transição. O Presidente do Conselho Geral anunciou publicamente que não concorda com a necessidade desta iniciativa. A FENPROF acompanha a preocupação dos docentes e espera que o Conselho Geral não tenha receio de utilizar um referendo para auscultar a academia numa decisão desta importância para o seu futuro.

Neste contexto, decidiu o Secretariado Nacional da FENPROF promover uma Conferência de Imprensa, que decorreu ontem em Braga, para divulgar a sua posição sobre as graves questões levantadas pela opção pelo regime fundacional. Transcreve-se de seguida o texto desse comunicado.

Cordiais Saudações Académicas e Sindicais

O Secretariado Nacional da FENPROF

5.05.2011

PASSAGEM DA UNIVERSIDADE DO MINHO A FUNDAÇÃO
UNIVERSIDADE PÚBLICA: QUANTO VAI SER PRIVADO?

A FENPROF entende que o ensino superior público, tal como a própria designação indica, deve ser um bem público. A passagem ao regime fundacional por parte dalgumas Universidades abre a porta a uma gestão de cariz privado, cujo desenvolvimento pode, no futuro, por constrangimentos políticos ou mercantis, pôr em causa o serviço público e a liberdade académica.

A FENPROF vê com preocupação que uma alteração tão estrutural do sistema de Ensino Superior Público esteja a ocorrer sem o devido debate político por via de iniciativas singulares de cada universidade, que excluem da tomada de decisão docentes, funcionários e estudantes.

Os defensores das propostas de passagem a fundação pública de direito privado assumem que a Universidade, a fim de prosseguir a sua missão pública, tem de ser gerida como uma instituição privada, com um conselho que lhe é exterior, e com poderes que vão muito além da mera administração, podendo facilmente interferir na organização do dia-a-dia das instituições, afectando nomeadamente a carreira e a autonomia dos docentes e, daí, a da própria Universidade. Ou seja, quanto da Universidade Pública vai ser privado?

Esta transformação materializa-se na constituição de um Conselho de Curadores, formado por personalidades externas à Universidade e ao Estado, perante o qual o Reitor passa a responder. No actual quadro, o Conselho Geral é já o único órgão de governo democraticamente eleito pela academia. As decisões deste órgão, com a transformação em fundação, passam a carecer de aprovação por parte do Conselho de Curadores, que não é eleito pela academia. Por que razão se acredita que um Conselho de Curadores externos pode definir melhor que os seus próprios membros a vida interna da Universidade e a sua missão?

O financiamento do Estado às instituições fundacionais é definido por meio de contratos plurianuais mas, até agora, não são do domínio público os contratos assinados com as três fundações entretanto criadas, contrariando o tão apregoado princípio da transparência. O que há nestes contratos que não se possa conhecer?

A passagem da Universidade a Fundação requer que a instituição tenha 50% de receitas próprias, o que implica que o financiamento deverá decorrer das propinas, prestação de serviços e filantropia. Uma universidade mais independente do financiamento do Estado, supostamente mais autónoma, ficará mais dependente do mercado e do que este valoriza. Ora, tal poderá ter implicações muito graves sobre o que a Universidade ensina e investiga e sobre a autonomia, a liberdade académica e a carreira dos docentes. Nesta situação, quem vela pelo interesse público?

Acresce ainda que, “no âmbito da gestão dos seus recursos humanos, a instituição pode criar carreiras próprias para o seu pessoal docente, investigador e outro”. Ou seja, a Universidade poderá ter docentes a exercer as mesmas funções, mas com contratos diversos: de trabalhador em funções públicas ou em contrato individual de trabalho em regime privado. Qual o limite? Poderá no futuro uma universidade pública ter apenas docentes em regime de direito privado nos seus quadros?

Se o Estado garantisse às instituições as verbas necessárias ao prosseguimento da sua missão, esta questão fundacional não se colocaria. Assim, são obrigadas a procurar outras fontes de financiamento, não público, tornando-as dependentes do mercado. Adicionalmente, o Estado confia a supervisão deste processo a um conjunto de personalidades externas – as quais, se olharmos para os casos conhecidos, estão maioritariamente ligadas ao mundo das finanças e das empresas privadas –, que deverão interpretar o que é a missão pública da Universidade.

Assim, os defensores da proposta de passagem a fundação pública de direito privado assumem que a Universidade, a fim de prosseguir a sua missão pública, tem de ser gerida como uma instituição privada, com um conselho que lhe é exterior, e com poderes que vão muito além da mera administração, podendo facilmente interferir na organização do dia-a-dia das instituições, afectando nomeadamente a carreira e a autonomia dos docentes e, daí, a da própria Universidade. Ou seja, quanto da Universidade Pública vai ser privado?

Secretariado Nacional da FENPROF
04.05.2011
Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
www.spn.pt/superior
E-mail: depsup@spn.pt
Tel.: 22 60 70 554 / 00
Fax: 22 60 70 595 / 6»

(reprodução integral de mensagem distribuída universalmente na rede da UMinho que me caiu esta tarde na caixa de correio electrónico)

Notícias da universidade portuguesa: "clima de exigência máxima e recompensa mínima"

- "A Universidade em geral e a UMinho em particular, está a ficar um local pouco recomendável em termos de relações humanas"
- "Num clima de exigência máxima e recompensa mínima (congelamentos a todos os níveis…) não se pode exigir muito mais. Já fazemos muito trabalho de borla. Veja-se o caso das teses de mestrado académico. Até os pagamentos e dinheiros que temos disponíveis estão congelados, o que é lamentável."

José Alberto Precioso

(excertos de mensagem do autor identificado, distribuída universalmente na rede da UMinho, que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

quinta-feira, maio 05, 2011

Convenientes são...

"Convenientes são [...] todos os dislates produzidos por alguns e os fretes a que se prestam."

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, maio 04, 2011

Naive

"Every true genius is bound to be naive."

