Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

Mostrar mensagens com a etiqueta Colaboração Universidade/Empresa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Colaboração Universidade/Empresa. Mostrar todas as mensagens

sábado, setembro 22, 2012

ENTRExplorer: "Testa a tua ideia de negócio"

«ENTRExplorer

Visita-nos em www.entrexplorer.com e vem jogar o jogo dos empreendedores!!!

Testa a tua ideia de negócio e constrói o teu Plano de Negócios!!!»

(reprodução de mensagem promocional de jogo de introdução ao empreendorismo - em fase de teste, ainda - que me caiu entretanto na página pessoal do Facebook)

segunda-feira, maio 14, 2012

"Escolas portuguesas sobem no ‘ranking’ do FT"

«Universidades Católica, Nova e do Porto mantêm-se no ‘ranking’ da formação de executivos do jornal britânico.
Já o ano passado tinha acontecido e o feito repetiu-se em 2012: três escolas portuguesas aparecem nos ‘rankings' da formação de executivos do Financial Times que o jornal britânico publica hoje. Universidades Católica, Nova e do Porto firmam, assim, posições entre as melhores escolas de negócios de todo o mundo, fazendo a marca Portugal marcar pontos internacionalmente na área do ensino.
Enquanto a Católica-Lisbon School of Business and Economics surge na confortável posição de se ver no ‘ranking' pelo sexto ano consecutivo - tendo sido a primeira portuguesa a chegar lá -, no 46º lugar, a Nova School of Business and Economics , que entrou o ano passado, sobe 11 lugares, para a 47ª posição. Já a EGP-University of Porto Business School repete, igualmente, este ano o feito, depois da estreia, em 2011, no ‘ranking' dos cursos à medida das empresas (64º lugar).
Para Fátima Barros, directora da Católica-Lisbon SBE, estar no ‘ranking' do FT, pelo sexto ano consecutivo, prova "a consistência" do trabalho da escola. A responsável destaca a boa classificação da escola - que comemora, em 2012, 40 anos de existência e 20 anos de formação de executivos - nas parcerias internacionais
anos de formação de executivos - nas parcerias internacionais. E não tem dúvidas que é o reconhecimento de um trabalho que tem vindo a ser feito de parcerias na Europa, África, Ásia e Estados Unidos "para os portugueses terem contacto com outros mercados ". "O nosso objectivo é que Lisboa seja um centro de formação para executivos em todo o mundo, em particular europeus e de países lusófonos, como Angola", sublinha.
A Nova Business School of Business and Economics estreou-se, o ano passado, no ‘ranking' da formação de executivos do FT e, de 2011 para 2012, subiu 11 lugares, chegando à 53ª posição. Nadim Habib, responsável pela formação de executivos desta escola, destaca a boa classificação obtida pela Nova no critério de localização internacional. "Foi reconhecida a capacidade da Nova de estar em várias localizações internacionais. A nossa âncora é a Angola Business School, mas tivemos programas relevantes no Brasil, em Itália e Bruxelas. Esta postura mais global dá-nos uma grande vantagem competitiva", diz.
Embora estando já no ‘ranking' do FT, o ano passado, a Nova SBE não estava na lista dos melhores nos cursos à medida das empresas. Eeste ano entrou directamente para a 48ª posição. "Mudámos a lógica dos cursos customizados. Procurámos alinhar os programas com as necessidades das organizações", frisa o responsável, acrescentando que o seu objectivo é estar nas 25 primeiras escolas do FT"nos próximos três anos".
No caso da EGP-UPBS, a escola está, pelo segundo ano consecutivo, nos cursos à medida e isso, para Nuno Sousa Pereira, o director, deve-se a "uma estratégia de especialização da escola neste tipo de formação". O responsável explica que a EGP se posiciona numa postura de "muita flexibilidade" perante as necessidades das empresas, com uma formação à medida "muito direccionada para as suas necessidades estratégicas". Eadianta que cerca de um terço da facturação da EGP-UPBS já vem destes cursos à medida. Garante que as empresas continuam a procurar a escola, embora estejam a reduzir o montante que afectam à formação.
As melhores escolas do mundo
A melhor escola do mundo para formação de executivos, segundo o FT, é a espanhola IESE ( Associada da AESE em Portugal) que subiu da 3ª posição, o ano passado, destronando do primeiro lugar a HECParis, que foi relegada para 2º lugar. Na terceira posição surge a suíça IMD, que estava em 4º, em 2011. Oterceiro lugar, do ano passado, pertencia à norte-americana Harvard Business School, que desceu para o 4º.
Assim, a Europa consegue, em 2012, dominar os três primeiros lugares do ‘ranking' do FT . Aliás, nas dez primeiras posições, seis escolas são europeias (duas espanholas, duas francesas, uma suíça e uma britânica), três são norte-americanas, e uma é brasileira, a Fundação Dom Cabral, em 8º, que tem vindo a ganhar terreno nos últimos anos.
Algumas destas escolas de topo têm vindo a alargar a sua actuação à Ásia, mais concretamente a Singapura, fazendo com que este mercado ganhe peso. É o caso da francesa INSEAD (10º lugar), da norte-americana Center for Creative Leadership (6º), da Universidade de Chicago e da francesa Essec, que abriram portas neste país. Odestaque que a Ásia está a ganhar na economia, está a reflectir-se na área do ensino, concretamente na formação dos executivos.
[...]»
(reprodução parcial de notícia Económico online, de 2012/05/14)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, março 16, 2012

