Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

segunda-feira, setembro 11, 2006

Oportunidade para acelerar a adopção das plataformas de "e-learning"

“As profundas alterações nas estruturas curriculares e a adopção de novos modelos de funcionamento dos cursos a que o processo de Bolonha obriga, vai fazer com que este ano lectivo, que agora se inicia, seja uma excelente oportunidade para acelerar a adopção das plataformas de e-learning no suporte dos processos de ensino-aprendizagem e da informação administrativa que lhes está associada, prevendo-se um aumento considerável dos interessados na utilização destas ferramentas.
Procurando-se criar condições para aproveitar esta oportunidade de uma forma plena, decidiu-se adoptar a plataforma de e-learning comercial de maior divulgação mundial, a BlackBoard. A disponibilização desta plataforma, bem como de um programa de formação e de um serviço de apoio à sua utilização pretende reforçar de uma forma rápida e sólida a qualidade de serviço prestado neste domínio do e-learning na UM.”

(extracto de mensagem de correio electrónico, via um-net, recebida em 11 de Setembro de 2006, assinada por Luis Amaral – pró-reitor da UMinho)

Comentário: esta parece-me mais uma boa ilustração da qualidade do planeamento subsistente na Instituição.
Entretanto, fica-me atravessada uma singela pergunta: o que se andou a fazer nos últimos 2 anos e meio? Não havia por aí plataformas de “e-learning” magníficas?

Governo assina acordo com o MIT (II)

Sobre o assunto em causa, ler também artigo do Jornal de Notícias, de 06/09/11, sob o título “Parceria com o MIT em Outubro”, embora não acrescente grande coisa ao que enuncia Regina Nabais no seu comentário, para que remetemos na inserção anterior, sob o mesmo epígrafe.
O artigo pode ser acedido através do endereço que deixo de seguida:
http://www.observatorios.plataformaminho.pt/index.php?id_categoria=6&id_item=3991

J. Cadima Ribeiro

domingo, setembro 10, 2006

Governo assina acordo com o MIT

«É assim:
Fatal, como o fado e o destino, na comunicação social, entre ontem e hoje veio à liça a notícia: "Governo assina acordo com o MIT a 11 de Outubro. 09.09.2006 - 00h39 Lusa, PUBLICO.PT".
À primeira vista, seria caso para todos ficarmos muito contentes, porque a verdade é que Portugal está mesmo de parabéns!
Mas... para mim.... há "uns senãos", assim, para já, não vou aplaudir coisíssima nenhuma!»

Regina Nabais

(extracto de artigo de opinião divulgado pela autora no seu blogue [Polikê ?], datado de 06/09/09, intitulado "Genes de Bigorna? .... Tenho sim, senhores!" - ligação ao lado)

“Rationalizing the E-Rate: The Effects of Subsidizing IT in Education”

“Starting in 1998, the E-Rate program has provided $2.25 billion to subsidize Internet access in schools and libraries serving low income populations in the US. I analyze the effect of E-Rate subsidies on educational outcomes for Texas high schools over the 1994-2003 time period. Consistent with previous economic analyses, I find few, if any, improvements in student achievements. I do find evidence that experienced teachers are reallocated within districts toward schools receiving E-Rate grants. I also find evidence that the pool of college entrance exam takers is affected by E-Rate grants such that relying on average scores could lead to incorrect conclusions.”