Friedrich Schiller

(citação extraída de SBANC Newsletter, May 3, Issue 667 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

terça-feira, maio 03, 2011

"A RGA, o regime fundacional e as eleições dos representantes dos estudantes no conselho geral"

«De: Alberto Carlos Carvalho de Almeida
Enviada: ter 3/5/2011 03:01
Para: UM Alunos
Assunto: A RGA, o regime fundacional e as eleições dos representantes dos estudantes no conselho geral

Colegas,

a propósito das recentes considerações em nome do Presidente da Mesa da RGA gostaria que levassem em conta os seguintes factos:

1- é no mínimo estranho que o Presidente da Mesa da RGA diga, a 2 de Maio (prestem atenção à data), que "foi com surpresa" que tomou conhecimento de insinuações levadas a cabo por alguns alunos relativamente à última Reunião Geral de Alunos, já que o email que enviei a 22 de Abril, manifestando o meu protesto por ter recebido uma convocatória para uma RGA, via email, poucas horas antes de esta se realizar, foi também dirigido à mesa da RGA, tendo merecido resposta do seu Presidente a 26 de Abril. Sendo assim, o que leva o Presidente da Mesa da RGA (a partir daqui referir-me-ei à sua qualidade como PM-RGA) a ficar surpreendido apenas a 2 de Maio, depois de ter já respondido "às insinuações" a 26 de Abril.

Estou longe de pensar que terá algo a ver com as eleições dos representantes dos estudantes no conselho geral que se realizam daqui a poucas horas!

Não fosse o Presidente da Mesa da RGA também um dos membros da Comissão Eleitoral que está a gerir este processo! Veja-se, a propósito, o apelo do próprio enviado há 8 horas atrás!

2- O Presidente da Mesa da RGA diz também que "não poderia pactuar por omissão com o comportamento dos mesmos colegas" por este ser "revelador de má-fé, desconhecimento e, quiçá, ignorância".

Ora, se os colegas agiram de má-fé, como poderiam agir também com desconhecimento? Para serem mal intencionados tinham que saber o que fazer, certo?

A ignorância resta, talvez, como a hipótese mais credível. Nós, os colegas ignorantes, prometemos que, no próximo ano, vamos procurar participar em TODAS as actividades de enriquecimento curricular (Gata na praia, na neve, no monte, no enterro, no velório, na recepção, na latada, na euforia, nos rallies, no comboio, nas praxes 24 horas, etc.)

3 - Voltando aos factos, diz o PM-RGA que "importa verificar que a data da convocatória para a última Reunião Geral de Alunos foi o dia 6 de Abril, portanto, oito dias antes da realização da mesma". Boa, é isso mesmo. Vamos lá então verificar isso. Já agora, como podemos nós, colegas ignorantes, verificar tal afirmação?

4 - Admitindo que o PM-RGA terá agido de boa-fé, quando este diz que "após consulta aos restantes elementos da Mesa, decidiu enviar uma comunicação electrónica à comunidade estudantil, horas antes da realização da dia Reunião, no sentido de promover a participação na mesma", importava conhecer o êxito de tal iniciativa. Por outras palavras,quantos alunos participaram na RGA de 14 de Abril?

5 - (a parte mais hilariante do texto) Diz o PM-RGA: "Numa altura em que estamos próximos das eleições dos Representantes dos Estudantes no Conselho Geral,

percebe-se que tal comportamento teve como objectivo influir sobre a formação da consciência eleitoral dos alunos da Universidade do Minho, o que é de facto reprovável a todos os níveis."

Como? Diga lá outra vez?
Para que conste, não integro nenhuma lista concorrente, nem tenho qualquer ligação ao processo. Sou aluno da UM e tenho o direito de pronunciar-me sobre o que à universidade diz respeito, nomeadamente quando nos tentam pisar!

Vejamos essa acusação por outro prisma, ao jeito de adivinha.
Quem escreveu um email a 2 de Maio (um dia antes das referidas eleições) a "apelar ao voto consciente e responsável"?
Dica: procurem nas vossas caixas de correio electrónico um endereço que, antes da @, tem uma palavra com 3 letras, sendo a 1ª um "r" e a última um "a".

Pista: a letra do meio é a primeira letra de um felino que representa as Monumentais Festas da Melhor Academia do País.

Quem são os 4 candidatos efectivos da lista C ao Conselho Geral?
Dica: procurem na composição da Direcção da AAUM.

Caros colegas,
se dúvidas tivesse em quem iria votar nestas eleições, tudo teria ficado mais claro com este episódio.
Pena é que a má-fé de uns, o desconhecimento de muitos e a ignorância quanto baste, vai fazer com que vá para o Conselho Geral quem vive do sistema, da teia de interesses instalada, da "máquina" da melhor academia do país.

Saudações e até melhores dias!»

(reprodução integral de mensagem de correio electrónico, com a origem identificada, que me caiu na caixa de correio electrónico durante a passada noite)

"PASSAGEM DA UNIVERSIDADE DO MINHO A FUNDAÇÃO"

Universidade Pública: quanto vai ser privado?

(título de mensagem, datada de ontem, disponível em FENPROF)

segunda-feira, maio 02, 2011

Tertúlias do Departamento de Economia: "A crise da economia Portuguesa: que saídas?”

«Caros(as) colegas,
Tenho o gosto de vos anunciar a realização da 3ª iniciativa das Tertúlias do Departamento de Economia, a ter lugar a 10 de Maio pf., 3ª feira, sob o tema "A crise da economia Portuguesa: que saídas?”. A iniciativa é aberta à participação de todos os eventuais interessados nesta problemática.
Apresenta-se de seguida o programa do evento:

Programa
Animadores convidados: António Ferraz, professor catedrático da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho; e Francisco Veiga, professor catedrático da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.
Moderador: J. Cadima Ribeiro, Director do Departamento de Economia
Data: 3ª feira, 10 de Maio de 2011, 14,30 – 16,00 horas
Local: EEG, Departamento de Economia, sala 2.28
14,30 horas – Tema da tertúlia: "A crise da economia Portuguesa: que saídas?”. Intervenção inicial dos convidados.
15,00 horas – Debate
16,00: horas – Encerramento da tertúlia
Organização: Direcção do Departamento de Economia, EEG, UMinho.

