Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

IEB: III WORKSHOP ON ECONOMICS OF EDUCATION

«Dear colleague:

The Barcelona Institute of Economics (IEB) is pleased to announce its III Workshop on Economics of Education which will be held in Barcelona from September 12 to 13, 2012.  For further information, see the attached file or visit our web-page (www.ieb.ub.edu / Events / Workshops).

Feel free to distribute this information among those colleagues you think might be interested.

We look forward to seeing you at the Workshop!

Organizing Committee
PS: excuse us for "cross-posting".
-----
IEB
Universitat de Barcelona
Fac. d'Economia i Empresa
Espai de Recerca en Economia
Carrer del Tinent Coronel Valenzuela, 1-11
08034 Barcelona
Tel.: + 34 93 403 46 46
Fax: + 34 93 403 98 32
www.ieb.ub.edu»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, proveniente da entidade identificada)

Comunicado da FENPROF: "Confirmado entendimento da FENPROF quanto à subida de escalões"

«VITÓRIA IMPORTANTE DA ACÇÃO DOS PROFESSORES E DA PRESSÃO DOS SEUS SINDICATOS – PROFESSORES VÊEM CONFIRMADO DIREITO À PROGRESSÃO A PARTIR DE 1 DE JANEIRO DE 2008
DEVEM SER PAGAS AS PROGRESSÕES, BEM COMO OS RETROACTIVOS A ELAS RESPEITANTES, A TODOS OS DOCENTES QUE REÚNAM AS CONDIÇÕES, POR PONDERAÇÃO CURRICULAR OU NÃO, PARA SUBIREM DE ESCALÃO, NALGUNS CASOS DESDE 1 DE JANEIRO DE 2008.
As dificuldades administrativas e funcionais das instituições de ensino superior não podem ser imputadas aos docentes, nem estes podem sofrer qualquer prejuízo por não terem sido objecto, em tempo útil, de avaliação do desempenho. Muitas instituições atrasaram o processo e aplicaram-no já após o término do ano 2010, tendo algumas justificado, com as Leis dos OE de 2011 e 2012, a não realização das subidas de escalão.
Porém, segundo a DGAEP, em nota de 10 de Janeiro do corrente ano, tratando-se “de casos em que a alteração de posição remuneratória era obrigatória à data da entrada em vigor do Orçamento de Estado para 2011, constituindo, portanto, nessa data um verdadeiro direito subjectivo, apenas se não tendo realizado por erro ou inércia da Administração”. “O final do n.º 4 do art.º 24.º (Lei 55-A/2010), constitui, como se infere da peça da Provedoria de Justiça, um afloramento de um princípio geral que deve ser aplicado a todas as situações similares”.
Confirma-se assim, o que a FENPROF tem defendido: todos os docentes que reúnam as condições necessárias à subida de escalão em data anterior a 2011 (avaliações correspondentes aos anos de 2004 a 2009) e não tenham sido objecto de progressão ou de alteração de posicionamento remuneratório devido a uma interpretação errada da lei, têm direito a uma mudança de posicionamento remuneratório que produza efeitos em data anterior a 1/1/2011. Os colegas que já reúnam essa condição, sem que tenham mudado de posicionamento remuneratório, deverão requerer de imediato, junto dos serviços competentes da instituição de ensino superior a que pertencem, a situação que lhe é devida. Uma minuta tipo para este efeito poderá ser solicitada para o endereço depsup@spn.pt.
Aqueles que tenham mudado de posicionamento remuneratório, mas a quem não tenha sido aplicada a correcta retroactividade, tal como os que se defrontem com atrasos injustificados por parte das suas instituições, no que respeita à conclusão dos processos de avaliação, deverão igualmente reclamar a aplicação da lei.
A FENPROF, através dos seus Sindicatos, encontra-se à disposição dos colegas para esclarecer quaisquer dúvidas sobre esta matéria, no endereço acima citado, e informa, ainda, que os associados dos seus Sindicatos podem recorrer a apoio jurídico, quer na interpretação da norma e da orientação agora produzida pela DGAEP, quer na resolução do problema em caso de eventual conflito.
VALE A PENA LUTAR! SINDICALIZA-TE NO SINDICATO QUE TE DEFENDE!
O Departamento de Ensino Superior e Investigação
Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
E-mail: depsup@spn.pt
Tel.: 22 60 70 554 / 00
Fax: 22 60 70 595 / 6»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

The direction of the wind

"When you can't change the direction of the wind - adjust your sails."

H. Jackson Brown 

 (citação extraída de SBANC Newsletter, February 14, Issue 705-2012, http://www.sbaer.uca.edu)

domingo, fevereiro 12, 2012

Praxes: uma opinião que não custa subscrever

«Como é possível que milhares de jovens que entram anualmente no ensino superior, se sujeitem a semelhante humilhação?
"Bem vindo à Escola dos Líderes"
Por Manuel Loff, Pelo contrário
Público, 02/02/2012

Há dias participei no Porto num debate sobre o documentário Praxis que o realizador Bruno Cabral dedicou à observação da chamada "praxe académica", e que foi projetado por proposta da Associação Milímetro. O filme ganhou o prémio do DocLisboa para a melhor curta-metragem nacional, não está em circuito comercial, e foi apresentado apenas em debates, em universidades ou fora delas, e na própria Assembleia da República.

Aquilo a que se tem chamado "praxe" é essa série de práticas mais ou menos ritualizadas de que são alvo (para não dizer diretamente "vítima") os estudantes recém-entrados nas escolas de ensino superior, antes mais ou menos restritas a Coimbra, mas que hoje, 30-40 anos passados sobre o seu desaparecimento, em plena contestação da ditadura e durante o processo revolucionário, se generalizaram a um conjunto de escolas e de cidades incomparavelmente mais diverso do que no passado.

