Um quarto das vagas ao ensino Superior são para engenharias
(título de mensagem, datada de 2015/07/15, disponível em UM por todos)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
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segunda-feira, julho 16, 2012
segunda-feira, março 19, 2012
"Portugal Social"
«Não é o Portugal Social mais um Facebook? Porque devo participar?
Em termos técnicos poder-se-á encontrar algumas
semelhanças, contudo acreditamos que este
projecto vá mais além, não só ao nível da imagem que lhe dá uma
identidade própria, como
também por ter sido pensado para os portugueses e para a sua realidade.
Outro ponto forte, é o facto de respeitarmos a sua
privacidade. Enquanto que a informação que coloca no Facebook,
incluindo as suas mensagens privadas e chats, ficam sempre registadas
nas bases de dados da plataforma e você não tem como apagá-las, mesmo
que dê ordem para isso ou cancele a sua conta, aqui, quando decidir
deixar-nos, tudo é apagado. Queremos também que possa estar num espaço
onde não seja constantemente
incomodado com notificações e aplicações que não lhe interessam,
podendo assim trocar e partilhar sem o
ruído de fundo que se pode sentir, hoje, no Facebook.
Mas a razão principal para que participe e se
registe, é porque você é português e este é um espaço pensado para si.
Iremos criar, no futuro, novas secções a pensar na nossa realidade
nacional assim
como fomentar a partilha e a troca, mesmo para além da esfera virtual.
Lembre-se que o Portugal Social é um espaço criado por
pessoas iguais a si, que vivem dentro de um mesmo contexto social e
cultural e que, por isso mesmo, compreendem melhor a suas necessidades,
podendo fazer chegar-lhe, com maior facilidade, tudo aquilo que tem a
ver consigo, algo que o facebook, por ser um espaço generalista
criado por pessoas que vivem noutros contextos culturais, não poderá
fazer.
Por isso, espalhe a palavra e divulgue este projecto.
Vamos fazer do Portugal Social o espaço de
eleição dos portugueses, assim como o trampolim que possa permitir que
um conjunto de iniciativas, fora da esfera virtual, possam
vir a acontecer de modo a promover a partilha e a entre-ajuda de todos.
Com o nosso profundo agradecimento,
Equipa do Portugal Social
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
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sábado, dezembro 04, 2010
"Concurso de Teses de Economia e de Finanças - Centre des Professions Financières"
«Senhora, Senhor,
Sou Angela BARBOSA e trabalho numa associação chamada o Centro das Profisões Financeiras (CPF) e sou responsável do Concurso de Economía e da Finança que organizamos cada ano.
O Centro das Profisões Financeiras (CPF) é um organismo de interesse geral com âmbito educativo – aplicação da lei 1901 – que tem como missão de “entender e fazer entender as Profisões Financeiras”.
O âmbito de este concurso é de premiar o trabalho de estudantes em segundo e tercero ciclos, de todas as fileiras, que escriveram uma tese sobre uma problemática financeira.
Cada ano mais de 50 000€ de prêmios são distribuidos entre os estudantes e a faculdade participante durante uma Ceremonia de entrega de prêmios que occorerá no mês de março 2011 em Paris.
Invitamos a descobrir adjunto um ejemplar em inglés da nossa publicação que trata de nosso evento. Encontrará também um aúncio publicitário todas as informações referentes ao concurso.
Graças a cuidar aos documentos a completar y a enviar. Nossa direção é Centre des Professions Financières, 20 rue de l’Arcade – 75008 Paris, France.
Invitamos a divulgar esta publicação a vossos estudantes y profesores que poderiam ser interesados.
Informo que só 10 teses são aceptados por fileira, y que a data limite de depósito é o 15 de dezembro de 2010.
Si é possível, graças a informar-me da sua participação (e do número de participantes).
Fico a sua disposição,
Sou Angela BARBOSA e trabalho numa associação chamada o Centro das Profisões Financeiras (CPF) e sou responsável do Concurso de Economía e da Finança que organizamos cada ano.
O Centro das Profisões Financeiras (CPF) é um organismo de interesse geral com âmbito educativo – aplicação da lei 1901 – que tem como missão de “entender e fazer entender as Profisões Financeiras”.