EEG/UMinho: FÓRUM EMPREGO 2012

«IX Jornadas Universitárias de Emprego  
“Competências Transversais no Acesso ao Mercado de Trabalho”
23 de março – 14h15
Anfiteatro 1.01 – EEG, UMinho

Decorrerá no próximo dia 23 de março, às 14h15, no Anfiteatro 1.01 da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, em Gualtar, Braga, o Fórum Emprego 2012: IX Jornadas Universitárias de Emprego. A edição de 2012 tem como tema: “Competências Transversais no Acesso ao Mercado de Trabalho”.
Esta iniciativa enquadra-se no programa EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza e pretende facilitar e agilizar o processo de integração dos estudantes no mercado de trabalho, tanto a nível local, como transfronteiriço e europeu. O programa centra-se na divulgação de técnicas de procura de emprego e na explicação dos objetivos e funcionalidade do programa de emprego EURES da União Europeia.
A organização deste evento é da responsabilidade do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas(NIPE) da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, com o apoio do EURES Transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza.

Informações adicionais:
Núcleo de Investigação em Políticas Económicas(NIPE)
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho
Telefone: 253 604517

Gabinete de Comunicação
Escola de Economia e Gestão»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, novembro 03, 2011

"Barreto quer Universidades a ocuparem-se ´dos problemas do país`”

«Sociólogo na cerimónia de aniversário da Universidade Nova de Lisboa
O sociólogo António Barreto defendeu hoje que as universidades devem devolver o investimento que o País lhes proporciona, o que considera não ter acontecido até agora.
Falando aos jornalistas no final da cerimónia do 38.º aniversário da Universidade Nova de Lisboa, em que foi orador convidado, o ex-ministro propôs que as instituições do ensino superior passem a "ocupar-se dos problemas do País".
Deu exemplos de grandes projectos, como o TGV, o plano energético ou o novo aeroporto, onde as universidades não estiveram envolvidas "ou participaram pouco ou nada".
Barreto propôs ainda que as universidades passem a planear a 20 ou 30 anos, e não apenas no curto prazo, de dois ou três anos, como actualmente, quando um aluno começa um curso e não sabe se, quando o terminar, "vai ter saída" profissional.
Para isso disse ser necessário que as instituições universitárias nacionais se entendam e planeiem o futuro em conjunto.
Um dos objectivos é evitar repetir o erro que cometeram ao criar "centenas de cursos inúteis" nos últimos anos, salientou.
E defendeu a valorização cultural em vez da especialização, afirmando que a Universidade deve dar as ferramentas para os alunos pensarem.
O reitor da Universidade Nova, António Rendas, por seu lado, disse que a instituição que dirige deve "competir mais a nível internacional", uma das suas prioridades a par do financiamento.
Garantiu que a Universidade Nova tem sido "frugal" nos gastos e considerou que o ensino superior não é uma prioridade no actual estado de crise profunda vivida no País.

