(título de mensagem, datada de Terça-feira, 16 de Outubro de 2012, disponível em UMinho: Novos Desafios; Novos Rumos)
Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região
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terça-feira, outubro 16, 2012
segunda-feira, outubro 15, 2012
terça-feira, outubro 09, 2012
"Universidade do Minho: Indecisão do Governo atrasa regime fundacional"
«Apesar de entender “as dificuldades financeiras que o país atravessa”, o reitor da Universidade do Minho disse ontem não perceber os constrangimentos à autonomia universitária nem os retrocessos que se têm verificada nessa matéria. António Cunha criticou também o modo como está a ser conduzido o processo de revisão do RJIES, que está a atrasar a passagem da UMinho a fundação.
Foi no âmbito das comemorações dos 12 anos da Escola de Ciências da Saúde da UMinho, ontem de manhã, que António Cunha se mostrou apreensivo com a forma como está a ser feita a “tentativa de revisão do RJIES — Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior sem um amplo debate público”. Recordou a propósito que o Conselho Nacional de Educação já se pronunciou sobre a mesma matéria no final de Setembro, mas até agora a proposta de RJIES ainda não é conhecida dos reitores, isto num momento em que brevemente se espera que o tema seja abordado em sede parlamentar.
“Uma eventual revisão do RJIES, a acontecer, devia ser um processo participado envolvendo as instituições do ensino superior. Esperemos que haja desenvolvimentos nos próximos dias e que o documento nos seja dado a conhecer”, referiu em declarações aos jornalistas no final da cerimónia.
António Cunha deixou claro que as universidades “não se colocam fora dos problemas” que o país atravessa, mas lembra que “na complexidade deste contexto actual não pode haver dúvidas de que o futuro exige mais educação”.
“A competitividade entre nações exige o reforço dos níveis educacionais da população”, afirmou, lembrando que é também nestes momentos complexos que se exige das universidades respostas e até soluções para as grandes inquietações.
É assim que, embora entendendo a necessidade de escrutínio dos gastos públicos, o reitor da UMinho lembra o papel das universidades na sociedade: “as universidades públicas fazem parte da administração pública mas têm exigências muito próprias pela forma como desenvolvem a sua actividade em ensino e investigação. Além disso, têm um registo de boas práticas de gestão e de cumprimento dos seus orçamentos dentro de uma disciplina orçamental muito rígida que têm sabido manter”.
É por isso que Antónia Cunha diz não perceber porque é que as universidades são “constantemente confrontadas com dificuldades adicionais que eventualmente poderão fazer sentido para outros organismos da administração pública, mas que para as universidades só vêm criar dificuldades adicionais, nomeadamente na captação de verbas próprias que são essenciais para resolver a sua situação financeira”.
Universidades demarcam-se da polémica sobre fundações
Numa altura em que as fundações públicas e privadas estão na ordem do dia, o reitor da UMinho realça que não se pode confundir esse debate com a questão do regime fundacional das universidades.
“A questão do regime fundacional das universidades/fundações é algo que deve ser visto dentro do regime do RJIES porque é essa a lei que define o estatuto das universidades e não a discussão que existe sobre as fundações públicas ou privadas que são enquadradas por um quadro legal totalmente diferente. Há um confusão sobre as duas questões”, esclareceu.
António Cunha continua a defender que o regime fundacional nas universidades tem “extremas virtualidades, nomeadamente na questão da autonomia da universidade” e recorda que foi essa a razão pela qual a UMinho perseguiu esse objectivo.
“A eventual revisão do RJIES deixa-nos também apreensivos relativamente a essa questão”, admitiu, revelando que “continuam as negociações com o Governo sobre o quadro fundacional”. Esse processo “está um pouco parado devido a alguma indecisão do governo devido ao modelo final e a eventuais alterações do RJIES. Daí estarmos ainda mais apreensivos com o facto dessa proposta de regime não estar a ser discutida com as instituições de ensino superior”, rematou o reitor da UMinho.
Norte tem oportunidade para se afirmar
António Cunha alertou ontem para o facto de o ‘Quadro Estratégico Comum 2014-2020’ ser uma oportunidade para a região Norte se afirmar no contexto nacional e internacional e denunciou que está a tardar a concertação de actores para aproveitar todas as suas potencialidades.
