Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

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sábado, janeiro 26, 2008

"Estranhos tempos estes que vivemos!"

"[...], ainda me lembro do tempo em que era considerado ser pernicioso para o povo mantê-lo informado, pois estaria tudo menos preparado para isso.
[...]"
*
(extracto de mensagem de correio electrónico recebida na sequência da divulgação do comunicado que se reproduz imediatamente abaixo)

quinta-feira, janeiro 17, 2008

"O estranho mundo das cooptações"

O estranho mundo das cooptações

(título de mensagem, datada de 16 de Janeiro de 2008, disponível em Empreender)

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Novo fórum na UMinho, a abrir o ano

"CAROS COLEGAS, FUNCIONÁRIOS E ALUNOS

NA SEQUÊNCIA DE ALGUMAS DAS MINHAS INTERVENÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES DE VIDA NO CONTEXTO LABORAL DA UM, TEM-ME SIDO MANIFESTADA SENSIBILIDADE SOBRE ESSA QUESTÃO, COM ORIGEM EM VÁRIAS ESCOLAS. SURGIU ASSIM A IDEIA DE UM ESPAÇO DE INTERVENÇÃO PÚBLICA SOBRE ESTA PROBLEMÁTICA, QUE É INDISSOCIÁVEL DAS FORMAS DE EXERCÍCIO DO PODER A VÁRIOS NÍVEIS. ESSE PROJECTO FOI AMADURECENDO E ESTÁ AGORA DISPONÍVEL EM
http://liberdadeuminho.blogspot.com/

LINHA EDITORIAL

É necessário transformar a submissão e o medo numa atitude emancipada. Aos que acreditam numa universidade alicerçada na opressão, na injustiça e na privação da liberdade dizemos: esse é o caminho para fazer da Universidade do Minho uma caricatura. Por isso, este espaço público tem como objectivo criar um movimento de promoção da dignidade e da qualidade da existência humana dentro da UM. E assim se realizará todo o potencial criativo e produtivo da instituição. Bem-vindas as vozes sem voz.

CORDIAIS SAUDAÇÕES ACADÉMICAS.

JOAQUIM SÁ
"
(reprodução integral de mensagem, com distribuição universal na rede da UMinho, que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)
-
Comentário: bem-vindo a esta luta, caro colega; nunca seremos demais!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Notícias de "Bolonha"

Notícia JN
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
-
Comentário: Minho lidera o quê?

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Em vésperas da tomada de posse da Assembleia Estatutária da UMinho

"Foi mantida uma breve troca de impressões sobre os resultados eleitorais para a Assembleia Estatutária, tendo os presentes convergido no sublinhado: i) dos números de abstenções e votos em branco registados; ii) da derrota da lista sitacionista; e iii) da natureza contestatária e conservadora da lista vencedora.
[...]
Algumas reacções que nos chegaram também parecem ir no mesmo sentido."
*
(extracto, editado, de mensagem de correio electrónico recebida)

domingo, dezembro 09, 2007

A Implementação do Processo de Bolonha em Direito tem sofrido duras críticas por parte dos alunos

Bolonha não funciona Direito
Alunos criticam implementação do modelo no curso

(título e sub-título de notícia/reportagem, datada de 07/12/08, disponível em ComUM)

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Um certo entendimento do que é a cultura da liberdade

(título de mensagem, datada de 07/12/03, disponível em Avenida Central)

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Comentário: onde será que a direcção da biblioteca se foi inspirar para adoptar tais práticas? É um entendimento curioso do que é a cultura da liberdade, não é?

sábado, dezembro 01, 2007

"Há quem garanta que este escabichar nada tem a ver com as eleições"

Um campus barulhento
(título de mensagem, datada de Novembro 30, 2007, disponível em Empreender)

quinta-feira, outubro 11, 2007

domingo, outubro 07, 2007

Do relatório da EUA à exigência de uma reflexão estratégica - IV

Quase um mês depois de terem sido divulgados os resultados da avaliação institucional da UMinho feita pela EUA e a cerca de 15 dias de ser desencadeado o processo conducente à implementação da lei 62/2007, entendo que faz sentido recuperar aqui as respostas que dei a um inquérito preparatório do relatório interno da dita avaliação que na altura, por Outubro de 2006, me foi endereçado.
[...].
Segue-se o quarto e último extracto do texto:

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«P: Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico: c. Na formulação das linhas gerais de política da Universidade em matéria de prestação de serviços especializados à comunidade?