O âmbito de este concurso é de premiar o trabalho de estudantes em segundo e tercero ciclos, de todas as fileiras, que escriveram uma tese sobre uma problemática financeira.
Cada ano mais de 50 000€ de prêmios são distribuidos entre os estudantes e a faculdade participante durante uma Ceremonia de entrega de prêmios que occorerá no mês de março 2011 em Paris.
Invitamos a descobrir adjunto um ejemplar em inglés da nossa publicação que trata de nosso evento. Encontrará também um aúncio publicitário todas as informações referentes ao concurso.
Graças a cuidar aos documentos a completar y a enviar. Nossa direção é Centre des Professions Financières, 20 rue de l’Arcade – 75008 Paris, France.
Invitamos a divulgar esta publicação a vossos estudantes y profesores que poderiam ser interesados.
Informo que só 10 teses são aceptados por fileira, y que a data limite de depósito é o 15 de dezembro de 2010.
Si é possível, graças a informar-me da sua participação (e do número de participantes).
Fico a sua disposição,
Saudações cordiais,
Angela BARBOSA
Chargée de mission Développement Commercial Centre des Professions Financières
20, rue de l'Arcade - 75008 Paris
Tél. 01 44 94 02 55 - Fax. 01 44 94 02 62
a.barbosa@professionsfinancieres.com»
Angela BARBOSA
Chargée de mission Développement Commercial Centre des Professions Financières
20, rue de l'Arcade - 75008 Paris
Tél. 01 44 94 02 55 - Fax. 01 44 94 02 62
a.barbosa@professionsfinancieres.com»
*
(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu há dois dias na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)
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sexta-feira, setembro 10, 2010
Desenvolvimento Regional: notícia de um livro que me chegou do outro lado do Atlântico (II)
“Desenvolvimento Regional: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” é o título de um livro (edição UNISC, Santa Cruz do Sul, 2010) sobre a problemática em título que o seu autor, Valdir Roque Dallabrida, me fez chegar há um par de meses.
Trata-se de uma obra com objectivos didácticos, onde, conforme escreve no Prefácio Carlos Brandão, Valdir Dallabrida, actualmente professor da Universidade do Contestado, Santa Catarina, Brasil, “busca sintetizar as diversas abordagens teóricas que buscaram enfrentar esse enigma: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” (p.9). Conclui o prefaciador que o “livro é oportuno e bem-vindo e poderá contribuir para sanar essa enorme lacuna de textos sintéticos e didácticos que busquem melhor qualificar o debate sobre o que faz o desenvolvimento de uma região e como promovê-lo” (p.12).
Encontrei no livro em causa muitas ideias em que me reconheço, nomeadamente as que insistem i) na inviabilidade de prosseguir aproximações de natureza disciplinar na interpretação das realidades complexas das regiões e na construção de respostas em matéria do seu desenvolvimento, e ii) na inviabilidade e/ou inutilidade de uma teoria geral do desenvolvimento, em razão da dita complexidade dos territórios, decorrente de determinantes endógenos (história, geografia, contexto económico e social, instituições, cultura) e exógenos (relacionamento económico, social e político com o restante território nacional e com o exterior) que são sempre singulares.
Como foi invocado, o autor do texto definiu o objectivo ambicioso de “fazer uma breve síntese das principais abordagens teóricas sobre desenvolvimento” (cf., Introdução, p.7) e, para mais, fazê-lo com recurso a uma linguagem simples, que permita ir além da “clientela académica”. Era um enorme desafio esse e será, porventura, essa uma das limitações maiores da obra.
Confesso que tive dificuldade em reconhecer no texto alguns autores, ficando-me a dúvida se foi a brevidade da referência que fez parecer reduzida a sua contribuição ou se Valdir Dallabrida fez das ideias daqueles leitura diferente daquela que eu faço. Meramente a título de exemplo, da referência que a dada altura faz a François Perroux retenho que este vê o desenvolvimento como “combinações de transformações de ordem mental e social de uma população que lhe possibilita o aumento cumulativo e duradouro do seu produto real global” (p.159). Modestamente, penso que, nessa dimensão de pensar social e institucionalmente as dinâmicas económicas territoriais, Albert Hirschman e Gunnar Myrdal, autores da mesma corrente de pensamento seus contemporâneos, foram mais longe que Perroux, até por a contribuição deste último relevar de uma aproximação muito mais micro aos fenómenos económicos.
