European Innovation Scoreboard 2009:
http://ec.europa.eu/enterprise/newsroom/cf/document.cfm?action=display&doc_id=5714&userservice_id=1&request.id=0
(via http://twitter.com/BusinessLib)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
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terça-feira, abril 20, 2010
terça-feira, dezembro 08, 2009
Estatísticas do Território
Estatísticas do Território: índice de poder de compra concelhio
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
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quinta-feira, dezembro 03, 2009
Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio-2007
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(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009, disponível em Planeamento Territorial)
quinta-feira, novembro 26, 2009
Acesso e uso da internet pelas famílias em Portugal e nos países da União Europeia
O perfil do consumidor português do comércio electrónico (Netsonda, 2008) diz-nos que este é maioritariamente masculino (52%), detentor de boa formação académica (37,5% possuem o ensino secundário, a que se somam 49% com o ensino superior), integrando agregados familiares pequenos (2 ou 3 membros).
Através doutras fontes (por exemplo, Jornal Têxtil, 2009, p.6), sabemos que “Apesar de não estar ´imune à crise`, o ´volume de negócios cresce desde o primeiro ano (1999) de vendas on-line`, com os consumidores portugueses a serem os que mais visitam a plataforma”. Invoca-se aqui um caso particular do comércio de vestuário que, porventura, estará em linha com a evolução sofrida por este canal comercial no mercado nacional. Curiosamente, o mesmo operador (Petit Patapon) sublinha que “A boa cobertura de lojas da marca no mundo físico em Portugal funciona aqui como elemento gerador de rácios atípicos de visita/compra” (Jornal Têxtil, 2009, p.6).
Podem ser encontrados alguns dados mais sobre o perfil dos utilizadores português e europeu da internet, incluindo os consumidores do comércio electrónico, em documentos recentes do Eurostat e da Comissão Europeia. Entre os mais importantes documentos respeitantes a esta matéria encontram-se os resultados de um inquérito às famílias sobre o acesso a e o uso da internet, aplicado no 1º trimestre de 2008, e os de um outro questionário, conduzido no 2º semestre desse mesmo ano, que veio permitir acrescentar e validar alguma informação obtida na primeira operação estatística referida.
Aparte fazer patente o progresso registado pelas famílias em anos recentes em matéria de acesso e uso da internet, os resultados obtidos são bastantes expressivos em termos de: i) tornar visível as diferenças profundas existentes no seio da União Europeia (U.E.) no que respeita quer a níveis de acesso quer a divulgação do comércio electrónico; ii) evidenciar diferenças não menos notáveis de atitude no que respeita a atitudes de compra de bens e serviços por via electrónica mantidas por diferentes segmentos etários da população e grupos de países; iii) preferências reveladas dos europeus no que respeita a produtos e serviços acedidos e/ou adquiridos através da internet; e iv) persistência de restrições legais e logísticas que vêm constringindo de forma bem evidente o comércio electrónico transfronteiriço (além-fronteiras nacionais), aparte as dificuldades subsistentes em matéria de confiança dos consumidores e as diferenças linguísticas.