A filosofia do documentário (de que Carlos Isaac é diretor de fotografia) é mesmo a de mostrar, cruamente, com o cuidado de não recorrer a qualquer discurso interpretativo. O que nos permite, aliás, obriga, a tomar partido. A câmara mostra-nos práticas de gosto completamente duvidoso (obrigar estudantes a comer alho até ao vómito, para conseguir, na linguagem dos "veteranos" que organizam e supervisionam a cena, a sua "desparasitação"; despejar garrafões de vinho sobre estudantes seminus; enfarinhá-los; vendá-los; obrigá-los a demonstrar a sua maturidade através da ingestão de álcool; ...) que estão muito longe de nos surpreenderem. O mais revoltante, contudo, é toda a representação de um ambiente de caserna que transforma uma experiência tão entusiasmante quanto deveria ser a dos primeiros meses de entrada na universidade numa simulação reles de uma recruta de tropa especial, integrando o pior, o mais violento, o mais indignante, da cultura militar. Grita-se permanentemente ao "caloiro" que ele não pode "olhar nos olhos dos veteranos"; reúnem-se centenas de estudantes num "juramento de praxe" no qual se exige aos "caloiros" declarações solenes de obediência a outros estudantes que, um/dois anos mais velhos, se tanto, por terem passado pelas mesmas experiências humilhantes, pensam ter ganho o direito de as infligir a outros recém-chegados. Entoam-se refrões com que se pretende sublinhar a "superioridade" de uma determinada escola/curso, que podem chegar a impronunciáveis grosserias que, permitam-me, fazem rimar a sigla ISCTE com órgãos sexuais masculinos sempre em pé...

Sucedem-se exercícios a que se obriga os recém-entrados, repetidos até à náusea, numa auto-humilhação que os torna terrivelmente constrangedores, quase todos centrados numa paródia psicótica da sexualidade: forçam-se estudantes a repetir, um a um, perante os seus colegas, em cima de uma mesa, quadras grosseiras sobre o seu pretenso gosto em práticas homossexuais; simulam-se em público, perante centenas de colegas, atos sexuais, enquanto os "caloiros" verbalizam expressões de prazer que lhes são impostas; num caso, um "caloiro" deve esfregar terra e bosta húmidas no cabelo de uma colega sua e simular que a penetra analmente...

O filme deixa-nos incrédulos. Como é possível que milhares de jovens que entram anualmente no ensino superior, se sujeitem a semelhante humilhação psicológica, afetiva, física?! E como é possível que banais estudantes universitários (que não são propriamente membros de seitas neonazis ou de claques de futebol) a pratiquem, em Portugal, no séc. XXI? É um jogo, dizem-me, uma "brincadeira". Na qual, para espanto meu (ou talvez não...), não há um sorriso, uma gargalhada da parte das vítimas/protagonistas deste disparate todo, o que é parte intrínseca do ritual! Grita-se, insulta-se, suja-se, magoa-se... Um teatro da provação, da submissão do dominado a quem se exige que a aceite, e da tortura sádica da parte do que representa o papel do dominador. Digam-nos o que disserem, é inaceitável não se perceber as consequências psicológicas e morais de semelhantes rituais.

A grande maioria destes rituais foram filmados (e são realizados) dentro das faculdades, ou no perímetro imediatamente exterior, o que incumpre abertamente a lei. Não há como evitar perceber que eles se fazem. Desolador é ver, por exemplo, um padre que fala a "caloiros", sentados no chão, vestidos de forma absurda e vigiados pelos "veteranos", de pé. O sacerdote repete-lhes que "praxe tem uma dimensão de integração" (tese atrás da qual se protege quem a organiza) e perora sobre a distinção entre a "verdadeira" e a "falsa alegria" naquela que se designa a "bênção ao caloiro"...

Rituais de iniciação a que se submeteram, e submetem, aprendizes e todo o tipo de recém-chegados a profissões, ciclos de estudo e de formação militar ou outra, existiram ao longo dos tempos e dispersos por modelos de sociedade muito diversos. Tal não as faz mais aceitáveis. Sempre produziram violência, física e psicológica, ferimentos, mortes. Nas universidades, são erroneamente descritas como produto de uma pretensa "tradição académica" que não passa de uma adaptação a cada momento histórico da aplicação prática de valores e princípios mais ou menos dominantes em determinada comunidade. É arrepiante perceber que aqui esses valores são os da legitimidade e bondade de uma humilhação que permite à vítima poder sentir-se parte do grupo, da confusão entre "integração" e "submissão" a uma autoridade absurda. De uma "praxe incutidora de valores", que "nos ajuda nesta grande escola de vida que é a Universidade", fala uma caloira, que agradece, de joelhos e autodescrevendo-se como "reles bicho", aquilo por que a tinham feito passar.

Num átrio em que se realizam algumas destas práticas, em letras garrafais, alguém escreveu: "Bem vindo à Escola dos Líderes". É o ISCTE. Por acaso. Podia ser qualquer outra... Historiador (a pedido do autor, este artigo respeita as normas do acordo ortográfico)»

(reprodução de texto que encontrei, por mero acaso, ao percorrer o Facebook, na página de Artur Cristóvão) 

sábado, fevereiro 11, 2012

XXI Jornadas da Associação de Economia da Educação

«Estimado colega,

Em nome do Comité Organizador das XXI Jornadas da Associação de Economia da Educação, que se realizarão no Porto, nos próximos dias 5 e 6 de Julho de 2012, informo que o prazo para o envio dos resumos das comunicações será alargado até ao próximo dia 15 de Fevereiro.

O resumo que se envia através da plataforma do congresso (Envio de comunicações: http://economicsofeducation.com/user ) deve ter uma extensão máxima de 300 palavras, com o objectivo de que o Comité Cientifico possa ter informação suficiente para decidir com rigor nos processos de selecção de trabalhos. 

A decisão relativa à admissão dos resumos será comunicada antes do dia 1 de Março.

Relativamente à atribuição do prémio à melhor comunicação, outorgado pelo Comité Cientifico da Conferência, a solicitação de participação poderá ser efectuada por qualquer uma das seguintes formas:

- Breve referência no inicio ou final do documento submetido;

E / OU
- Envio de correio electrónico para info@economicsofeducation.com com referência à candidiatura e indicação do nome do autor e titulo do trabalho.

