Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

domingo, janeiro 28, 2007

Eles pensam que nunca serão responsabilizados pelos erros de gestão que cometem

"Esta nomenclatura continua a produzir disparates em série. Eles sabem ou pensam que nunca serão responsabilizados pelos erros de gestão que cometem. Aliás, confundem-nos com obras primas e produtos de uma sacrossanta missão divina. São os iluminados intocáveis, bem instalados no poleiro, cada dia que passa com o peito mais inchado perante a plebe desarmada e confusa. Na 6ª feira rapinaram os frutos do esforço abegnado de muitos. A próxima etapa será a de fazerem a lista dos infelizes descartáveis. No final reinarão ainda mais felizes e contentes. Terão chegado à Glória!"
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(texto de autor anónimo recebido em 07/01/27, a título de comentário à mensagem divulgada na mesma data, intitulada "Os erros de gestão de uns e os encargos de outros").

sábado, janeiro 27, 2007

Os erros de gestão de uns e os encargos de outros

Há uma frase commumente usada para comentar o desempenho das organizações que diz que "os erros de gestão pagam-se". Na Universidade do Minho desenvolveu-se nos últimos anos uma variante que se traduz no seguinte: os erros de gestão de uns (a nomenclatura) pagam-os outros (aqueles que têm capacidade de gerar recursos e de fazer uma gestão rigorosa dos respectivos orçamentos).

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, janeiro 26, 2007

"Os milhões da Investigação Científica"

"Os milhões da Investigação Científica
O desfasamento entre a retórica do investimento estatal na investigação científica e a situação real que enfrentam neste momento as unidades de investigação e os investigadores que nelas trabalham assume contornos crescentemente preocupantes.
Conhecido o aumento das verbas do Orçamento de Estado de 2007 para o Ministério da Ciência e Tecnologia, agitados os milhões dos protocolos assinados com as Universidades americanas, as Unidades de investigação científica atravessam um momento de todo inusitado. Entre a quimera de um futuro risonho de data incerta, prometido pelos milhões que o QREN consagra à ciência, e o quotidiano da investigação e das obrigações inerentes à gestão corrente, o momento é de ruptura financeira e de angústia a muito curto prazo.
Na transição entre Quadros Comunitários de Financiamento, é evidente a inoperância governamental em termos do cumprimento necessário das obrigações assumidas com as unidades de investigação científica. Os atrasos no pagamento de transferências contratualizadas, muito para além do aceitável, o congelamento de programas de bolsas e de avaliação de projectos de investigação, o adiamento injustificado de iniciativas há muito previstas, colocam as unidades de investigação numa situação insustentável.
O SNESup tem vindo a receber relatos variados da angústia progressiva que toma conta das unidades de investigação, de quem as gere e de quem nelas trabalha. Mesmo em unidades de investigação com estruturas sólidas e habituadas ao incumprimento recorrente das obrigações de financiamento assumidas pelos organismos estatais, a situação começa a ganhar contornos dramáticos.
Para além dos prejuízos líquidos causados às actividades de investigação e dos efeitos em termos de incumprimento das obrigações salariais em relação aos investigadores, em larga maioria precários, é de todo inaceitável a postura de mau pagador em que o Estado se coloca.
A preocupação obsessiva com as questões orçamentais das actividades de investigação científica, as caricatas exigências e pedidos de explicações de cariz financeiro, mais do que responder às exigências burocratizantes da utilização de fundos europeus, está a tornar-se um perfeito álibi para quem sistemática e impunemente incumpre nas suas obrigações.
Diríamos que aqui, como em França, é cada vez mais necessário salvar a Investigação científica."