Os dados do Eurostat (2008) sobre Portugal mostram o seguinte:
i) no final do primeiro trimestre de 2008, 46% das famílias tinha acesso à internet, valor que importa comparar com os 35% que se registavam em 2006 no país e os 60% da média da U.E. observados no ano primeiramente referido (2008);
ii) daqueles, em 2008, 39% dispunham de um acesso de banda larga, resultado de uma evolução sustentada que permitiu passar de um quantitativo de 24% de utilizadores de internet de banda larga em 2006 para 30% em 2007;
iii) o recurso à internet servia, sobretudo, para “aceder a informação sobre saúde”, “ler notícias, jornais ou revistas em linha”, “interagir com as autoridades administrativas” ou para “realizar operações bancárias”, uma hierarquia de usos que não diferia muito da registada na União Europeia, como um todo;
iv) entretanto, os consumidores do comércio electrónico não iam além dos 10% de todos os indivíduos situados nos escalões etários dos 16 aos 74 anos, detentores de um acesso electrónico; este número estabelece um contraste forte com a média da U.E., que era de 32%, para não considerar já os casos da Dinamarca, do Reino Unido ou da Suécia, que registavam já nessa altura taxas de utilização do canal comercial electrónico acima dos 50%, entre os indivíduos adultos; de qualquer modo, os dados relativos a Portugal denunciavam progresso neste âmbito já que em 2004 apenas 5% haviam usado a via electrónica para fazer compras;
v) em linha com os dados gerais da União Europeia, o grupo etário mais representado entre os consumidores do comércio electrónico era o dos 25 aos 34 anos, seguido de perto pelo dos 16 aos 24; o grupo etário dos 35 aos 44 anos surgia na 3ª posição; conforme era esperado, as gerações mais velhas demonstravam uma vontade residual (ou capacidade técnica) de tirar proveito deste novo canal comercial; finalmente,
vi) vale a pena sublinhar que os bens ou serviços mais comummente adquiridos via internet eram: “viagens e alojamento turístico”; “roupas e equipamentos desportivos”; e “livros, revistas e ensino à distância”; os dados médios verificados na U.E. configuravam um padrão de aquisição similar.
Através doutras fontes (por exemplo, Jornal Têxtil, 2009, p.6), sabemos que “Apesar de não estar ´imune à crise`, o ´volume de negócios cresce desde o primeiro ano (1999) de vendas on-line`, com os consumidores portugueses a serem os que mais visitam a plataforma”. Invoca-se aqui um caso particular do comércio de vestuário que, porventura, estará em linha com a evolução sofrida por este canal comercial no mercado nacional. Curiosamente, o mesmo operador (Petit Patapon) sublinha que “A boa cobertura de lojas da marca no mundo físico em Portugal funciona aqui como elemento gerador de rácios atípicos de visita/compra” (Jornal Têxtil, 2009, p.6).
Podem ser encontrados alguns dados mais sobre o perfil dos utilizadores português e europeu da internet, incluindo os consumidores do comércio electrónico, em documentos recentes do Eurostat e da Comissão Europeia. Entre os mais importantes documentos respeitantes a esta matéria encontram-se os resultados de um inquérito às famílias sobre o acesso a e o uso da internet, aplicado no 1º trimestre de 2008, e os de um outro questionário, conduzido no 2º semestre desse mesmo ano, que veio permitir acrescentar e validar alguma informação obtida na primeira operação estatística referida.
Aparte fazer patente o progresso registado pelas famílias em anos recentes em matéria de acesso e uso da internet, os resultados obtidos são bastantes expressivos em termos de: i) tornar visível as diferenças profundas existentes no seio da União Europeia (U.E.) no que respeita quer a níveis de acesso quer a divulgação do comércio electrónico; ii) evidenciar diferenças não menos notáveis de atitude no que respeita a atitudes de compra de bens e serviços por via electrónica mantidas por diferentes segmentos etários da população e grupos de países; iii) preferências reveladas dos europeus no que respeita a produtos e serviços acedidos e/ou adquiridos através da internet; e iv) persistência de restrições legais e logísticas que vêm constringindo de forma bem evidente o comércio electrónico transfronteiriço (além-fronteiras nacionais), aparte as dificuldades subsistentes em matéria de confiança dos consumidores e as diferenças linguísticas.
