Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

terça-feira, julho 10, 2012

FENPROF: " Manifestação Nacional de Professores, 12 de Julho, Rossio"

«Aos docentes e investigadores do Ensino Superior

Manifestação Nacional de Professores

do protesto, da indignação, da exigência

12 de Julho, Rossio, Lisboa                             Inscreve-te aqui!

Pelo Emprego

Pela dignidade profissional

A continuar esta política para a educação e para a ciência:
  • Vai aumentar o número de estudantes que não têm condições financeiras para continuarem os seus estudos e que desistem de estudar no ensino superior.
  • Vão continuar os despedimentos de docentes convidados.
  • Vão despedir-se centenas de investigadores com contratos ao abrigo dos programas Ciência 2007 e 2008.
  • Vão continuar a não existir concursos que permitam sequer compensar as saídas por aposentação nas carreiras docentes do ensino superior e na de investigação científica.
  • Vão continuar os entraves à realização dos doutoramentos pelos docentes do ensino superior politécnico (propinas e fim do PROTEC)
  • Vai aumentar a carga lectiva e o número de alunos dos docentes que se mantêm no sistema.
  • Vai continuar a desrespeitar-se a lei e a dignidade dos docentes, efectuando-se contratos de professores com salários de assistentes e a não se reconhecer salarialmente a obtenção da agregação. 
A continuar esta política para a administração pública
  • vamos continuar sem os subsídios de férias e de Natal, apesar de ser inconstitucional, tal como reconhecido pelo respectivo tribunal ... ainda que só para o ano.
  • vamos continuar com os cortes nos salários, também inconstitucionais, apesar de o respectivo tribunal dizer que não o são enquanto forem provisórios...
Não podemos ficar de braços cruzados perante estes ataques à profissão e aos direitos dos professores do ensino superior e aos investigadores científicos. 
Juntemo-nos à manifestação nacional de todos os professores, dia 12 de Julho, no Rossio, em Lisboa.

Contamos contigo! Inscreve-te aqui!

Departamento do Ensino Superior e Investigação - www.fenprof.pt/superior

Se, por qualquer motivo, não conseguir abrir os link para a inscrição, copie para o seu browser o seguinte endereço http://www.spn.pt/?aba=27&mid=115&cat=174&doc=3168»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

Comunicado SNESup: "Tutela assume bloqueio à transição com remuneração"

«Colegas,

O Ministério da Educação e Ciência resolveu difundir através do Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior uma posição quanto à aplicação da Lei do OE para 2012, que no fundamental, embora tenha outras implicações que estão a ser analisadas, subscreve o entendimento de que os colegas que, por força da aplicação do regime transitório do ECDU e do ECPDESP acedem às categorias de professor auxiliar e de professor adjunto, não devem ser remunerados em conformidade.
Esta posição:

- não constitui uma "interpretação autêntica" da LOE para 2012, que só a Assembleia da República poderá operar;

- não é acompanhada por qualquer parecer da Secretaria de Estado da Administração Pública, apesar de mencionar a sua existência;

- não é, igualmente, acompanhada por qualquer parecer da Secretaria-Geral do Ministério, que é o órgão vocacionado para a consulta jurídica em matéria de ensino superior.

No que diz respeito ao seu conteúdo constitui um dos documentos mais vergonhosos que já tivemos ocasião de consultar sobre ensino superior:

- na medida em que parece entender que os docentes em doutoramento estão sujeitos a autorização para se inscreverem nos respetivos programas e prestarem as correspondentes provas (autorização que a LOE 2012 generosamente concederia) como se não fosse um direito garantido a todos pela legislação do sistema educativo;

- na medida, igualmente, em que considera os assistentes, assistentes convidados e equiparados a assistentes como trabalhadores contratados a termo cujo acesso a contratação por tempo indeterminado estaria dependente de concursos de admissão, atualmente sujeitos a restrições, e não como membros de uma carreira (como as Leis n.ºs 7 e 8/2010, de 13 de maio, a instâncias do SNESup, reconheceram) aos quais está estatutariamente garantida a transição para contrato por tempo indeterminado com o cumprimento das suas obrigações dentro do prazo.

Parece ter sido a vontade de pôr em causa a especificidade do regime transitório a razão de ser da referência ao artigo 50º da LOE 2012, que se fosse considerado aplicável obrigaria a concurso e sujeitaria as contratações do regime transitório a limites decorrentes do valor da massa salarial de 2011.

O SNESup, que tem desde há meses a correr ações judiciais relativas a todas as instituições com vista a alcançar uma rápida clarificação da situação (em paralelo com exposição apresentada à provedoria da justiça), convida todas as instituições a retirarem as contestações apresentadas, ou pelo menos a desistirem das "exceções" que apenas servem propósitos dilatórios e impedem uma decisão sobre o fundo da questão.

Estão em preparação novas iniciativas a propôr aos colegas diretamente afetados.