(reprodução de notícia Público online, de 03.11.2011
______________________
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, outubro 21, 2011

Notícias da UAveiro: "Universidade apresenta portefólio estruturado de competências e serviços"

«Objectivo passa por dar a conhecer tudo o que a universidade tem para oferecer às empresas, autarquias ou outras entidades do tecido económico, públicas ou privadas

A Universidade de Aveiro (UA) apresenta, hoje, o seu “Portefólio de Competências e Serviços”. Trata-se de um documento que pretende dar a conhecer tudo o que a universidade tem para oferecer às empresas, autarquias ou outras entidades do tecido económico, públicas ou privadas. A cerimónia de apresentação oficial, a ter lugar pelas 16.30, no auditório da Reitoria, contará com a presença de Alexandre Soares dos Santos, presidente do Conselho Geral da UA, e dos responsáveis da Associação Empresarial de Portugal (AEP), José António Barros, e Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), Valdemar Coutinho.
Com um campus moderno e integrado, e conhecida como uma das universidades mais inovadoras e cotadas do país, tendo sido recentemente a melhor portuguesa no ranking das 400 melhores universidades do mundo - de acordo com o ranking do Times Higher Education (THE) - a UA reúne uma série de competências e serviços cuja visibilidade pública urge melhorar. Atendendo a essa realidade a instituição de ensino superior aveirense dará a conhecer aos agentes económicos, através da Internet e de um documento físico, tudo o que pode oferecer em matéria de serviços e de competências científicas e tecnológicas.»

(reprodução de notícia Diário de Aveiro online, de 21 de Outubro de 2011)
________________
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

Comentário: o que vale é que há "rankings" para satisfazer todos; se não fosse assim, quanta frustração (adicional) não iria por aí.

sexta-feira, agosto 05, 2011

"Os parques tecnológicos brasileiros"

Os parques tecnológicos brasileiros

(título de mensagem, datada de 02/08/2011, disponível em Luis Nassif Online)

sábado, fevereiro 05, 2011

'Cidades pela Retoma'

«Num país com uma frágil tradição de participação cívica um grupo de cidadãos tem vindo a construir o projecto 'Cidades pela Retoma', um esforço colectivo para pensar o futuro das cidades em tempos de crise.
No final da primeira etapa (seis meses de trabalho) o projecto começa finalmente a ganhar forma. Resultado disso são as conversas na TSF (com Ricardo Oliveira Duarte e Fernando Alves, no programa 'A semana passada') e com Ana Neves (KMOL) e Helena Oliveira (VER).
- 'Um exemplo de gestão de conhecimento territorial' (entrevista ao site KMOL http://kmol.online.pt/) 4 FEV
http://kmol.online.pt/artigos/2011/02/04/cidades-pela-retoma
- 'Cidades' no programa 'A semana passada' (Fernando Alves e Ricardo Oliveira Duarte - TSF) sábado 5 Fev entre as 11h00 e as 12h00
(http://www.tsf.pt/programas/programa.aspx?content_id=918294) 5 FEV com a participação de Miguel Barbot (http://1penoporto.wordpress.com/ e http://www.acdporto.org/) e Carlos Romão (http://cidadesurpreendente.blogspot.com/)
- Um desafio colaborativo em momento de crise (artigo no SITE http://www.ver.pt/) 2 FEV
- http://www.ver.pt/conteudos/verArtigo.aspx?id=1129&a=Geral
Se achar relevante a informação agradecemos a sua divulgação junto de outros potenciais interessados.
Cumprimentos
José Carlos Mota
'Cidades pela Retoma'
http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/
http://www.facebook.com/CidadespelaRetoma
cidadespelaretoma@gmail.com»

(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

segunda-feira, janeiro 10, 2011

sábado, janeiro 01, 2011

"Comando poderá ser utilizado com vários aparelhos"