O referido prémio conta com uma dotação de 500 euros, para cobrir custos de assistência ao Congresso. Destina-se a autores até 40 anos de idade (todos os signatários).

Na página web do evento http://www.economicsofeducation.com  encontra-se toda a informação necessária actualizada de todos os aspectos relacionados com as Jornadas.

Esperamos contar com a sua presença no Porto.

Com os melhores cumprimentos,

-- 

Elvira Vieira
Coordinadora del Comité Local / Coordenadora do Comité Local / Coordinator of the Local Committee 
XXI Jornadas de la Asociación de Economía de la Educación 
XXI Meeting of the Economics of Education Association


(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Comunicado da FENPROF: "Manifestação Nacional"

«Em 11 de fevereiro,
Vamos dar uma grande resposta ao ataque a que estamos sujeitos! Manifestemos a nossa indignação, o nosso protesto, as nossas exigências!
Neste dia tu és insubstituível!

Apelo aos Professores, Educadores e Investigadores

O tempo que vivemos é de grande ataque a quem trabalha e aos direitos de todos os cidadãos. Interesses alheios aos dos trabalhadores têm levado à imposição de políticas que originam a redução dos salários, a desregulamentação dos horários de trabalho, o despedimento fácil e sem regras e a quebra de apoios sociais essenciais em momentos de fragilidade pessoal (na juventude, no desemprego, na doença, na velhice…).
Simultaneamente, serviços públicos fundamentais, como o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, Transportes Públicos a Segurança Social Pública ou a Rede Energética Nacional, entre outros, são desvalorizados, deixados degradar e, no momento seguinte, vendidos ao desbarato a interesses económicos e financeiros nacionais e estrangeiros.
Este é um caminho que apresenta grandes perigos e, sabemos por experiência própria e por exemplos que chegam de fora, os sacrifícios a que estamos sujeitos não conduzem a qualquer saída. Pelo contrário, desencadeiam novos problemas, acrescentam crise à crise e fazem disparar uma espiral de situações que tornam a vida ainda mais difícil e desumanizada.
Esperarmos que as soluções cheguem do exterior seria um engano. O que nos chega da União Europeia e do FMI são “apoios” interessados de agiotas que ganham com as crises que provocam, com os resgates que propõem e com as medidas que impõem. A sua ingerência atinge níveis nunca antes imaginados. Exemplos disso são a proposta alemã que pretende que a Grécia prescinda da sua soberania orçamental e a designada “regra de ouro”, que deverá ser inscrita na Constituição de cada país, na qual se prevêem sanções automáticas para quem não apresentar um défice praticamente residual. Ou seja, uma regra cega, porque automática, que penalizará ainda mais os países com economias mais frágeis e, consequentemente, os cidadãos.
Os docentes e investigadores têm sido dos grupos profissionais mais sacrificados em nome da crise. Caso não assumam, de uma vez por todas, um forte protesto, continuarão a ser das principais vítimas das medidas impostas!
Colega,
Dia 11 de fevereiro será um dia muito importante de protesto e luta contra a situação que estamos a viver e os sacrifícios crescentes impostos por planos de austeridade que esmagam cada um de nós e, de uma forma geral, o povo português.
Contrariamente ao que nos repetem insistentemente, não estamos perante qualquer tipo de inevitabilidade, mas uma óbvia opção política dos governantes nacionais e europeus!
Apelamos a um envolvimento muito empenhado e ativo da tua parte. Ativo porque, para além da tua presença, é necessário que cada um de nós esclareça, mobilize e ganhe outros para, neste dia, enchermos de Povo o Terreiro do Paço.
Serão quatro as grandes Manifestações que nele convergirão, saindo de locais diferentes, conforme referido nos materiais de divulgação. Empenhemo-nos o mais possível para conseguirmos uma enorme mobilização e participação. A força de cada um de nós será uma mais-valia para a força coletiva que, neste dia, estará na rua.
Marca a tua presença e traz, contigo, outros Amigos também.
O Secretariado Nacional da Federação Nacional dos Professores

Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
www.spn.pt/superior
E-mail: depsup@spn.pt
Tel.: 22 60 70 554 / 00
Fax: 22 60 70 595 / 6»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

"Missão Cavaco Silva"

Notícia ComUM 
Aluno da UM cria jogo sobre a reforma de Cavaco! 
http://www.comumonline.com/sociedade/item/635-aluno-da-um-cria-jogo-sobre-a-reforma-de-cavaco

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Success is…

"Success is a prize given to those who try and fail willingly."

Jeffrey Bryant

 (citação extraída de SBANC Newsletter, Fevruary 7, Issue 704 - 2012, http://www.sbaer.uca.edu)

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

sábado, fevereiro 04, 2012

You must do…

"You must do the things you think you cannot do."

Eleanor Roosevelt


 (citação extraída de SBANC Newsletter, January 31, Issue 703 - 2012, http://www.sbaer.uca.edu)

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

"Education for Sustainability | International Greening Education Event 2012"

«A three-day International Greening Education Event will be held from 10th to 12th of October 2012 in Karlsruhe, Germany. This event will bring together academia, policy makers, representatives of government and international development agencies, senior members of academic institutions, school administrators and teachers, sustainable development practitioners, environmental management professionals and other stakeholders from around the world.
The event provides an exclusive forum to: examine how climate change, depleting natural resources, loss of biodiversity and other environmental threats are affecting education sector; deliberate on why and how to embed sustainability in curricula, courses and teaching material; debate on the ways to make educational institutions a part of the solution to address the evolving environmental, social and economic issues; discuss success stories, challenges and best practices for greening education; and get insights on how education is being reshaped to meet the requirements of the 21st century.

Further to knowledge sharing, the upcoming event also provides an excellent networking opportunity with academia, sustainable development practitioners, members of government agencies and development organisations and other stakeholders in Europe and beyond. An excursion (optional) on Saturday the 13th of October, 2012 is planned which will also provide an additional and informal networking opportunity.