Saudações Académicas e Sindicais,

A Direção do SNESup
em 8 de junho de 2012

SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior
Associação Sindical de Docentes e Investigadores

(reprodução de comunicado do SNESup, de 8 de Junho de 2012)

segunda-feira, julho 09, 2012

"Não queremos pôr os engenheiros a emigrar, mas promover a sua internacionalização"

«Plano do bastonário passa pela passagem de profissionais por países como Angola ou Peru, onde há projetos e crescimento

Todos os anos saem mais de 15 mil licenciados em Engenharia das universidades portuguesas. Poucos, tendo em conta que esta área contraria os números do desemprego: aqui as vagas não secam; pelo contrário, acumulam-se os pedidos para Portugal e para fora. Só nos últimos 30 dias, a plataforma net-empregos - a maior de recrutamento no país - recebeu 422 ofertas para engenheiros, em particular mecânicos (186 ofertas) e eletrotécnicos (103).
"Temos consciência da procura que há, especialmente pelos contactos de empresas que nos pedem ajuda para publicitar vagas", confirma Carlos Matias Ramos, bastonário da Ordem dos Engenheiros.
Com pedidos a chegar já de várias partes do mundo, "o nosso objetivo agora é apostar na formação", explica. Até porque Portugal tem provas dadas da sua engenharia de qualidade e tem muito para ensinar a países como Angola ou Moçambique.
"Não queremos pôr estes jovens a emigrar, queremos promover a sua internacionalização", explica o bastonário. Ou seja, os nossos engenheiros vão para fora, integram projetos e passam competências. E depois voltam. "O ideal é ter contratos que permitam estar lá, mas pensar em voltar para cá."
Com um crescimento esperado do PIB de 9,1%, em 2012, e 8,8% no ano que vem (números do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola), o país tem previstos projetos de milhões de euros nas áreas básicas - saneamento, energia e construção de infraestruturas. O "plano de desenvolvimento sustentado do governo angolano implica um investimento de 6,5 milhões até 2013", completa Matias Ramos.
Com a economia portuguesa em retração, a Ordem dos Engenheiros começou a trabalhar numa lógica de ser "um facilitador" do emprego e, por isso, tem vindo a desenvolver esforços para criar condições de emprego em países onde há mais necessidades - Alemanha, Bélgica, Moçambique e Angola são os países que mais pedem engenheiros nacionais. E ainda que a procura na Europa seja elevada, tem sido dada especial atenção aos mercados em desenvolvimento - que têm as maiores carências mas também os que mais crescem neste momento.
No final de junho, a Ordem dos Engenheiros assinou um protocolo com o Peru, que prevê que os profissionais portugueses possam trabalhar naquele país desde que se inscrevam no Colegio de Ingenieros (equivalente à Ordem).
Em Angola, estão a ser analisadas as oportunidades para os engenheiros nacionais contribuírem para os projetos que o governo tem em curso. "O objetivo é identificar locais onde os números são positivos e ver se ali há oportunidades." A preocupação não passa tanto pelas vagas mas pela capacidade que os países têm para receber as empresas portuguesas.
Apesar de tudo, Carlos Matias Ramos recorda que "não está mais fácil" encontrar emprego no estrangeiro e sublinha que "a emigração é dolorosa" - ainda que os portugueses tenham uma grande capacidade de adaptação.
Ainda assim, o bastonário não tem dúvidas do caminho a seguir: "Temos de saber que o paradigma se alterou e que temos de formar engenheiros empreendedores."»

(reprodução de notícia Dinheiro Vivo, de 09/07/2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

"As médias totais dos exames finais de Português, e Matemática, do 12º ano, são negativas"

Notícia JN
Razia nas notas dos exames do Secundário:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2655069

domingo, julho 08, 2012

"Reitores recusam prefácio de Passos Coelho"

«O livro com as intervenções e conferências da cerimónia de doutoramento honoris causa do Nobel da Economia Paul Krugman perdeu o aval de três universidades e teve de mudar de editora.

O editor da Relógio D'Água, Francisco Vale, disse ao Expresso que desistiu da edição do livro "Krugman em Lisboa: Economia na Crise" por entender que o projeto tinha sido desvirtuado por Jorge Braga de Macedo (professor da Universidade Nova e responsável pela área de política externa no PSD), um dos responsáveis pela iniciativa da consagração honoris causa de Krugman.
Braga de Macedo pediu o prefácio a Passos Coelho, mas tal não estava previsto no projeto. O doutoramento foi um ato académico sem qualquer intervenção governamental, justifica Francisco Vale.

Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
(reprodução de notícia Expresso)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, julho 06, 2012

Movimento “Verdade Académica”

Notícia Açoriano Oriental
Ex-alunos da Lusófona querem esclarecimentos rápidos da universidade:
http://www.acorianooriental.pt/noticia/ex-alunos-da-lusofona-querem-esclarecimentos-rapidos-da-universidade

"Conf. Ibero Americana WWW/Internet 2012 em Madrid, Espanha (2ª chamada): submissão até 27 Julho"

«-- Chamada de Trabalhos em Português ou Espanhol   
-- Data Limite para Submissão (2ª chamada) – 27 Julho 2012 --

Conferência IADIS Ibero-Americana WWW/Internet 2012
18 a 20 Outubro 2012, Madrid, Espanha

* Âmbito
A conferência IADIS Ibero-Americana WWW/Internet 2012 pretende focar os principais aspectos relacionados com a WWW e a Internet. A WWW e a Internet tiveram um crescimento significativo nos últimos anos. As preocupações já não se centram apenas nos aspectos tecnológicos e torna-se notório o despertar para outros aspectos. Esta conferência pretende abordar ambos os aspectos, tecnológicos e não tecnológicos relacionados com este desenvolvimento.