R: Nesta dimensão, o papel do CAc foi nulo ou quase, e ainda bem. Pontualmente, interveio procurando estabelecer espartilhos que nunca serviram a ninguém e que, tacitamente, foram sendo ignorados por todos, incluindo a própria reitoria.
A agilidade necessária de que esta missão da Universidade carece, para ser cumprida, não se compadece de burocracias pesadas e de “fatos” que têm que servir a todos. A negociação e a eficácia das respostas são essenciais aqui, embora o devessem ser em todas as áreas de intervenção da Universidade.»
-
J. Cadima Ribeiro
(Outubro de 2006)

sexta-feira, outubro 05, 2007

Do relatório da EUA à exigência de uma reflexão estratégica - III

Quase um mês depois de terem sido divulgados os resultados da avaliação institucional da UMinho feita pela EUA e a cerca de 15 dias de ser desencadeado o processo conducente à implementação da lei 62/2007, entendo que faz sentido recuperar aqui as respostas que dei a um inquérito preparatório do relatório interno da dita avaliação que na altura, por Outubro de 2006, me foi endereçado.
[...].
Segue-se o terceiro extracto do texto:
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«P: Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico: b. Na formulação das linhas gerais de política da Universidade em matéria de ensino, designadamente no que se refere à organização do calendário escolar, à avaliação e à melhoria do rendimento escolar?

R: Se se considerar a evolução ao longo dos anos das peças produzidas pelo CAc em matéria de calendário escolar, regulamento de avaliação de conhecimentos e acompanhamento feito a nível de rendimento escolar, e subjacente filosofia, rapidamente se detecta o carácter errante da orientação seguida, com sacrifício manifesto da estabilidade dos modelos de trabalho e da aposta na aproximação a quadros mais evoluídos de ensino/aprendizagem, que hoje assimilamos ao designado modelo de ensino regulado pela declaração de Bolonha. Isso foi fruto de leituras e procura de equilíbrios de curto-prazo e das limitações que decorrem da composição e natureza do órgão.
A opção por soluções unanimistas e “fatos” que sirvam todos, independentemente da natureza científica das matérias e do quadro mais ou menos aplicado do ensino visado, é também responsável por muitos erros cometidos.»
J. Cadima Ribeiro
(Outubro de 2006)

terça-feira, outubro 02, 2007

Do relatório da EUA à exigência de uma reflexão estratégica - II

Quase um mês depois de terem sido divulgados os resultados da avaliação institucional da UMinho feita pela EUA e a cerca de 15 dias de ser desencadeado o processo conducente à implementação da lei 62/2007, entendo que faz sentido recuperar aqui as respostas que dei a um inquérito preparatório do relatório interno da dita avaliação que na altura, por Outubro de 2006, me foi endereçado.
[...].
Segue-se o segundo extracto do texto:
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«P: Em sua opinião, quais têm sido, nos últimos cinco anos, os aspectos positivos e os aspectos negativos da acção do Conselho Académico: a. Na formulação das linhas gerais de política da Universidade em matéria de desenvolvimento e planeamento da investigação científica?