Os dados do Eurostat (2008) sobre Portugal mostram o seguinte:
i) no final do primeiro trimestre de 2008, 46% das famílias tinha acesso à internet, valor que importa comparar com os 35% que se registavam em 2006 no país e os 60% da média da U.E. observados no ano primeiramente referido (2008);
ii) daqueles, em 2008, 39% dispunham de um acesso de banda larga, resultado de uma evolução sustentada que permitiu passar de um quantitativo de 24% de utilizadores de internet de banda larga em 2006 para 30% em 2007;
iii) o recurso à internet servia, sobretudo, para “aceder a informação sobre saúde”, “ler notícias, jornais ou revistas em linha”, “interagir com as autoridades administrativas” ou para “realizar operações bancárias”, uma hierarquia de usos que não diferia muito da registada na União Europeia, como um todo;
iv) entretanto, os consumidores do comércio electrónico não iam além dos 10% de todos os indivíduos situados nos escalões etários dos 16 aos 74 anos, detentores de um acesso electrónico; este número estabelece um contraste forte com a média da U.E., que era de 32%, para não considerar já os casos da Dinamarca, do Reino Unido ou da Suécia, que registavam já nessa altura taxas de utilização do canal comercial electrónico acima dos 50%, entre os indivíduos adultos; de qualquer modo, os dados relativos a Portugal denunciavam progresso neste âmbito já que em 2004 apenas 5% haviam usado a via electrónica para fazer compras;
v) em linha com os dados gerais da União Europeia, o grupo etário mais representado entre os consumidores do comércio electrónico era o dos 25 aos 34 anos, seguido de perto pelo dos 16 aos 24; o grupo etário dos 35 aos 44 anos surgia na 3ª posição; conforme era esperado, as gerações mais velhas demonstravam uma vontade residual (ou capacidade técnica) de tirar proveito deste novo canal comercial; finalmente,
vi) vale a pena sublinhar que os bens ou serviços mais comummente adquiridos via internet eram: “viagens e alojamento turístico”; “roupas e equipamentos desportivos”; e “livros, revistas e ensino à distância”; os dados médios verificados na U.E. configuravam um padrão de aquisição similar.
J. Cadima Ribeiro
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(artigo de opinião publicado na edição de 2009/11/26 do Jornal de Leiria)
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terça-feira, agosto 18, 2009
Candidaturas ao ensino superior
Artigo DN
Menos dois mil candidatos para mais vagas na 1.ª fase:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1337948
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Menos dois mil candidatos para mais vagas na 1.ª fase:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1337948
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quinta-feira, dezembro 11, 2008
A propósito de Bolonha e de outras vivências
1. Na minha condição de cidadão e de trabalhador do mundo, desloquei-me há poucos dias à Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade de Vigo para assegurar uma aula a um mestrado no âmbito das políticas comunitárias e da cooperação territorial. Esse curso é oferecido, desde este ano lectivo, em parceria com três Escolas da Universidade do Minho. Já me havia deslocado variadas vezes ao magnífico campus da Universidade de Vigo, em Vigo, mas a experiência a que agora me reporto foi muito singular. A singularidade residiu na circunstância de encontrar todos os corredores da faculdade atapetados com pedaços de papel e folhas secas, o que, convenhamos, não terá sido tarefa simples de concretizar, pela quantidade de papel requerido e pela extensão dos espaços interiores comuns da instituição. Algures, li escrito num pedaço de papel colado numa porta que os estudantes se recusavam a ter aulas enquanto o edifício não fosse convenientemente limpo. Não me tendo cruzado com nenhum colega conhecido, não me atrevi a inquirir de quem tinha sido o trabalho e as razões daquela inusitada situação.
2. Pese embora o que se anota antes, a aula que me propunha leccionar teve mesmo lugar, porventura por se tratar de um curso de mestrado e por caber no conceito de serviços mínimos que a Faculdade estava a assegurar. Por me parecer oportuno e por conter matéria relevante, no essencial, estive a apresentar alguns dados disponíveis numa “revista” que me chegou às mãos não há muito tempo, intitulada “Estudos Territoriais da OCDE: Portugal”, formalmente produzida pela instituição que aparece referenciada no título da obra, e editada pelo Instituto Financeiro para o Desenvolvimento regional, IP., antiga Direcção-Geral de Desenvolvimento Regional. Surpreendentemente, tem bastante informação tratada a nível de unidades estatísticas de nível III (NUTs III), o que permite traçar um retrato bastante fidedigno da realidade do país, o que de maneira nenhuma se consegue usando NUTs II, quer dizer, os territórios de intervenção das chamadas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. Pena é que nem todos os dados tenham a actualidade que seria recomendável.
