Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

quarta-feira, novembro 08, 2006

“First and Second Generation Immigrant Educational Attainment and Labor Market Outcomes: A Comparison of the United States and Canada”

“The educational and labor market outcomes of the first, first-and-a-half, second and third generations of immigrants to the United States and Canada are compared. These countries` immigration flows have large differences in source countries, scale and timing, and Canada has a much larger policy emphasis on skilled workers. Following from these, the educational attainment of US immigrants is currently lower than that in Canada and the intergenerational transmission of education is expected to cause the gap to grow. This in turn influences earnings. Controlling only for age, the current US second generation has earnings comparable to those of the third, while earnings are higher for the second generation in Canada. Interestingly, the positive wage gap in favour of first-and-a-half and second generation immigrants in Canada is exceeded by the gap in educational attainment, but a lower immigrant rate of return attenuates education´ s impact. Moreover, observable characteristics explain little of the difference in earnings outcomes across generations in the US but their introduction into an earnings equation causes the Canadian second generation premium to switch signs and become negative relative to the third.”

Abdurrahman Aydemir (Statistics Canada)
Arthur Sweetman (Queen's University and IZA Bonn)
Keywords: immigration, second generation, Canada, United States, education Date: 2006-09 URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:iza:izadps:dp2298&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

O que tem acontecido nos últimos anos tem sido um "Outono" doloroso

«O que nos últimos [...] anos se passou […] ultrapassou todos os limites daquilo que os padrões de seriedade e ética académica permitem: foi uma presidência autocrática, centralizadora, que nunca exerceu o poder de forma democrática e transparente, que promoveu uma cultura de subserviência, de medo, de trocas de favores, do amiguismo, de perseguição e vingança aos que não se "vendem" ao sistema...Foi uma presidência que se prestou às maiores tropelias (e até ilegalidades)!»
[…]
«O que tem acontecido nos últimos anos tem sido um "Outono" doloroso...»

(extractos de mensagem de correio electrónico entretanto recebida)

Comentário:
pobre da Escola (Universidade ?) que tem tal presidência! Pobre da Escola (Universidade ?) que tem um corpo de professores que se reconhece em tal modelo de gestão! Afinal, “o sistema” não é uma singularidade do futebol nacional.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Uma fábrica de encher chouriços

"Portugal precisa, de facto, de um acesso democrático ao ensino superior e precisa - ao contrário do que muitos dizem - de muito mais gente com formação superior. O que está a ser feito não é isso, mas sim tornar o ensino superior, incluíndo o nível pós-graduado, numa fábrica de encher chouriços. Obter mais diplomados não tem que significar obter diplomados da treta."
(extracto de mensagem intitulada "a Universidade acabou", datada de 06/11/03, disponível na entrada Em destaque - Notícias do sítio electrónico do SNESup)

“Are Elite Universities Losing their Competitive Edge?”

“We study the location-specific component in research productivity of economics and finance faculty who have ever been affiliated with the top 25 universities in the last three decades. We find that there was a positive effect of being affiliated with an elite university in the 1970s; this effect weakened in the 1980s and disappeared in the 1990s. We decompose this university fixed effect and find that its decline is due to the reduced importance of physical access to productive research colleagues. We also find that salaries increased the most where the estimated externality dropped the most, consistent with the hypothesis that the de-localization of this externality makes it more difficult for universities to appropriate any rent. Our results shed some light on the potential effects of the internet revolution on knowledge-based industries.”

Han Kim, E;
Morse, Adair;
Zingales, Luigi.
Keywords: faculty productivity; firm boundaries; knowledge-based industries; theory of the firm
Date: 2006-05
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cpr:ceprdp:5700&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, novembro 05, 2006

É crucial haver maiores apoios ao I&D

«É crucial haver maiores apoios ao investimento em I&D, mas penso que também necessário é o aumento do investimento e dos apoios em formação superior!
O ensino em Portugal é muito mais caro do que nos países da Europa desenvolvida! Basta pensar nas propinas que pagamos no ensino superior e comparar. Anualmente, a propina máxima, utilizada pala maioria das nossas universidades, ronda os 900 €. Em França, qualquer que seja o curso, não chega a 300 euros, para além de toda uma série de vantagens especiais atribuídas aos estudantes. Ora se falarmos de Mestrados e Doutoramentos, então aí sim, chegamos ao escândalo! Em França tanto o mestrado como o doutoramento custam o mesmo que a propina referida para uma licenciatura. E em Portugal? Mestrados de dois anos, com preços cada vez maiores, fixados entre 2000 e 5000 euros!![...]. A juntar a tudo isto, convém lembrar que os rendimentos dos portugueses não são comparáveis aos dos franceses.
Com discrepâncias destas a nível de financiamento para a formação académica, é mais que natural que haja a inevitável “fuga de cérebros”[...].
Torna-se portanto essencial o investimento do estado em I&D (e a estimulação das empresas para o mesmo) mas também, e primeiro que tudo, o investimento na formação e na manutenção dos nosso talentos!
Como diria a publicidade, “O que é nacional, é bom”!!»