O Quadro 14-20 contemplará “estratégias inteligentes” de afirmação regional que, num dos eixos, abre perspectivas a novos modelos de desenvolvimento que têm de integrar de um modo concertado as instituições do conhecimento e investigação, as instituições do tecido produtivos, as empresas, e as entidades gestoras do território, nomeadamente as autarquias e as comissões de coordenação regional.
“O Norte tem aqui uma oportunidade que não poderá desperdiçar”, alertou ontem António Cunha, sublinhando que “já tarda” a concertação de actores para iniciar desde já esse processo. “Tardámos em fazê-lo”, alertou, garantindo que “a Universidade do Minho está preparada para avançar para um processo que seja uma estratégia efectiva de afirmação regional”, rematou no decorrer do discurso comemorativo do dia da ECS.
Biotério vai expandir investigação
A presidente da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho (ECS) está convicta de que o lançamento da construção de um Biotério constituirá um marco na Universidade do Minho. O reitor, António Cunha, garantiu que a universidade se empenhará e tratará de conseguir a concretização desse projecto a curto prazo.
Cecília Leão, que falava no âmbito da cerimónia comemorativa do 12.º aniversário da ECS, considera que o Biotério vai marcar de forma “exponencial e determinante” a “expansão da investigação e da experimentação Biomédica com recurso a modelos animais”.
O Biotério é um local onde são criados e mantidos animais (por exemplo, ratos) com a finalidade de serem usados como cobaias em experimentação animal.
A presidente da ECS apontou mesmo este projecto como a primeira prioridade estratégica de futuro desta escola que se tem afirmado no contexto nacional e também internacional pela excelência da investigação que ali é produzida e pelo ensino da Medicina seguindo moldes inovadores.
A internacionalização surge, aliás, como uma das principais apostas da ECS: “as metas a atingir têm sido e continuarão a residir no propósito de assegurar as melhores condições para fortalecer o dinamismo e a excelência da Escola e do seu Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS) e reforçar a sua visibilidade nacional e internacional”, realçou Cecília Leão.
Reitor reafirma capacidade da ECS para crescer
Em dia de festa — marcada pela entrega de diplomas a uma “fornada” (a sexta) de novos médicos saídos dos bancos da UMinho — o reitor António Cunha não só confirmou o interesse na construção do Biotério, reconhecendo os seus méritos, como também destacou a aposta que a UMinho faz na ESC, uma escola “com potencial para crescer ainda mais e para se internacionalizar”.
O reitor lembrou que a ECS é um projecto singular nos contextos do ensino e da investigação neste domínio científico, em Portugal e a nível internacional. O reitor aproveitou ainda para evocar o grande mentor da ECS, Pinto Machado, também homenageado ontem com a atribuição do seu nome à biblioteca da escola. Evocou ainda Sérgio Machado dos Santos como “a face desse querer a ECS”.
NEMUM celebrou 10.º aniversário
À comemoração dos 12 anos da Escola de Ciências da Saúde associou-se também a celebração do 10.º aniversário do Núcleo dos Estudantes de Medicina da UMinho. Coube ao seu primeiro presidente do NEMUM, Pedro Morgado, deixar alguns conselhos aos novos clínicos, alertando-os para os principais problemas com que os médicos e estudantes de Medicina se deparam actualmente, a começar pela “anestesia colectiva perante a ditadura da inevitabilidade, em que as decisões se sucedem com uma espantosa cadência, sem que se promova o necessário debate e o indispensável contraditório”.
O “desenvolvimento extraordinário da dimensão económica da saúde” foi outro dos problemas apontados por Pedro Morgado, para quem esta é uma consequência da absorção da saúde pelo capitalismo, “esvaziando o
compromisso de universalidade e subalternizando os objectivos da prática médica”.
A precarização das relações laborais e do trabalho médico é outro problema que merece reflexão sobretudo pelo “consequente enfraquecimento da independência técnica e científica dos médicos” e a “preocupante degradação das condições de trabalho com consequências imprevisíveis para a saúde dos doentes”. Enunciou ainda o deslumbramento das técnicas médicas e cirúrgicas, com o consequente empobrecimento da relação médico-doente e a subjacente desumanização dos cuidados de saúde. Pedro Morgado preside à Alumni Medicina, que integra antigos alunos da ECS.»
