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quinta-feira, outubro 18, 2012

"Nuno Crato quer rever atribuição de créditos com base no currículo"

«O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, anunciou esta quarta-feira, no Parlamento, que está prevista uma revisão do processo de Bolonha com o objectivo principal de alterar as condições de creditação profissional.

A possibilidade da experiência profissional ser compensada com créditos com vista a uma licenciatura foi recentemente polémica por causa das condições em que o ministro Miguel Relvas se licenciou.
De recordar que o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.
No início de Junho passado, ao PÚBLICO, António Valle, adjunto do governante, explicou que tal se deveu ao facto de a Lusófona ter analisado o “currículo profissional” do actual governante, bem como o facto de ele ter frequentado “os cursos de Direito e de História”, o que permitiu que o curso fosse feito em menos tempo.
Universidades fundações
O ministro da Educação e Ciência, esta quarta-feira, garantiu que não está em causa a autonomia das três universidades que se constituiram como fundações - Porto, Aveiro e ISCTE-IUL. O problema com estas instituições é que houve "uma escolha infeliz de nomenclatura", disse. "Pretendemos corrigir essa escolha infeliz" e estudar a experiência desses três sistemas e ver como é que pode ser induzida no Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), de modo a que a revisão da lei se traduza em "autonomia reforçada", acrescentou.
Metas para o secundário
Crato revelou ainda que, este ano, serão elaboradas metas curriculares para várias disciplinas do ensino secundário, tal como já foi feito para o básico. Português, Matemática A, Física e Química, Biologia e Geologia são algumas das disciplinas do secundário para as quais serão elaboradas as metas.
De recordar de que no básico, o ministério apresentou metas para o Português, Matemática, Tecnologias de Informação e Comunicação, Educação Visual e Educação Tecnológica.
O ministro está a ser ouvido na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República.»
(reprodução de notícia Público - notícia actualizada às 10h40 - de 17.10.2012 -  Clara Viana)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quarta-feira, setembro 12, 2012

"Portugal entre os dez países da Europa com propinas mais altas"

«Os quase mil euros de propina máxima cobrados no último ano lectivo pelas universidades portuguesas colocam o país entre os mais caros da Europa para se estudar no ensino superior. Segundo um relatório ontem publicado por Bruxelas, as instituições nacionais estão em 10.º lugar na lista das que mais cobram. Mas as excepções criadas por vários países fazem com que, na prática, Portugal seja o terceiro mais caro.