SNESup

(mensagem recebida por via electrónica, em 26-1-2007 , com a autoria assinalada)

Bolonha! E agora? - IX

«Não me parece que a redução de duração de licenciatura venha enfraquecer a mesma. Todos sabemos que existiam cadeiras no plano antigo que poucas mais-valias nos traziam em termos de conhecimento. No plano novo o leque de cadeiras opcionais permite uma especialização superior nas áreas de maior interesse de cada um, garantido apesar disso um grau de conhecimento económico no seu sentido mais abrangente bastante significativo. Se existem prejudicados na mudança para o Plano de Bolonha, serão os alunos incluídos nos planos de transição (i.e. 2º e 3º ano), que acabarão a licenciatura com um curriculum híbrido capaz de assustar ou deixar de pé atrás alguns empregadores. Para não falar dos conteúdos dos mesmo planos que são bastante questionáveis.
No entanto está na hora de dar um pontapé para a frente e abandonar esta passividade insatisfeita tão portuguesa. Cabe a nós mostrar aos empregadores que não somos afinal inferiores a qualquer outro licenciado. Não vai ser fácil. Mas também que piada teria se fosse? Boa sorte para todos os que, como eu, vão tentar entrar no mercado de trabalho para o ano!
PS: "It is not titles that honor men, but men that honor titles." - Niccolo Machiavelli»


Carlos Nogueira

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«É sem dúvida um tema actual e de interesse comum a todos nós. Na minha opinião “Bolonha” pode ser visto por duas perspectivas, por uma vertente positiva e outra negativa. Por um lado, sem dúvida que este novo método de ensino é benéfico, pois se alguns países tais como Itália e Inglaterra formam pessoas em apenas três anos e é de lá que têm saído as melhores pessoas da ciência, porquê sermos diferentes? Por outra perspectiva, discordo deste processo. Como é possível que os alunos que acabam este ano o curso, uns com o curso de 3 anos e outros com o curso de 4 anos saem da universidade com os mesmos conhecimentos? Acho que Bolonha devia ser aplicado apenas aos alunos que tivessem a iniciar o curso, e não a alunos que já tivessem iniciado o curso pelo plano antigo.»

Marta Vilela

(extractos de mensagens disponíveis na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Janeiro de 2007)

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Viva a festa!

«Antes de mais deixa-me dizer-te que se calhar faço parte destas pessoas "borgueiras", como tu lhe chamas! (um pouco de festa nunca fez mal a ninguém).
Não deixas de ter razão quando dizes que os universitários são vistos como individuos de cerveja na mão ou cigarro na boca a jogar bilhar, aliás quando acabei o 12º ano tinha essa ideia da universidade - festa todos os dias (o que não é verdade, meu caro amigo). No entanto penso que a "borguice" e o consequente "chumbo" (penso que seja este aspecto a que te referes) além de depender da consciência de cada um em tentar acabar o curso mais rapidamente possível, uma vez que são os nossos pais que estão a financiar os nossos estudos, depende também da forma como os alunos conseguem fazer a gestão do seu tempo e conseguem conciliar os estudos com o seu tempo livre. Não penso que esta imposição de limites terá algum efeito, aliás tocando no ponto em que a minha colega Patrícia Palha referiu, acho que esta imposição em nada irá aumentar as vagas de ingressão no ensino superior.
Agora tocando no último ponto deste artigo, tenho muitos colegas que recebem bolsa e não tendo tanto sucesso nos estudos, prolongam a sua estadia na universidade. Penso que em parte, uma vez que é o Estado que financia os seus estudos e não os pais, isso leva a que eles não levem tão a sério o seu estudo.
Saudações Académicas e muitas "Borgas" para todos.»
André Wang Zhou
(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Janeiro de 2007)

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Por uma verdadeira aposta na Ciência e na Tecnologia