Cordiais cumprimentos,

J. Cadima Ribeiro»

(reprodução do corpo principal de mensagem de correio electrónico entretanto distribuída universalmente na rede electrónica da UMinho)

sábado, abril 30, 2011

Notícias da UAveiro e da UCoimbra: certificados de habilitações

Notícia Tek.Sapo
Certificados de habilitações online arrancam este mês:
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/certificados_de_habilitacoes_online_arrancam_1148042.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Mudando de assunto, ou talvez nem tanto

“Estamos a comprometer as componentes sociais que estão associadas ao modelo social europeu e estamos a ficar reféns de estratégias de crescimento adoptadas noutros lugares onde as preocupações sociais e a estrutura do mercado-de-trabalho nada têm que ver com a realidade que vivemos e que, em boa verdade, não são modelos recomendáveis por si só”.

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, abril 28, 2011

Eleições para os representantes dos alunos no CG: manifestos eleitorais

Manifestos eleitorais das listas de alunos candidatas ao CG da UMinho: todos diferentes, todos iguais?
*

"Horta comunitária"

Notícia Correio do Minho
UMinho: Comunidade académica cultiva a terra:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=46994
*

quarta-feira, abril 27, 2011

Notícias da UAçores: 2 candidatos a reitor

«Dois candidatos "caseiros" disputam cargo de reitor
Dois professores da Universidade dos Açores disputam a 31 de Maio as primeiras eleições para o cargo de reitor realizadas nesta academia ao abrigo da nova legislação, que permite o exercício do cargo por docentes exteriores à instituição.
O prazo para entrega de candidaturas ao lugar desempenhado nos últimos oito anos por Avelino Meneses terminou ontem, submetendo-se à votação do Conselho Geral da Universidade o actual vice-reitor, Jorge Medeiros, e o professor catedrático Alfredo Borba.
Os dois candidatos vão apresentar formalmente a 26 e 27 de Maio os seus projectos ao colégio eleitoral, composto por 15 membros, dos quais oito representam os professores, dois os alunos, um os funcionários e quatro são exteriores à instituição e foram escolhidos pelos membros eleitos».

(excerto de notícia publicada em "A União - jornal online" - http://www.auniao.com/ )
[cortesia de Nuno Soares da Silva)

terça-feira, abril 26, 2011

Notícias da ULisboa: "a cativação das propinas ameaça o futuro da Universidade de Lisboa"

Notícia DN
Universidade de Lisboa em risco de sobrevivência:
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1837673&especial=Revistas+de+Imprensa&seccao=TV+e+MEDIA

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Serviço público: "International Business Week 2011"

«A todos os interessados,

A International Business Week é uma iniciativa anual dos cursos de Licenciatura e Mestrado em Negócios Internacionais da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. A edição deste ano é dedicada ao empreendedorismo, propondo um conjunto de actividades destinadas a todos aqueles que pretendem aprofundar os seus conhecimentos e experiências nesta temática. Todos os estudantes e docentes da Universidade do Minho estão convidados a participar.

Das actividades constantes do programa, destaco as seguintes:

- Workshop sobre empreendedorismo - inscrições até 29 de Abril de 2011.

- Apresentação do programa InovContacto da AIECEP.

- Empreendedorismo na Universidade do Minho e apresentações de spin-offs universitários.

Mais informação na página na IBW 2011:

Organização:

Direcção da Licenciatura e do Mestrado em Negócios Internacionais da Universidade do Minho.

NENIUM - Núcleo de Estudantes em Negócios Internacionais da Universidade do Minho.

A edição da IBW2011 conta com a colaboração especial da TecMinho e o apoio do Conselho Pedagógico da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.»

(reprodução de mensagem, com a proveniência identificada, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

segunda-feira, abril 25, 2011

O momento económico/financeiro actual e a sensibilidade dos cidadãos

No contexto de dificuldade extrema em matéria de défice público e de dívida externa que o país atravessa, é natural que os cidadãos sejam particularmente sensíveis aos encargos associados a certos investimentos e soluções organizacionais.

J. Cadima Ribeiro

Alguém se encarregará de ...

"Alguém se encarregará de tomar as decisões por nós..."

ACO

(excerto de mensagem, datada de Segunda-feira, 25 de Abril de 2011, intitulada "Irresponsabilidade Académica", disponível em O melhor para a universidade)

sexta-feira, abril 22, 2011

"As instituições [...] primam pela opacidade"


(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 22 de Abril de 2011, disponível em O melhor para a universidade)

quarta-feira, abril 20, 2011

No wings

"The man who has no imagination has no wings."

Muhammad Ali

(citação extraída de SBANC Newsletter, April 19, Issue 664-2011, http://www.sbaer.uca.edu)

terça-feira, abril 19, 2011

Notícias da Escola Profissional de Braga

Notícia Correio do Minho
Cinco propostas para Escola Profissional:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=46713
*

domingo, abril 17, 2011

Sonhar alto

"Esperançosa seria mesmo a implosão do sistema político-partidário que temos. Daí, sim, poderia resultar alguma renovação e, logo, um renovar de esperança dos portugueses."

J. Cadima Ribeiro

(excerto de mensagem, datada de Quinta-feira, 14 de Abril de 2011 e intitulada "Uma conjuntura difícil, uma oportunidade para corrigir trajectórias", disponível em Economia Portuguesa)

sexta-feira, abril 15, 2011

I suppose

"I suppose you are a congressman...
I suppose you are an idiot....
Ho, I am repeating myself!"