As propinas mais altas são cobradas pelo Reino Unido, onde os estudantes pagam 3375 libras anuais (cerca de 4200 euros). Entre os britânicos e Portugal surgem nove países mas, na prática, apenas o Liechtenstein - onde a propina é de 1217 euros anuais - fica à frente das instituições nacionais. Isto porque os países que surgem nas posições cimeiras não cobram propinas a todos os seus alunos. Na Irlanda, que aparece em segundo lugar (com preços entre os 2000 e os 6000 euros), só 60% dos alunos pagam a frequência do superior, ao passo que a Escócia (terceira na lista com propina de 2097 euros) não cobra propinas aos estudantes de países da UE. Outras excepções vigoram na Eslovénia - onde 80% dos inscritos não desembolsam os 1250 anuais estipulados - ou Croácia, que tem definidas propinas de 1344 euros anuais, mas que são gratuitas para os alunos do primeiro ano.
O relatório da Eurydice diz respeito ao ano lectivo 2011/2012, em que o valor cobrado pelas propinas nas instituições públicas variou entre os 631 e os 999 euros, que são pagas por todos os estudantes que frequentam o ensino superior, incluindo os bolseiros. Esse facto leva Portugal para uma posição cimeira no que toca aos custos de frequência do ensino superior. O aumento das propinas tem sido "generalizado ao longo da última década", aponta o presidente da Associação Académica de Coimbra, Ricardo Morgado. O valor tem mantido sempre a tendência de subida e neste ano lectivo já vai ultrapassar, em muitas universidades, os mil euros. "Começa a estar em causa a sustentabilidade do sistema", adverte o representante dos estudantes da universidade mais antiga do país. Tanto mais que o corte do financiamento público faz com as instituições dependam cada vez mais do valor pago pelos alunos.
Esta subida "já não é suportável para a generalidade da classe média", concorda Luís Rebelo, presidente da Federação Académica do Porto. O líder associativo alerta, por isso, para as consequências desta realidade, com um aumento das desistências no ensino superior e a maior dificuldade de acesso para estudantes provenientes sobretudo de meios rurais.
Atrás de Portugal surgem países como a Islândia (279 anuais), França (177 euros) ou a Alemanha, onde a maioria dos estudantes paga 200 euros por ano, segundo o relatório da Eurydice. De acordo com o mesmo documento, a frequência do primeiro ciclo do ensino superior é gratuita em sete países (Dinamarca, Grécia, Malta, Áustria, Finlândia, Noruega e Suécia), aos quais se junta o Chipre, onde está definido uma propina de 3410 euros, que é paga integralmente pelo Estado às universidades.
O mesmo relatório mostra que 26% dos estudantes do ensino superior nacional recebem bolsa de estudo. Este valor coloca Portugal entre os países europeus onde apenas uma "minoria" dos estudantes tem apoio do Estado. Este estudo foi publicado pela Eurydice, uma rede europeia que se debruça sobre os sistemas educativos europeus. O organismo inclui 38 unidades nacionais localizadas nos 34 países participantes no Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida da UE (Estados-membros, Croácia, Islândia, Liechtenstein, Noruega, Sérvia, Suíça e Turquia).»
(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 11.09.2012 -  Samuel Silva)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, julho 06, 2012

Movimento “Verdade Académica”

Notícia Açoriano Oriental
Ex-alunos da Lusófona querem esclarecimentos rápidos da universidade:
http://www.acorianooriental.pt/noticia/ex-alunos-da-lusofona-querem-esclarecimentos-rapidos-da-universidade

quinta-feira, julho 05, 2012

"É raro que currículo profissional encurte licenciaturas"

«Situações como a de Miguel Relvas

Ver o currículo traduzido em créditos, de forma a não ter que fazer todas as cadeiras de um curso superior, é algo que está previsto na lei e que cabe a cada uma das instituições de ensino decidir como deve ser feito. Mas afinal quão frequente é a utilização desta prerrogativa noutros estabelecimentos? Em cinco das seis universidades que responderam, é uma situação rara ou inexistente. Pelo contrário, na Universidade Lusófona, onde Relvas se licenciou num ano, é uma situação muito frequente.
O PÚBLICO questionou muitas das maiores universidades portuguesas sobre quantas vezes atribuíram créditos a pessoas que pretendiam concluir um grau académico, vendo reconhecido a experiência profissional e escolar adquirida no passado. Na Universidade de Lisboa, uma das maiores públicas do país, aconteceu 15 vezes desde 2006.

Na Universidade do Porto, com mais de 31 mil alunos, não há dados. O assessor de comunicação, Raul Santos, diz que aconteceu um "número mínimo" de vezes e que o máximo que pode ser descontado a uma licenciatura de 180 créditos são 60 (equivalente a um ano lectivo).

Já na Universidade Técnica de Lisboa, o reitor António Cruz Serra, que não dispõe de dados, garante: "Ninguém aqui alguma fez uma licenciatura de três anos num ano." E há faculdades da Técnica, conta, que não fazem de todo esse reconhecimento.

Na Autónoma, privada, houve em seis anos "sete ou oito pedidos" de reconhecimento de percurso anterior à licenciatura. E "alguns foram recusados", disse Reginaldo Rodrigues de Almeida, director da administração escolar. Também aqui, 60 créditos é o máximo descontado.