(reprodução de notícia CORREIO DO MINHO online, de 2012-10-09, Marlene Cerqueira)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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sábado, setembro 22, 2012
ENTRExplorer: "Testa a tua ideia de negócio"
«ENTRExplorer
Visita-nos em www.entrexplorer.com e vem jogar o jogo dos empreendedores!!!
Testa a tua ideia de negócio e constrói o teu Plano de Negócios!!!»
(reprodução de mensagem promocional de jogo de introdução ao empreendorismo - em fase de teste, ainda - que me caiu entretanto na página pessoal do Facebook)
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segunda-feira, setembro 17, 2012
"Universidade e estudantes têm estado de costas voltadas por causa das praxes académicas"
Notícia Correio da Manhã
'Doutores' abandonam cerimónia em protesto:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/doutores-abandonam-cerimonia-em-protesto
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/doutores-abandonam-cerimonia-em-protesto
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quarta-feira, setembro 05, 2012
"E se em vez de se financiarem passes escolares se oferecesse aos alunos uma bicicleta?"
«Uma bicicleta é uma solução mais ecológica, mais saudável e mais económica, defende Beatriz Pereira, investigadora da Universidade do Minho (UM), que propõe que as autarquias ofereçam este meio de transporte aos alunos do 1º ao 9º anos, em vez de pagar passes escolares. A Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) não vê vantagens nesta sugestão. “Penso que não é exequível. Os pais não aceitariam que os filhos fossem assim transportados. É perigoso e no Inverno, com a chuva, não é fácil”, avalia António Ganhão, vice-presidente da ANMP.
Beatriz Pereira defende que as autarquias gastariam menos dinheiro ao oferecer uma bicicleta, promovendo um estilo de vida mais saudável e incentivando a prática de actividade física.
Ana Pereira, proprietária da Cenas a Pedal, uma empresa dedicada à mobilidade em bicicleta, concorda com a ideia, sobretudo aplicada a crianças a partir dos dez anos, que “têm perfeitas condições físicas para praticar ciclismo”. Realça, porém, que o preço médio de uma bicicleta mais económica e mais funcional varia entre 100 e 200 euros. Mas alerta que, quando o objectivo é utilizar uma bicicleta como meio de transporte, esta tem de ter características essenciais como luzes, bagageiras para transportar as mochilas e pára-lamas, o que encarece. Além disso, um passe escolar permite que as crianças utilizem mais meios de transporte do que a bicicleta, acrescenta Ana Pereira.
Contudo, uma bicicleta, a médio prazo pode ficar mais barata do que o passe escolar que pode custar, no mínimo (com 50% de desconto), 26,25 euros para a cidade de Lisboa e 22,50 para o Porto. Ou seja, são necessários cerca de quatro meses para comprar uma bicicleta de 100 euros.
Do ponto de vista ambiental, Beatriz Pereira defende que o facto de os alunos passarem a utilizar uma bicicleta nas deslocações entre casa e escola reduziria os índices de poluição, uma vez que a maioria “chega mesmo à porta da instituição através do automóvel ou do autocarro”, lê-se em comunicado da UM.
Com base na experiência dos países nórdicos, a investigadora diz que esta solução é perfeitamente aplicável no contexto português. “Nos países nórdicos, onde há muito frio, vê-se de manhã pais e filhos a pedalar de casa até à escola e, ao fim do dia, regressam. Até os alunos e professores universitários o fazem”, realça, lembrando que a distância média do aluno português até à instituição de ensino é de três a cinco quilómetros, logo, trata-se de “uma distância perfeita para pedalar”.
Segurança
Quanto à criação de ciclovias – que existem em vários países europeus e permitem que os ciclistas circulem num trajecto exclusivo – a docente da UM é de opinião que uma “cultura de respeito pelo outro” é suficiente. “Onde circula um automóvel pode circular uma mota ou uma bicicleta, basta haver uma cultura de respeito pelo outro”, afirma em comunicado.