Mark Twain

(citação do autor identificado feita ontem por Stephen Wahnill, no contexto de intervenção no congresso ATE 2011, que decorre em Lisboa, a 14 e 15 de Abril de 2011)

quarta-feira, abril 13, 2011

The key to everything

"High Expectations are the key to everything."

Sam Walton

(citação extraída de SBANC Newsletter, April 12, Issue 663 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

Notícias da EEG/UMinho: "RES: Adenda - Circular nº 12/2011 (fixação de overhead's)"

«[...],
Caros(as) colegas,
Tendo os procedimentos na matéria invocada em epígrafe sido aprovados em sede formal de Conselho de Escola, na minha leitura, não está a direcção da Escola em condições de introduzir alterações substantivas que não tenham a cobertura explícita do órgão a quem cumpre formalmente aprovar essas disposições. Naturalmente, a questão coloca-se por ficar a dúvida se a alteração que é identificada tem natureza substantiva ou formal, apenas.
Isto é válido para todas as dimensões da gestão da Escola que carecem de ser sancionados pelo Conselho de Escola, nomeadamente a que se refere à afectação do pessoal não docente aos diversos serviços e funções.
Dada a dúvida, e porque o assunto foi exposto neste âmbito público, aproveito para solicitar à Presidente do órgão, [...], que faça a adequada verificação da situação e aja em conformidade.
Cordiais cumprimentos,

J. Cadima Ribeiro»

(reprodução parcial de mensagem distribuída esta manhã na electrónica da EEG/UMinho, em resposta a outra igualmente distribuída universalmente na mesma rede, ontem, sob a epígrafe que aparece sinalizada em título)

terça-feira, abril 12, 2011

Bom senso

"O bom senso é a coisa mais bem distribuída na humanidade. Todos o temos, excepto os outros"

(dito de autoria não identificada verbalizado ontem por JEV, no contexto de reunião de trabalho)

segunda-feira, abril 11, 2011

Notícias da UMinho: doutoramentos "Honoris Causa"


(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 11 de Abril de 2011, disponível em O melhor para a universidade)

domingo, abril 10, 2011

Mudando de assunto ou talvez nem tanto: uma certa forma de gerir a economia

Como costuma dizer um colega universitário, que foi ministro das finanças por um par de meses, em Portugal não se tem sido capaz de avançar com políticas contra-cíclicas, quer dizer, quando a conjuntura é favorável, as políticas orçamentais e fiscais reforçam os efeitos expansivos vividos na economia, quando as conjunturas são de crise, as políticas públicas servem para agravar os contextos depressivos. O que se tem vindo a assistir mais recentemente, com FMI à vista ou sem ele visível, mas bem presente (porque tem sido esse o sentido das orientações de política seguidas), é bem expressão dessa lógica de gerir a economia portuguesa.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, abril 08, 2011

Passatempo (IX)

Reenviado por um velho amigo, chegou-me nesta data um texto crítico do momento político que o país atravessa, onde, a dado passo, se escreve o seguinte:

"A primeira ideia que se agiganta sobre [...] é que é um(a) homem(mulher) que não tem princípios mas sim fins."

Olhando para dentro da(o) "sua(seu)" Universidade (Instituto Politécnico), qual é a figura que imediatamente lhe ocorreria se ensaiasse pôr um nome no local onde estão as reticências? E se olhar ainda de mais perto, por exemplo, para a sua Escola/Instituto?

Lembre-se que estamos em pleno período pascal, o que é sinónimo de amendoas e coelhinhos da Páscoa, em chocolate. Não deixe de se habilitar a um desses doces. Ouse responder!

J. Cadima Ribeiro

Nota: se é uma dessas pessoas que ficam chocadas por ver chamado à praça público o lixo que se esconde debaixo dos tapetes da instituição onde trabalha ou por onde circula, decida-se definitivamente pela opção de deixar de visitar este blogue, mesmo que furtivamente.

quinta-feira, abril 07, 2011

Notícias do IPViana do Castelo: missão nos PALOP

Notícia Ciência PT
Politécnico de Viana em missão nos PALOP: Cabo Verde e Guiné Bissau:

terça-feira, abril 05, 2011

Notícias da Universidade Católica

Notícia Correio do Minho
‘Católica’ queixa-se à Europa:

domingo, abril 03, 2011

A UMinho fundação? "O que é um facto é que não há certezas"

"O que é um facto é que não há certezas em relação ao regime fundacional. Por isso na UM surgem abaixo assinados a pedir um referendo, o que é natural, dada a incerteza que paira sobre todos nós."


Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 3 de Abril de 2011, e intitulada "Fundação: carne ou peixe?", disponível em Prálem d`Azurém)

sábado, abril 02, 2011

You can never…

"You can never have an impact on society if you have not changed yourself."

Nelson Mandela

(citação extraída de SBANC Newsletter, March 29, Issue 661 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

quinta-feira, março 31, 2011

"Fundações: é aconselhável uma moratória"

Fundações: é aconselhável uma moratória


(título de mensagem, datada de 2011/03/29, disponível em Fórum SNESup)

[cortesia de Nuno Ivo Gonçalves]

quarta-feira, março 30, 2011

Auditoria ao serviço de reconhecimento de fundações

«25. Mais recentemente, por força do regime jurídico das instituições do ensino superior, tem-se assistido à transformação de alguns estabelecimentos universitários em fundações públicas de direito privado.
[...]
32. São os casos do ISCTE, “Instituto Universitário de Lisboa, Universidade do Porto e Universidade de Aveiro, cfr. Decretos-Lei nºs 95/2009, 96/2009 e 97/2009, todos de 27 de Abril, respectivamente.
[...]

RECOMENDAÇÕES

87. O Tribunal recomenda ao Ministro da Presidência que promova os procedimentos legislativos com vista à aprovação dum novo regime jurídico para as fundações privadas, e também para as fundações públicas, substituindo o actual quadro legal que é manifestamente inadequado para disciplinar a realidade fundacional hodierna.