Na Lusíada não se faz este tipo de reconhecimento. Na Portucalense, no Porto, a vice-reitora Paula Morais explicou que acontece com alguma frequência, mas que os alunos estão sempre obrigados a fazer pelo menos 25% do curso.

Números centralizados, nacionais, não há. Há universidades que exigem exames, entrevistas, provas documentais ou tudo junto. Cada caso é um caso.

O tema ganhou actualidade depois de ter sido tornado público que o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, fez a licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais em apenas um ano. Segundo fez saber ao PÚBLICO, através do seu adjunto António Valle, Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona em Setembro de 2006. "O curso foi concluído em 24/10/07, com a classificação final de 11 valores, conferindo o grau de licenciado através da conclusão de 6 semestres equivalentes a 180 ECTS [créditos], nos termos do Processo de Bolonha", explicou, citando o diploma legal que adequava o curso de Ciência Política ao Processo de Bolonha (Despacho nº 13132/2006).

Foi com Bolonha que se deu a uniformização europeia da estrutura dos cursos superiores tendo a maior parte das licenciaturas sido reduzidas a três anos. Por regra, são precisos 180 créditos para obter esse grau. O de Ciência Política da Lusófona prevê 36 cadeiras, distribuídas por três anos, que perfazem os tais 180 créditos.

Segundo o gabinete de Relvas, foi na sequência da avaliação do seu currículo profissional e do facto de ter frequentado dois cursos superiores antes de 2006 (tendo concluído apenas uma cadeira de Direito na Universidade Livre) que foi possível ter o diploma num ano. Nem o governante nem a Lusófona disseram ainda quantos créditos foram atribuídos ao currículo de Relvas e quantas cadeiras de Ciência Política foram feitas.

Ontem, o administrador da Lusófona, Manuel Damásio, falou pela primeira vez do caso. À Lusa disse que a universidade não impõe qualquer limite máximo nos créditos que atribui no processo de licenciatura por reconhecimento da competência profissional. Disse ainda que todos os casos são analisados individualmente.

Na Universidade de Lisboa, a única que forneceu números concretos, os créditos obtidos pelos 15 estudantes que, desde 2006, viram o seu percurso anterior avaliado "variam entre um mínimo de 3 e um máximo de 48", num total de 180 ou 300 créditos, dependendo do tipo de ciclo de estudos em causa, disse o assessor António Sobral.

Narana Coissoró, histórico dirigente do CDS e professor no curso que Relvas tirou, disse à TSF que o caso do ministro licenciado num ano é "absolutamente excepcional".»

(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 05.07.2012 - Andreia Sanches)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

terça-feira, junho 05, 2012

"Alunos de Direito preocupados com acesso à advocacia"

«As restrições impostas no acesso à profissão de advogado, como forma de limitar a concorrência, foram hoje discutidas e criticadas durante a reunião entre a Associação Académica da Faculdade de Direito...
No final do encontro, em Lisboa, Afonso Scarpa, vice-presidente da direção da Associação Académica da FDL, disse à Agência Lusa que a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, partilhou da ideia de que "não é possível limitar o acesso à profissão de advogado, por forma a limitar a concorrência".
Afonso Scarpa disse que os estudantes estão convictos de que essa tem sido a intenção de algumas medidas adoptadas pelo atual bastonário, António Marinho Pinto, e que levaram muitos dos licenciados em Direito a contestar, junto dos tribunais, as limitações criadas no acesso ao estágio e à profissão.
Numa altura em que se diz haver excessos de advogados em Portugal e em que as saídas profissionais escasseiam, Scarpa comunicou à ministra a preocupação dos estudantes em que haja um ensino de qualidade do Direito, tendo Paula Teixeira da Cruz dito que a credibilidade das profissões jurídicas passa pela qualidade e pela formação desses profissionais.
Segundo Afonso Scarpa, a ministra da Justiça reconheceu que a formação e o acesso às profissões jurídicas têm de ser "repensadas" e "estudadas", de maneira a encontrar uma resposta que assegure a dignidade das atividades jurídicas.
Em análise esteve também o acesso dos licenciados em Direito a uma carreira nas magistraturas, designadamente ao Centro de Estudos Judiciários (CEJ).
Os estudantes aproveitaram para convidar Paula Teixeira da Cruz para estar presente no Ciclo de Conferências sobre as Reformas da Justiça (Penal e Civil) que a associação académica pretende realizar na FDL, em setembro ou outubro, após as férias judiciais de Verão.
António Scarpa admitiu que o bastonário Marinho Pinto também possa vir a ser convidado, porque o ensino do Direito e o acesso às profissões jurídicas são temas que também serão abordados na iniciativa.»
(reprodução de notícia Diário de Notícias online, de 5 de Junho de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sábado, abril 28, 2012