"O recorrente atraso dos prazos estipulados nos concursos geridos pela FCT – somam-se também os atrasos nos concursos a projectos de investigação - não dignifica a Ciência e Tecnologia (C+T) em Portugal e coloca sérios problemas logísticos e financeiros, particularmente aos jovens investigadores. A falta de recursos humanos na FCT não serve de consolação. Uma verdadeira aposta na C+T passa pela dignificação e valorização dos recursos humanos que nela trabalham, incluindo os que efectuam a importante tarefa de gestão financeira, i.e., os próprios trabalhadores da FCT.
A redução, em 74.4%, do orçamento para o funcionamento interno da FCT prevista no orçamento de estado para 2007, não augura melhorias neste campo."
(extracto de comunicado da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) divulgado ontem, via correio electrónico, pela Direcção do SNESup)
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Comentário: mais palavras para quê? É um artista português, mesmo sendo Gago!
Ps: mal tinha acabado de redigir esta nota e eis que me chega, pelo correio postal, uma carta da FCT anunciando prazos para apresentação de relatório e contas de 2006 da minha unidade de investigação e, destaque-se, a realização de uma auditoria ao exercício financeiro de 2006, a partir de 15 de Março pf.. Nada haveria a dizer, não fora o seguinte:
i) tratar-se da 4ª auditoria realizada pela FCT no horizonte de um ano, a exercícios anuais consecutivos;
ii) o zelo revelado nesta vertente não ter qualquer paralelo na libertação dos meios financeiros que se comprometeu a disponibilizar, permanecendo de 2006 uma "dívida" seguramente irrisória à luz do orçamento da FCT mas largamente penalizadora do desempenho de uma pequena unidade de investigação como a que dirijo;
iii) parecer ser legítimo assumir que a situação da minha unidade de investigação não é singular em nenhuma das dimensões sinalizadas.
Considerando a origem do comunicado que se reproduz parcialmente acima e as declarações que a esse respeito entretanto produziu publicamente o Presidente da FCT (conferir Público on line, de 23/01/2007), poder-se-ia pensar que a situação relatada no comunicado era circunscrita. Infelizmente, essa ilacção não é verdadeira.

terça-feira, janeiro 23, 2007

"Blogues" e liberdade de expressão

"- Acredita que a blogosfera é uma forma de expressão editorialmente livre?

Acredito. É livre em dois sentidos. Em primeiro lugar cada um escreve o que quer sobre o que quer. Em segundo lugar é um meio que promove a rápida reacção dos seus pares. Seja em comentários, seja em outros blogues. Isso cria um escrutínio que é o melhor garante contra abusos e falsidades. É como se houvesse um processo de refereeing permanente. [...]"
(extracto de entrevista de Luis Aguiar-Conraria ao blogue de Luís Carmelo, datada de hoje; também disponível no seu blogue - A destreza das dúvidas -, sob o título "Mini-entrevistas/Série II - 106")

Ave Park: para que te quero?

«Ave Park vai criar 4000 postos de trabalho até 2020

O AvePark (Parque de Ciência e Tecnologia instalado em Guimarães) vai criar 4000 postos de trabalho até 2022. Os números foram avançados pelo administrador-delegado daquela estrutura. Remísio de Castro revelou, ainda, que vai ser criada uma comissão encarregue de preparar a inauguração. Que não tem data marcada.
O responsável do AvePark foi parco em revelações. As "cerca de dez empresas" que estão confirmadas para o AvePark não podem ser reveladas. Sabe-se, apenas, da decisão do Governo de ali instalar o Instituto de Nanotecnologias (I3N). "Decorridos 15 anos do início da sua actividade, o AvePark tem como objectivo a criação de 4000 postos de trabalho", adiantou.
O administrador do AvePark não concorda que o sucesso deste centro esteja comprometido com a ida do Instituto Ibérico de Investigação de Desenvolvimento para Braga. "São duas realidades completamente distintas. Foi uma má opção do ponto de vista do aproveitamento dos recursos, no entanto, Braga, Guimarães, Barcelos ou Famalicão seriam sempre bons locais para uma infra-estrutura que se quer de carácter regional", afirmou. Por isso, concluiu, não constitui o "assassinato" do AvePark, como defende o PSD local. "O AvePark tem como objectivo a localização de empresas de base tecnológica que produzam riqueza com base no conhecimento. O Instituto Ibérico dedica-se à actividade científica e não à localização e formação de empresas".
Um dos problemas do AvePark prende-se com as acessibilidades. Remisio de Castro lembra que está projectada uma ligação ao nó de Silvares da auto-estrada, através da via do Ave que interliga Guimarães, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho", mas esta via continua encalhada.
Fases do projecto
O projecto reparte-se em duas fases a construção do núcleo central, incubadora de base tecnológica, o Instituto Europeu da Engenharia dos Tecidos e Medicina Regenerativa e a urbanização do terreno.
Inauguração
A inauguração deverá ser até Junho. "O dia 24 de Junho (dia de Guimarães) seria uma óptima data", disse Castro.»
Joaquim Fonte
(notícia do Jornal de Notícias, de 2007-01-22)
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Comentário: com a dinâmica que o projecto vem mostrando - formalmente, foi só criado há 15 anos - não tarda muito vai ser necessário facilitar a imigração de leste e do Brasil para atender às necessidades de recursos humanos geradas pelos projectos sedeados no empreendimento.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Coisas que nos chegam pelo corrreio electrónico