88. O Tribunal recomenda ao Ministro de Estado e das Finanças que, entretanto, promova a aprovação de legislação e de regulamentação que normalizem, sintetizem e clarifiquem as isenções e benefícios fiscais de que as fundações possam beneficiar, tendo em conta as suas actividades e os seus estatutos especiais, de forma a reduzir a discricionariedade actualmente existente.

89. O Tribunal recomenda ao IRN/RNPC, na qualidade de responsável pela gestão do FCPC, que estabeleça os protocolos e tome as iniciativas necessárias à actualização do FCPC, designadamente procedendo ao registo oficioso de todas as fundações existentes, e que desenvolva mecanismos adequados, incluindo protocolos para partilha electrónica de informação com outras entidades administrativas, com vista a recolher e a disseminar a informação relevante sobre as fundações em geral.

90. O Tribunal recomenda à DGCI a actualização do SGRC e o acompanhamento do cumprimento das obrigações fiscais por parte das fundações, nomeadamente quanto à apresentação da declaração anual de informação contabilística e fiscal.

91. O Tribunal recomenda à SGPCM que desenvolva os mecanismos adequados, incluindo protocolos para partilha electrónica de informação com outras entidades administrativas, para o acompanhamento da actividade das fundações, em geral e não apenas as de utilidade pública, e que, sempre que se encontrem as situações previstas no n.º 2 do artigo 192.º do CC, actue em conformidade com o disposto.

92. O Tribunal entende instruir as entidades referidas nos pontos anteriores para lhe transmitirem, no prazo de 90 dias, as medidas adoptadas tendentes ao seguimento às recomendações formuladas.»

(in Relatório de Auditoria - nº 01/11 - 2ª Secção - Auditoria ao serviço de reconhecimento de fundações no âmbito da SGPCM - Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros: http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2011/audit-dgtc-rel001-2011-2s.pdf )

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

terça-feira, março 29, 2011

Serviço público: "Conselho Geral: Processo de Eleição para Representantes dos Estudantes"

«Informa-se a Comunidade Académica que se realizou hoje, dia 28 de Março, a reunião da Comissão Eleitoral, relativa ao processo de eleição para os representantes dos estudantes no Conselho Geral, de acordo com a Acta que se anexa. Encontram-se disponíveis em:


este e outros documentos relacionados com o referido processo de eleição.
Saudações académicas,
Corália Barbosa
[...]
Conselho Geral
Universidade do Minho

(reprodução parcial do corpo principal de mensagem de correio electrónico ontem distribuída universalmente na rede da UMinho, pela entidade identificada)

domingo, março 27, 2011

Serviço público: "Edição especial do IJTIS"

«Pela presente, venho solicitar todo o apoio na divulgação do call for papers para um número especial do International Journal of Transitions and Innovation Systems (IJTIS), revista científica da Inderscience, para o qual fui convidado a assumir o papel de Guest Editor. Este número especial é dedicado ao tema: “The Role of Technology Interface Structures in Technology Transfer and Regional Development”. O prazo limite para entrega de artigos é 30 de Junho de 2011. O call for papers pode ser consultado neste link


Os potenciais autores encontram indicações sobre formatação e procedimentos neste link:


Agradeço a colaboração.
Cumprimentos.
Fernando Gaspar
[...]

(reprodução parcial de mensagem, com a origem identificada, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

sábado, março 26, 2011

"Se forem forçados, a qualidade baixará"

"Caveat emptor"

(título de mensagem, datada de 22 de Março de 2011, disponível em Que Universidade? )

quinta-feira, março 24, 2011

A UMinho fundação? Agendas escondidas?

A UMinho fundação? Haverá uma agenda escondida?

(título de mensagem, datada de Quarta-feira, 23 de Março de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

terça-feira, março 22, 2011

segunda-feira, março 21, 2011

Notícias da UMinho: "Os Estudantes vão Votar"

Os Estudantes vão Votar

(título de mensagem, datada de Domingo, 20 de Março de 2011, disponível em O melhor para a universidade)

sábado, março 19, 2011

Notícias da UAveiro

Notícia SOL
Universidade de Aveiro abre curso de Medicina:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=14395

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sexta-feira, março 18, 2011

"Segunda fase do Inquérito relativo à eventual mudança da Universidade do Minho para Fundação"

«Acompanhe os resultados do inquérito online (aqui)
"O UMparatodos vai dar início à segunda fase do Inquérito relativo à eventual mudança da Universidade do Minho para o regime fundacional, no âmbito dos trabalhadores não docentes, conforme anteriormente enunciado.
Assim, irá brevemente receber uma mensagem para se pronunciar sobre o assunto.
Agradecemos a vossa colaboração
".
UM para todos
https://umparatodos.com/»

(título de mensagem e texto introdutório disponíveis nesta data na página de rosto de UM para todos)

quinta-feira, março 17, 2011

terça-feira, março 15, 2011

"What are the causes of educational inequalities and of their evolution over time in Europe? Evidence from PISA"

IEB WORKING PAPERS – 2011
[2011/1]: What are the causes of educational inequalities and of their evolution over time in Europe? Evidence from PISA
[This paper provides evidence on the sources of differences in inequalities in educational scores in European Union member states, by decomposing them into their determining factors. Using PISA data from the 2000 and 2006 waves, the paper shows that inequalities emerge in all countries and in both period, but decreased in Germany, whilst they increased in France and Italy. Decomposition shows that educational inequalities do not only reflect background related inequality, but especially schools’ characteristics. The findings allow policy makers to target areas that may make a contribution in reducing educational inequalities.]
- http://www.ieb.ub.edu/web/documentostrabajo3.php?id=1416
*

Fusão de serviços

Notícia Económico
Universidades de Lisboa e Porto analisam fusões:
http://economico.sapo.pt/noticias/universidades-de-lisboa-e-porto-analisam-fusoes_113271.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

segunda-feira, março 14, 2011

"Falecimento do Professor Pinto Machado"