Michael R. Ward (University of Texas at Arlington)
Keywords: Education, Internet, Subsidy
Date: 2005-10
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:net:wpaper:0525&r=edu

(resumo de “paper” disponível no sítio referenciado)

sexta-feira, setembro 08, 2006

A praxe deve repudiar qualquer forma de violência física ou simbólica

«Significa que há uma consciencialização, que nos parece ser crescente, por parte dos estudantes de Coimbra de que há qualquer coisa a alterar relativamente aos rituais da praxe académica. Não estou a dizer que seja maioritária mas parece-me haver uma percepção nesse sentido. Quando 67% das pessoas respondem que "a praxe deve repudiar qualquer forma de violência física ou simbólica" eu penso que têm presente que existem contornos na praxe actual que encerram esse tipo de elementos. E parecem mostrar aqui que são renitentes relativamente a isso. Depois, 51% dos inquiridos dizem que "a praxe deve ser revista de forma a receber melhor os novos alunos". Também aqui me parece haver uma percepção de que há uma necessidade de que os mais velhos ponham em prática, na recepção aos mais novos, aspectos mais informativos e pedagógicos que os ajudem a integrar-se.
[…]
Houve alterações muito profundas, a Universidade massificou-se, os cursos têm muito mais gente, o contacto com o professor é muito mais complicado, há insucesso e o estudante está preocupado com isso. E como perante a família, mesmo que seja ele o culpado, não quer assumir o insucesso, como há tanto chumbo e tanto abandono é porque os professores são maus. E pode ser até que tenha alguma razão, mas também se caiu numa certa onda de facilitismo. E eu falo por experiência própria.»

Elísio Estanque

(extracto de entrevista, intitulada “Estudantes são pressionados para acabarem curso rapidamente” e conduzida por Paula Alexandra Almeida, concedida por Elísio Estanque ao jornal Campeão das Províncias - 2006/09/07; disponível em http://www.ces.uc.pt)

You can`t overestimate the need to plan

"You can't overestimate the need to plan and prepare. In most of the mistakes I've made, there has been this common theme of inadequate planning beforehand. You really can't over-prepare in business!"

Chris Corrigan

(citação extraída de SBANC Newsletter, August 29, 2006, Issue 436-2006, http://www.sbaer.uca.edu/ )


Comentário: garanto que esta citação não foi inspirada no facto do calendário escolar da UMinho indicar a próxima 2ª feira como data de início do ano lectivo e na hora em que divulgo esta mensagem ainda não ter sido publicitado o horário das aulas a que estou obrigado.

quinta-feira, setembro 07, 2006

"Creating 21st century learning environments"

“What is involved in creating learning environments for the 21st century? How can school facilities serve as tools for teaching and meet the needs of students in the future? What components are required to design effective schools, and how does architecture relate to the purposes of schooling? These are some of the questions addressed at the seminar on organized by the United Kingdom’s Department for Education and Skills and the OECD Programme on Educational Building (PEB). The answers provided by four people with first-hand experience in building schools are summarized here. A development and management professional explains how the school building can serve as a three-dimensional learning tool. A school principal describes how his recently-built public school in New Zealand was designed to meet the learning needs of 21st century students. A building planner presents what he considers the essential components for developing effective facilities for tomorrow, supported by his own experience in planning schools. Finally, the director of an architectural firm defines the common purposes of secondary schooling and their relation to design.”

Phan Pit Li;
John Locke;
Prakash Nair; and
Andrew Bunting.
Keywords: environment, Australia, United States, New Zealand, design, planning, management, Singapore
Date: 2005-06
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:oec:eduaaa:2005/10-en&r=edu

(resumo de “paper” disponível no sítio referenciado)

quarta-feira, setembro 06, 2006

Estou pasmado!

Caros(as) colegas,
Pasmem como eu pasmei ao ler a notícia do Jornal de Notícias, de 06/09/05, que vos apresento de seguida, na íntegra.
É caso para questionar se a reitoria deixou de acreditar na eficácia, “comprovada”, da semana de recepção ao caloiro que tão zelosamente tem cultivado e estimulado. Correremos agora o risco de ter os alunos nas aulas antes de passados um mês ou mais sobre o início oficialmente estabelecido? Vamos – os docentes e, particularmente, os estudantes recém-chegados – ser privados de tão alegres cantorias e desinibidas palavras-de-ordem como tem sido habitual? E onde vão os estudantes recém-chegados obter a cartilha de palavrões e gestos obscenos que os seus colegas mais maduros têm feito questão de lhes ensinar - a eles e a todos os que frequentam o campus? E que dizer da atitude “colaboracionista” da associação de estudantes da UMinho? Irá abandonar a sua vocação consolidada para ser uma comissão de festas?
Estou pasmado!