* Formato da Conferência
A conferência incluirá sessões convidadas, apresentações orais e posters (avaliadas por membros do comité do programa). As actas da conferência serão publicadas em livro e em versão electrónica (CD-ROM) com ISBN.

* As contribuições podem ser do seguinte tipo:
Artigos Longos, Artigos Curtos, Artigos de Reflexão, Posters/Demonstrações, Tutoriais, Painéis e Consórcio Doutoral.

* Tópicos de Interesse
Tópicos de interesse relacionados com a WWW e a Internet. Destaca-se, não estando limitado a estes tópicos:

Web 2.0
- Sistemas Colaborativos
- Redes Sociais
- Folksonomias
- Wikis e Blogs Empresariais
- Mashups e Programação Web
- Tags e Sistemas de Categorização do Utilizador
- Jornalismo cidadão 

[...]

Aplicações e Utilizações
- e-learning
- e-Commerce / e-Business
- e-Government
- e-Health
- e-Procurement
- e-Society
- Bibliotecas Digitais
- Serviços Web/ Software como Serviço
- Interoperabilidade de Aplicações
- Tecnologias Multimedia para a Web

[...]

Questões de Investigação
- Ciência Web
- Gestão de Direitos Digitais
- Bioinformática
- Usabilidade e Interação Humano-Computador
- Segurança e Privacidade na Web
- Sistemas de Confiança e Reputação Online
- Data Mining
- Recuperação de Informação
- Optimização de Motores de Busca

Prática e Experiência Industrial
- Aplicações Empresariais
- Casos de Estudo de Empresas
- Sistemas de Informação Empresariais

* Datas Importantes:
Limite para Submissão (2ª chamada) – 27 Julho 2012
Notificação aos Autores (2ª chamada) - 7 Setembro 2012
Submissão de Versões Finais e Inscrições (2ª chamada) - Até 24 Setembro 2012
Inscrições Tardias (2ª chamada) - Depois de 24 Setembro 2012

* Localização
A conferência realizar-se-á no Madrid, Espanha, de 18 a 20 Outubro 2012.

* Secretariado
Conferência IADIS Ibero-Americana WWW/Internet 2012 
Rua S. Sebastiao da Pedreira, 100, 3
1050-209 Lisboa, Portugal

* Comité Científico
Co-Chairs:
José María Gutiérrez, Escuela Politécnica de la Universidad de Alcalá, España
Flávia Maria Santoro, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Brasil
Pedro Isaías, Universidade Aberta, Portugal

Membros do Comité:

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, julho 05, 2012

"É raro que currículo profissional encurte licenciaturas"

«Situações como a de Miguel Relvas

Ver o currículo traduzido em créditos, de forma a não ter que fazer todas as cadeiras de um curso superior, é algo que está previsto na lei e que cabe a cada uma das instituições de ensino decidir como deve ser feito. Mas afinal quão frequente é a utilização desta prerrogativa noutros estabelecimentos? Em cinco das seis universidades que responderam, é uma situação rara ou inexistente. Pelo contrário, na Universidade Lusófona, onde Relvas se licenciou num ano, é uma situação muito frequente.
O PÚBLICO questionou muitas das maiores universidades portuguesas sobre quantas vezes atribuíram créditos a pessoas que pretendiam concluir um grau académico, vendo reconhecido a experiência profissional e escolar adquirida no passado. Na Universidade de Lisboa, uma das maiores públicas do país, aconteceu 15 vezes desde 2006.

Na Universidade do Porto, com mais de 31 mil alunos, não há dados. O assessor de comunicação, Raul Santos, diz que aconteceu um "número mínimo" de vezes e que o máximo que pode ser descontado a uma licenciatura de 180 créditos são 60 (equivalente a um ano lectivo).

Já na Universidade Técnica de Lisboa, o reitor António Cruz Serra, que não dispõe de dados, garante: "Ninguém aqui alguma fez uma licenciatura de três anos num ano." E há faculdades da Técnica, conta, que não fazem de todo esse reconhecimento.

Na Autónoma, privada, houve em seis anos "sete ou oito pedidos" de reconhecimento de percurso anterior à licenciatura. E "alguns foram recusados", disse Reginaldo Rodrigues de Almeida, director da administração escolar. Também aqui, 60 créditos é o máximo descontado.

Na Lusíada não se faz este tipo de reconhecimento. Na Portucalense, no Porto, a vice-reitora Paula Morais explicou que acontece com alguma frequência, mas que os alunos estão sempre obrigados a fazer pelo menos 25% do curso.

Números centralizados, nacionais, não há. Há universidades que exigem exames, entrevistas, provas documentais ou tudo junto. Cada caso é um caso.

O tema ganhou actualidade depois de ter sido tornado público que o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, fez a licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais em apenas um ano. Segundo fez saber ao PÚBLICO, através do seu adjunto António Valle, Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona em Setembro de 2006. "O curso foi concluído em 24/10/07, com a classificação final de 11 valores, conferindo o grau de licenciado através da conclusão de 6 semestres equivalentes a 180 ECTS [créditos], nos termos do Processo de Bolonha", explicou, citando o diploma legal que adequava o curso de Ciência Política ao Processo de Bolonha (Despacho nº 13132/2006).