Nelson Cerqueira
(extractos de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Outubro de 2006)

sábado, novembro 04, 2006

Os meus melhores cumprimentos

"Apresento os meus melhores cumprimentos.
Na sequência da minha nova admissão à Universidade do Minho para a licenciatura em Economia (já sou Licenciado [...]) e como requeri o estatuto de trabalhador-estudante [...], venho por este meio solicitar-lhe os melhores esclarecimentos acerca da disciplina de Economia Portuguesa e Europeia que terei que frequentar, nomeadamente:
- forma de avaliação;
- realização de trabalhos práticos ou a eventual dispensa;
- forma como vai ser leccionado o programa e a principal bibliografia a seguir;
- horário normal de atendimento.
Acrescento também que é minha pretensão fazer a disciplina neste ano lectivo, e, como tenho um número limitado de horas de dispensa do trabalho para frequentar as aulas e para estudar, venho solicitar a sua ajuda para este assunto."

(extractos de mensagem de correio electrónico recebida em 06/10/31)

Comentário: o semestre lectivo teve início em 06/09/11 !!!

A clear set of goals

"Unless you have a definite, precise, clearly set goals, you are not going to realize the maximum potential that lies within you."
Zig Ziglar

(citação extraída de SBANC Newsletter, October 31, 2006, Issue 445-2006, http://www.sbaer.uca.edu )

Para colher é necessário plantar

"Neste momento Portugal atravessa uma fase em que só se pensa em controlar os gastos. Esquecemo-nos, no entanto, que os gastos e investimentos de hoje serão os proveitos e ganhos de amanhã. É necessário relembrar a todos que para colher é necessário plantar. "

Cristela Mota
(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Novembro de 2006)

sexta-feira, novembro 03, 2006

Do CAc da UMinho - IV

Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico, na formulação dos princípios gerais que devem orientar a actividade das escolas, dos conselhos de cursos e dos centros de investigação?

A minha proposta, verbalizada há muito em todas as sedes de gestão da Instituição, é: acabe-se com o CAc. Crie-se uma comissão pedagógica no Senado e dê-se espaço para a coordenação da intervenção das Escolas ao nível onde esta pode ter lugar, isto é, a da direcção das Escolas e a reitoria. Os cursos têm que ser geridos pelos seus promotores, as Escolas e seus Departamentos. Só assim podem ser responsabilizadas(os) pelos seus insucessos e erros de estratégia em matéria de estrutura e promoção.
Os centros de investigação fizeram o seu percurso, até agora, por sua conta e risco (os que o fizeram), lutando contra a falta de recursos e regulamentos burocráticos, falhos de agilidade. Os que o souberam fazer, que continuem nessa senda. Há coordenação possível entre si, segundo áreas afins ou complementares. Deve ser de sua iniciativa eventuais parecerias a estabelecer. Neste como noutros casos, as parcerias só funcionem se forem voluntárias, isto é, assumidas pelos próprios. As Escolas podem ter um papel de estímulo no desenvolvimento dessas parcerias e no estabelecimento da coordenação de recursos. Mas só esses papéis.


Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico, na formulação dos princípios gerais a que devem obedecer as propostas de criação, alteração, suspensão e extinção de cursos?

Deixe-se às Escolas e ao mercado esse papel. Desburocratize-se o sistema. Regulamentação, basta a que a tutela governamental produza. Cumpra-se com zelo aquela, que já obrigará a burocracias multiplicadas. O princípio é: deixe-se as Escolas definirem a sua estratégia nessas vertentes; responsabilize-se aquelas pelos seus insucessos.
Coordenação, faça-se onde ela tem que existir: ao nível dos recursos e da compatibilidade de estratégias; e no lugar onde as decisões de estratégia, já que é disso que se trata, têm que ser tomadas.

J. Cadima Ribeiro

“The Effects of Accessibility to University Education on Enrollment Decisions, Geographical Mobility, and Social Recruitment “