3. Enquanto esperava a hora da aula, dei uma vista de olhos ao material de divulgação por lá existente, tendo encontrado um jornal de âmbito estudantil, com circulação em toda a Espanha (intitulado ECCUS), datado de 24 de Novembro pp., que, entre outras matérias, se referia a “Bolonha”, com o sugestivo título: “Contra Bolonia somos muchos protestando y no podrán ignorarnos eternamente”. Surpreendeu-me não tanto o título do artigo mas a circunstância de, ao que parece, o assunto aí, em Espanha, permanecer vivo, morto que está em Portugal. Digo morto, no sentido de que há muito que dele não ouço falar. Terá, talvez, tido o encaminhamento que se costuma dar àquelas reformas nascidas de “mentes brilhantes” que são incapazes de pôr os pés no terreno para aquilatar da necessidade e da viabilidade de reformar o que quer que seja que se ache que se deve reformar. O encurtamento da duração dos cursos e dos recursos financeiros votadas à educação superior, esse, tornou-se efectivo, sem dúvida.
4. Não havendo espaço neste texto para muito mais, extraio do mencionado artigo as passagens seguintes (com tradução minha):
i) «[…] A 13 Novembro, tal como sucedeu no passado dia 22 de Outubro, milhares de estudantes (mais de 100.000, segundo fontes da Associação de Estudantes) fizeram-se de novo às ruas de Espanha com um grito na boca: “Defender a Educação Pública”»;
ii) «Uma das chaves de todo este processo está na informação ou, melhor, na desinformação, como apontam os estudantes deste movimento contra Bolonha: “É vergonhoso que só depois de nos termos mobilizado é que os Centros tenham começado a informar ´bem` os alunos. Até agora éramos nós próprios quem explicava aos nossos companheiros o que era e o que traria Bolonha”.»
São, obviamente, formas de ver e fazer as coisas que têm que ser olhadas à luz dos respectivos contextos e motivações. Nalgumas dimensões, dizem-nos, talvez, que as limitações que nos tolhem não são, afinal, tão singulares quanto, por vezes, as julgamos.
5. Ser cidadão e trabalhador do mundo é uma coisa boa. Há ocasiões, todavia, que preferia ser cidadão longe do mundo, isto é, longe de todas as desgraças de que a comunicação social e os nossos olhos, eles próprios, nos vão dando notícia. Nalguns casos, os porta-vozes da desgraça são até aqueles que anunciam que nos vêm trazer “a boa nova”.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal de Leiria)
2. Pese embora o que se anota antes, a aula que me propunha leccionar teve mesmo lugar, porventura por se tratar de um curso de mestrado e por caber no conceito de serviços mínimos que a Faculdade estava a assegurar. Por me parecer oportuno e por conter matéria relevante, no essencial, estive a apresentar alguns dados disponíveis numa “revista” que me chegou às mãos não há muito tempo, intitulada “Estudos Territoriais da OCDE: Portugal”, formalmente produzida pela instituição que aparece referenciada no título da obra, e editada pelo Instituto Financeiro para o Desenvolvimento regional, IP., antiga Direcção-Geral de Desenvolvimento Regional. Surpreendentemente, tem bastante informação tratada a nível de unidades estatísticas de nível III (NUTs III), o que permite traçar um retrato bastante fidedigno da realidade do país, o que de maneira nenhuma se consegue usando NUTs II, quer dizer, os territórios de intervenção das chamadas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. Pena é que nem todos os dados tenham a actualidade que seria recomendável.
3. Enquanto esperava a hora da aula, dei uma vista de olhos ao material de divulgação por lá existente, tendo encontrado um jornal de âmbito estudantil, com circulação em toda a Espanha (intitulado ECCUS), datado de 24 de Novembro pp., que, entre outras matérias, se referia a “Bolonha”, com o sugestivo título: “Contra Bolonia somos muchos protestando y no podrán ignorarnos eternamente”. Surpreendeu-me não tanto o título do artigo mas a circunstância de, ao que parece, o assunto aí, em Espanha, permanecer vivo, morto que está em Portugal. Digo morto, no sentido de que há muito que dele não ouço falar. Terá, talvez, tido o encaminhamento que se costuma dar àquelas reformas nascidas de “mentes brilhantes” que são incapazes de pôr os pés no terreno para aquilatar da necessidade e da viabilidade de reformar o que quer que seja que se ache que se deve reformar. O encurtamento da duração dos cursos e dos recursos financeiros votadas à educação superior, esse, tornou-se efectivo, sem dúvida.