Foi com Bolonha que se deu a uniformização europeia da estrutura dos cursos superiores tendo a maior parte das licenciaturas sido reduzidas a três anos. Por regra, são precisos 180 créditos para obter esse grau. O de Ciência Política da Lusófona prevê 36 cadeiras, distribuídas por três anos, que perfazem os tais 180 créditos.

Segundo o gabinete de Relvas, foi na sequência da avaliação do seu currículo profissional e do facto de ter frequentado dois cursos superiores antes de 2006 (tendo concluído apenas uma cadeira de Direito na Universidade Livre) que foi possível ter o diploma num ano. Nem o governante nem a Lusófona disseram ainda quantos créditos foram atribuídos ao currículo de Relvas e quantas cadeiras de Ciência Política foram feitas.

Ontem, o administrador da Lusófona, Manuel Damásio, falou pela primeira vez do caso. À Lusa disse que a universidade não impõe qualquer limite máximo nos créditos que atribui no processo de licenciatura por reconhecimento da competência profissional. Disse ainda que todos os casos são analisados individualmente.

Na Universidade de Lisboa, a única que forneceu números concretos, os créditos obtidos pelos 15 estudantes que, desde 2006, viram o seu percurso anterior avaliado "variam entre um mínimo de 3 e um máximo de 48", num total de 180 ou 300 créditos, dependendo do tipo de ciclo de estudos em causa, disse o assessor António Sobral.

Narana Coissoró, histórico dirigente do CDS e professor no curso que Relvas tirou, disse à TSF que o caso do ministro licenciado num ano é "absolutamente excepcional".»

(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 05.07.2012 - Andreia Sanches)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quarta-feira, julho 04, 2012

terça-feira, julho 03, 2012

"IEB: III Workshop on Economics of Education: Preliminary program and early deadline for registration"

«Dear colleague:

The Barcelona Institute of Economics (IEB) is pleased to announce its III Workshop on Economics of Education which will be held in Barcelona from September 12 to 13, 2012. Please find attached the preliminary program.

We take this opportunity to remind you that the deadline for early registration is July 23, 2012. In order to register, please visit the IEB website: www.ieb.ub.edu.

Feel free to distribute this information among those colleagues you think might be interested.

We look forward to seeing you at the Workshop!

Organizing Committee»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

segunda-feira, julho 02, 2012

WORKSHOP “Cadenas de Valor, Regulación Neoliberal y Reestructuración Global: Consideraciones desde el Sur”

«CALL FOR PAPERS: ÚLTIMA SEMANA 
WORKSHOP “Cadenas de Valor, Regulación Neoliberal y Reestructuración Global: Consideraciones desde el Sur”, 20 y 21 de Noviembre de 2012.

El workshop tiene como objetivo fomentar la discusión crítica respecto al concepto de cadena de valor, su circulación como instrumento de política de desarrollo, así como sus potencialidades y límites dentro del actual contexto de reestructuración económica global. Invitamos a participar con ponencias que aborden uno o más aspectos de los siguientes temas:

• Las cadenas de valor en relación a la literatura institucional de la regulación, neoliberalización y las “políticas de transferencia rápida”, así como estudios científicos de índole más foucaultianos con enfoque en el cálculo de los dispositivos, herramientas y discursos que construyen los mercados sobre las geografías desiguales;
• Las perspectivas geo-económicas y geo-políticas contemporáneas sobre las cadenas de valor moldeadas por la reestructuración económica global y, en particular, las geografías sur-sur emergentes de la inversión y el comercio.
• Los vínculos entre las cadenas de valor y las diversas geografías de las regiones subnacionales y del trabajo. Más allá de los estudios sectoriales específicos, los modos particulares de “inserción” y desarticulación de las regiones dentro y desde las cadenas de valor, moldeadas por las geografías de las relaciones sociales que condiciona los resultados para lugares particulares.


Son bienvenidas presentaciones de todas las disciplinas y localizaciones geográficas. Las presentaciones pueden ser en Español o Inglés.

Comité Académico:
- PhD. Bair, Jennifer (University of Colorado at Boulder, USA)
- PhD. Bernd, Christian (University of Zurich)
- PhD. Böckler, Marc (Goethe University Frankfurt, Germany)
- PhD. Brandao, Carlos (Observatory Celso Furtado, Brazil)
- PhD. Fernandez, Victor Ramiro (CONICET - National University of Litoral - IIETE)
- PhD. Werner, Marion (University at Buffalo, USA)

Recepción de resúmenes
Fecha: 1 al 7de Julio de 2012
Envíos: dcomba@fhuc.unl.edu.ar
-- 
Instituto de Investigación Estado, Territorio y Economía
Facultad de Ciencias Económicas - Universidad Nacional del Litoral
Moreno 2557, CP S3000CVE, Santa Fe, Argentina. Oficinas 3.07 y 3.12.
Tel: +54 (342) 4585610 interno 169. Email: iiete@unl.edu.ar»


(reprodução do corpo principal e de um anexo de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, junho 29, 2012

"Universidade Nova: Mais de 90% de empregabilidade entre ex-alunos"

«Mais de 90 por cento dos alunos formados na Universidade Nova de Lisboa conseguiram emprego na área dos seus cursos antes da crise económica, de acordo com um estudo que vai ser divulgado hoje pela instituição.