R: A UMinho tem um modelo de gestão hipercentralizado na figura do seu reitor. Nem no passado, nem agora (diria: muito menos agora, que a reitoria é particularmente insegura e, por isso, fechada) o reitor delegou capacidade de decisão estratégica no CAc. Aliás, retenha-se que o reitor é, estatutariamente e de facto, o presidente do órgão. Haverá, também, que manter presente que, existindo o Senado e a Assembleia da Universidade, percebe-se mal como é que aqueles órgãos superiores da Instituição poderiam conviver com um outro órgão que lhes disputasse o seu espaço natural de intervenção, se o pudessem e pretendessem exercer.
As grandes iniciativas em matéria de planeamento da investigação cientifica na minha Escola (EEG), quando exerci as funções de presidente e, mesmo depois, ou foram tomadas a nível da Direcção da Escola ou pelas próprias unidades de investigação. Da minha vivência passada, recordo que aquele que foi o passo mais decisivo que foi dado em matéria de organização da investigação dentro da Escola confrontou-se com esperadas dificuldades no CAc, só ultrapassadas pela conjugação da determinação da Direcção da Escola e da boa vontade demonstrada pela reitoria de então.»

J. Cadima Ribeiro
(Outubro de 2006)

quinta-feira, setembro 27, 2007

Das eleições de funcionários não-docentes para o Senado e Assembleia da UMinho: a festa continua

«Caro Professor,
Muito gostaria que fizesse o favor de publicar no "Universidade Alternativa" (mesmo sabendo que não é o local apropriado para o efeito), o texto difundido por mail na tarde de ontem por Adolfo Vidal - Técnico Superior de 1ª classe dos Serviços de Acção Social que fora nomeado para aquela categoria por ter "obtido" a classificação de "Excelente".

Em boa verdade, a mensagem que Adolfo Vidal passou e difundiu pela Nossa Academia não só é totalmente falsa como é também destituída de qualquer fundamento legal, é imprópria e pressupõe não só a falta de conhecimentos básicos que o tema exige, como também pressupõe que a classificação de “Excelente” que lhe foi atribuída não tem qualquer tipo de legitimidade, porquanto os seus conhecimentos profissionais são, pelo que escreveu, de enorme incompetência e total ignorância que a Universidade lhe deveria de imediato mandar instaurar procedimento disciplinar - já que o que é por aquele Excelentíssimo funcionário escrito – põe em causa a credibilidade e profissionalismo dos restantes membros da academia como a própria Universidade.

Aguarda-se agora uma posição da Reitoria, face à gravidade e má fé da mensagem distribuída, esclarecendo duma vez por todas que, como manda a lei, os funcionários eleitos irão ser convocados para as futuras reuniões do Senado e Assembleia da Universidade
*
*
Texto de Adolfo Vidal:
Eleições dos Funcionários da Universidade do Minho
na Assembleia da Universidade e no Senado Universitário

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, em Sentença proferida em 19 de Setembro, decidiu julgar improcedente a providência cautelar que requereu a suspensão de eficácia do despacho do Reitor, de 3 de Maio de 2007, homologatório do resultado das eleições dos representantes dos funcionários para a Assembleia e para o Senado, realizadas no dia 28 de Março de 2007.
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga decidiu julgar improcedente a providência cautelar mas o contencioso eleitoral [Acção Principal] é necessariamente suspensivo e sobre esta ainda não foi tomada qualquer decisão!
No entanto a decisão inerente à providência cautelar é clara, a Requerida está proibida de executar ou prosseguir o acto administrativo de posse dos funcionários, nos termos do artigo 128 do CPTA. No caso de prosseguimento do acto e se for dada posse, e se as eleições forem anuladas [como será de esperar, pelos vícios referidos por ambas as partes, e por outros que se irão conhecer a seu tempo] os actos não terão qualquer efeito jurídico ou seja serão nulos [Não são passíveis de reproduzir]. Ou seja, tudo terá de ser repetido, ficando em causa todo o processo de revisão dos Estatutos da Universidade do Minho para aplicação do RJIES.
Com os melhores cumprimentos
Adolfo Vidal
Técnico Superior de 1ª Classe
Nota: Para uma leitura atenta enviamos documentação de relevo para todos os funcionários não docentes.”
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(reprodução de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico esta manhã - o texto identificado como "Texto de Adolfo Vidal", que se reproduz integralmente, caiu-me na caixa de correio electrónico na tarde de ontem, com difusão aparente em toda a rede da UMinho)

terça-feira, setembro 25, 2007

Somos todos iguais mas uns ...