UM forma alunos para receber colegas
Está a decorrer na Universidade do Minho, em Braga, um projecto de intervenção cujo objectivo geral é contribuir para a diminuição do abandono e o insucesso escolar. Este projecto baseia-se no entendimento de que uma integração bem sucedida do estudante na Universidade, à luz dos desafios colocados pelo Processo de Bolonha, encontra-se correlacionada com o desenvolvimento de competências transversais no quadro de uma educação não formal.
Assim, a Associação Académica, em parceria com o Gabinete de Avaliação e Qualidade do Ensino da UM, levou a cabo durante dois dias, em regime residencial, uma acção de formação de mais de duas dezenas de alunos.
Os alunos agora formados são considerados multiplicadores em termos de utilização de metodologias que permitirão atingir uma melhor qualidade do acolhimento dos 2000 novos alunos que chegarão brevemente à Universidade do Minho.
A equipa de formadores integrou dois elementos externos que têm uma vasta experiência de formação em Educação Não Formal e dois elementos membros da Associação Académica que recentemente concluíram o 1.º curso de formação de formadores em educação não formal realizado pelo Conselho Nacional de Juventude.
Estão previstas várias outras iniciativas de carácter formativo e sobre temáticas orientadas para o desenvolvimento de competências transversais dos estudantes, visando não só contribuir para o desenvolvimento de experiências de educação não formal na UM, como sobretudo para alcançar o objectivo de diminuir o abandono e o insucesso escolar.” (Jornal de Notícias, de 06/09/05)

One secret of sucess

"If there is any one secret of success, it lies in the ability to get the other person's point of view and see things from that person's angle as well as from your own."

Henry Ford

(citação extraída de SBANC Newsletter, September 5, 2006, Issue 437-2006, http://www.sbaer.uca.edu )

Thousands of students unprepared for college-level work

“As the new school year begins, the nation’s 1,200 community colleges are being deluged with hundreds of thousands of students unprepared for college-level work.
Though higher education is now a near-universal aspiration, researchers suggest that close to half the students who enter college need remedial courses.
The shortfalls persist despite high-profile efforts by public universities to crack down on ill-prepared students.
[…]
Michael W. Kirst, a Stanford professor who was a co-author of a report on the gap between aspirations and college attainment, said that 73 percent of students entering community colleges hoped to earn four-year degrees, but that only 22 percent had done so after six years.
[…]
Nearly half the 14.7 million undergraduates at two- and four-year institutions never receive degrees. The deficiencies turn up not just in math, science and engineering, areas in which a growing chorus warns of difficulties in the face of global competition, but also in the basics of reading and writing.”

Diana Jean Schemo

http://www.nytimes.com/2006/09/02/education/02college.html?_r=1&th=&adxnnl=1&oref=login&emc=th&adxnnlx=1157192077-G+yk/k+dY3we4tD

(extractos de artigo intitulado “At 2-Year Colleges, Students Eager but Unready”, publicado em The New York Times, em 2 de Setembro de 2006, consultável na integra no endereço indicado)

Comentário: apresentasse-se o texto acima em português, retirados os nomes, poder-se-ia pensar que se referiria à realidade portuguesa. Reporta-se, contudo, aos EUA. Não nos traz conforto algum essa circunstância. Poderemos, talvez, procurar aí possíveis orientações para procedimentos de combate ao problema, a implementar. Importará, entretanto, irmo-nos fazendo ao caminho.
A este propósito, será também interessante a leitura sugerida pelo blogue «Que Universidade?» sobre a Escola Russa em Lisboa (Setembro 04) - ligação activa ao lado.