Notícia Alumni Medicina
Falecimento do Professor Pinto Machado:
http://www.facebook.com/notes/alumni-medicina/falecimento-do-professor-pinto-machado/10150125101482071
*

Serviço público: "V Encontro de CTDI ´Informação.Economia.Poder`"

«Exm.os Senhores
Relembramos que no dia 14 de Abril, a Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), irá organizar o seu V Encontro de CTDI intitulado “Informação.Economia.Poder”.
De acordo com a tradição deste evento, é objectivo da organização dinamizar um fórum de análise e discussão de temas relacionados com a Ciência da Informação.
No actual contexto socioeconómico, a Informação enquanto recurso estratégico tem assumido uma importância fulcral, possibilitando o desenvolvimento de diversos campos de actuação e de reflexão.
O V Encontro de CTDI conta com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, com experiência e conhecimento na análise da informação enquanto recurso estratégico, na relação da informação com o comportamento organizacional e com a informação empresarial.
O Encontro terá lugar no Auditório da ESEIG, em Vila do Conde.
Atendendo à actualidade e pertinência da temática, gostaríamos de contar com a presença de V/ Exs. bem como com a V/ colaboração para a divulgação do evento.
Para informação mais detalhada acerca do V Encontro de CTDI, incluindo o Programa e modalidades de inscrição, pode consultar o sítio do evento em http://www.eseig.ipp.pt/ctdi2011/ . Recordamos ainda que até ao dia 11 de Abril poderá usufruir da inscrição a um preço reduzido.
Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2011@eseig.ipp.pt.
Gratos pela atenção.
Com os mais cordiais cumprimentos,
Pel´Organização do V Encontro de CTDI
Susana Martins»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

sábado, março 12, 2011

Professores e alunos a mesma luta: Sócrates para a rua!

Artigo Visão
Protesto/Crise: Número de universitários tem crescido mas canudos não garantem bons empregos:
http://aeiou.visao.pt/protestocrise-numero-de-universitarios-tem-crescido-mas-canudos-nao-garantem-bons-empregos=f594004
-
Artigo Visão
Professores manifestam-se hoje em Lisboa contra "o maior despedimento coletivo":
http://aeiou.visao.pt/educacao-professores-manifestam-se-hoje-em-lisboa-contra-o-maior-despedimento-coletivo=f594002

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Passatempo (VIII)

O documento que se se reproduz de seguida retrata uma situação infeliz vivida numa Escola Universitária Portuguesa, expressão de arbitrariedades que existem e de posturas pessoais informadas por valores publicamente inconfessáveis. No meio disto tudo, fica a dúvida sobre o que condenar mais vivamente: i) se a conduta da secretária de escola; ii) se a do(a) director(a) da Escola que a nomeou e dá cobertura às suas malfeitorias; iii) se o(a) reitor(a) da Universidade que mostra conhecer muito mal a instituição e os seus agentes e perceber muito pouco de gestão de organizações.
Como, no meio de tudo isto, há que saber tirar partido das situações, mesmo das mais infelizes, aqui deixo mais um passatempo que, seguramente, vão apreciar. O tempo cinzento que está, arrastando as pessoas para os centros comerciais aos magotes, pode aliciar alguns a usar alternativamente parte do fim-de-semana para estes jogos criativos.
Atente-se então no texto que aparece abaixo, de que foram omitidos nomes ou designações, alguns dos quais configuram o desafio colocado.
Uma vez mais, o prémio consubstancia-se nuns docinhos que, desta vez, incluem o pudim Abade de Priscos. Espero que a saliva que vos esteja já a crescer na boca não vos tolha o espírito.
«Parecer
A licenciada […], Assistente Técnica, é a funcionária da […] que tem assegurado o apoio de secretariado ao Departamento de […] nos derradeiros anos. Sendo o signatário deste parecer o Director do referido Departamento desde o final de Abril pp., nesse contexto, manteve com ela uma interacção de trabalho quotidiana desde então, podendo por isso atestar como nenhum outro agente da […] as qualidades pessoais, a eficiência de desempenho, as competências técnicas e a cordialidade da sua relação com a generalidade das pessoas com quem aquela tem que interagir profissionalmente.
Esse enquadramento profissional deveria, aliás, ditar que a avaliação anual de desempenho da funcionária em causa ficasse a cargo do Director do Departamento, conforme constava do despacho inicial do Reitor e sempre aconteceu em anos precedentes. Por razões não claramente esclarecidas e fundamentadas, tal parece não vir a acontecer no que se reporta ao ano de 2010, o que desde já está a revelar-se com consequências infelizes.
A infelicidade que invoco decorre, imediatamente, da diferença radical de classificações da funcionária propostas para o ano de 2010 pelo agente, de facto, da avaliação […] face àquelas que a licenciada […] obteve em anos anteriores, não se oferecendo lógico que tenha sido a dita funcionária que, subitamente, tenha perdido qualidades em matéria de capacidade de relacionamento pessoal ou de responsabilidade e compromisso com o serviço. Posto que alguma coisa mudou, o foco do problema tem que estar do outro lado, isto é, do agente que faz a apreciação.
Aliás, não me surpreendem as classificações que são propostas pelo conhecimento que tenho de longa data das duas partes, muito mais longo no que se refere à postura e qualidades da agente, de facto, da avaliação. O contexto de ostensivo tratamento discriminatório por parte da citada Secretária de Escola das funcionárias afectas ao secretariado dos Departamentos […], que pude constatar em sucessivas ocasiões, não indiciava outra coisa. Razões outras que não o efectivo empenho no bom funcionamento dos serviços e percepções erradas da estruturação orgânica conveniente da Escola […], explicarão os repetidos incidentes que invoco e, também, as classificações de serviço agora propostas.
Para que não fique dúvida, quero deixar claro que considero uma afronta pessoal e uma enorme falta de respeito pelo espírito de serviço, dedicação, competências técnicas e afabilidade pessoal da funcionária em causa as classificações […] que lhe são propostas […]. Estas, forçosamente, têm que ter explicação que releva de outros contextos que não os do serviço comprometido com os objectivos da organização de uma funcionária como a Assistente Técnica […].
Porque, embora havendo mal que não pode ser já reparado, não será tarde para corrigir a injustiça que está a ser feita, no contexto da proposta de classificações que lhe está a ser atribuída, deixo aqui declarado apelo a que a situação que denuncio seja revista por tem que pôr em primeiro lugar o serviço à organização e o respeito pelas pessoas que são suas agentes.
Braga, […] Março de 2011
[…]
(Director do Departamento de […]
Para que o exercício não seja difícil em excesso, precisam apenas de tentar identificar: a secretária de escola em causa e, logo, a instituição onde estas arbitrariedades na classificação de desempenho dos funcionários são toleradas.
Para facilitar, deixo-vos a indicação que, em idêntica posição, a dita funcionária já tinha conseguida a proeza notável de se incompatibilizar com a generalidade dos funcionários da dita Escola há 13, 14 atrás, tendo o então presidente da Escola tido o gesto crédulo de admitir que aquela pudesse alguma vez recuperar das obsessões que mantém e das insuficiências em matéria princípios básicos de gestão de recursos humanos e regras de cortesia pessoal.
J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, março 11, 2011