Notícia Correio do Minho
Aluno da UMinho ajuda a criar comando revolucionário:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=40662
*

quinta-feira, dezembro 09, 2010

segunda-feira, dezembro 06, 2010

“De onde vim e até onde vou: uma análise preliminar da desigualdade socioeconômica e entrada no Ensino Superior brasileiro”

“In this article we test the hypothesis in which the democratization policies for higher education adopted in Brazil had reduced the strength of the association between socioeconomic background and the entry chances in this educational level. For this, we used microdata from Monthly Employment Survey (IBGE), and we followed the educational trajectory of the individuals aged 16 to 30 for a year in the following periods: 2002/2003 and 2008/2009. The results show that this hypothesis holds for residents in the metropolitan areas. Results suggest that educational expansion policies may be decisive in reducing the inequality of opportunities.”

Raquel Rangel de Meireles Guimarães (Cedeplar-UFMG)
Gilvan Ramalho Guedes (Brown University)
Eduardo Luiz Gonçalves Rios-Neto (Cedeplar-UFMG)

Date: 2010-11
Keywords: Entry to Tertiary Education; School Transitions Model; Grade of Membership.
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:cdp:texdis:td414&r=edu

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

segunda-feira, novembro 22, 2010

"Criar emprego é cada vez mais uma saída para quem sai das universidades"

Notícia Económico
Saiba o que as universidades fazem para apostar no empreendedorismo:
http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-o-que-as-universidades-fazem-para-apostar-no-empreendedorismo_104410.html

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, julho 01, 2010

"Dali sai fumo": notícia de investigação em curso

Artigo JN
Universidade estuda incêndios em "laboratório":
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1607260
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

quinta-feira, maio 27, 2010

Mudando de assunto: "percepção por parte dos residentes de Guimarães dos benefícios do desenvolvimento turístico"

A cultura enquanto elemento básico de atracção é responsável por entre 35% e 70% de toda a actividade turística na Europa. Isto num contexto em que o turismo se tem constituído numa das actividades económicas que maior crescimento tem registado nas últimas décadas e é encarado como um dos sectores-chave do presente século. Dentro do sector, espera-se que o turismo cultural seja um dos segmentos mais dinâmicos. Tendo presente a importância económica da actividade e o crescimento acelerado que vem experimentando, os seus impactos precisam de ser antecipados, compreendidos, planeados e monitorizados, para que eventuais efeitos negativos possam ser evitados ou minimizados.
As preferências e comportamentos dos turistas têm vindo a alterar-se. Os turistas da actualidade são cada vez mais sofisticados e exigentes. A crescente valorização de destinos menos massificados, da qualidade do atendimento, de férias mais activas e personalizadas, de um contacto mais próximo com a natureza, da descoberta do desconhecido e da singularidade do produto turístico têm que ver com essa evolução da hierarquia das motivações dos turistas. Nesse contexto, a cultura, tradições e modos de vida constituem factores de atracção que assumem relevância incrementada.
O turismo actua como incentivo ao restauro e preservação do património histórico. Além disso, a actividade turística pode funcionar como um importante factor de valorização das práticas locais, do artesanato, e das festividades e cerimónias comunitárias, que, de outro modo, correriam o risco de desaparecer.
Na vertente oposta, o turismo pode ser um factor de marginalização da população e alimentar tensões sociais sempre que seja pensado sem levar em linha de conta os valores locais e não seja capaz de gerar benefício económico que possa ser apropriado pela comunidade local. Um perigo para a sustentabilidade a longo prazo de um destino turístico será também a adopção de manifestações culturais não autênticas, como festas e danças criadas em função dos turistas ou a banalização comercial das práticas culturais locais.
Do trabalho de inquirição dos residentes de Guimarães recentemente conduzido por Laurentina Vareiro, Paula Remoaldo, Vítor Marques e pelo signatário deste texto, no quadro de um projecto de investigação com maior fôlego, entre outros, obtiveram-se os resultados que passo a apresentar.
Uma questão central do inquérito aplicado respeitava à opinião que os residentes do município mantinham sobre o turismo, isto é, em que medida entendiam ser a actividade benéfica para o desenvolvimento de Guimarães. Daí pôde concluir-se que 98,2% dos inquiridos mantinha uma opinião favorável ao desenvolvimento do sector. De notar, ainda, que não se identificaram diferenças significativas de opinião consoante os respondentes eram do sexo masculino ou feminino.
Uma outra resposta a merecer destaque é a que se obteve para a pergunta sobre se, pessoalmente, o inquirido tirava benefício do turismo. Neste caso, a informação que resultou foi que a opinião esmagadoramente positiva que se refere no parágrafo precedente não era resultado das expectativas de benefício directo, sendo os residentes mais jovens (entre os 15 e os 24 anos) aqueles que revelavam uma maior expectativa nesse domínio. Isso poderá ter que ver com a respectiva antevisão de criação de empregos, de que possam aproveitar.
Mesmo se as opiniões favoráveis foram um denominador comum a todos os níveis educacionais, a pontuação da afirmação de que o turismo é bom para o município foi mais elevada entre os residentes detentores de maiores habilitações académicas.
Um resultado que também vale a pena analisar é o que se prende com os impactos da actividade turística. Neste âmbito, apareceu como mais valorizado o que se prende com o contacto que o turismo viabiliza com outras culturas, seguido pelo do encorajamento à preservação da cultura e do artesanato locais. As percepções de que o desenvolvimento da actividade permite a conservação e restauro de edifícios históricos, cria empregos e contribui para o aumento da oferta de serviços para os residentes surgem como 3º, 4º e 5º efeitos esperados.
De um modo geral, os resultados do inquérito confirmam o que a investigação empírica realizada internacionalmente vinha evidenciando sobre as atitudes e expectativas dos residentes de lugares turísticos.
No caso de Guimarães, é verdade que o município tem feito uma importante aposta no turismo, particularmente nos derradeiros dez anos, mas, se se pretende que o sector venha a constituir um dos motores do seu desenvolvimento, a percepção mantida pela comunidade local dos seus efeitos tem que estar bem presente nas estratégias que sejam definidas. Isso é necessário mesmo que, como foi evidenciado, os residentes mantenham uma percepção muito favorável dos benefícios que se podem gerar. É que, mesmo percebendo efeitos positivos importantes, não deixam também de enunciar preocupações e receios. A isso me referirei noutro texto, logo que surja a oportunidade de retomar os resultados do estudo que invoco acima.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de 2010/05/27 do Jornal de Leiria)