terça-feira, setembro 05, 2006

Um sistema que penaliza os docentes pelas falhas dos alunos

“Neste começo de novo ano lectivo, a leitura do artigo do New York Times que lhe envio em anexo (c.f. referência e URL abaixo) deu-me vontade de, a seu propósito, escrever alguma coisa. [...].
Devo desde já dizer que nunca tive problemas de relacionamento com alunos, e penso ser um docente de que, habitualmente, gostam, embora considerem demasiado «exigente». Mas o facto é que me custa imenso ter de alinhar em toda uma onda de facilitismo em que os docentes parecem dever sentir-se e ser responsabilizados pelas más prestações dos alunos. Até parece que devemos ser responsabilizados pelas inoperâncias de 12 anos de ensino que trazem consigo quando entram na Universidade. A lógica, agora (desde há bastantes anos...), é passar o aluno, a não ser que se trate de um caso clamoroso. Pelo menos, é o que verifico nas áreas que me são mais próximas.
Tenho tido alunos que mal sabem escrever português e obtêm 16 noutras disciplinas. E julgam-se os «maiores», com muito jeito para o português. Obviamente, num sistema que penaliza os docentes pelas falhas dos alunos, os docentes inflacionam as notas para não terem chatices. Os alunos aparecem-nos com poucos conhecimentos e sobretudo motivados para o lazer (praxes, etc., etc.). Depois, temos de ser nós, docentes, a fazer cursos para os «animar», incentivar e «acompanhar» no estudo, quando precisávamos nós de frequentar cursos que aumentassem a nossa auto-estima como docentes da Universidade do Minho.
Teremos nós de resgatar as inoperâncias de 12 anos de escolaridade?... De um modo mais directo: teremos nós de pagar pelos erros de outros ou de um sistema de ensino que funciona mal? Temos de passar os alunos só por causa das estatísticas? E temos de «acompanhá-los» como se fossem criancinhas desprotegidas no mundo? Muitas vezes, quando dou aulas suplementares de esclarecimento de dúvidas com vista aos exames, não me colocam grandes dúvidas, querem simplesmente uma revisão da matéria toda em duas horas para não terem de estudar em casa...“

Daniel Castro

Anexo:
“At 2-Year Colleges, Students Eager but Unready”,
By DIANA JEAN SCHEMO,
The New York Times,
September 2, 2006.
http://www.nytimes.com/2006/09/02/education/02college.html?_r=1&th=&adxnnl=1&oref=login&emc=th&adxnnlx=1157192077-G+yk/k+dY3we4tD

(reprodução parcial de mensagem electrónica recebida em 06/09/02)

segunda-feira, setembro 04, 2006

"Este Minho é uma festa"

“1. Só quem alguma vez viveu no Minho pode entender quanto a gente se diverte: são as festas; são as romarias, são as excursões ao S. Bentinho e ao Corte Inglês, em Vigo; são, enfim, as declarações dos nossos políticos a respeito da construção da ponte do Prado, anunciada para ocorrer a curto prazo. […].
2. Este espírito que refiro é tão intrínseco e tão contagioso que atinge mesmo os estudantes de passagem pela Universidade do Minho, oriundos das mais distintas partes do território nacional. É vê-los, daí, na semana de recepção ao caloiro ou por ocasião do enterro da gata – e, tirando estas datas, todo o restante ano – a trautear os últimos êxitos do Quim Barreiros ou a canção do bandido, em versão livre.
Deste estilo musical, retenho como expressão suprema uma canção que usa no refrão uma frase que reclama a melhoria da qualidade do ensino ministrado, e uma outra, entoada ao jeito de palavra de ordem, que exige o alongamento da época de exames a um total de três meses. Desta forma, deduz-se, do semestre lectivo ficaria ainda uma semana, período mais que suficiente para a apresentação das matérias que é importante que os estudantes aprendam.
3. Como nota dissonante deste culto oferece-se o esfriamento que atravessa a «noite bracarense» que, como é bem conhecido, chegou a ser a mais badalada do país. Ficaram, deste modo, os estudantes com um problema mais a tolher-lhes as vidas (o preenchimento das noites), já que, por obstinação do reitor da U.M., não são viabilizadas actividades nocturnas nos complexos pedagógicos existentes. Reduz-se assim, consideravelmente, a possibilidade de multiplicar as chamadas dos exames de fim de época e, portanto, o sucesso escolar.
4. Posto que, mesmo sem querer, acabei por desembocar na questão da política educativa, deixem que exprima o meu apreço pelo Secretário de Estado do Ensino Superior, visto que será o único ser na Terra capaz de viver uma paixão a frio, conforme o exprimiu recentemente a propósito da sua (e do governo, no seu conjunto) paixão pela educação. Num tempo em que a inovação tem importância tão estratégica, nunca é demais sublinhar esta singularidade. Será caso para dizer, doravante, que as grandes paixões servem-se frias.”