A UMinho fundação? "O CG tem de ter a arte de auscultar melhor a UM"

"O CG tem de ter a arte de auscultar melhor a UM para poder tomar a deliberação fundamentada para que foi convocado.
Há vários modos de o fazer mas este - que teve, aliás, três sessões [de debate sobre a eventual transformação da UMinho numa fundação] de muito interesse - não serviu."

António Cândido de Oliveira

quinta-feira, março 10, 2011

Revista de imprensa: da Madeira ao "Contenente"

Artigo Jornal da Madeira
Estado deve ajudar universidades a apoiar estudantes:
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=4&id=177699&data=2011-03-10
-
Artigo SOL
Reitor da Nova quer transformá-la em fundação:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=13685
-
Artigo Expresso
Reitor da Universidade Nova vai propor passagem a fundação:
http://aeiou.expresso.pt//reitor-da-universidade-nova-vai-propor-passagem-a-fundacao=f636478
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

The small daily difference

"We must not, in trying to think about how we can make a big difference, ignore the small daily difference we can make which, over time, add up to big differences that we often cannot foresee."

Marian Wright Edelman

(citação extraída de SBANC Newsletter, March 8, January 11, Issue 6580 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu/)

terça-feira, março 08, 2011

"Aluna da UTAD criou Roteiro em Braille para um Museu"

«Uma jovem aluna da licenciatura em Turismo da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) criou um roteiro museológico em Braille para que os invisuais possam também visitar o Museu da Região Flaviense, em Chaves.
A aluna, Ana Cristina Teixeira Tavares, de 25 anos, realizou o seu estágio curricular no Núcleo de Arqueologia daquele Museu, e logo sentiu motivação bastante para torná-lo acessível também a invisuais, lançando mãos ao trabalho de criar o roteiro em Braille, Relevo e Texto Ampliado. A Câmara Municipal de Chaves, por seu turno, abraçou, de imediato, a mesma causa, mandando imprimir dez exemplares que ficarão ao dispor na recepção do Museu de quem deles necessitar. Em quinze páginas, esta jovem propõe assim um percurso pelo espólio museológico, cujas peças são identificadas e devidamente descritas.
Ana Tavares pretende através deste projecto dar o primeiro passo para que o Museu se torne inclusivo, tendo em vista ainda outros projectos, como seja a realização de áudio-guias e exemplares tácteis que irão complementar o roteiro.
O seu interesse neste tema teve início no projecto de investigação que está a realizar, “A escuridão nos Museus – Acessibilidade para pessoas invisuais”, em que não se quis limitar apenas a uma abordagem teórica da matéria, mas sim deixar algo prático que ajude esta população (163.569 pessoas conforme a actualização do último censo pelo INE em 2007) com necessidades tão especiais e que conta com tão poucos recursos que lhe permita acesso à cultura.
Os trabalhos práticos e de investigação estão a ser desenvolvidos ao longo do 3º e último ano do curso em Turismo, que funciona no Pólo de Chaves da UTAD, e decorrem no âmbito das unidades curriculares Práticas em Empresas e Instituições I e II e pretende responder à seguinte pergunta: Quantos museus em Portugal são acessíveis ?
http://www.utad.pt/salaimprensa/salaimprensa/index.aspx»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, reenviada por
Xerardo Pereiro - mirantropos@hotmail.com)

domingo, março 06, 2011

"Director de universidade cai por ligação ao clã Khadafi"

«Crise na London School of Economics
Director de universidade cai por ligação ao clã Khadafi