«AS PROMOÇÕES POR MÉRITO E A ROTURA FINANCEIRA NA UNIVERSIDADE DO MINHO
Nos momentos dificeis, nomeadamente nos momentos de crise e ou rotura financeira, como faz crer o Reitor da UM, com direito a publicidade feita através dos meios de comunicação social, não devemos todos esquecer que a referida crise a todos pertence.
Em jeito de colisão com a referida crise está assente que na UM não haverá (não se sabe bem por quanto tempo), concursos de promoção para ninguém, nomeadamente para o pessoal não docente (dependendo das carreiras... é claro), tanto mais que assim é ditado pelo Governo. Porém, nada faz crer que tal crise nos concursos e ou promoções não possam ser contornados (tal como noutras situações).
Dito de outra forma, os Serviços de Acção Social decidiram fazer o dito contorno à lei e às regras que vigoram na UMinho para promoverem dois dos seus mais que muitos funcionários com um EXCELENTE, que também segundo a lei e nestas circunstâncias já podem fazer-se promoções. Até aqui tudo bem. São Bons funcionários (perdoen-me) Excelentes e por essa razão têm direito. E os outros? E não haverá crise desta forma?»
(reprodução integral de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico esta tarde - conferir, a propósito, Diário da República, 2ª série - Nº 184 - 24 de Setembro de 2007)

sábado, setembro 22, 2007

Notícias da UMinho em momento de pausa

i) Providência Cautelar sobre as Eleições na UMinho para a Assembleia e Senado realizadas em Abril pp. (Procº nº 622/07.9 BEBRG-A, Tribunal Administrativo e Fiscal - Braga)
A notícia que chega, finalmente, é a de que o tribunal julgou improcedentes os pedidos dos requerentes.
Embora a sentença agora proferida seja passível de recurso, este não tem efeitos suspensivos.
Anote-se, também, que além das multas a que o juiz já condenou os autores da acção, estes terão agora de pagar também as "custas" do processo, de valor ainda a fixar pelo tribunal.
Finalmente, retenha-se o que é o mais relevante; a saber: os representantes dos funcionários não-docentes eleitos a seu tempo terão agora que ser convocados e de participar nas reuniões da Assembleia e do Senado!
Convenhamos que é uma sentença que vem no tempo certo, pese embora a demora habitual dos tribunais. O tempo certo é, explicite-se, o da mudança na UMinho, que desejamos (obviamente, não todos) e já urge há algum tempo.
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ii) Dossiê IPCA
Depois da névoa que se levantou ao longo de toda a semana que agora se apresta para terminar, é esclarecedor saber que, afinal, o que tomavamos por nevoeiro era antes fumo, uma cortina densa de fumo resultante de acção incendiária. O esclarecimento, de certo modo a pedido, acabou de chegar da parte de quem teve condições (e coragem) para fazê-lo (conferir a esse respeito o "comentário" mais recente anexo à mensagem deste jornal de parede intitulada "Notícias de um debate por fazer, intra-muros").
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Não esteve mal a semana. Bom seria que as próximas fossem ainda mais auspiciosos. Teremos que fazer por isso! "Não há almoços grátis", nem jantares, convenha-se!