Sem descurar a importância e contributo para a compreensão das realidades brasileira e da América Latina, também me parece discutível o destaque que tem no livro Celso Furtado, que conheço muito mais como autor do crescimento e do desenvolvimento prosseguindo abordagens macroeconómicas que aproximações territorializadas.
Lendo esta obra de Valdir Dallabrida, voltei a confrontar-me com algo que se me sugeriu deste o primeiro contacto que mantive com investigadores brasileiros, mesmo que tal não seja tão presente nele quanto noutros que conheci: refiro-me ao universo distinto de referências que parece ser mantido pelos académicos europeus e da América Latina. Haverá razões para tal, sobretudo no passado. Não sei se em expressão disso, causou-me estranheza ver atribuída a “paternidade” da Teoria da Base Económica de Exportação a D.C. North (p.52) e referida a sua génese entre as décadas de 50 e 60 do século XX (p.50). Para mim, a primeira grande referência que se me sugere quando se invoca a Teoria da Base é H. Hoyt (1936-1939).
Concluo, sublinhando que o trabalho “agora” dado a conhecer por Vadir Dallabrida merece bem uma recensão que vá para além da brevidade destas notas. É ele próprio que a solicita, “para que, no futuro, se possa aperfeiçoar o texto” (p.21).
J. Cadima Ribeiro
(reprodução de artigo de opinião publicado na edição de ontem do Jornal de Leiria)
Trata-se de uma obra com objectivos didácticos, onde, conforme escreve no Prefácio Carlos Brandão, Valdir Dallabrida, actualmente professor da Universidade do Contestado, Santa Catarina, Brasil, “busca sintetizar as diversas abordagens teóricas que buscaram enfrentar esse enigma: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?” (p.9). Conclui o prefaciador que o “livro é oportuno e bem-vindo e poderá contribuir para sanar essa enorme lacuna de textos sintéticos e didácticos que busquem melhor qualificar o debate sobre o que faz o desenvolvimento de uma região e como promovê-lo” (p.12).
Encontrei no livro em causa muitas ideias em que me reconheço, nomeadamente as que insistem i) na inviabilidade de prosseguir aproximações de natureza disciplinar na interpretação das realidades complexas das regiões e na construção de respostas em matéria do seu desenvolvimento, e ii) na inviabilidade e/ou inutilidade de uma teoria geral do desenvolvimento, em razão da dita complexidade dos territórios, decorrente de determinantes endógenos (história, geografia, contexto económico e social, instituições, cultura) e exógenos (relacionamento económico, social e político com o restante território nacional e com o exterior) que são sempre singulares.
Como foi invocado, o autor do texto definiu o objectivo ambicioso de “fazer uma breve síntese das principais abordagens teóricas sobre desenvolvimento” (cf., Introdução, p.7) e, para mais, fazê-lo com recurso a uma linguagem simples, que permita ir além da “clientela académica”. Era um enorme desafio esse e será, porventura, essa uma das limitações maiores da obra.
Confesso que tive dificuldade em reconhecer no texto alguns autores, ficando-me a dúvida se foi a brevidade da referência que fez parecer reduzida a sua contribuição ou se Valdir Dallabrida fez das ideias daqueles leitura diferente daquela que eu faço. Meramente a título de exemplo, da referência que a dada altura faz a François Perroux retenho que este vê o desenvolvimento como “combinações de transformações de ordem mental e social de uma população que lhe possibilita o aumento cumulativo e duradouro do seu produto real global” (p.159). Modestamente, penso que, nessa dimensão de pensar social e institucionalmente as dinâmicas económicas territoriais, Albert Hirschman e Gunnar Myrdal, autores da mesma corrente de pensamento seus contemporâneos, foram mais longe que Perroux, até por a contribuição deste último relevar de uma aproximação muito mais micro aos fenómenos económicos.
Sem descurar a importância e contributo para a compreensão das realidades brasileira e da América Latina, também me parece discutível o destaque que tem no livro Celso Furtado, que conheço muito mais como autor do crescimento e do desenvolvimento prosseguindo abordagens macroeconómicas que aproximações territorializadas.