Segundo o reitor da Universidade, António Rendas, o resultado do estudo é "muito positivo", com uma percentagem "acima de 90 %" de empregabilidade entre os alunos de licenciatura, mestrado e doutoramento.
A amostra compreende "75 por cento" dos formados nos anos letivos de 2004/2005, antes da entrada em vigor do acordo de Bolonha, que uniformizou os cursos na Europa, e 2008/2009, no período pós-Bolonha.
António Rendas afirmou num encontro com jornalistas que "não há diferença significativa" entre a empregabilidade dos alunos pré e pós-Bolonha.
O reitor acrescentou que entre os inquiridos por entrevista telefónica há uma distribuição semelhante de colocação no setor público e privado nos licenciados e uma maior colocação dos doutorados no setor público, responsável por muita da investigação científica feita em Portugal.
Na versão completa do relatório, que vai ser divulgada hoje à tarde numa conferência na Reitoria da Universidade Nova, são ainda analisados os dados relativos aos salários que os ex-alunos recebem e a avaliação que estes fazem da instituição onde estudaram.
A este respeito, António Rendas adiantou que o grau de satisfação dos ex-alunos é elevado e que na generalidade, declararam que recomendariam a Nova e voltariam aquela universidade para conseguir mais graus académicos.»
(reprodução de notícia Diário Digital/Lusa, de 29 de junho de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

Don't let…

"Don't let your ego get too close to your position, so that if your position gets shot down, your ego doesn't go with it."
Colin Powell


(citação extraída de SBANC Newsletter, June 26, Issue 722 - 2012, http://www.sbaer.uca.edu)

quarta-feira, junho 27, 2012

"XXI Meeting of the Economics of Education Association"

«Ex. mo(a) Senhor (a),

Temos o grato prazer de o(a) convidar para assistir à prestigiada Conferência do XXI Meeting of the Economics of Education Association, que se realiza em 5 de Julho próximo, na sala Ipanema, do Hotel Ipanema Park, sito à Rua de Serralves, 124, no Porto (a cerca de 300 metros do ISAG), entre as 12h e as 13.30h.

Esta conferência é co-organizada pelo NIDISAG - Núcleo de Investigação do ISAG e pela AEDE - Asóciacion de Economia de la Educación, sendo os temas a abordar os seguintes: 
- Investigation and Regional Policy – Travel Mates, por José Antonio Ruiz de Casas – Programme Manager (EGTC), Unit Territorial Co-operation, DG REGIO – European Commission;
- Life Long Learning, por Pedro Silva Martins - Secretário de Estado do Emprego.
Para inscrição e mais informações sobre a conferência, queira, por favor, aceder a www.isag.pt

Maria Rita Ferreira

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Rua do Campo Alegre, 1376
4150-175 Porto Portugal
Tel. +351 220 303 239

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidada identificada)

segunda-feira, junho 25, 2012

Regulamento de bolsas de investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia

«Diário da República, 2ª série - Nº 121 - 25 de junho de 2012
Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P.
Regulamento nº 234/2012
Aprova o regulamento de bolsas de investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I. P., revogando os anteriores regulamentos para a Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos


(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Os Pontos de Matemática, a Gávea e a Barca do Inferno (ou o martírio dos exames de Matemática elaborados na Gávea)

Introdução
Pelo ME continuam a pairar uns “Loucos à Solta”, há muito conhecidos por “ÊDUQUÊS” que continuam a traumatizar gerações e gerações de alunos, os quais saem do Secundário com verdadeiro Horror à Matemática, afinal uma disciplina simples, bela e extremamente útil na vida prática. Este facto leva a que os alunos que entram no Ensino Superior em Ciências, Engenharias e Economia e Gestão mantenham esse horror durante o seu curso e tentem “ultrapassar” por todos os meios esse “Obstáculo Horroroso” que são as disciplinas de Matemática e logo que se vêem livres delas, não mais querem ouvir falar de Matemática…Os professores do Ensino Superior sabem isso muito bem e o Ministro actual, como distinto Professor que é e como ex-Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática que foi, está bem por dentro deste assunto. Por isso, é muito estranho que ainda não tenha conseguido “varrer” do Ministério esse conjunto de verdadeiros “criminosos pedagógicos” que desde há tantos anos vêm produzindo tanto dano a gerações sucessivas de alunos. Já nos debruçámos várias vezes sobre este assunto, na sequência do acompanhamento que temos feito das matérias que são ministradas aos nossos netos. Por isso nos vamos cingir aos últimos pontos de exame que saíram, um para o 4º ano (ponto de avaliação de cada “Escola”, não de avaliação do Aluno, o que começa por ser uma mentira, visto que os pontos foram classificados e as classificações foram transmitidas aos alunos. Portanto, os alunos, especialmente os bons alunos, foram mesmo traumatizados pelo ponto, só porque o dito ponto é um verdadeiro crime pedagógico, cheio de “brincadeiras perigosas” que pouco ou nada avalia do real conhecimento dos alunos e pouco ou nada tem a ver com os princípios da Matemática Elementar que um aluno do 4º ano deve ter assimilados. Anexamos cópia exacta do ponto para que os leitores, por ventura professores ou pais interessados, possam medir o verdadeiro alcance do dano causado. Fazemos o mesmo em relação ao ponto de Matemática do 12º, em boa parte um conjunto de “charadas” de probabilidades, estatística e teoria dos conjuntos.