“This paper focuses on how accessibility to higher education affects university enrollment decisions in Sweden. The analysis refers to the autumn semester of 1996 and is based on approximately 835,000 individuals aged 1929. The empirical results show that the probability of enrollment increases with accessibility to university education. The findings also reveal that accessibility adds to the likelihood of enrollment within the region of residence. Both these results are robust with regard to different specifications of accessibility. Moreover the empirical results indicate that the enrollment decisions of individuals with a less privileged background are more sensitive to accessibility to university education than those of individuals from a more advantageous background. The influence of accessibility on enrollment decreases significantly with individual ability, parental education, and parental earnings.”
Eliasson, Kent (National Institute for Working Life)
Keywords: University enrollment; accessibility; geographical mobility; social recruitment
Date: 2006-09-11
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:hhs:umnees:0690&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

quinta-feira, novembro 02, 2006

Los ECTS del profesor

"[...] se percibe que las autoridades estatales y autonómicas presionan a favor del cambio para llegar a la convergencia en el 2010, pero con coste próximo a cero. Sin embargo, no se detecta que en paralelo se esté planteando una modificación en el cómputo de las horas de actividad docente del profesorado como consecuencia del nuevo cómputo horario de los estudiantes y los cambios que deberían producirse en la metodología docente, lo que podríamos llamar los ECTS del profesor."
/...
(citação disponível em mensagem de hoje, intitulada «Soa familiar ? ("Libro Blanco - Bioquímica y Biotecnología")», disponível no blogue Que Universidade?)

Do CAc da UMinho - III

Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico na formulação das linhas gerais de política da Universidade em matéria de ensino, designadamente no que se refere à organização do calendário escolar, à avaliação e à melhoria do rendimento escolar?

Se se considerar a evolução ao longo dos anos das peças produzidas pelo CAc em matéria de calendário escolar, regulamento de avaliação de conhecimentos e acompanhamento feito a nível de rendimento escolar, e subjacente filosofia, rapidamente se detecta o carácter errante da orientação seguida, com sacrifício manifesto da estabilidade dos modelos de trabalho e da aposta na aproximação a quadros mais evoluídos de ensino/aprendizagem, que hoje assimilamos ao designado modelo de ensino regulado pela declaração de Bolonha. Isso foi fruto de leituras e procura de equilíbrios de curto-prazo e das limitações que decorrem da composição e natureza do órgão.
A opção por soluções unanimistas e “fatos” que sirvam todos, independentemente da natureza científica das matérias e do quadro mais ou menos aplicado do ensino visado, é também responsável por muitos erros cometidos.
J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, novembro 01, 2006

Portugal gasta pouco em I&D em comparação com outros países da UE

"Olhando para Portugal e para os dados existentes sobre Investigação e Desenvolvimento, podemos notar que Portugal gasta pouco neste tema em comparação com os outros países da União Europeia. Assim, Portugal gasta 0.7% do PIB em Investigação em Desenvolvimento enquanto que países como a França, Alemanha, Finlândia, Noruega gastam para cima de 2% do PIB neste campo (Fonte: Eurostat - http://epp.eurostat.ec.europa.eu/)."
Samuel Cardoso
(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Outubro 2006)

“Attendance and Exam Performance at University”

”Marburger (2006) explored the link between absenteeism and exam performance by assessing the impact on absenteeism of removing a university wide policy of mandatory attendance for a single class. His results indicate that while an attendance policy has a strong impact on reducing absenteeism the link between absenteeism and exam performance is weak.This paper presents an alternative exploration into the link between absenteeism and exam performance by assessing the impact of implementing a module- specific attendance policy. Our results suggest the link between absenteeism and exam performance is strong, and that student-specific factors are important, including revision strategies and peer group effects. These results question the uniformity of the relationship between attendance and exam performance.”
David O. Allen (School of Economics, University of the West of England)
Don J. Webber (School of Economics, University of the West of England)
Keywords: absenteeism, attendance, exam performance, undergraduate, peer groups
Date: 2006-11
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:uwe:wpaper:0612&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

terça-feira, outubro 31, 2006

Sinto que começar um exercício de análise pelo fim não é um bom augúrio

"Em termos da literatura em estratégia, o debate centra-se numa abordagem processual, não no conteúdo, não na essência da estratégia da organização. Está em causa a elaboração de um relatório, quiçá o ponto de partida para um outro relatório, plano ou coisa parecida. Pouco mais. Os prazos são apertados e é necessário dar contributos para o relatório. Noto uma grande preocupação com análises SWOT para isto, análises SWOT para aquilo, e análises SWOT para aqueloutro. Sinto que começar um exercício de análise pelo fim – que é o que está em causa numa SWOT – não é um bom augúrio, mas também não me parece que haja tempo para mais."
Vasco Eiriz
(extracto de mensagem, intitulada "Episódios da vida académica 5", publicada pelo autor no seu blogue - Empreender -, em 06/10/31)

O processo de Bolonha pode não ser totalmente benéfico

"Concordo com a minha colega em tudo já que muitas pessoas não aprofundam a sua formação por falta de apoios financeiros. Ainda está em face de transição e integração mas o processo de Bolonha, na minha opinião, pode não ser totalmente benéfico, neste ponto, para muitos alunos. Uma vez terminada a licenciatura (3 anos) vão para o mercado de trabalho mais cedo e até podem retomar mais precocemente o investimento que fizeram ao longo do curso, no entanto num mercado de trabalho competitivo como o nosso, haverá necessidade de ter mais conhecimento para se poder destacar e não correr o risco de ser ultrapassado."