"Nem sequer quero imaginar que TODA a informação relativa ao próximo Plenário do Cientifico NÃO SEJA distribuída CLARA, CORRECTA E ATEMPADAMENTE a TODOS os respectivos membros. Estou certo que isso NÃO IRÁ ACONTECER!"
M. Rocha Armada

(extracto de mensagem electrónica, de difusão genérica, entretanto recebida)
Comentário: como se não fosse bastante "estarem a destruir tudo" (cf. mensagem a este respeito recebida no sábado pp.), parece que na EEG/UMinho agora é problema a própria disponibilização atempada da informação de apoio à agenda do conselho científico; é a democracia e a transparência no seu melhor!

Investir em capital humano e na motivação do trabalhador

"Penso que devemos ter em conta que uma força de trabalho bem formada desempenha um papel fundamental no crescimento da economia e da produtividade. Sendo assim, é importante investir no capital humano e na sua formação na medida em que o mercado de trabalho exige cada vez mais especialização e mais conhecimentos ligados com as novas tecnologias. A formação de pessoas capazes de gerirem eficazmente as nossas empresas parece ser também condição indispensável. Devemos ainda considerar a importância que a intensidade de I&D tem na produtividade. Em Portugal investe-se pouco na investigação e este facto está usualmente associado à baixa produtividade.
Portanto, se Portugal quer alcançar elevados níveis de produtividade terá de investir no campo da inovação seja ela, tecnológica, organização de trabalho, canais de distribuição, qualidade, etc.
Por último, considero importante não esquecer, também, que o aumento da produtividade depende do desempenho do trabalhador o que depende, por sua vez, não só das suas capacidades mas também da sua motivação."


Celina Leal dos Santos

(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Dezembro de 2006)

domingo, janeiro 21, 2007

Não há coisa que ...

Não há coisa que o Censor mais tema que a circulação da informação!

J. Cadima Ribeiro

sábado, janeiro 20, 2007

Estão a destruir tudo

"Sinto-me completamente destroçado(a). Estão a destruir tudo aquilo que [...] tinha construído.
[...]
Perdoe estes desabafos mas tudo isto está a ser muito difícil para mim. "

(extractos de mensagem electrónica entretanto recebida)

sexta-feira, janeiro 19, 2007

“Student Achievement and University Classes: Effects of Attendance, Size, Peers, and Teachers”

”We examine the empirical determinants of student achievement in higher education, focusing our attention on its small-group teaching component (classes or seminars) and on the role of attendance, number of students per class, peers, and tutors. The empirical analysis is based on longitudinal administrative data from a major undergraduate program where students are allocated to class groups in a systematic way, but one which is plausibly uncorrelated with ability. Although, in simple specifications, we find positive returns to attendance and sizeable differences in the effectiveness of teaching assistants, most effects are not significant in specifications that include student fixed effects. We conclude that unobserved heterogeneity amongst students, even in an institution that imposes rigorous admission criteria and so has little observable heterogeneity, is apparently much more important than observable variation in inputs in explaining student outcomes.”