Ana Pereira concorda com a investigadora, dizendo que a prioridade não é a criação de ciclovias, mas “direccionar o tráfego para ruas mais calmas, em que os automóveis não circulem a velocidades tão elevadas”. Salienta, no entanto, que, junto às escolas, o tráfego costuma ser caótica justamente pelos pais que vão levar ou buscar os filhos.
Neste sentido, a investigadora salienta a necessidade de uma “educação para a segurança”, em que os cidadãos devem aprender a respeitar a circulação de bicicletas nas ruas e nos passeios. Defende ainda que os acessos junto às escolas devem ser preparados para a pratica de ciclismo e devem ser criadas infra-estruturas que permitam o parqueamento seguro das bicicletas.
“Oferecer uma bicicleta é só parte do processo”, diz Ana Pereira, acrescentando que tanto a formação rodoviária como em relação à utilização de bicicletas é essencial. “Uma criança de seis ou sete pode saber andar de autocarro, mas não é necessariamente capaz de utilizar uma bicicleta sozinha”, defende.
Exercício físico
Um dos principais argumentos para a aplicação desta sugestão prende-se com o aumento da actividade física que a utilização de bicicletas passaria a proporcionar. Segundo Beatriz Pereira, esta opção poderia originar desportistas nalgumas áreas e tornar os cidadãos mais resistentes, prevenindo, igualmente, doenças crónico-degenerativas e gastos com a saúde.
A investigadora realça que o período lectivo dedicado à prática de Educação física - 2h15 (90 minutos mais 45 minutos) – é bastante inferior à recomendação da Organização Mundial da Saúde de 1h diária. Deste modo, a docente da UM defende que a resposta para evitar a obesidade infantil e o sedentarismo deveria vir “de períodos informais”, como o desporto escolar e actividades extracurriculares como natação, ballet e judo. António Ganhão considera que é importante que as actividades extracurriculares se transformem em curriculares, para, nalguns casos, “poderem ser desempenhadas com mais qualidade”.O PÚBLICO tentou contactar a investigadora, mas, até ao momento, não obteve qualquer resposta.»
(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 05.09.2012 - Marta Portocarrero)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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quinta-feira, agosto 02, 2012
"Mais de metade das universidades não vai aumentar propinas dos alunos"
«Mais de metade das instituições de ensino superior que já definiram as propinas para o próximo ano lectivo não vão mexer no valor que cada aluno tem que pagar. Das 20 universidades ouvidas pelo PÚBLICO, 12 decidiram não aumentar aquela prestação, ou seja, apenas oito vão seguir a recomendação feita em Abril pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), no sentido de o valor arrecadado com a propina máxima poder ser encaminhado para um fundo social que permita apoiar os estudantes com dificuldades financeiras.
O receio de haver perda de estudantes num contexto de crise social e económica é o motivo apresentado para que o preço não seja alterado. Ainda assim, há cinco universidades e um instituto politécnico que vão cobrar o máximo permitido: 1037,20 euros.
A propina mais barata do ensino superior público é de 780 euros e é paga nos institutos politécnicos do Cávado e Ave (IPCA) e de Bragança. Em ambos os casos, a verba vai manter-se inalterada. "Pretendemos evitar o aumento das desistências por parte dos estudantes ou os pedidos de adiamento do pagamento de prestações de propinas", explica João Carvalho, presidente do IPCA.
A mesma justificação é apontada pelo presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas, onde a propina de licenciatura se vai manter nos 999 euros, para garantir que "nenhum estudante do IPL deixe de continuar estudos por falta de condições económicas". A instituição aplicou o mesmo princípio aos segundos ciclos, mantendo o valor das propinas nos mestrados cuja propina era igual à das licenciaturas, mas reduzindo os restantes, o que na maioria dos casos resulta num decréscimo de 25% do preço.
A manutenção dos preços das propinas foi decidida sobretudo por politécnicos (nove), mas foi seguida igualmente por três universidades: a dos Açores (940 euros), Trás-os-Montes e Alto Douro e Porto. Estas últimas mantêm os 999 euros do ano passado. "O conselho geral deliberou não aumentar a propina para o novo valor máximo permitido por lei com a intenção de não sobrecarregar os estudantes com custos nesta altura de grave crise económica", avalia a reitoria da Universidade do Porto.