Breve análise da prova de Matemática para o 4º ano
(Ver prova de Matemática, 4º ano, em  http://www.gave.min-edu.pt/np3/447.html)
O ponto reflecte bem o pensamento dos “ÊDUQUÊS” que pontificam no ME : a Matemática é uma “brincadeira” não é uma disciplina séria, que deve ser estudada cuidadosamente, e que muito interessa na vida prática. Depois, para “facilitar a correcção de cada prova” grande parte das perguntas (em todos os exames) são do tipo “TótóBola” ou “Vermelhinha”, convidando o aluno, não a raciocinar, mas a jogar uma moeda ao ar para ver como responder…
As perguntas 1.1, 1.2 e 2. aceitam-se, embora, para saber se o aluno sabe fazer contas de somar e subtrair, incluve com uma (só !) decimal fosse de preferível indicar números sem alusão a objectos (na Matemática sempre tem de haver algum grau de abstracção). Nas perguntas 3., em 3.1 a inclusão da afirmação” Os números pintados são múltiplos do nº 1” só serve para a atrapalhar o aluno, uma vez que o que está em causa é o aluno saber a forma como se identificam nºs inteiros que são divisíveis por 3 (múltiplos de 3). Em 3.3 a inclusão da afirmação” pensou num nº menor que 100” é desnecessária visto que o quadro apresentado só tem nºs naturais até 100. A bonecada que consta da pergunta 5. e perfeitamente inútil e insere-se no pensamento dos “ÊDUQUÊS” acima referido.
A pergunta 6., aparentemente dirigida ao “raciocínio” do aluno, é ratoeira traumatizante e desnecessária para se saber se aluno sabe dividir números inteiros por números decimais. O mesmo se pode dizer da pergunta 7. Para se avaliar se aluno sabe distinguir ângulos agudos, ângulos rectos e ângulos obtusos, não é necessária a bonecada posta no ponto.  Por acaso o aluno até pode acertar, mas não saber que um ângulo recto tem 90º…  (Melhor era terem no programa o ensino da redução de “complexos” (graus, minutos e segundos) a “incomplexos” (segundos ou minutos), etc.). A pergunta 8, e suas “alíneas”, 8.1 e 8.2, é uma trapalhada, geradora de confusão e traumatismo  na cabeça do aluno. É uma pergunta típica do “ÊDUQUÊS” que mete “Estatística” em tudo quanto é sítio nos programas do 1º ao 12º anos… A pergunta 9, é outra trapalhada, geradora de confusão e traumatismo na cabeça do aluno. É uma pergunta típica do “ÊDUQUÊS” que inclui “Planificação” no 1º ciclo, matéria complexa, imprópria para quem não sabe, nem pode saber, algo de geometria plana e geometria tridimensional. A pergunta 10., também aparentemente dirigida ao “raciocínio” do aluno, é ratoeira traumatizante e desnecessária para se avaliar se aluno sabe calcular o perímetro e a área de um rectângulo ou mesmo, se, dada a área e o perímetro, o aluno sabe como obter as medidas dos lados… .… Na pergunta 11, a trapalhada continua: Incluir “Simetrias de translação; de rotação; de  reflexão, etc.” no 1º ciclo, para quem não sabe, nem pode saber, ainda geometria plana, é um absurdo, como absurda é a maneira como a pergunta é formulada. A pergunta 12 volta a ser típica do “ÊDUQUÊS” que tem a “mania” da “Estatística”, em tudo quanto é sítio nos programas do 1º ao 12º anos. A maneira como a pergunta é formulada também é típica da forma “brincalhona” que, segundo o “ÊDUQUÊS” se deve usar para ensinar Matemática desde o 1º ao 12º anos. Bem, a pergunta 13. é de bom senso, (talvez por ser a nº 13…). A pergunta 14., aparentemente dirigida ao “raciocínio” do aluno, é ratoeira traumatizante e desnecessária para se saber se aluno sabe fazer contas simples sucessivas: contas de multiplicar dígitos, seguidas de soma dos resultados. A pergunta 15. (15.1 15.2 15.3) é, talvez, a única bem formulada, excepto em continuar a bater na tecla de que a Matemática deve ser ensinada de forma “brincalhona” e, bem assim, a maneira de avaliar os conhecimentos dos alunos… A pergunta 15. É de todas a mais absurda: nem um “catedrático” consegue entendê-la…E volta a revelar a “mania”  do “ÊDUQUÊS” de meter “Probabilidades” e “Estatística”, em tudo quanto é sítio nos programas do 1º ao 12º anos. Qual a finalidade da pergunta 17. ? verificar se o aluno sabe contar até 8?. Verificar se o aluno sabe obter ¾ de 8? Nesta última hipótese, será preciso o aluno pintar uma figura?.. A pergunta 18 revela outra “qualidade” do “ÊDUQUÊS” de Matemática: “A Matemática é um conjunto de “charadas” e deve ser ensinada como tal. Compete ao aluno, nas provas, saber “matar a charada”… Não será um desprimor tratar assim uma disciplina tão nobre, como é a Matemática? A pergunta 19 revela mais ainda a grande “qualidade” do “ÊDUQUÊS”: Ensinar e fazer provas de avaliação saltando das questões mais complicadas para as mais simples!... A pergunta 19 será para verificar se o aluno do 4º ano saber ler? A pergunta 20 é, além do mais, estúpida, porque nos mercados e hipermercados os vendedores não põem preços estúpidos, em blocos de peças da mesma natureza e tamanho. (Nunca o preço da unidade é maior no bloco que tem mais unidades…). A pergunta 21, além de antipedagógica é anti-social porque convida o aluno a jogar na roleta (do Casino ou outra)…E mais uma vez põe em evidência a “loucura” do  “ÊDUQUÊS” pelas  “Probabilidades” e  “Estatística”. FIM (da tortura) =>“Laus Deo”