Patricia Silva

(extracto de mensagem disponível na entrada "fóruns" da plataforma electrónica de apoio à unidade curricular Economia Portuguesa e Europeia, da EEG/UMinho; Outubro 2006)

Do CAc da UMinho - II

Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico na formulação das linhas gerais de política da Universidade em matéria de desenvolvimento e planeamento da investigação científica?

A UMinho tem um modelo de gestão hipercentralizado na figura do seu reitor. Nem no passado, nem agora (diria: muito menos agora, que a reitoria é particularmente insegura e, por isso, fechada) o reitor delegou capacidade de decisão estratégica no CAc. Aliás, retenha-se que o reitor é, estatutariamente e de facto, o presidente do órgão. Haverá, também, que manter presente que, existindo o Senado e a Assembleia da Universidade, percebe-se mal como é que aqueles órgãos superiores da Instituição poderiam conviver com um outro órgão que lhes disputasse o seu espaço natural de intervenção, se o pudessem e pretendessem exercer.
As grandes iniciativas em matéria de planeamento da investigação cientifica na minha Escola (EEG), quando exerci as funções de presidente e, mesmo depois, ou foram tomadas a nível da Direcção da Escola ou pelas próprias unidades de investigação. Da minha vivência passada, recordo que aquele que foi o passo mais decisivo que foi dado em matéria de organização da investigação dentro da Escola confrontou-se com esperadas dificuldades no CAc, só ultrapassadas pela conjugação da determinação da Direcção da Escola e da boa vontade demonstrada pela reitoria de então.
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, outubro 30, 2006

Do CAc da UMinho - I

Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico ?

Há poucos aspectos positivos a destacar da acção do Conselho Académico (CAc) que, basicamente, é um equívoco. Sendo uma espécie de parlamento, onde cada membro tem um voto, pretendeu-se cometer-lhe responsabilidades de definição estratégica em matéria científica e pedagógica. Ora, quer pela sua composição, quer pela sua posição subsidiária da política da reitoria, não tem condições para fazer nem uma coisa nem outra. Além de que as grandes orientações estratégicas, quer das Escolas quer da Universidade do Minho (UMinho), não se tomam numa tal sede. Nem as decisões mais arrojadas são susceptíveis de reunir consensos de circunstância, nem o papel e as propostas de um presidente de Escola se equivalem às de um estudante de graduação. Acresce que, num contexto de grande transformação da missão e dos modelos de funcionamento e financiamento do ensino superior, nem sequer é garantido que o posicionamento das Escolas se paute pela convergência de estratégias, havendo que salvaguardar a necessária concertação de posições dentro da Instituição numa sede muito mais qualificada que o CAc.
Concluindo: o CAc é um equívoco e tem tido um papel muito negativo na UMinho; de positivo, haverá a reter a oportunidade que constitui para, regularmente, algumas pessoas se encontrarem e trocarem ideias. Ocasionalmente, o CAc tem podido contar com presidências bem intencionadas que têm procurado limitar os danos que, estruturalmente, tal estrutura é susceptível de causar à Universidade, em razão do seu carácter inibidor de estratégias mais ousadas de afirmação das Escolas e das suas Unidades de Investigação.
J. Cadima Ribeiro

É tempo que passe aos actos

"O SNESup tem tomado nota com muito agrado da maioria das declarações de intenção do Prof. José Mariano Gago, mas é tempo que passe aos actos. "

(extracto de mensagem de correio electrónico, intitulada "MESTRADO OBRIGATÓRIO PARA NOVOS PROFESSORES DO BÁSICO E DO SECUNDÁRIO. E NO SUPERIOR ? ", proveniente de A Direcção do SNESup, recebida em 30-10-2006)

domingo, outubro 29, 2006

“Efficiency and Equity of European Education and Training Policies”

“This paper reviews empirical evidence, especially from Europe, on how education and training policies can be designed to advance both efficiency and equity. Returns to educational investments tend to decrease over the life cycle. Moreover, they seem to be highest for children from disadvantaged families at early stages and for the well-off at late stages of the life cycle. This creates complementarities between efficiency and equity at early stages and trade-offs at late stages. The paper goes on to discuss specific policies for efficiency and equity at each educational stage, ranging from early childhood education and schools over vocational and higher education to training and lifelong learning. The available evidence suggests that both efficiency and equity can be enhanced by output-oriented reforms properly designed to each stage, where the state generally sets a regulatory framework that ensures accountability and funding and uses the forces of choice and competition to deliver best results. Designed this way, education and training systems can advance efficiency and equity at the same time.”

Ludger Woessmann
Keywords: education, training, Europe, efficiency, equity, life cycle, trade-off
Date: 2006
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ces:ceswps:_1779&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)