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, setembro 19, 2007

Notícias de um debate por fazer, intra-muros

São novas de um debate por fazer intra-muros aquelas de que as notícias que deixo adiante falam, um debate que, à vezes com alguma ingenuidade e falta de informação, outros vão fazendo. Ainda bem que o fazem. Ainda bem que têm oportunidade do fazer!
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i) Notícia JN
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ii) Barcelos Popular
ENSINO SUPERIOR Vontades esbarram
Lei impede fusão IPCA/UM
Autor: Rui Pedro Faria
Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007
«O novo Regime Jurídico do Ensino Superior, publicado esta semana, deve impedir a fusão ou integração do Instituto Politécnico do Cavado e do Ave (IPCA) na Universidade do Minho (UM).
A lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro, é bem clara no seu artigo 13.º quando frisa que não são permitidas fusões de institutos politécnicos com universidades. Quanto a uma possível integração, o IPCA, de acordo com a nova lei, teria de manter a natureza politécnica, o que, diga-se, não traria qualquer acréscimo de valor ao actual cenário de independência da instituição sedeada em Barcelos.
A visão contrária à integração de politécnicos em universidades tem sido manifestada por reputados juristas. Vital Moreira defendeu, em artigo no jornal Público, que “o que não é normal é as escolas politécnicas estarem integradas nas universidades”. Também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) se assume contra as fusões de politécnicos nas universidades e dá como maus exemplos de integrações os casos do Algarve e Aveiro.
Será de notar que os conflitos de uma integração do IPCA na UM são previsíveis: ao nível do corpo docente, a UM prepara-se para dispensar os serviços de cerca de uma centena de docentes e a esmagadora maioria dos professores do IPCA tem vínculo precário. Também é pública na UM a vontade de dispensar sessenta funcionários, sendo que 90 por cento que pertencem ao IPCA tem vínculo precário. Em matéria de propinas, os alunos pagam 675 euros no IPCA e 920 euros na UM. No tocante às instalações, o “campus” do IPCA está em fase de desenvolvimento, mas a UM tem outras prioridades estabelecidas, uma vez que nem Braga nem Guimarães têm os “campus” concluídos.
A vontade de integração/fusão manifestada agora pela UM surge numa altura em que o IPCA se assume como uma instituição com resultados promissores, tudo apontando para que rapidamente supere a única crítica constante no relatório da AEU (Associação Europeia de Universidades), que se prende com o reduzido número de alunos, atingindo uma população estudantil de 3000 alunos.»
Rui Pedro Faria
(reprodução integral de notícia/artigo publicada/o no jornal referenciado em 07/09/14)
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[cortesia de Nuno Silva]

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Ps: "Entre o bluff e o equívoco" (título de mensagem, datada de 07/09/19, disponível em Higher education - univercity)

domingo, setembro 16, 2007

Notícias da UMinho, pela fresca

Notícia JN
(cortesia de Nuno Silva)
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Comentário: o reitor da UMinho está muito reivindicativo face à tutela, ultimamente - e comunicativo com a comunicação social; é pena que, ao longo de mais de 5 anos, não tenha evidenciado idêntica vontade de comunicar com a própria Universidade.

quarta-feira, setembro 05, 2007

" A Universidade do Minho está a morrer"

«Parques da UM
Bom dia,
Como todos sabem temos de renovar a licença para o acesso aos parques da U.M., ora o que alguns podem não saber é que em vez dos anteriores 5€ para o Acesso Geral aos Parques da Universidade mais 5€ do Cartão de Abertura de Cancela Automática (renovação/emissão) agora são 50€ no total ou seja são 5 vezes mais!!!
Como se não chegasse os funcionários públicos cada vez mais estarem a perder poder de compra, terem as carreiras congeladas e terem aumentos anuais que são uma vergonha ainda sobem assim o acesso ao parque?
Se a universidade está a morrer por falta de dinheiro então que reduzam as despesas em coisas que não fazem falta como algumas obras etc., que não seja sempre o Zé-povinho a pagar pela falta de dinheiro do Estado por causa da sua má gestão...
Será que todos concordam com este aumento?
URL: http://jn.sapo.pt/2007/09/04/norte/universidade_minho_esta_a_morrer.html

P.S. por razões óbvias não me vou identificar para não haver retaliações.