A decisão de não aumentar as propinas pode ainda ser seguida por outras universidades e politécnicos. Do universo total de 29 instituições, há seis que ainda não decidiram o valor a cobrar aos estudantes no próximo ano lectivo, às quais se juntam os institutos de Viana do Castelo, Coimbra e Beja que não responderam às perguntas do PÚBLICO.
Em sentido contrário, oito instituições vão aumentar as propinas. A Universidade do Algarve decidiu rever o valor em 35 euros, passando a cobrar 965 euros anuais. Também a Universidade da Madeira vai fazer crescer o custo da frequência aos seus alunos para os 1035 euros. As restantes instituições que vão aumentar as propinas fixaram o valor máximo previsto pela Direcção-Geral do Ensino Superior. Assim, os estudantes que frequentem as universidades do Minho, Aveiro, Coimbra, Beira Interior e Técnica de Lisboa terão que desembolsar 1037,20 euros anuais, mais 37,49 euros do que no ano anterior. O único politécnico a seguir esta opção foi o de Lisboa, que definiu a propina máxima na generalidade das suas escolas, com excepção da Escola Superior de Educação e do Instituto Superior de Contabilidade e Administração.
O valor da propina máxima corresponde a uma actualização de 3,75%, que foi fixada tendo por base a variação do índice de preços no consumidor fixado pelo Instituto Nacional de Estatística.»
(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 30.07.2012 - Samuel Silva)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
quarta-feira, julho 25, 2012
Notícias da UMinho: "academia de aeronáutica"
«Universidade do Minho cria academia de aeronáutica
A Universidade do Minho (UMinho) está a criar uma academia de ciências aeronáuticas para a formação de pilotos em "contexto universitário" e para desenvolver investigação na área da aeronáutica.
Em entrevista à agência Lusa, o vice-reitor da UMinho, José Mendes, explicou que o objetivo da instituição é "arrancar" com o curso de piloto até ao final do ano, que terá um custo de cerca 50 mil euros para o aluno.
A criação da UMASA, University of Minho Aeronautical Sciences Academy, é uma parceria entre a UMInho, a Câmara Municipal de Braga e o Instituto de Formação Aeronáutica (IFA).»
(reprodução de notícia Expresso online, de 24 de julho de 2012)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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segunda-feira, julho 16, 2012
"Esta segunda-feira arrancam as candidaturas ao ensino Superior"
Um quarto das vagas ao ensino Superior são para engenharias
(título de mensagem, datada de 2015/07/15, disponível em UM por todos)
(título de mensagem, datada de 2015/07/15, disponível em UM por todos)
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terça-feira, junho 05, 2012
Azeituna
Notícia Correio do Minho
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quinta-feira, março 22, 2012
Enterro da Gata adiado para a semana de 12 a 18 de Maio
Notícia ComUM
Enterro da Gata vai ser adiado!
http://www.comumonline.com/sociedade/item/816-enterro-da-gata-vai-ser-adiado
http://www.comumonline.com/sociedade/item/816-enterro-da-gata-vai-ser-adiado
sexta-feira, março 16, 2012
EEG/UMinho: FÓRUM EMPREGO 2012
«IX Jornadas Universitárias de Emprego
“Competências Transversais no Acesso ao Mercado de Trabalho”
23 de março – 14h15
Anfiteatro 1.01 – EEG, UMinho
Decorrerá no próximo dia 23 de março, às 14h15, no Anfiteatro 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, em Gualtar, Braga, o Fórum Emprego 2012: IX Jornadas Universitárias de Emprego. A edição de 2012 tem como tema: “Competências Transversais no Acesso ao Mercado de Trabalho”.
Esta iniciativa enquadra-se no programa EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza e pretende facilitar e agilizar o processo de integração dos estudantes no mercado de trabalho, tanto a nível local, como transfronteiriço e europeu. O programa centra-se na divulgação de técnicas de procura de emprego e na explicação dos objetivos e funcionalidade do programa de emprego EURES da União Europeia.
A organização deste evento é da responsabilidade do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas(NIPE) da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, com o apoio do EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza.