Breve análise da prova de Matemática para o 12º ano
O ponto revela de forma semelhante ao anterior o pensamento “ÊDUQUÊS”: a Matemática não é uma disciplina, indispensável para prosseguir estudos superiores e com grande interesse na vida prática de engenheiros, economistas, etc. Também, para facilitar a correcção de cada prova grande parte das perguntas são do tipo “TótóBola”. Depois, quem elaborou a prova não teve as preocupações mínimas que, na circunstância, deve ter um bom professor de qualquer nível de ensino: elaborar a prova de forma a cobrir equilibradamente todas as partes das matérias do programa; formular cada questão sobre uma fracção da matéria de forma a avaliar se o examinando estudou e assimilou essa fracção da matéria de forma mais ou menos profunda ou nada sabe dessa questão. Estes são os objectivos fundamentais para que a classificação final de cada aluno, reflicta os conhecimentos reais que o examinando tem das matérias do programa e não se cometerem injustiças, por vezes gritantes. O ponto em causa não satisfaz qualquer dos requisitos fundamentais referidos, havendo que acrescentar o uso reforçado de perguntas do tipo “Vermelhinha” . Começa com três perguntas sobre “Teoria dos Conjuntos” e suas aplicações a problemas de Probabilidades. No Grupo II, volta a bater-se na mesma tecla nas questões 2 e 3. Como de costume, as perguntas são formuladas de forma “brincalhona” e sem qualquer relação com problemas práticos.
No Grupo I há 3 questões sobre “Teoria das funções” e no Grupo II, há outras há 3 questões sobre a mesma “Teoria das funções”. Sobre “Números Complexos” há 2 questões no Grupo I e há 2 questões no Grupo II. Assim, fica de fora muita matéria de Matemática dada no 12º ano, além de que os “Números Complexos” sendo sido dados no fim do ano escolar, são sempre dados em todas as escolas a “grande velocidade”. Neste ponto de Matemática 2012, como noutros, mantém-se o estilo “charadístico” em boa parte das questões. Confundem-se a nobre MATEMÁTICA com charadas matemáticas, com grave prejuízo para os bons alunos que sabem Matemática mas, não têm jeito para charadas matemáticas, que nada interessam para a sua vida seguinte de alunos de Engenharia ou Ciências ou Economia e também nada interessam para a sua vida futura de engenheiros ou cientistas ou economistas. A título de exº cita-se a questão 1. do grupo II da prova, na qual a “alínea” 1.2 nada tem a ver com o corpo da questão . O corpo da dita questão 1. tem só a ver com 1.1 e nada a ver com 1.2 que, para mais é pergunta do tipo “charadístico”, onde um aluno, mesmo sabendo bem a radiciação de complexos, pode não “matar” a charada. Outro exº. é a questão 6. do grupo II. Esta questão é uma “salsichada” onde se mistura geometria elementar com manipulação de funções trigonométricas, com derivadas de expressões polinomiais de funções trigonométricas, e por fim uma enorme rasteira manda o aluno calcular a derivada de P(teta) sendo tg(teta)= - raíz quadrada de 8. Sendo teta uma constante do intervalo Pi/2 a Pi, segue-se que P(teta) é uma constante e a sua derivada é nula…. (mais uma vez uma a charada a “matar”).

Uma forma de sair do Martírio
O senhor Ministro da Educação e Ciência deveria nomear secretamente duas comissões nacionais independentes e de cidades bem distintas que incluiriam professores de Matemática do Secundário e professores do Ensino superior para os pontos de Matemática do 12º ano. Cada comissão elaboraria um ponto. Haveria 2 pontos A e B que seriam entregues no gabinete do Ministro. O Chefe de gabinete tiraria um ponto à sorte e mandaria imprimir o necessário nº de exemplares que seriam transportados e distribuídos pelas Escolas do País, mantendo-se a costumada forma de manter a segurança. Já depois do 25 de Abril este procedimento foi adoptado. Os professores do Secundário teriam oportunidade de dialogar com os professores do Ensino superior num assunto que interessa a todos. Note-se que procedimentos deste tipo se deveriam adoptar para fixar os programas das disciplinas de Matemática e Físicas (pelo menos) do 10º ao 12º anos (pelo menos), programas esses que contêm inconsistências, lacunas, e sobreposições incríveis. Os programas devem conter os Fundamentos de cada Ciência na forma Clássica que é a que interessa aos futuros alunos de Engenharia, Ciências e Economia, com abundantes exemplos de aplicação e exercícios. Não devem ser programas “brincalhões” e fantasiosos tratando do buraco do ozono, do Big Bang e da propagação do campo electromagnético no espaço sideral, quando não foram antes ensinados os Princípios Fundamentais da Electricidade, Magnetismo e Electromagnetismo