"Licenciados dos últimos três anos têm menos emprego"

«Os estudantes portugueses que concluíram uma licenciatura nos últimos três anos têm mais dificuldade em arranjar emprego. Esta é uma das conclusões do relatório sobre a aplicação do processo de Bolonha nos países europeus feito pelo Eurostat e pela rede de informação sobre educação da Comissão Europeia, a Eurydice.
Segundo o estudo, em metade dos 40 países europeus analisados, a taxa de desemprego é superior a 10 por cento entre os diplomados com idades entre os 20 e os 34 anos. Em Portugal, a média de diplomados desempregados entre os 20 e os 34 anos entre 2006 e 2010 foi de 10,6 por cento, a nona percentagem mais alta da tabela.
No que diz respeito ao investimento público no ensino superior português, os dados da Eurydice indicam que no ano lectivo de 2009/2010, em plena crise, o investimento aumentou 36,7 por cento. Um aumento que traduz um investimento público de 2,14 por cento nas universidades e institutos politécnicos e que posiciona Portugal no 27º lugar, na tabela de 30 países analisados, antes da Hungria, Reino Unido e Itália e ainda longe dos 51,4 por cento da Noruega, que lidera a tabela.
Este aumento do valor médio do investimento público nas universidades e politécnicos é uma tendência que contraria o cenário dos 24 países analisados, nos quais o investimento desceu 2,2 por cento entre 2008 e 2009. "No geral, o resultado da crise até agora é um declínio no investimento público no ensino superior", lê-se nas conclusões do relatório.
No entanto, a Eurydice frisa que isso não significa necessariamente que existam menos meios no sector, indicando que em vários países a descida do investimento público foi compensada por um aumento do ensino privado e que a flutuação do número de alunos também explica as mudanças em termos da percentagem do dinheiro público aplicado no ensino superior.
Em 32 países analisados quanto à percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) aplicado no ensino superior no ano de 2008. Portugal está em 25º lugar, gastando 0,95 por cento do seu PIB. O país que lidera esta lista, a Dinamarca, usa 2,41 por cento do seu PIB a financiar o ensino universitário.
Com cerca de 373 mil alunos inscritos no ensino superior no ano lectivo de 2008/2009, Portugal é o 16º país em termos de número de alunos, numa tabela com 38 países recenseados que tem a Rússia no primeiro lugar (9,9 milhões) o Liechtenstein em último, com apenas 754 alunos universitários.
O estudo, que analisa a implementação do processo de Bolonha - que uniformizou cursos e sistemas de ensino superior - identifica "problemas relativos ao reconhecimento de qualificações" de país para país mas frisa que a expansão do ensino superior na Europa nos últimos dez anos foi "notável" mas que "ainda não beneficiou igualmente todos os grupos sociais".»