You are cordially invited to attend this international event and/ or nominate the member(s) of your institution.

For further information, please see the event details.
Or contact via email: mail@etechgermany.com

Sincerely,
Organizing Committee»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

terça-feira, janeiro 31, 2012

"Assistentes: OE/2012 não impede contratação e remuneração"

«O OE/2012 não impede a contratação e remuneração como professores auxiliares dos assistentes, assistentes convidados e assistentes estagiários que concluam o seu doutoramento
Cara(o) Colega,
Ao contrário do que tem sido a interpretação de várias Universidades sobre a Lei do Orçamento de Estado (LOE) para 2012, a FENPROF entende que os regimes de transição para o contrato de trabalho em funções públicas de pessoal especialmente contratado como assistentes, assistentes convidados e assistentes estagiários, consignados no actual ECDU (artigos 8º e seguintes do Decreto-Lei n.º 205/2009, de 31 de Agosto), não estão condicionados pela LOE/2012.
Segundo essa interpretação restritiva e lesiva, os assistentes, assistentes estagiários ou assistentes convidados que obtivessem o grau de doutor em 2012 poderiam mudar para a categoria de professor auxiliar, mas manteriam o vencimento anterior, enquanto durasse a suspensão de valorizações remuneratórias, alegadamente imposta pela LOE. Além disso, quando cessasse essa suspensão, poderiam auferir o vencimento devido, mas sem efeitos retroactivos.
Ora, se a LOE/2012 estabelece a proibição de valorizações remuneratórias, consagra excepções, designadamente no caso de uma carreira especial e com natureza marcadamente estatutária como é a carreira docente universitária, sujeita ao cumprimento de obrigações – como a obtenção de graus.
Primeiro, está em causa a concretização de reposicionamentos remuneratórios decorrentes da transição para carreiras revistas, nos termos da Lei dos Vínculos, Carreiras e Remunerações. Depois, o nº. 12 do artigo 24º da LOE/2011 (que se mantém em vigor em 2012) permite a plena aplicação dos regimes transitórios dispostos no ECDU. Finalmente, trata-se de verdadeiros direitos de contratação que continuam a ser susceptíveis de enquadramento no artº. 50º da LOE/2012: aí se define uma norma específica relativa ao recrutamento de trabalhadores nas instituições do ensino superior públicas, a qual, sublinhe-se, tem carácter excepcional e prevalece sobre todas as disposições legais, gerais ou especiais, contrárias.
Das razões expostas resulta o entendimento da FENPROF de que não existem na LOE/2012 condicionantes legais que obstem à plena aplicação dos regimes transitórios previstos no ECDU. A FENPROF enviou aos Reitores e ao CRUP um parecer jurídico que detalha a nossa leitura e sustenta a exigência de que estes nossos colegas sejam contratados e remunerados como professores auxiliares, assim que concluam os seus doutoramentos.
Importa ainda acrescentar que, na reunião havida a 17 de Janeiro último entre a FENPROF e os Secretários de Estado do Ensino Superior e da Ciência, foi afirmado que, na leitura do Ministério da Educação e Ciência, a Lei não impede a contratação destes colegas como professores auxiliares, com as correspondentes obrigações, direitos e salários.
Os vários sindicatos da FENPROF estão a acompanhar esta situação com toda a atenção, apelando à denúncia de situações em que os direitos dos docentes não sejam respeitados e disponibilizando-se para o apoio jurídico necessário aos seus sócios que estejam na situação acima descrita.
Saudações Académicas e Sindicais
O Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF

Informa-te AQUI
A FENPROF divulga os concursos para investigadores e docentes do ensino superior publicados no Diário da República

Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
www.spn.pt/superior
E-mail: depsup@spn.pt
Tel.: 22 60 70 554»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente  da
entidade identificada)

segunda-feira, janeiro 30, 2012

sexta-feira, janeiro 27, 2012

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Notícias da UAveiro

Notícias @ua_online
Primeiro software de apoio à análise qualitativa desenvolvido em Portugal é apresentado na Universidade de Aveiro:
http://uaonline.ua.pt/detail.asp?c=22936
*

domingo, janeiro 22, 2012

sábado, janeiro 21, 2012

Notícias do Minho

Biba Guimarães

(título de mensagem, datada de 20 de Janeiro de 2012, disponível em Empreender)

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Comunicado da FENPROF: "FENPROF reuniu com os Secretários de Estado do Ensino Superior e da Ciência"