23-06-12
JBM

domingo, junho 24, 2012

"Estamos a viver com um colete de forças imposto pelo Ministério das Finanças"

Notícia SOL
Fundação para a Ciência e Tecnologia com a corda no pescoço:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=52691

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sábado, junho 23, 2012

"Metade dos professores sofre de stress"

«Metade dos professores portugueses têm níveis de stress que afectam o seu relacionamento com os alunos, sendo mais vulgar encontrar casos entre os docentes do ensino secundário, com mais idade e mais experiência, revela um estudo nacional.
Estes são alguns dos resultados do estudo "Burnout em professores portugueses", que começou a ser desenvolvido em 2009 por Ivone Patrão e Joana Santos Rita, duas psicólogas e investigadoras da Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA).
As investigadoras entrevistaram 807 professores do ensino básico e secundário de todo o país. A maioria dos inquiridos era licenciada, dava aulas em escolas públicas a tempo inteiro e tinha, em média, 45 anos.
De acordo com o estudo, “20 por cento dos professores apresentam níveis médios de 'burnout' [uma espécie de esgotamento] e os outros 30 por cento têm níveis elevados, o que é preocupante", garantiu Joana Santos Rita, explicando que o 'burnout' se caracteriza por um tipo de stress ocupacional permanente, que afecta o relacionamento com as outras pessoas.
 “Se nós promovermos a saúde mental dos professores também estaremos a promover a saúde mental das crianças", defendeu a investigadora, lembrando que os elevados níveis de 'burnout' estão directamente associados a elevados níveis de ansiedade e depressão.
"São os professores mais velhos, efectivos, com mais anos de experiência e do ensino secundário os que têm níveis de 'burnout' superiores”, acrescentou.
Os professores do ensino secundário apresentam valores mais elevados de stress, exaustão emocional e maior falta de reconhecimento profissional. A dificuldade em gerir problemas de indisciplina na sala de aula, a percepção da desmotivação para o estudo por parte dos alunos e a pressão para o sucesso são algumas das razões que levam a elevados níveis de 'burnout'.
Já os professores do ensino básico têm mais preocupações profissionais, que passam pela maior dificuldade na gestão dos conflitos com os pais e com a escola, uma vez que são eles que assumem o papel central na aprendizagem e na gestão de uma turma.
Numa comparação entre sexos, as mulheres aparecem como sendo mais susceptíveis ao 'burnout', situação que as especialistas acreditam poder estar relacionada "com o efeito cumulativo inerente ao desempenho de diferentes papéis: são mulheres, mães e professoras", lembrou.
Para fugir aos problemas, alguns professores acabam por utilizar estratégias como a rotina ou mesmo o absentismo laboral, acabando por ser um "estímulo negativo" para os colegas, alertou Joana Santos Rita.
A investigadora contou à Lusa que o trabalho até agora desenvolvido vai continuar, com a realização de mais entrevistas e a tentativa de "perceber quais são os factores e as estratégias que facilitam a resiliência e o envolvimento dos professores que mantém níveis elevados de bem-estar".»
(reprodução de notícia Correio da Manhã online, de 22 de Junho de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quinta-feira, junho 21, 2012

"Professores vestidos de luto contra o corte dos subsídios"

«Esta tarde, os professores vestem-se de luto numa ação de protesto contra o desemprego e o corte do subsídio de férias
Faixas pretas vão ser colocadas nas escolas de todo o país.
Foi a forma escolhida pela Fenprof para assinalar um ano de Governo. Às 16h, junto à enorme bandeira nacional que se ergue no alto do Parque Eduardo VII, os professores - que foram chamados a vestir-se de preto - vão "mostrar ao mundo" a situação do desemprego em Portugal e, em particular, no sector docente.
Segundo dados da federação, o desemprego entre os professores subiu, este ano, 60% no ensino básico e 137% no secundário e superior. Números extraordinários que serão denunciados ao mundo, segundo a Fenprof, numa ação simbólica que será traduzida em inglês, alemão, espanhol, grego, russo, chinês, finlandês e esperanto.
O objetivo é criar uma nuvem negra do desemprego que "ensombre a bandeira portuguesa". Ainda hoje e até ao final da semana, os professores vão colocar faixas pretas em todos os estabelecimentos de ensino do País, como forma de protesto contra o corte do subsídio de férias dos funcionários públicos que, normalmente, seriam pagos nesta altura do ano.
Amanhã, sexta-feira, será a vez dos sindicatos da Função Pública afectos à CGTP organizarem uma manifestação. Em Lisboa, o protesto sairá da Praça do Príncipe Real em direção à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento.
No caminho, frente ao Tribunal Constitucional, os manifestantes farão uma paragem para protestarem igualmente contra o corte dos subsídios de férias e de Natal. Na altura, está previsto que os manifestantes desenrolem cachecois brancos, onde se pode ler "Devolvam-nos os subsídios".»
(reprodução de notícia EXPRESSO online, de 21 de Junho de 2012 - Rosa Pedroso Lima - www.expresso.pt)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]