Lendo esta obra de Valdir Dallabrida, voltei a confrontar-me com algo que se me sugeriu deste o primeiro contacto que mantive com investigadores brasileiros, mesmo que tal não seja tão presente nele quanto noutros que conheci: refiro-me ao universo distinto de referências que parece ser mantido pelos académicos europeus e da América Latina. Haverá razões para tal, sobretudo no passado. Não sei se em expressão disso, causou-me estranheza ver atribuída a “paternidade” da Teoria da Base Económica de Exportação a D.C. North (p.52) e referida a sua génese entre as décadas de 50 e 60 do século XX (p.50). Para mim, a primeira grande referência que se me sugere quando se invoca a Teoria da Base é H. Hoyt (1936-1939).
Concluo, sublinhando que o trabalho “agora” dado a conhecer por Vadir Dallabrida merece bem uma recensão que vá para além da brevidade destas notas. É ele próprio que a solicita, “para que, no futuro, se possa aperfeiçoar o texto” (p.21).
J. Cadima Ribeiro
(reprodução de artigo de opinião publicado na edição de ontem do Jornal de Leiria)
quinta-feira, maio 13, 2010
"Doutorandos anónimos: seminário, 6ª feira"
«Caros investigadores,
No âmbito do projecto "doutorandos anónimos", organizamos uma sessão informal de trabalho com o professor Barry Bozeman e a Professora Monica Gaughan, ambos investigadores na Universidade de Georgia (EUA), dedicados ao estudo das temporalidades de trajectória nas carreiras cientificas, com especial incidência sobre os factores de produtividade e de notoriedade.
Ambos os investigadores estão abertos a ouvir os estudantes de doutoramento sobre os seus projectos e dúvidas sobre escolhas de carreira na área da ciência e da investigação. Convidamos todos os que quiserem a participar a juntarem-se a nós no ICS, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, [amanhã, 6ª feira] às 17h . Haverá sempre alguém presente, no caso de dificuldades com o Inglês.
A organização
Doutorandos anónimos»
No âmbito do projecto "doutorandos anónimos", organizamos uma sessão informal de trabalho com o professor Barry Bozeman e a Professora Monica Gaughan, ambos investigadores na Universidade de Georgia (EUA), dedicados ao estudo das temporalidades de trajectória nas carreiras cientificas, com especial incidência sobre os factores de produtividade e de notoriedade.
Ambos os investigadores estão abertos a ouvir os estudantes de doutoramento sobre os seus projectos e dúvidas sobre escolhas de carreira na área da ciência e da investigação. Convidamos todos os que quiserem a participar a juntarem-se a nós no ICS, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, [amanhã, 6ª feira] às 17h . Haverá sempre alguém presente, no caso de dificuldades com o Inglês.
A organização
Doutorandos anónimos»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com origem em: Rita Borges - ritaborges@aaum.pt)
Comentário: "anónimos" porquê?
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segunda-feira, janeiro 28, 2008
Comunicado do SNESup: mobilidade no Ensino Superior
«SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior
MOBILIDADE ESPECIAL E LICENÇA EXTRAORDINÁRIA NO ENSINO SUPERIOR?
MOBILIDADE ESPECIAL E LICENÇA EXTRAORDINÁRIA NO ENSINO SUPERIOR?
Colegas
O MCTES está a enviar às Escolas Superiores de Enfermagem (pelo menos às que foram objecto de recentes fusões) ofícios que pretendem identificar interessados em passarem a mobilidade especial e depois a licença extraordinária. Porque nos têm sido formulados alguns pedidos de esclarecimento, permitimo-nos alertar para o seguinte:
- é provável que estas iniciativas se repitam à medida que forem sendo aprovados os novos Estatutos das Universidades e Institutos Politécnicos, sobretudo se houver alteração no elenco das unidades orgânicas;
- estas passagens "voluntárias" a mobilidade especial e a licença extraordinária poderão dar origem a que a remuneração de referência considerada no início da situação de mobilidade especial - que será, como se sabe, progressivamente reduzida - seja a de tempo integral e não a de dedicação exclusiva, uma vez que o sistema é gerido por uma entidade pública empresarial que pode não ter a percepção de que a dedicação exclusiva é o regime regra no ensino superior;
- os interessados na atribuição de licença extraordinária poderão ver-se metidos numa armadilha pois, conforme já alertou o próprio Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, não é obrigatorio deferir os pedidos de passagem a licença extraordinária por parte de quem está em mobilidade especial;
- os valores que serão pagos na situação de licença extraordinária consideram-se "subvenções" e não "remunerações" e como tal serão pagos apenas 12 meses do ano, sem subsídios de férias e de Natal .