quarta-feira, abril 07, 2010

"Equipa liderada pela UMinho sugere dez medidas para o Plano Nacional de Saúde"

«Um grupo de investigadores liderado pelo professor José Precioso, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, emitiu um parecer com um conjunto de propostas para a construção do Plano Nacional de Saúde 2011/2016, publicado no microsite do Alto Comissariado da Saúde (www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016). O parecer consiste em dez medidas para ajudar a revitalizar e a implementar a Educação para a Saúde (EpS) na Escola, de forma a que esta seja mais eficaz e acessível aos alunos. O documento intitula-se “A Necessidade de Revitalizar e Reorganizar a Saúde Escolar – Prevenir, diagnosticar, encaminhar e tratar”.
As medidas sugeridas são: elaboração de um plano nacional de prevenção para as doenças relacionadas com os comportamentos; criação de uma disciplina de EpS; transversalidade; necessidade de formação de professores; diagnóstico precoce e tratamento; envolvimento dos pais; formação parental; observatório de EpS; criação de um grupo de trabalho para reorganizar a EpS; melhorar a cooperação/articulação entre os serviços de saúde e a escola.
José Precioso assina o trabalho com Catarina Samorinha, psicóloga e investigadora na UMinho, José Manuel Calheiros, catedrático na Universidade da Beira Interior, Manuel Macedo, pneumologista no Hospital de S. Marcos (Braga), e Henedina Antunes, pediatra no Hospital de S. Marcos. Esta equipa desafia a comunidade a participar na construção deste importante documento, que pode ser consultado com detalhe em http://www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016/2010/03/31/um-saude-escolar.
_________________________________________
Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem
Universidade do Minho»
(reprodução de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

terça-feira, março 02, 2010

segunda-feira, novembro 23, 2009

Tecnologia desenvolvida em parceria pela DST e pela Universidade do Minho

Noticia Diário Digital
(http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=127653):