Pode encontrar aqui mais detalhes sobre o evento
http://www.eeg.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&ItemID=5261&Mid=28&lang=pt-PT&pageid=24&tabid=11
http://www.eeg.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/UMEventos/EventoView.ascx&ItemID=5261&Mid=28&lang=pt-PT&pageid=24&tabid=11
Informações adicionais:
Núcleo de Investigação em Políticas Económicas(NIPE)
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho
Telefone: 253 604517
Email: nipe@eeg.uminho.pt
Gabinete de Comunicação
Escola de Economia e Gestão»
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
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quarta-feira, fevereiro 22, 2012
"A ´Roboparty` vai já na sexta edição"
Notícia Correio do Minho
Guimarães: 400 jovens constroem os seus robôs:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=59513
Guimarães: 400 jovens constroem os seus robôs:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=59513
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012
"Missão Cavaco Silva"
Notícia ComUM
Aluno da UM cria jogo sobre a reforma de Cavaco!
http://www.comumonline.com/sociedade/item/635-aluno-da-um-cria-jogo-sobre-a-reforma-de-cavaco
Aluno da UM cria jogo sobre a reforma de Cavaco!
http://www.comumonline.com/sociedade/item/635-aluno-da-um-cria-jogo-sobre-a-reforma-de-cavaco
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segunda-feira, fevereiro 06, 2012
"À margem do CG: algumas notas soltas (67)"
Artigo ComUM
À margem do Conselho Geral: algumas notas soltas (67):
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Reforma da Gestão das Escolas,
UMinho
terça-feira, janeiro 17, 2012
"Ciência em Negócio - Concurso de Ideias Empreendedoras para alunos da ECUM"
(reprodução de anexo de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
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Qualificação e Saídas Profissionais,
UMinho
segunda-feira, janeiro 09, 2012
Notícias (más) da UMinho: a mais recente Carta Aberta
“Carta Aberta ao Excelentíssimo Senhor Reitor da Universidade do Minho"
(título de mensagem, datada de 08-Jan-2012, disponível em UM para todos)
(título de mensagem, datada de 08-Jan-2012, disponível em UM para todos)
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terça-feira, janeiro 03, 2012
Notícias da UMinho: Ciências da Educação
Notícia Correio do Minho
Professor da UM lidera Ciências da Educação:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=58289
*
Professor da UM lidera Ciências da Educação:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=58289
*
sexta-feira, dezembro 16, 2011
"500 alunos já abandonaram estudos na Universidade do Minho"
«O Movimento Unitário de Estudantes da Universidade do Minho (ELO Estudantil) realizou, quinta-feira, uma concentração, no Campus de Gualtar, em Braga com o objectivo de sensibilizar os estudantes para o corte no passe escolar "sub23".
Cerca de 100 alunos manifestaram-se contra a implementação dos cortes nos passes escolares, ao mesmo tempo que recolheu mais de 700 assinaturas que foram entregues no antigo Governo Civil de Braga no final do dia, dirigidas à Assembleia da República e ao Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia.
"É uma demonstração bastante significativa quanto ao descontentamento por parte dos estudantes às medidas que têm vindo a ser implementadas no Ensino Superior", disse Barbara Seco, do Movimento Unitário de Estudantes da Universidade do Minho (ELO Estudantil), que indicou ainda que "estas medidas são responsáveis pelo afastamento dos estudantes do Ensino Superior".
Segundo este movimento, na UMinho há 500 estudantes que se viram obrigados a abandonar os estudos por falta de condições económicas, no passado ano lectivo. "O Secretário de Estado anunciou a 10 de Novembro que até final do ano se baixaria o preço para 2.20euro, contudo, hoje almoçamos na cantina da UMinho e pagamos 2.45euro", referiu ainda Barbara Seco.»
(reprodução de notícia JN, de 16 de Dezembro de 2011)
__________________________[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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Notícias de Portugal,
UMinho
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Notícias da Escola de Engenharia da UMinho: "Tecnologia Nanocor não polui, não exige sal e poupa 70 por cento de água"
Notícia Ciência Hoje
Projecto da UMinho vence Grande Prémio BES Inovação:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52109&op=all
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http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52109&op=all
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