Cumprimentos
UM»
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(reprodução integral de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico nesta data)
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Comentário ou, antes, algumas singelas perguntas dirigidas ao reitor da UMinho a propósito das suas últimas declarações públicas:
i) a situação financeira desastrosa a que a se chegou é só culpa da tutela ou o reitor que geriu a Insituição nos derradeiros 5 anos é, também, responsável?
ii) É de hoje ou deste ano o problema ou ele já se percebia antes?
iii) Se sim, porque não foi prevenida atempadamente a deterioração da situação financeira da Instituição? Por incompetência? Porque o reitor esteve distraído com projectos de "grande alcance estratégico" como o "Pacto Regional" e a criação da feira de vaidades a que chamou conselho estratégico?
iv) Que visa o reitor da UMinho com estas declarações alarmistas, neste preciso momento de suposta renovação do quadro de funcionamento da Instituição, por força de determinantes externos? Assustar quem se proponha contribuir para repor o equilíbrio financeiro da gestão e um projecto de Universidade ao serviço da Ciência, da Cultura e do Desenvolvimento da comunidade humana onde se insere?

terça-feira, setembro 04, 2007

Notícias da UMinho, a começar o mês de Setembro

(p. 11, ligação temporária)
(inclui notas sobre a avaliação da UMinho pela EUA)»
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(mensagem datada de hoje disponível em Que Universidade ?)
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(o meu) Comentário:
Caro MJMatos,
Obrigado pela chamada de atenção para a notícia.
Podia comentar diversas coisas mas, dado que o meu colega Jaime Gomes (Prálem D`Azurém) já o fez em mensagem datada de ontem, pelo menos em parte, limito-me a deixar aqui a chamada de atenção para esse seu comentário.
São interessantes estas avaliações "externas".
Um abraço,

terça-feira, julho 24, 2007

Uma mão-cheia de nada

Há ocasiões em que me aterram na caixa de correio mensagens que me suscitam sentimentos de desconforto. Foi o caso da mensagem que, em grande parte, reproduzo abaixo. Neste caso, fiquei em situação de não saber se rir se chorar, tamanha a mão-cheia de nada de que se dá notícia.
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«Notícia
Reunião do Senado da Universidade do Minho

O Senado Universitário da Universidade do Minho reuniu no dia 23 de Julho de 2007.
Depois da investidura dos novos membros, que antecedeu a reunião, foram tratados os seguintes assuntos, integrantes da agenda:
Aprovação da acta da reunião anterior;
Informações, prestadas pelo Senhor Reitor, em torno dos seguintes assuntos: avaliação institucional pela EUA; reunião do Conselho de Escolas, ocorrida em 29 de Junho de 2007; reunião do Conselho Geral da Fundação Carlos Lloyd Braga, ocorrida em 18 de Julho de 2007; reunião do Conselho Estratégico da Universidade do Minho, realizada no dia 21 de Julho de 2007; Orçamento para o ano de 2008; ponto da situação dos trabalhos de que foi incumbida a Comissão nomeada pelo Despacho RT- 25/2007, de 26 de Março; reunião da Comissão Permanente do Conselho Cultural, ocorrida em 11 de Julho de 2007;
Fixação do valor das propinas para o ano lectivo de 2007/2008: no montante de 948 euros, para os Ciclos de Estudos Conducentes ao Grau de Licenciado, para os Ciclos de Estudos Integrados Conducentes ao Grau de Mestre e para os Ciclos de Estudos Conducentes ao Grau de Mestre que vierem a ser objecto de financiamento pela tutela; no montante de 1375 euros, para os Ciclos de Estudos Conducentes ao Grau de Mestre não abrangidos pelo financiamento acima mencionado [...]; no montante de 1375 euros, para os Cursos de Mestrado e para os Cursos de Especialização ainda não organizados de acordo com o regime jurídico fixado pelo Decreto-Lei nº 74/2006 [...].
Aprovação da proposta de Regulamento Eleitoral para a Eleição dos Representantes dos Estudantes nos órgãos de Governo da Universidade do Minho.
Aprovação das propostas relativas aos seguintes Cursos: Curso de Doutoramento em [...].
Criação do núcleo de investigação “Núcleo de Investigação em Marketing e Estratégia (iMARKE)”, da Escola de Economia e Gestão.
Foram também analisados e discutidos alguns dos aspectos mais relevantes relacionados com o Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior e com o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior.
A próxima reunião ordinária do Senado Universitário realizar-se-á [...].»
(extractos de acta de reunião do senado da UMinho realizada em 07/07/23, recebida por correio electrónico na mesma data)