Sem rejeitarmos à partida a possibilidade de existência de uma licença deste tipo, esperamos que o seu regime possa ser aperfeiçoado, com mais garantias para os interessados, através de negociação colectiva com a participação do SNESup.
Para consulta:
http://snesup.terradasideias.net/htmls/_dlds/lei_53_2006.pdf - Lei 53/2006 , artigo 32º
http://www.snesup.pt/htmls/extra/Decreto-Lein.10099de31deMa.shtml - Decreto-Lei nº 100/99, artigo 80 º
http://www.snesup.pt/htmls/_dlds/decreto_187_X_completo.pdf - Decreto da Assembleia da República 187/X (ainda não promulgado)
Saudações académicas e sindicais
A Direcção do SNESup
28-1-2008»
*
(reprodução integral de mensagem, com a proveniência e autoria identificadas, que me caiu na caixa de correio electrónico esta tarde)
Anúncio: "First euromediterranean start up contest for students"
«Subject: First euromediterranean start up contest for students
Dear colleagues,
ACCEDE-Provence is the student association of EUROMED Marseille School of Management specialized in entrepreneurship. Our aim is to help unemployed people to launch their business through market-studies and business-plans.
Every year in April, we organise a start-up contest in the south of France called "Le Phare de la Creation". It counts also a special award for students.
2008 will be a landmark in the history of ACCEDE because we will extend this start-up contest to all Euro Mediterranean universities business and engineering schools.
Please note that it does not involve setting up a business. It consists of building a project and being able to defend it in front of a jury composed of EUROMED Marseille teachers, bankers, accountants, entrepreneurs and lawyers.
It's important to mention that partnerships with airline companies will also be negotiated to enable foreign students to come free of charge.
May you give us the e-mail address of someone who is interested in this project and who would encourage all the students of your School to take partin this event.
Please send your replies to accede@euromed-marseille.com
you can also visit our web-site:
where everything is explained.
We will send you an email that you can send to students interested in this start up contest.
Thank you,
Accede Provence Team»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)
quinta-feira, agosto 16, 2007
Regime jurídico da avaliação do ensino superior
Lei n.º 38/2007, de 16 de Agosto,
Aprova o regime jurídico da avaliação do ensino superior
(entrada intitulada "Avaliação do ensino superior", disponível desde hoje em Reformar a Educação Superior)
Reconhecimento de graus superiores estrangeiros
Novo regime jurídico do reconhecimento de graus superiores estrangeiros:
O Governo aprovou a 9 de Agosto, na especialidade, o decreto-lei que aprova o novo regime jurídico do reconhecimento de graus académicos superiores estrangeiros.
MCTES - Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
--------------
[cortesia de Nuno Silva]
sábado, julho 07, 2007
Acesso ao ensino superior 2007/2008
Deixo aqui chamada de atenção para o serviço público de MJMatos (Que Universidade ?), substanciado em mensagem datada de 07/07/06, com o conteúdo que se retém de seguida:
"Informação importante
Atendendo ao nível de pesquisas sobre diversos aspectos do acesso ao ensino superior que tem atingido o blogue ultimamente, deixo aqui dois endereços muito importantes para todos os interessados:
Gabinete de Acesso ao Ensino Superior
Guia do estudante - Expresso)
(este último parece conter informação mais actualizada que o primeiro, o que não deixa de ser curioso (terei sido jocoso? 8-) ))"
"Informação importante
Atendendo ao nível de pesquisas sobre diversos aspectos do acesso ao ensino superior que tem atingido o blogue ultimamente, deixo aqui dois endereços muito importantes para todos os interessados:
Gabinete de Acesso ao Ensino Superior
Guia do estudante - Expresso)
(este último parece conter informação mais actualizada que o primeiro, o que não deixa de ser curioso (terei sido jocoso? 8-) ))"
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