«Solicitamos a distribuição desta mensagem a todos os docentes e investigadores
Poucas respostas para muitos Problemas!
Cara(o) Colega,
A FENPROF reuniu hoje no MEC com o Secretários de Estado do Ensino Superior e a Secretária de Estado da Ciência para debater a situação do sector e obter respostas para um conjunto largo de problemas que constam do documento entregue pela FENPROF e que se encontra em www.fenprof.pt/superior.
Estes problemas têm vindo a crescer por força dos Orçamentos do Estado para 2011 e 2012 que aplicaram cortes profundos na Educação e na Ciência, com graves repercussões nos seus docentes e investigadores e que estão a criar situações preocupantes nas instituições de Ensino Superior – Sector que todos reconhecem estratégico para o futuro do país. No entanto, a prática do MEC, sujeita às políticas restritivas do governo, não corresponde ao discurso.
Da reunião sobressai a ideia de que a política para o Ensino Superior e Investigação depende, cada vez mais, de decisões que são exteriores ao MEC: das Finanças e dos fundos europeus, designadamente do QREN.
Quanto ao Ensino Superior, as respostas concretas foram poucas, alegadamente por não estarem bem definidos os quadros de financiamento e por indefinição das políticas para o sector:
·          Não foram definidos calendários e critérios para a reorganização da rede do Ensino Superior.
·          Nada foi dito sobre o futuro do regime fundacional,
·          Não foram indicadas medidas que possibilitem a realização dos concursos necessários à renovação dos corpos docentes e ao cumprimento dos estatutos de carreira.
·          Não se comprometeu a cumprir o RJIES no que respeita à aprovação do regime dos docentes e investigadores do Ensino Superior particular e cooperativo.
·          Não esclareceu como se concretizarão os efeitos salariais das avaliações de desempenho
·          Não indicou qualquer tomada de posição face à atribuição de serviço lectivo acima do limite legal, como sucede em algumas instituições relativamente aos cursos de especialização tecnológica.
·          Não esclareceu as dúvidas relativamente ao reposicionamento salarial decorrente da obtenção da agregação.
·          No respeitante às garantias de contratação dos docentes abrangidos pelos regimes de transição que obtenham as qualificações exigidas pela lei (doutoramento no universitário, doutoramento ou título de especialista no politécnico), o MEC não esclareceu cabalmente as dúvidas, tendo no entanto sido afirmado que, na leitura do Ministério, a Lei não impede a contratação como Professores Auxiliares ou Adjuntos, com as correspondentes obrigações, direitos e salários.
·          No que concerne à criação de condições para que os docentes do Ensino Superior Politécnico possam realizar os seus doutoramentos (dispensa de serviço docente e propinas) o MEC não tem nenhuma medida alternativa ao PROTEC, tendo remetido eventuais apoios para as Instituições.
No que respeita à Ciência, o MEC clarificou alguns aspectos sobre os concursos que irão ser lançados pela FCT, nomeadamente para a contratação de 80 investigadores FCT, tendo confirmado que será um concurso de âmbito nacional, aberto a investigadores de todo o mundo, e que visa contratar, a termo certo, doutorados que, do ponto de vista salarial, poderão estar equiparados a qualquer das categorias da Carreira de Investigação. Indicou ainda que os regulamentos para este concurso bem como para os outros concursos a lançar este ano serão disponibilizados brevemente pela FCT. Ficaram no entanto por responder as questões mais fundamentais relativas ao emprego e às perspectivas de carreira para a nova geração de investigadores, matéria que foi agendada para nova reunião a realizar em Fevereiro.
Na reunião estiveram presentes pela FENPROF os coordenadores dos departamentos de Ensino Superior e Investigação dos Sindicatos, o coordenador do departamento do Ensino Superior e Investigação, o Presidente do Conselho Nacional e o Secretário Geral da Federação.
O Secretariado Nacional da FENPROF
Informe-se AQUI
A FENPROF divulga os concursos para investigadores e docentes do ensino superior publicados no Diário da República

Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN
E-mail: depsup@spn.pt
Tel.: 22 60 70 554 / 00
Fax: 22 60 70 595 / 6»

(reprodução integral de mensagem que me caiu ontem na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

terça-feira, janeiro 17, 2012

"Ciência em Negócio - Concurso de Ideias Empreendedoras para alunos da ECUM"

 (reprodução de anexo de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

domingo, janeiro 15, 2012

Há uma paternalização gritante dos estudantes

"Há uma paternalização gritante dos estudantes que são ADULTOS, e não criancinhas de creche (aliás, nem todas as crianças são boas, contrariamente ao que a maior parte das pessoas acredita)."

NDNR

(excerto de mensagem, datada de ontem, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

quinta-feira, janeiro 12, 2012

quarta-feira, janeiro 11, 2012

segunda-feira, janeiro 09, 2012

sexta-feira, janeiro 06, 2012

"Reitor da Universidade Técnica responsabiliza Finanças por ´catástrofe` iminente"

«O novo reitor da Universidade Técnica de Lisboa (UTL) responsabilizou nesta quinta-feira o ministério das Finanças por uma iminente “catástrofe” nacional, criticando-lhe a “ânsia de restringir” a autonomia das universidades.
 “O imprescindível ajuste das contas públicas não pode implicar a destruição das nossas melhores universidades”, disse António Cruz Serra perante o ministro da Educação, Nuno Crato, num discurso de tomada de posse muito crítico das medidas do ministério de Vítor Gaspar.
Cruz Serra afirmou temer que a “incontrolável ânsia” das Finanças de “restringir toda a autonomia de gestão administrativa e financeira na administração pública se materialize numa catástrofe para a universidade e para o futuro do país”.
O reitor criticou duramente a Direcção Geral do Orçamento, que “ao arrepio da vontade soberana da Assembleia da República” determinou que todas as alterações orçamentais nas universidades têm que ser autorizadas pela tutela e que propõe uma nova Lei dos Compromissos que “espartilha” as receitas próprias das universidades.
A tutela impõe “um número impressionante de actos de gestão corrente” que precisam de autorização das Finanças a que será “humanamente impossível” responder, resultando no “bloqueio de toda a actividade das instituições universitárias”, acrescentou.
Outra componente da “deriva burocrática inaceitável” é as universidades estarem vinculadas à Agência Nacional de Compras, obrigadas a “comprar mais caro alguns dos serviços” porque a agência tem acordos com fornecedores “adequados para as nossas repartições de finanças mas não para o trabalho científico”.
Cruz Serra deixou mesmo uma sugestão a Vítor Gaspar para reduzir o défice: que os saldos das contas das universidades possam transitar de um ano para o outro para que os dirigentes das universidades não tenham que se preocupar com a sua receita ser “confiscada pelas finanças no dia 31 de Dezembro” e o dinheiro ir para “algum foguetório de fim de ano”.
O reitor sugeriu mesmo que os 4,7 milhões de euros de receitas da UTL cativadas pelo Governo, captadas com o esforço da universidade, acabam por ir engrossar os números do “esbanjamento de dinheiros públicos das administrações central, regional e local”.  A UTL acaba por deitar fora “4% do orçamento a realizar tarefas que não têm qualquer resultado produtivo” só para responder às “leis, despachos e ameaças” e não terem transferidos fundos no mês seguinte, lamentou.
Ressalvando que as universidades também têm que participar no esforço de consolidação orçamental, António Cruz Serra afirmou que no orçamento de 2013 tem que haver mais “10 a 15%” de dotação para as universidades portuguesas.
“Não contem comigo para calar o brutal desinvestimento de Portugal no Ensino Superior”, avisou Cruz Serra, indicando que o financiamento caiu “25%” desde 2006 e ilustrando que em 2012 o Orçamento do Estado prevê 3200 para cada aluno da UTL, “muito menos” do que prevê para as secundárias privadas com contrato de associação”

(reprodução de notícia Público online, 6 de Janeiro de 2011)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

Fado

terça-feira, janeiro 03, 2012

Notícias da UMinho: Ciências da Educação

Notícia Correio do Minho
Professor da UM lidera Ciências da Educação:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=58289
*

sábado, dezembro 31, 2011

Encourage surprise

"If we're going to encourage more innovation, it's not enough for us to just dig in and work harder. We also need to encourage surprise and serendipity."