(reprodução de notícia Económico, de  2012/04/ 27, assinada por Ana Petronilho)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, julho 08, 2011

"Marinho Pinto prometeu aos estudantes de Direito reduzir estágio"

"Estudantes de Direito de Lisboa saíram hoje preocupados de uma reunião com o bastonário da Ordem dos Advogados, que insiste num exame de acesso ao estágio, mas com a novidade de que este seria reduzido para ano e meio.
«Soubemos agora que havia uma intenção por parte do senhor bastonário (Marinho Pinto) de rapidamente fazer uma alteração estatutária no sentido de repor o exame de acesso ao estágio da Ordem dos Advogados», disse à agência Lusa o presidente da Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Gonçalo Carrilho.
Os estudantes discordam e vão continuar a lutar contra o exame, já rejeitado pelo Tribunal Constitucional.
«Vamos aguardar, vamos continuar a defender a nossa posição, nomeadamente junto dos grupos parlamentares», afirmou o dirigente estudantil.
Os alunos de Direito concordam com medidas para melhorar a prática jurídica ao nível da advocacia, mas entendem que o problema não reside no facto de a licenciatura ter sido adquirida após a adopção das regras de Bolonha, que reduziram o tempo dos cursos.
O problema está, dizem, na acreditação das licenciaturas de Direito em Portugal: «Isso é que é o nosso grande problema e isso sim é que deveria ser a luta do senhor bastonário; uma luta por uma melhor acreditação de licenciaturas e nessa luta estaríamos com o senhor bastonário».
Consideram que, neste momento, Marinho Pinto está apostado em «barrar quase indiscriminadamente» o acesso à profissão.
Por outro lado, receberam uma boa notícia: «O senhor bastonário pretende reduzir o período de estágio na ordem para um ano e meio, não sabíamos disto, ainda não é propriamente conhecido por parte dos estudantes».
O estágio é actualmente de três anos, segundo Gonçalo Carrilho, e o curso passou de cinco para quatro anos, havendo apenas uma opção de três anos.
«Na Faculdade de Direito de Lisboa somos licenciados com quatro anos, temos as mesmas disciplinas que tinham os nossos colegas com cinco anos», defendeu.
Os estudantes contestam uma alteração aos estatutos da Ordem para integrar o exame de acesso, «cuja implementação nos termos em que foi feita foi declarada inconstitucional».
Agora vão sensibilizar os grupos parlamentares para o problema, esperando que a Assembleia da República impeça a alteração em causa."

(reprodução de notícia Lusa/SOL ONLINE, de 7 de Julho de 2011)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

domingo, maio 15, 2011

O objectivo de qualquer professor é ...

"O objectivo de qualquer professor é ver o aluno empenhado na sua própria aprendizagem"

MJMatos

(excerto de mensagem do autor referenciado, datada de 15 de Maio pp. e intitulada "Para pensar", disponível em Que Universidade?)

domingo, abril 17, 2011

Sonhar alto

"Esperançosa seria mesmo a implosão do sistema político-partidário que temos. Daí, sim, poderia resultar alguma renovação e, logo, um renovar de esperança dos portugueses."

J. Cadima Ribeiro

(excerto de mensagem, datada de Quinta-feira, 14 de Abril de 2011 e intitulada "Uma conjuntura difícil, uma oportunidade para corrigir trajectórias", disponível em Economia Portuguesa)

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

"OS CET e a Missão da Universidade"

Artigo DN
OS CET e a Missão da Universidade:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/249813-os-cet-e-a-missao-da-universidade

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, outubro 31, 2010

"Bases Essenciais para o Ensino de Engenharia"

«O objectivo principal de qualquer método é a aquisição por parte do estudante de um extenso conhecimento integrado que possa rapidamente ser relembrado e aplicado na resolução de problemas de Engenharia:
-i- Resolver problemas com raciocínio “Engenheiral”, o que implica “bom senso” nessa resolução e não com teorias muito elaboradas ou rebuscadas;
-ii- Concepção e projecto;
-iii- Aprender de forma autónoma (ser algo autodidacta);
-iv- Ter espírito de equipa (não ser egocêntrico, mas ter espírito colaborativo, quer como subordinado quer como dirigente)».