Por Rita Siza»
________________________________________
«A polémica e embaraço causados pela associação da London School of Economics, prestigiada escola de economia da Universidade de Londres, ao clã Khadafi e ao regime líbio forçaram já a demissão do seu director, Howard Davies, que anunciou a sua saída para "proteger a reputação" da instituição a que presidia desde 2003.
Sob a pressão da academia, dos políticos britânicos e da opinião pública, a London School of Economics (LSE) iniciou uma série de investigações, destinadas a clarificar as relações económicas entre aquela instituição e o regime de Muammar Khadafi. Como acusou a associação de estudantes, "revelações recentes sobre o relacionamento dos escalões superiores desta escola com a família Khadafi mostram que ele era bem mais profundo e perverso do que imaginávamos".
O inquérito será conduzido por um painel independente, liderado por Lord Harry Woolf, antigo juiz do Supremo, que também foi instruído para desenhar novos critérios para os donativos internacionais que são dirigidos àquela escola.
Em causa estão, entre outros pagamentos, 2,2 milhões de libras devidas à LSE no âmbito de um contrato firmado com o Governo de Muammar Khadafi para a formação de "profissionais e funcionários públicos" da Líbia e outros 1,5 milhões de libras recebidos a título de donativo da Fundação Khadafi para a Caridade e o Desenvolvimento, para o estabelecimento de um programa dedicado ao Norte de África na LSE.
Howard Davies desculpou-se pelo facto, confessando que na altura lhe pareceu "razoável" aceitar esse dinheiro mas concedeu que a sua decisão acabou por se revelar "um erro tremendo". "Havia certamente riscos associados ao financiamento através de fontes líbias e esses riscos deviam ter sido ponderados", reconheceu.
O director demissionário - que foi vice-governador do Banco de Inglaterra e presidente da entidade reguladora do sector financeiro - também pediu desculpas pelo dinheiro que recebeu, pessoalmente, por ter prestado serviços de consultoria ao Governo da Líbia. "Foi um erro de julgamento pessoal, aceitar o convite do Governo britânico para actuar como enviado económico e o subsequente convite do Governo líbio para aconselhar o fundo soberano do país. Esse foi um trabalho totalmente transparente, mas que em retrospectiva me deixa numa posição mais frágil para defender o bom nome da LSE", explicou Davies.
As investigações em curso não dizem apenas respeito ao departamento financeiro da LSE e abrangem também a "autenticidade académica" da tese de doutoramento de Saif al-Islam, o segundo filho do líder líbio e que obteve o mais alto título académico daquela escola em Setembro de 2008. Excertos da sua dissertação final, O Papel da Sociedade Civil na Democratização das Instituições Globais de Governação, uma obra de mais de 400 páginas, levantaram suspeitas de plágio.
O norte-americano Monitor Group informou que entre os vários serviços prestados ao Governo da Líbia (que pagava uma avença mensal de 250 mil dólares ao grupo fundado pelo guru Michael Porter) constava o "apoio técnico" a Saif al-Islam para a produção da sua tese.
A dissertação do filho de Khadafi surpreendeu por tecer duras críticas ao funcionamento dos Governos não-democráticos, que o estudante caracterizava como "autoritários, abusivos e não-representativos".»
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(reprodução integral de texto ontem publicado no jornal Público; cortesia de ACO)
Comentário (possível, entre outros): "as fundações também dão para isto..."

sábado, março 05, 2011

Passatempo (VII)

Em sucessivas “entradas” sob o título genérico “Do repúdio e do asco”, fui dando conta de um episódio triste (mais um) ocorrido (em cena, melhor dizendo) na UMinho, protagonizado por pessoas que se percebe serem muito tristes mas que, no dia-a-dia, vão vendendo a imagem de serem gente séria.
O episódio mais recente da série foi exibido na semana que agora se conclui, tendo tido por momentos altos os seguintes:
i) um primeiro em que P., Director do Departamento que acha que o ECDU é uma balela (não havendo, nomeadamente, que atender às disposições que contém em matéria de cargas horárias no que a serviço docente se refere), aparte à respectiva insensibilidade para considerações de âmbito humanitária (decorrente de episódio grave de saúde), para atestar a improcedência do que era formalmente reclamado pela vítima fez saber à assembleia reunida que esta (a professora/investigadora em causa) era a que mais altos níveis de produtividade científica tinha apresentado no passado recente;
ii) um segundo momento em que M. fez solenemente saber que o caso em apreciação tinha já chegado às "redes sociais", crime grave, imputável a quem reclame justiça;
iii) um terceiro, ainda, em que, cúmplice, a assembleia, faz de conta que atestados médicos emitidos por quem de direito atestam coisa alguma ou, o que dá no mesmo, são de valia duvidosa para o efeito em presença já que a requerente não se apresentou perante a assembleia coxa ou de venda no olho.
Pelo que digo, tendo o infeliz episódio (que há-de ter novos capítulos) deixado a esfera das coisas que se tratam com sobriedade (preferia usar o termo seriedade), aparente, pelo menos, porque o que retrato cai já no domínio da caricatura e porque a ocasião é propícia (anotem os mais distraídos que estamos em pleno carnaval), decidi-me tirar partido do caso sob a forma de um passatempo.
Em concreto, fica aqui o repto para os entusiastas das palavras cruzadas e dos enigmas bíblicos de:
i) identificarem quem é o zeloso director do Departamento da UMinho que acima se invoca;
ii) quem, na assembleia referida, fez o alerta para o crime hediondo de se denunciar nas "redes sociais" desrespeitos da lei (que se sabe ser, em Portugal, uma balela) e de direitos humanos;
iii) quem presidia à dita assembleia e é desconsiderado por este texto, ao não merecer acima qualquer invocação, nem sequer em razão da forma brilhante como dirigiu a assembleia e, de um modo, geral, todo este caso, nos desenvolvimentos até agora havidos.
Porque o grau de dificuldade do exercício já é grande, limito por aqui os desafios a que os(as) leitores(as) devem dar resposta para se habilitarem ao doce que habitualmente se oferece no quadro destes passatempos. Por ser carnaval, os felizes contemplados levarão também um disfarce à Maquiavel.
Tendo acordado generoso, para facilitar a vida aos candidatos a estes prémios, deixo uma (única) pista: o director do Departamento em causa mantém há anos uma colaboração numa universidade mais a Sul, para onde tenta, desesperadamente, transferir-se de há alguns meses a esta parte (mesmo assim sendo, não foi capaz ainda de ter o gesto formalmente bonito de se demitir das funções de gestão que desempenha).

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, março 04, 2011

O seu cv...

"O seu curriculum vitae é suficientemente bom para poder ser escrito em menos páginas [que as 83 que tem]".
Jorge Santos
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(afirmação produzida no âmbito da arguição de provas públicas de agregação em Economia realizadas na Universidade de Évora, a 2 e 3 da Março de 2011)