Pedro Martins (Queen Mary, University of London, CEG-IST Lisbon and IZA Bonn)
Ian Walker (University of Warwick, Princeton University and IZA Bonn)
Keywords: education production functions, attendance, class size, peer effects
Date: 2006-12 URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:iza:izadps:dp2490&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

Parece que, finalmente, vão sair duas leis

"Ainda não acabei a série de notas sobre o relatório da OCDE, mas já se justifica perguntar: e agora? Parece que, finalmente, vão sair duas leis, a da governação e a do ECDU. É pouco. [...]
[...]
Era bem bonito que a reforma da educação superior aparecesse como resultado, principalmente, da comunidade académica."

João Vasconcelos Costa

(extractos de mensagem, intitulada "E agora", datada de hoje, disponível no blogue do autor - Reformar a Educação Superior)

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Emprego/desemprego

"Desemprego reflecte falta de emprego, que representa aquele trabalho com condições atractivas para as pessoas. No meu entender, falta de trabalho não há, mas faltam pessoas que o queiram fazer pois, normalmente, acabam por ter melhores condições quando se encontram desempregadas.
Quanto aos recém-licenciados, compreendo a sua opinião, mas discordo. São cerca de 15 anos que uma pessoa passa a estudar e em que é feito um grande investimento, por isso é normal que após esse esforço as pessoas não estejam dispostas a sujeitar-se a um emprego para o qual têm qualificações a mais e a salarios baixos."


Líliana Silva

(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Janeiro de 2007)

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Revista de imprensa

«Na UM, disse um docente", "O clima é de pânico, não se fala de outra coisa".»


(extracto de notícia disponível no sítio da FENPROF, remetendo para informação publicitada pelo DN, em 13/01/2007, intitulada "Desemprego ameaça dois mil docentes do Ensino Superior" - passível de ser lida na sua versão integral no sítio identificado)

We will be judged only by the result.

"Some of us will do our jobs well and some will not, but we will be judged by only one thing: the result."

Vince Lombardi

(citação extraída de SBANC Newsletter, January 16, 2007, Issue 453-2007, http://www.sbaer.uca.edu/ )

terça-feira, janeiro 16, 2007

Bolonha! E agora? - VIII

"Acredito, e já tenho comprovado, que neste momento os cursos estão mais práticos, os alunos são obrigados a participar mais activamente (quer nas aulas, quer na elaboração de trabalhos, etc.), não se limitando apenas a estar presentes nas aulas.
Outro ponto, que também já foi referido pelos meus colegas, será a motivaçao de cada um, o empenho, a força de vontade. Tudo isto será tão ou mais importante que propriamente aquilo que se aprende nas aulas."

Kellie Cerqueira

(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Dezembro de 2006)

Os nossos responsáveis públicos querem "brincar de belmiro"

«[...] sugere-me que os nossos actuais responsáveis públicos não só querem "brincar de belmiro" (mas com recursos alheios dos outros portugueses todos, Risco 'pessoal' Zero e liberdade de movimentos da empresa privada), como ainda querem chamar "alguns" amigos, para a "reinação".»

Regina Nabais

(extracto de mensagem, intitulada ´"Vamo(s)" lá fazer de conta que ... somos empresários`, datada de 07/01/16, disponível no blogue da autora - Polikê?)

segunda-feira, janeiro 15, 2007

A imagem do estudante universitário

"A imagem do universitário português é a do individuo de copo de cerveja na mão ou então de cigarro na boca a jogar “uma bilharada” com os colegas, a ir constantemente a festas e jantares…"

Ricardo Rodrigues
(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Dezembro de 2006)