Steven Johnson

(citação extraída de SBANC Newsletter, November 15, Issue 695 - 2011, http://www.sbaer.uca.edu)

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Lei Orgânica do Ministério da Educação e Ciência

Documento Diário da República, 1.ª série — N.º 249 — 29 de Dezembro de 2011
Decreto-Lei n.º 125/2011,
de 29 de Dezembro:

http://dre.pt/pdf1sdip/2011/12/24900/0549805508.pdf

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quarta-feira, dezembro 28, 2011

"Fusão em Lisboa cria quarta maior universidade ibérica"

«Junção das universidades Técnica e Clássica deve ser decidida até Maio e vai criar instituição com 48 mil alunos. Só Barcelona, Complutense e Granada têm mais alunos.
A fusão das universidades Técnica e de Lisboa vai fazer desta megaestrutura a quarta maior da Península Ibérica e uma das maiores da Europa. Com mais de 48 mil alunos, 2922 professores e 2468 funcionários, a nova instituição de ensino superior fará a sua aposta na internacionalização. O processo ainda está no início, mas a decisão final deve ser conhecida até Maio, aponta ao DN o novo reitor da Universidade Técnica de Lisboa (UTL), António Cruz Serra.
Maiores do que esta superuniversidade na Península Ibérica só as universidades de Barcelona, Complutense de Madrid e a de Granada, com 87 486, 83 694 e 70 000 alunos, respectivamente. E a nova universidade fica, de longe, à frente de instituições de renome como Cambridge (17 604 alunos), Oxford (21 000) ou Sorbonne (23 271). Os números de estudantes contemplam todos os graus de ensino - licenciaturas, mestrados, doutoramentos e pós-graduções. Sem esta fusão, a maior universidade nacional é a do Porto (31 000), actualmente a sétima maior da Península.»
(reprodução de notícia DN online, de 2011/12/28)
[Cortesia de Nuno Soares da Silva]

terça-feira, dezembro 27, 2011

Ficar para a história

"Sem mencionar nomes, porque não os distingo no governo, são todos pobrezinhos de espírito, não havendo uma ideia, uma ´tirada`, uma diretiva que indique que alguém ficará para a história"

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 25 de Dezembro de 2011 e intitulada "O Natal nos hospitais", disponível em Prálem d`Azurém

sábado, dezembro 24, 2011

Boas Festas


sexta-feira, dezembro 23, 2011

"Estudantes transmitem aos partidos preocupações com cortes de apoios sociais"

«Estudantes do ensino superior estão a tentar transmitir aos grupos parlamentares as suas preocupações com os cortes nos apoios sociais que afastam os alunos das universidades, numa altura de crise em que “seria esperado” reforço das ajudas.
Para marcar o encerramento da campanha de três dias que chamaram de “Natal negro”, representantes das associações académicas e de estudantes do ensino superior de todo o país deslocaram-se hoje à Assembleia da República para entregar um manifesto aos partidos, um objectivo que esperam repetir com o Governo.
Ao final da manhã, o grupo de estudantes já tinha resposta positiva do PSD que aceitou recebe-los, como disse à agência Lusa, Luís Rodrigues, da Associação Académica da Universidade do Minho.
Com esta campanha, o movimento associativo “demonstra o seu luto” pelas condições de “degradação no ensino superior, numa altura e conjuntura particularmente difícil para as famílias e estudantes em que seria espectável a um reforço dos mecanismos de acção social e de inclusão”, explicou.
Mas, “ao contrário, temos assistido a um conjunto de cortes e limitações ao acesso ao ensino superior, consubstanciados no regulamento de atribuição de bolsas de estudo, que é manifestamente penalizador” para os estudantes.
A preocupação das associações de estudantes também inclui alguns procedimentos, nomeadamente para “prazos e períodos de candidaturas díspares” para as bolsas.
Segundo Luís Rodrigues, em alguns casos, os alunos tiveram acesso a mais que um período de candidatura, enquanto os estudantes de primeiro ano, de primeira matrícula, apenas tiveram acesso a um período, e são estes que têm “menos conhecimento e proximidade com as instituições de acção social”.
Os estudantes esperam ser recebidos pelo Governo PSD/CDS que, “ao longo do último ano, aquando da publicação do anterior regulamento da atribuição de bolsas de estudo apoiou o movimento associativo e que, estranhamente, tem se pautado por uma ausência de diálogo e insensibilidade quase histórica no que toca a todos contributos” dos alunos, criticou.
Luís Rodrigues referiu dados que apontam para uma quebra no número de candidatos a bolsas de estudo, de mais de 80 mil estudantes para pouco acima dos 60 mil, “o que é difícil de explicar quando as condições de vida se degradam a cada dia”.
E dessas 60 mil candidaturas, “apenas 20 mil bolsas foram atribuídas”, realçou ainda o representante dos estudantes, acrescentando que as estimativas apontam para que mais de seis mil estudantes já tenham abandonado o ensino superior, “essencialmente bolseiros”.
 “Estima-se que o número de estudantes que abandonaram o ensino superior seja 20 por cento superior ao total do ano anterior”, frisou.
O estudante da Universidade do Minho, alertou ainda para o atraso no pagamento das bolsas de Dezembro, uma “incerteza que coloca as família em situações muitas vezes dramáticas, arrastando os estudantes para fora do ensino superior e é essa preocupação que queremos aqui trazer”.
(reprodução integral de notícia Público online de 2011/12/22)
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[Cortesia de Nuno Soares da Silva]

quarta-feira, dezembro 21, 2011

"Estado da Educação 2011"

Notícia JNegócios
Metade dos alunos que terminaram o 12º ano eram adultos:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=526649&pn=1
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segunda-feira, dezembro 19, 2011

sexta-feira, dezembro 16, 2011

"500 alunos já abandonaram estudos na Universidade do Minho"

«O Movimento Unitário de Estudantes da Universidade do Minho (ELO Estudantil) realizou, quinta-feira, uma concentração, no Campus de Gualtar, em Braga com o objectivo de sensibilizar os estudantes para o corte no passe escolar "sub23".