Júlio Barreiros Martins

(excerto de comunicação intitulada "A realidade nos cursos de Engenharia Civil pós-Bolonha" apresentada na EEG/UMinho a 28 de Outubro pp. no contexto da 1ª iniciativa Tertúlias do Departamento de Economia)

sexta-feira, outubro 29, 2010

As Dificuldades de Implementação da Declaração ou Processo de Bolonha

«A primeira dificuldade está no facto de a “empregabilidade” dos novos diplomados ser o principal objectivo do Processo, quando é impossível no fim do 1º ciclo de 3 anos o diplomado estar em condições de realizar projectos ou dirigir a execução de obras de Engenharia de qualquer ramo. Por isso, todas as universidades públicas pediram e conseguiram a instituição de “Mestrados Integrados” com um tempo total de 3+2 anos, o que é “equivalente” à Licenciatura pré-Bolonha de 5 anos.»

Júlio Barreiros Martins
(excerto de comunicação intitulada "A realidade nos cursos de Engenharia Civil pós-Bolonha" ontem apresentada na EEG/UMinho no contexto da 1ª iniciativa Tertúlias do Departamento de Economia)

sexta-feira, setembro 24, 2010

sábado, setembro 18, 2010

"O aumento deve-se, sobretudo, ao processo de Bolonha"

Artigo JN
Mestrados ajudam mas não salvam universidades:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1665232

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sábado, setembro 04, 2010

The economist and the formal learning process

«In this regard, José Manuel Belbute underlined that “The acquired knowledge […] risk to become quickly out of date. Being so, the initial professional training has to follow a more flexibly and comprehensive approach, putting together a solid initial economic learning (of macroeconomics, microeconomics and quantitative methods) and the acquisition of competences, capabilities and attitudes (capabilities in terms of team work, decision making, relationship and initiative)”.

The question to which José Manuel Belbute did not give an answer was how to put together a solid initial training in macroeconomics, microeconomics, […] and capacities demanded […] with the shortening of the schooling time voted to the undergraduation programmes.»

(excerto de comunicação a apresentar em "Economists of Education: international conference", a decorrer em Santiago de Compostela entre 8 e 10 de Setembro)

terça-feira, maio 04, 2010

"É preciso acabar com o elitismo"

Artigo Expresso
"É preciso acabar com o elitismo":
http://aeiou.expresso.pt//e-preciso-acabar-com-o-elitismo=f580117

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, março 11, 2010

"Focus on Higher Education in Europe 2010: The Impact of the Bologna Process"

«We are pleased to announce a new Eurydice study:

· Focus on Higher Education in Europe 2010: The Impact of the Bologna Process
This study presents an overview of the progress on higher education reform made in the 46 countries in the Bologna process. It is based on authoritative evidence from each country, and provides a clear comparative view of how the issues have been addressed at national level.
This report shows that the Bologna Process has largely met its initial objectives, thanks to a joint approach which has delivered more than would have been the case if countries had acted separately.
The three-cycle degree system and higher quality standards are now the norm across Europe, although recognition of qualifications is still a problem in some cases.
The report highlights differing responses to the economic crisis and concludes that it is more vital than ever for Europe to act cohesively and to invest in higher education modernisation to help citizens adapt to new economic, demographic and social realities. Action to encourage socially disadvantaged groups and adult learners to participate in higher education also needs to be accelerated, it says.
The study also underlines that countries need to do more to encourage student mobility. European programmes have been the major catalyst in this area and it recommends that this should be a priority for the European Higher Education Area.
The study is available on the Eurydice website in English, together with a memo and a press release. The French and German translation of the study will be published later this year.
We will send you a hard copy of this study in May 2010.

Best regards,

Wim VANSTEENKISTE
Head of sector Publications, Promotion and Communication
EACEA P9 Eurydice
Education, Audiovisual & Culture Executive Agency
http://eacea.ec.europa.eu/»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entetanto na caixa de correio electrónico, reencaminhada por Maria Irene Gaspar Rodrigues)