J.C.

(reprodução parcial de artigo publicado no extinto Notícias do Minho, em 1996/10/11)

sábado, setembro 02, 2006

"O financiamento de base da investigação"

“[...] as universidades não estão preparadas para gerir este financiamento com base numa política científica coerente. É verdade, mas é isto que tem de ser corrigido com uma nova organização departamental, coisa consagradíssima em toda a parte, é só estudarmos. Departamentos e centros, já ouviram esta discussão?”

João Vasconcelos Costa

(extracto de artigo disponível no blogue do autor, Reformar a Educação Superior - ligação ao lado)

sexta-feira, setembro 01, 2006

"The impact of royalty sharing incentives on technology licensing in universities"

“Using data on U.S. universities, we show that universities that give higher royalty shares to faculty scientists generate greater license income, controlling for other factors including university size, quality, research funding, and local demand conditions. We use pre-sample data on university patenting to control for the endogeneity of royalty shares. The incentive effects are larger in private universities than in public ones, and we provide survey evidence on performance-based pay, government constraints and objectives of Technology License Offices that helps explain this finding. Royalty incentives work through two channels - raising faculty effort and sorting scientists across universities. The effect of incentives is mainly to increase the quality rather than the quantity of inventions.”

Saul Lach; and
Mark Schankerman.
Keywords: royalty incentives, invention, technology licensing
Date: 2006-06
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cep:cepdps:dp0729&r=edu

(resumo de “paper” disponível no sítio referenciado)

quarta-feira, agosto 30, 2006

O financiamento do Ensino Superior

A quem se interessa pelo tema do financiamento do ensino superior, recomendo a leitura dos textos recentemente produzidos a esse respeito por João Vasconcelos Costa, disponiveis em "blogue" ali ao lado (Reformar a Educação Superior).
Outras leituras interessantes sobre a Universidade existem ai.

J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, agosto 28, 2006

"Apprenticeship in Europe: fading or flourishing"

“This paper sets out the extent and defining characteristics of apprenticeship in Europe. Apprenticeship is then situated within the wider context of European provision for education and training of 16-19 year olds and a simple typology is proposed and explained. The German-speaking dual system countries are characterized as high employer commitment countries with minimal integration of apprenticeship into full-time 16-19 provision and weak links with tertiary education. The UK, the Netherlands and France are characterized as having relatively low levels of employer commitment but greater integration of apprenticeship into full-time provision and stronger links between apprenticeship and tertiary level provision. Recent evidence on the extent to which both apprenticeship models improve employment probabilities is reviewed and pressures on the two apprenticeship models resulting from increasingly competitive global markets and consequent changing skill needs are examined. A final section discusses whether apprenticeship in Europe can adapt to and survive these pressures.”