4. Não havendo espaço neste texto para muito mais, extraio do mencionado artigo as passagens seguintes (com tradução minha):
i) «[…] A 13 Novembro, tal como sucedeu no passado dia 22 de Outubro, milhares de estudantes (mais de 100.000, segundo fontes da Associação de Estudantes) fizeram-se de novo às ruas de Espanha com um grito na boca: “Defender a Educação Pública”»;
ii) «Uma das chaves de todo este processo está na informação ou, melhor, na desinformação, como apontam os estudantes deste movimento contra Bolonha: “É vergonhoso que só depois de nos termos mobilizado é que os Centros tenham começado a informar ´bem` os alunos. Até agora éramos nós próprios quem explicava aos nossos companheiros o que era e o que traria Bolonha”.»
São, obviamente, formas de ver e fazer as coisas que têm que ser olhadas à luz dos respectivos contextos e motivações. Nalgumas dimensões, dizem-nos, talvez, que as limitações que nos tolhem não são, afinal, tão singulares quanto, por vezes, as julgamos.
5. Ser cidadão e trabalhador do mundo é uma coisa boa. Há ocasiões, todavia, que preferia ser cidadão longe do mundo, isto é, longe de todas as desgraças de que a comunicação social e os nossos olhos, eles próprios, nos vão dando notícia. Nalguns casos, os porta-vozes da desgraça são até aqueles que anunciam que nos vêm trazer “a boa nova”.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal de Leiria)
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Bolonha,
Culturas e Posturas,
Estatísticas
sábado, outubro 11, 2008
"Portugal não figura neste top 200, que inclui 33 países"
«Os Estados Unidos e o Reino Unido dominam o ranking das 200 melhores universidades do mundo, publicado ontem pela revista inglesa Times Higher Education (THE) e pela Quacquarelli Symonds (QS), um portal sobre ensino universitário.
A norte-americana Harvard University continua a ocupar o primeiro lugar, imbatível há cinco anos, desde a primeira edição do ranking. Seguem-se Yale e as inglesas Cambridge e Oxford University, ex aequo na segunda posição em 2007 e no terceiro e quarto lugar este ano, respectivamente.
Nos 20 primeiros, figuram ainda a Austrália, o Japão e o Canadá, mas só a partir da 16.ª posição. O domínio dos Estados Unidos - com 37 universidades no top 100 - explica-se, em parte, pelos orçamentos milionários das melhores universidades americanas, inigualável no panorama europeu.
[...]
Portugal não figura neste top 200, que inclui 33 países. Do universo de instituições portuguesas destaca-se apenas a Universidade Nova de Lisboa, a única no top 500 de uma tabela de referência elaborada pela universidade Jiao Tong de Xangai, e o 11.º lugar da Universidade do Porto num estudo ibero-americano sobre instituições de investigação, de 2007. A Universidade Católica conseguiu ainda o 19.º lugar no ranking de programas de formação para executivos do Financial Times, este ano.»
(excertos de Notícia do Público de 08/10/1o, intitulada "EUA e Reino Unido têm as melhores universidades")
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
quinta-feira, maio 10, 2007
Estatísticas do Ensino Superior
No endereço abaixo, do “Observatório da Ciência e do Ensino Superior”, podem encontrar um conjunto de estatísticas relativas ao ensino superior que reputo de interessantes, a título de informação geral e, também, específica, para quem trabalha com preocupações de análise técnico/científica essa informação.
Façam desses dados bom proveito, sobretudo agora que o OCES foi extinto ou, pelo menos, alvo de integração numa estrutura mastodôntica entretanto criada no âmbito da reformulação orgânica do MCTES.
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