Cerca de 100 alunos manifestaram-se contra a implementação dos cortes nos passes escolares, ao mesmo tempo que recolheu mais de 700 assinaturas que foram entregues no antigo Governo Civil de Braga no final do dia, dirigidas à Assembleia da República e ao Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia.

"É uma demonstração bastante significativa quanto ao descontentamento por parte dos estudantes às medidas que têm vindo a ser implementadas no Ensino Superior", disse Barbara Seco, do Movimento Unitário de Estudantes da Universidade do Minho (ELO Estudantil), que indicou ainda que "estas medidas são responsáveis pelo afastamento dos estudantes do Ensino Superior".

Segundo este movimento, na UMinho há 500 estudantes que se viram obrigados a abandonar os estudos por falta de condições económicas, no passado ano lectivo. "O Secretário de Estado anunciou a 10 de Novembro que até final do ano se baixaria o preço para 2.20euro, contudo, hoje almoçamos na cantina da UMinho e pagamos 2.45euro", referiu ainda Barbara Seco.»

(reprodução de notícia JN, de 16 de Dezembro de 2011)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quarta-feira, dezembro 14, 2011

"Reestruturação do ensino superior"

«Plano de fusão entre universidades Técnica e Clássica pronto no início de 2012
O reitor eleito da Universidade Técnica de Lisboa afirmou esta segunda-feira que o plano de fusão com a Universidade de Lisboa deverá estar pronto nos primeiros meses de 2012, considerando o mesmo como o caminho contra a "asfixia" da falta de autonomia.
"O que estamos a fazer com este movimento em Lisboa é uma nova universidade que reúne todas as valências, que permite ter um universidade em Lisboa que conte, que esteja no mapa, que nos permita competir pelos melhores talentos", disse António Cruz Serra no programa da RTP "Prós e Contras".
Assim, embora tudo, desde o nome da futura universidade, vá ainda ser discutido nos órgãos de gestão de cada instituição, o figurino deverá estar concluído "seguramente antes das férias" escolares, indicou.
O reitor eleito da Técnica e presidente do Instituto Superior Técnico lamentou que as universidades portuguesas se debatam com "a falta de autonomia". "Ninguém acha normal que tenhamos que pedir autorização ao ministro das Finanças para fazer uma alteração orçamental sempre que um dos nossos professores ganha um projecto de milhões", afirmou.
Cruz Serra frisou que é o esforço dos docentes universitários - "gente muito dinâmica" - que permite às universidades sobreviver com receitas próprias, "porque não conseguiam só com as dotações do Orçamento de Estado".
As universidades têm assim "problemas de financiamento e de agilidade administrativa. É preciso dar cabo da burocracia que asfixia o funcionamento do Estado", defendeu. Com as regras actuais, muitas vezes "não se sabe o que se pode fazer" no meio académico, concluiu.»

(reprodução integral de notícia Público online, de 13.12.2011)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva]

"Universidades e politécnicos é que devem concluir o que extinguir"

«O ministro da Educação e Ciência defendeu hoje que devem ser as universidades e politécnicos a concluir o que extinguir ou manter no ensino superior já a partir de 2012, baseadas na avaliação de qualidade.
Numa intervenção no programa "Prós e Contras", na RTP, Nuno Crato manifestou a vontade de começar no próximo ano a reestruturação da rede, atribuindo à tutela um papel de "catalisador" do diálogo entre instituições.
Universidades e politécnicos devem "dialogar e perceber por elas próprias, e por força das circunstâncias", o que é supérfluo e essencial, defendeu.
O ministro rejeitou um papel "coercivo" do governo nesta matéria, afirmando que os resultados da avaliação da qualidade dos cursos da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior pode ser uma boa bitola para tomar decisões.
Nuno Crato indicou, por exemplo, que não faz sentido "haver dois cursos de enfermagem a 20 quilómetros de distância" com poucos alunos cada um.
Reconhecendo que se deve "proteger a oferta nas pequenas cidades" garantida em muitos casos pelos politécnicos, contrapôs que "não se pode artificialmente ter escolas com cursos de baixa qualidade só porque é bom para as cidades".
"As instituições devem contactar entre si", reiterou, ilustrando que "os politécnicos não podem funcionar como pequenas universidades ou as universidades funcionar como grandes politécnicos".
Nuno Crato caracterizou o problema principal da rede do ensino superior como de oferta formativa, com "duplicação de cursos muito pequenos".
A tendência, advogou, deve ser para que os quadros docentes devam ser "grupos altamente qualificados, em contacto com o que de melhor se faz no mundo".»

(reprodução integral de notícia Diário de Notícias, de 13 de Dezembro de 2011)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, dezembro 12, 2011

"Dicionário de Luís de Camões"

Notícia Correio do Minho
Vítor Aguiar e Silva coordena ‘Dicionário de Luís de Camões’:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=57546
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Notícias da Escola de Engenharia da UMinho: "Tecnologia Nanocor não polui, não exige sal e poupa 70 por cento de água"

Notícia Ciência Hoje

Projecto da UMinho vence Grande Prémio BES Inovação:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52109&op=all
*

sábado, dezembro 10, 2011

Encontro Nacional de Direcções Associativas

Notícia JN
Alunos do Ensino Superior voltam aos protestos contra o Regulamento de Atribuição de Bolsas:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2176611
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terça-feira, dezembro 06, 2011

"Que inovações pretendes incluir no seio da AAUM?"