Hilary Steedman
Keywords: apprenticeship, dual system, school to work transition
Date: 2005-12
(resumo de “paper” disponível no sítio referenciado)

domingo, agosto 27, 2006

Familiaridades

Já numa ocasião tive oportunidade de comentar a “familiaridade” que este fórum propicia, sobretudo a coberto do anonimato. Comentando este aspecto com amigos, recebi deles a recomendação inequívoca de desincentivar, radicalmente, esse tipo de mensagens.
Não fui tão longe, ainda, i) por conhecer o condicionamento à expressão livre do pensamento que vinga, no momento, na UMinho – e não só – e, ii) por achar importante captar os sinais da comunidade humana que somos, com os seus espíritos brilhantes – que os há – e com as suas afirmações de pobreza de espírito e de má formação. Esta última faceta é, aliás, algo que me impressiona particularmente dada a natureza da Instituição e o farol de cultura cívica que deveria ser. Nesta postura, serei porventura informado pela inviesamento que me resulta da condição de cientista social, que procuro ser.
Contínuo, não obstante, a surpreender-me com certas mensagens que, ocasionalmente, recebo (e não são provenientes de estudantes, diga-se). Impressiona-me, particularmente, a familiaridade com que se me dirigem, parecendo ser que o anonimato nos torna a todos colegas de jardim-de-infância ou, talvez mais apropriadamente dito, bichos-do-mato. Este desconforto que sinto resulta-me maior de saber que, “à luz do dia”, são os mesmos que me tratam com as maiores deferências, que não reclamo, alias; reclamar, reclamo só correcção e cortesia pessoal, quanto baste.
Admito, obviamente, discordâncias de pontos de vistas. O enunciado de princípios deste jornal de parede expressa-o abertamente. Onde estão entretanto os argumentos próprios do contraditório que é possível e legítimo? As discordâncias de leitura de situação e de paradigma técnico-científico não têm espaço para manifestar-se, isto é, não deveriam reservar-lhes um cantinho nos vossos espíritos?
Por mim, fico com a máxima de Andrew Carnegie (SBANC Newsletter, August 22, 2006, Issue 435-2006, http://www.sbaer.uca.edu) de que "The men who have succeeded are men who have chosen one line and stuck to it."

J. Cadima Ribeiro

sábado, agosto 26, 2006

Only those...

“Only those who believe in themselves will achieve their goals. That calls for optimism and trust in the future. Founders must take on challenges and confront constant changes and should not be afraid of making mistakes.”

J.D. Ryan; and
Gail P. Hiduke.
Small Business - An Entrepreneurs Business Plan. Thompson Southwestern. 2006. Pages 15-16.

(citação extraída de SBANC Newsletter, August 22, 2006, Issue 435-2006, http://www.sbaer.uca.edu )

sexta-feira, agosto 25, 2006

"University-local industry linkages: the case of Tohoku University in the Sendai area of Japan"

“This paper focuses on Tohoku University in Sendai in the non metropolitan area of Japan. Both a long historical and comparative perspective and a spatial perspective are essential to discuss the relevance of university-local industry linkages to local regional economic development. The conjunction of these linkages and economic development has been affected by two evolutionary processes: institutional configurations and territorial dynamics in the national innovation system. In addition, university-local industry linkages have been complicated by top-down regionalization and bottom-up regionalism.”

Jiang, Juan;
Harayama, Yuko;
Abe, Shiro.
Keywords: Tertiary Education, ICT Policy and Strategies, Agricultural Knowledge & Information Systems, Technology Industry, Rural Development Knowledge & Information Systems
Date: 2006-08-01
(resumo de “paper” disponível no sítio referenciado)

quinta-feira, agosto 24, 2006

Bolonha na periferia

“Noto dois problemas na recepção (tipicamente periférica) de Bolonha em Portugal: um é que a universidade não parece estar a tratar a questão da investigação avançada e dos correspondentes programas de doutoramento com a concentração estratégica que o assunto exige; o outro (o problema principal) é que, em matéria de primeiros ciclos, o que devia ser simples tornou-se opaco.”


José Reis

(extracto de artigo intitulado “Bolonha na periferia”, publicado no Diário Económico, em 23 de Agosto de 2006, e disponível na integra em http://www.ces.uc.pt )