«BES Inovação distingue "Energetic Modular Technology"
O projecto "Energetic Modular Technology (Et)", hoje distinguido com o prémio BES Inovação, "transforma Portugal no primeiro país a explorar a aplicação conjunta da madeira e do vidro com características energéticas no âmbito da construção sustentável", disse à Lusa o seu autor.
O arquitecto José Pequeno, do Grupo DST (Domingos da Silva Teixeira), de Braga, adiantou que a conquista do galardão na categoria Energias, "constitui o empurrão decisivo para o sucesso da implementação e comercialização daquela tecnologia a nível nacional e internacional".
A tecnologia Et, que hoje recebeu o prémio BES, implicou três anos de investigação e foi desenvolvida em parceria pela DST e pela Universidade do Minho.»

Diário Digital /Lusa

(cortesia de Francisco Pimentel Torres)

sexta-feira, julho 24, 2009

Concurso GPA 2009

«Professor [...],
a unidade de investigação C-TAC (secção de construção sustentável) da Universidade do Minho é uma das 3 candidaturas finalistas ao concurso Green Project Awards na categoria investigação e desenvolvimento, as outras duas finalistas são:
Unidade de Investigação CENIMAT - Universidade Nova de Lisboa, com um projecto sobre painéis electrónicos em papel
Laboratório Nacional de Energia e Geologia, com um projecto sobre o reaproveitamento de residuos da indústria do papel

A composição do júri do concurso é a seguinte:
APA - Prof. António Gonçalves Henriques
QUERCUS - Dra. Susana Fonseca
ADENE - Eng.º Luís Silva
APDC - Dr. Diogo Vasconcelos
BCSD Portugal - Eng.º Luís Rochartre
Entrajuda - Dra. Isabel Jonet
Euronext - Prof. Miguel Athayde Marques
IHRU - Arq.º Rogério Pampulha
INETI - Dr. Hélder Gonçalves
ISCTE - Prof. Rogério Roque Amaro
Min. das Finanças e da Admin. Púb. - Dr. Carlos Durães da Conceição
MIT Portugal - Prof. John E. Fernández
OIKOS - Dr. João José Fernandes
RENAE - Eng.º Luís Fernandes
Univ .Técnica de Lisboa - Prof. Júlio Novais (IST)
Univ. Católica Portuguesa - Prof. Rui Alves Pires (Fac. Engenharia)
UNESCO - Dra. Manuela Galhardo
-
*
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, proveniente de

terça-feira, julho 14, 2009

Cidades criativas: do conceito à acção de política

No mundo actual, informado pelo paradigma da globalização das trocas comerciais e da informação, a competição entre cidades e territórios ganha cada vez mais espaço. Neste enquadramento, Richard Florida (2002 e 2005), entre outros, defende que o sucesso das cidades vai depender da sua capacidade para atrair novos agentes criativos, que, além do mais, se caracterizam pela respectiva mobilidade elevada.
Por competitividade, em sentido lato, deve entender-se a capacidade de uma cidade ou território criar e preservar uma dinâmica económica que sustente a geração de valor para as suas empresas e de emprego e riqueza para os seus residentes. Um instrumento essencial de competitividade das economias modernas é a inovação, pensada como invenção/criatividade conjugada com pertinência social, isto é, capacidade de criar valor económico.
Interpretada desta forma, a criatividade é hoje reconhecida como um instrumento económico e social fundamental não apenas na geração de riqueza e emprego mas, também, na criação de condições para que se alcance um desenvolvimento sustentável. Estão em causa a capacidade de gerar e incorporar novas tecnologias e procedimentos no tecido empresarial e social geral, por esta via obtendo-se o reforço da competitividade das cidades, regiões e, logo, dos países. A esta luz, as regiões com futuro serão as que ofereçam no mercado global produtos inovadores e/ou singulares e serviços criativos, atraindo talento e capital e proporcionando desenvolvimento económico.
A criatividade tem a ver com a originalidade, a diferença, o ser único, a fantasia. A criatividade prende-se estreitamente com a capacidade de desenvolver novos projectos e processos, isto é, produtos, serviços e formas de fazer inovadores. O poder visionário e a fantasia, assim como ideias não convencionais, aliados à vontade de experimentar e correr riscos são componentes essenciais da criatividade, estando-lhe subjacente um pensamento multidimensional. Por isso, enquadramentos culturais abertos, territórios que sejam centros de encontro de gentes com vivências e proveniências distintas, de certa dimensão demográfica e económica, são particularmente férteis a este nível.
Actualmente, segundo dados da O.N.U., as indústrias criativas crescem a uma taxa média anual de 10%. Como definição de indústrias criativas é possível considerar, genericamente, aquelas actividades que têm a sua origem na criatividade, competências e talento individual, com potencial para a criação de trabalho e riqueza através da geração e exploração da propriedade intelectual. Entre os seus sectores-chave encontramos os seguintes: publicidade; arquitectura; mercado de artes e antiguidades; design; moda; filmes, vídeos e outras produções audiovisuais; design gráfico; música ao vivo e gravada; artes performativas e entretenimento; difusão através da televisão, rádio e internet; escrita e publicação. É ainda possível incluir sectores que envolvam tecnologia de ponta, como a investigação em ciências da vida ou em engenharia. O património cultural, o turismo cultural e os museus são também identificados como estando próximos das indústrias criativas.
Nesta acepção, a criatividade vai para além da investigação académica e tem terreno fértil de exploração no campo da elaboração de políticas nacionais, regionais e locais. Há no entanto que ter presente escalas de operação ajustadas, e daí a vantagem das áreas metropolitanas, e de lógicas de rede, que normalmente extravasam as próprias fronteiras nacionais. Não espanta por isso que este seja o ano europeu dedicado à criatividade e à inovação, e menos deverá espantar terem vindo a multiplicar-se nos derradeiros anos eventos dedicados a estas temáticas. Com estas iniciativas públicas pretende-se mostrar a importância da criatividade e da inovação no desenvolvimento dos territórios e gerar sensibilidade social para estas problemáticas.
Como forma de avaliar o potencial criativo das cidades, dos territórios, e, igualmente, de perspectivar estratégias que os qualifiquem, seguindo a nomenclatura proposta por Richard Florida e outros, usa-se invocar a presença/ausência de 3 Ts, que são: a Tecnologia; o Talento; e a Tolerância. A estes, deve juntar-se um quarto atributo: a Distinção, reportada à qualidade de vida e à variedade do equipamento social e cultural disponível. Só uma boa conjugação destes factores lhes permite (às cidades/territórios), serem capazes de atrair, reter e desenvolver pessoas criativas. A competitividade de cidades, de territórios que queiram fazer da criatividade, da inovação, o seu motor de desenvolvimento vai depender do nível de dotação e qualidade desses atributos.
São peças estruturantes deste processo de dinamização criativa das cidades (territórios): i) as Universidades e os Centros de Investigação e Desenvolvimento, em primeira linha; ii) os Teatros, as Bibliotecas e os Museus, que devem servir como infra-estruturas complementares de suporte à criatividade; iii) as políticas culturais e ambientais, que têm papel importante na preservação da herança cultural e ambiental, e que fornecem ancoragem para a criatividade dos agentes sociais e culturais e dos cidadãos, de um modo geral; iv) o conjunto dos cidadãos, na medida em que se lhes consiga passar essa cultura e sejam capazes de absorver esta dimensão de pensar a vida em sociedade e esse espírito empreendedor.
Aqui chegados, querendo olhar para o Minho, para as suas cidades, uma primeira questão que se pode formular é: como se posiciona este em termos de dotação dos atributos próprios de um território criativo?

Referências:
Florida, R. (2005), Cities and the Creative Class. New York, Routledge.
Florida, R. (2002), The Rise of the Creative Class. New York, The Perseus Books Group.
J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, maio 15, 2009

"As universidades como pontes entre culturas"

Artigo Expresso
As universidades como pontes entre culturas:
http://aeiou.expresso.pt//as-universidades-como-pontes-entre-culturas=f513098

(cortesia de Nuno Soares da Silva)