(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011, disponível em UMinho: Novos Desafios, Novos Rumos)

domingo, dezembro 04, 2011

Fazer mal as contas

«Um líder deve assumir as suas responsabilidades quando as coisas não correm como ele tinha previsto, nem que seja para admitir que "fez mal as contas" e que já foi extemporânea e tardia a sua entrada para "a corrida às Fundações".»

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Sábado, 3 de Dezembro de 2011, e intitulada "Meio mandato sem Fundação", disponível em Prálem d`Azurém)

quinta-feira, dezembro 01, 2011

quarta-feira, novembro 30, 2011

"E-Society 2012 in Berlin, Germany (2nd call): submit until 30 December"

«-- CALL FOR PAPERS - Deadline for submissions (2nd call): 30 December 2011 --
IADIS INTERNATIONAL CONFERENCE E-SOCIETY 2012
March 10-13, 2012 – Berlin, Germany

* Keynote Speaker (confirmed):
Dr Conor Galvin, University Lecturer and Director MA Programme, UCD Dublin, Ireland

* Conference Background and Goals
The IADIS e-Society 2012 conference aims to address the main issues of concern within the Information Society. This conference covers both the technical as well as the non-technical aspects of the Information Society. Broad areas of interest are eSociety and Digital Divide, eBusiness / eCommerce, eLearning, New Media and E-Society, Digital Services in eESociety, eGovernment /eGovernance, eHealth, Information Systems, and Information Management. These broad areas are divided into more detailed areas (see below). However innovative contributes that don't fit into these areas will also be considered since they might be of benefit to conference attendees.

* Format of the Conference
The conference will comprise of invited talks and oral presentations. The proceedings of the conference will be published in the form of a book and CD-ROM with ISBN, and will be available also in the IADIS Digital Library (online accessible).
There will be a special issue with extended versions of best papers published by the International Journal of Interactive Technology and Smart Education (ITSE) and also best paper authors will be invited to publish extended versions of their papers in the IADIS Journal on WWW/Internet (ISSN: 1645-7641).
The conference proceedings will be submitted for indexing to INSPEC, EI Compendex, Thomson ISI, ISTP and other indexing services.

* Types of submissions
Full and Short Papers, Reflection Papers, Posters/Demonstrations, Tutorials, Panels and Doctoral Consortium. All submissions are subject to a blind refereeing process.
[...]
* Secretariat
IADIS Secretariat - IADIS INTERNATIONAL CONFERENCE E-SOCIETY 2012
Rua Sao Sebastiao da Pedreira, 100, 3
1050-209 Lisbon, Portugal

(reprodução parcial de mensagem que me caiu ontem na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

terça-feira, novembro 29, 2011

VI Seminário - "Exclusão Digital na Sociedade de Informação"

«Nos dias 27 e 28 de Janeiro de 2012 decorrerá na Faculdade de Motricidade Humana o VI Seminário - "Exclusão Digital na Sociedade de Informação".
Com este seminário pretende-se promover a discussão e divulgar trabalhos que possam contribuir para o combate à info-exclusão e promover a acessibilidade das TIC. As anteriores edições deste seminário têm juntado cerca de 150 especialistas sendo cerca de metade dos participantes de origem estrangeira com predominância sul-americana.
Desde já vos convido a participar neste seminário e a apresentar comunicações submetendo resumos até ao dia 22 Dezembro de 2011.
Mais informações podem ser obtidas na página do seminário em:

José Alves Diniz
Presidente da Comissão Organizadora do SemimeLisboa 2012»

(reprodução de mensagem que me caiu ontem na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

segunda-feira, novembro 28, 2011

"Castanheira da Costa divulgou ao JM que estudantes brasileiros poderão fazer licenciaturas na UMa"

"Universidade da Madeira procura receitas no Brasil
O reitor da Universidade da Madeira anunciou ao Jornal da Madeira que o estabelecimento de ensino superior madeirense está a tentar atrair fundos estrangeiros, estando já a olhar para as potencialidades que o Brasil oferece. O objectivo é atrair a vinda de brasileiros para as licenciaturas e pós-graduações na Universidade regional, no âmbito do programa de licenciaturas internacionais promovido pelo Governo do Brasil.
Na última semana, Castanheira da Costa foi um dos reitores presentes numa reunião realizada na Universidade de Aveiro entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, do governo do Brasil, e reitores portugueses para tratar da adesão de mais universidades de Portugal ao referido projecto. Ao todo, 11 universidades demonstraram interesse em aderir, estando a UMa nessa lista.
Castanheira da Costa disse ao JM que o programa já integra a universidade de Coimbra, sendo que no processo de internacionalização dos alunos brasileiros, Portugal acaba por ser um país preferencial por causa da partilha da língua portuguesa. Assim, e atendendo a que a formação é dividida pelos dois países (parte em Portugal, parte no Brasil), os estabelecimentos de ensino superior de Portugal querem aproveitar esta potencialidade e, segundo Castanheira da Costa, a UMa está já a negociar para atrair estudantes brasileiros para a Região.
«O assunto está a ser estudado. Há alguns problemas por resolver, sendo que um deles tem a ver com a questão da propina, porque os estudantes brasileiros não pagam como em Portugal. É preciso esclarecer esse aspecto com o governo brasileiro, mas nós estamos esperançados que também se possa atrair mais estudantes para a UMa» e, dessa forma, obter mais receitas numa conjuntura financeira muito difícil para as instituições de ensino superior. Para além disso, divulgou o reitor da UMa, a universidade madeirense «vai contactar a comunidade madeirense no estrangeiro para que também a esse nível se possa ver como encontrar mais verbas para a universidade»."

(reprodução parcial de notícia Jornal da Madeira online, de 26 de Novembro de 2011)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva]