Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Frases soltas

"Felizmente, sou ainda pequeno e posso esperar que a situação política se clarifique.”

J.C.

(Notícias do Minho, 1995/05/06)

quinta-feira, janeiro 29, 2009

"O exercício do poder académico democrático não estabelece linhas de balcanização"

TRANSFORMAR A CULTURA INSTITUCIONAL DA UMinho

(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, disponível em Liberdade na UMinho)

ECDU

Notícia Diário Digital
Conselho de Reitores aguarda proposta de novo Estatuto:
http://www.diariodigital.pt/news.asp?section_id=61&id_news=370624

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Interpretação duvidosa do regulamento"

"A Universidade do Minho, através da Comissão Eleitoral que a representa, combinando uma interpretação duvidosa do regulamento eleitoral com um formalismo manifestamente excessivo e inaceitável, confirmou a exclusão das eleições para o Conselho Geral de uma lista concorrente e, ao mesmo tempo, fechou a porta à participação dos mandatários na reunião que efectuou no dia 28."

António Cândido de Oliveira

(excerto de mensagem, datada de Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 e intitulada Diário de Campanha (33), disponível em Universidade do Minho: Novos Desafios)

terça-feira, janeiro 27, 2009

Revista de imprensa: vária

Notícia Jornal da Madeira
Próximo reitor da UMa por concurso internacional:
http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=114733&data=2009-01-27
-
Notícia Diário de Coimbra
Comunidade não nos dá o devido crédito porque não conhece o que fazemos”:
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=447&Itemid=135
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

"Alguns terão dificuldade em cumprimentar-se"

«[...] ficámos, finalmente, a conhecer o endereço do sítio da lista C, candidata às eleições para o Conselho Geral da Instituição, que se apresenta sob o "slogan" para uma universidade com futuro! Porque prezamos a concorrência e o debate sobre os caminhos a trilhar pela Instituição, deixamos de seguida o respectivo endereço; a saber: [...].
Entrando no sítio, aparte a foto de família que o emoldura, e um ou outro primor técnico, fica a escapar-nos a razão da demora na sua divulgação. Obviamente, será preciso descontar a dificuldade de juntar todos aqueles colegas, mesmo porque alguns terão dificuldade em cumprimentar-se.»
*
(reprodução parcial de mensagem, datada de hoje e intitulada Informação sobre a concorrência, disponível em Universidade do Minho: Novos Desafios)

Nota: destaque meu

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Revista de imprensa: diversos, incluíndo um disparate

Artigo JN
Media: Especialistas debatem na Universidade do Porto futuro da Ciência da Informação:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1118882
-
Notícia IOL Diário
Ensino Superior: concurso público para escolher reitores:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1036318&div_id=4071

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, janeiro 25, 2009

O (sub-)mundo académico - II

“O caso a que faço alusão não tem que ver com ninguém que orientei. Trata-se de uma colega cujo trabalho conheço e com quem já trabalhei, a cujas provas assisti, parcialmente. Se fosse um ex-orientando meu ser-me-ia mais fácil intervir e fazer sentir o maior desconforto aos autores da patifaria. Infelizmente, a minha capacidade de intervenção neste caso é marginal.
Já agora, sempre lhe digo que, da casa, foram intervenientes directos […], e indirecto […]. Confirmei a fraca opinião que mantinha sobre eles.”
J. Cadima Ribeiro
*
(reprodução parcial de resposta a interpelação que me chegou por correio electrónico a propósito da entrada em título [O (sub-)mundo académico], datada de 09/01/23, para que conste)

Cinzentismo e mediocridade

"[...] A confirmar-se essa circunstância mais relevada sai a sua memória num tempo em que na Universidade sobressai o culto do cinzentismo e da mediocridade."

J. C.

(excerto de crónica do autor identificado publicada no jornal Notícias do Minho de 94/12/03, em coluna regular genericamente intitulada “Crónicas de Maldizer”, reproduzida integralmente nesta data em Economia Portuguesa)

sábado, janeiro 24, 2009

"Coimbra é a 14ª universidade europeia com maior visibilidade e presença na Internet e a 43º do mundo"

Notícia IOL Diário
Universidade de Coimbra é das mais procuradas na Internet:
http://diario.iol.pt/noticia.html?id=1035605&div_id=4069

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sexta-feira, janeiro 23, 2009

O (sub-)mundo académico

Há cerca de dezena e meia de anos, assisti no salão nobre da Universidade do Minho a uma canalhice protagonizada por um conjunto de professores constituídos em jurí de provas de doutoramento. Não queria acreditar que tal pudesse acontecer na Universidade. Hoje e ontem, voltei a assistir a uma canalhice similar, no mesmo lugar, protagonizada por outros intervenientes. Desta vez, tratou-se de provas públicas de agregação. Não me chocou menos, pese a falta de novidade e os anos de contacto que já levo com o (sub-)mundo académico.
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(Professor Catedrático do Departamento de Economia da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho)

"Talvez se pudesse poupar a realização de eleições"

"Tomei ontem conhecimento de que uma lista que se apresenta a eleições entendeu pôr a correr uma “lista” de apoiantes (ver http://www.universidadecidada.blogspot.com/). E se todas fizessem o mesmo? Talvez se pudesse poupar a realização de eleições, tornando tudo muito mais simples."

António Cândido de Oliveira

(excerto de mensagem, datada de Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 e intitulada Diário de Campanha (38) , disponível em Universidade do Minho: Nonos Desafios)

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Pressure

"When you start thinking of pressure, it's because you've started to think of failure."

Tommy Lasorda

(citação extraída de SBANC Newsletter, January 20, Issue 551-2009, http://www.sbaer.uca.edu/)

quarta-feira, janeiro 21, 2009

"Parecer do MCTES sobre transição de vínculos"

"[...]
11.ª) A transição para o novo regime de vínculos, carreiras e remunerações far-se-á, indiscutivelmente, somente aquando da entrada em vigor dos estatutos revistos das respectivas carreiras, mantendo-se até lá em vigor as normas que actualmente regem tais carreiras;
12.ª) Entretanto, porém, a partir de 1 de Janeiro de 2009, exclusivamente para efeitos de modalidade de constituição da relação jurídica de emprego público, afigura-se-nos ser de aplicar, pelas razões aduzidas, o regime do contrato de trabalho em funções públicas, com o conteúdo e as características expressamente previstos nos actuais estatutos daqueles corpos especiais (por exemplo, duração, renovação, etc.).
[...]".
(excerto das "Conclusões" de "Parecer do MCTES sobre transição de vínculos", que "O Chefe do Gabinete de Mariano Gago terá entregue à FENPROF em 17 de Janeiro último", difundido por correio electrónico nesta data pelo SNESup)

terça-feira, janeiro 20, 2009

Implementação de um sistema inovador de Raios-X.

"O portfolio de tecnologias patentadas da Universidade do Minho foi alargado com a concessão de mais uma patente, relativa a uma Matriz de Imagem de Raios-X com guias de luz e sensores de pixel inteligentes, que tem como principais inventores os professores Gerardo Rocha e Senentxu Lanceros-Méndez, dos Departamentos de Electrónica Industrial e Física respectivamente."

(excerto de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de TecMinho - kto@tecminho.uminho.pt)

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Eleições para o Conselho Geral da UMinho: sorteio das listas

Eleições para o Conselho Geral: sorteio das listas

(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009, disponível em Universidade do Minho: Novos Desafios)

domingo, janeiro 18, 2009

"Se calhar [...] ele estava era irritado com a classificação dada pela FCT ao seu Instituto"

"Aliás, D. Policarpo, no seu comício de Casino, também produziu injustas declarações que irritaram a comunidade judaica, a propósito do conflito de Gaza. Se calhar, como patrão-mor da Universidade Católica, ele estava era irritado com a classificação dada pela FCT ao seu Instituto de Estudos Políticos. Felizmente que uma universidade norte-americana já reconheceu o mérito da instituição, coisa que, sem ironia, também subscrevemos, até por causa do casamento misto de ideias protestantes e católicas que está na sua base ecuménica liberal, mesmo que os teóricos católicos não o notem, depois dos sucessivos afastamentos a que foram sujeitos os melhores pensadores políticos lusitanos e neotomistas que ainda pensam pela própria cabeça e de acordo com a autonomia do pensamento português sobre a matéria."

José Adelino Maltez

(excerto de mensagem, datada de 09/01/17 e intitulada "Os novos alves dos reis e a impossibilidade técnica do 28 de Maio", disponível em Sobre o tempo que passa)

sexta-feira, janeiro 16, 2009

"Será que o reitor se vai demitir?"

Dúvidas no início de mais um ano

(título de mensagem, datada de 15 de Janeiro de 2009, disponível em Empreender)

A Economia já não é o que era!

1. A minha unidade de investigação (NIPE) mantém a prática de organizar regularmente seminários onde gente da casa ou convidados das mais diversas universidades, portuguesas ou não, têm a oportunidade de fazer breves apresentações dos resultados da investigação que têm em curso e recolher dos comentários aí recebidos uma primeira avaliação da maturidade da reflexão mantida e dos textos que prepararam. No seminário mais recente esteve um jovem da própria unidade, que é também colaborador do Banco Central Europeu, e que, enquadrando o tema que escolheu, se referiu a um seminário semelhante, ocorrido numa universidade estrangeira de renome, no ano de 2006. O aspecto mais saliente do referido evento foi que o animador da sessão, referindo-se à situação económica e financeira vivida pelos Estados Unidos antecipou a respectiva “falência” a prazo mais ou menos curto. Não é esse, no entanto, o aspecto a que quero referir-me mas, antes, à intervenção crítica feita de seguida por um outro eminente académico presente na sessão, que proclamou a fragilidade da análise de situação que era feita por não se sustentar em qualquer modelo de natureza quantitativa. Na sessão, para apoiar os seus argumentos, o analista não fizera uso de qualquer instrumento econométrico ou afim.
2. O caso que se invoca fez-me lembrar uma conversa que mantive há bastantes anos com o orientador científico da minha tese de doutoramento sobre o que é o método científico, tendo ambos concordado que este não se confundia com a formalização matemática dos modelos económicos, se bem que esta seja amiúde bastante útil, até pela economia de linguagem que permite. Curiosamente, nas provas públicas a que me sujeitei não me libertei de ser criticado por um dos arguentes por usar uma linguagem escrita que fazia apelo a alguma beleza formal (literária), inconveniente por, supostamente, ser pouco própria para ser usada numa tese de Economia. Deduzi que o(a) interpelante considerava que bom economista é aquele que lida com rudeza com as palavras, tratando-as como se de pedregulhos se tratasse. Alternativamente, deveria abdicar de usar palavras e expressar-se alinhando fórmulas matemáticas umas atrás das outras, como vi feito por um colega de Lisboa numa sessão de apresentação de projectos de investigação candidatos a financiamento do organismo público específico existente. Na altura (e talvez ainda hoje), essa era via garantida para assegurar o financiamento do respectivo projecto.
3. A segunda lembrança que o dito caso me trouxe é muito mais recente e leva-me a um texto de opinião que li e revi, escrito por um dos meus filhos, José Pedro Cadima, de 19 anos, e que ele intitulou “Uma Caricatura”. Nesse texto, reporta-se precisamente à crise financeira e económica que atravessamos. Abre-o com a afirmação de que a presente crise lhe faz lembrar o 11 de Setembro. A analogia decorre-lhe de nos meses seguintes aos acontecimentos terroristas terem sido publicitadas várias situações que documentavam várias falhas de informação nas mais diversas agências de segurança Norte-Americanas, quer dizer, todas elas tinham tido algum tipo de pista quanto à existência de planos terroristas mas consideradas isoladamente essas pistas não levavam a lado nenhum e, portanto, não permitiram prevenir os trágicos acontecimentos da data invocada. Similarmente, caricaturando o contexto económico que levou à presente crise, ele propõe o seguinte diálogo entre dois economistas, num encontro no café:
“- Olá Economista! Como te têm estado a correr as coisas?
- Têm estado muito bem, pá! Fizemos mais uns fundos hipotecários de alto risco e os investidores já se atiraram todos a eles!
- Hei! Isso é cá uma sorte! Lá na sucursal, estamos numa enorme encruzilhada. Então, não é que os tipos do crédito de alto risco nos pararam de pagar os empréstimos para a casa?”
- Com os diabos, isso está mesmo mau para os teus lados!
Por fim, abrindo a boca surpreendidos com aquela evidente ligação, um dos dois dizia:
- Espera lá!”
O articulista remata este diálogo ficcionado da seguinte forma: “a verdade é que este tipo de conversa entre dois economistas seria impossível pois, como toda a gente tem conhecimento, dois economistas quando se encontram só falam de futebol.”
4. Sem sombra de dúvida que a Economia já não é o que era! Que o digam os analistas encartados e os “Compromissos Portugal” da nossa praça, que ainda não há muitos meses proclamavam as virtudes dos mercados desregulados e reclamavam menos Estado. Que o digam José Sócrates e Fernando Teixeira dos Santos, que ainda há bem poucos meses não viam à sua frente senão o défice do orçamento de Estado, aparte as várias eleições marcadas para o ano de 2009.
J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de ontem do Jornal de Leiria)

Novo presidente da Federação Académica do Porto

Artigo JN
Futuro do país joga-se no Ensino Superior:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?distrito=porto&concelho=porto&option=interior&content_id=1071938

(cortesia de Nuno Soares da Silva)