Fórum de Discussão: o retorno a uma utopia realizável - a Universidade do Minho como projecto aberto, participado, ao serviço do engrandecimento dos seus agentes e do desenvolvimento da sua região

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quinta-feira, setembro 27, 2012

Resolução do Conselho de Ministros nº 79-A/2012

«Diário da República, 1ª série - Nº 186 - 25 de setembro de 2012
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Resolução do Conselho de Ministros nº 79-A/2012

Aprova as propostas de decisão relativas ao processo de censo às fundações e estabelece os procedimentos e as diligências necessários à concretização das respetivas decisões de extinção, de redução ou cessação de apoios financeiros públicos e de cancelamento do estatuto de utilidade pública

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, novembro 27, 2011

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

"Mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes"

«Os esquemas propostos de avaliação vão ser, em última análise, mais um instrumento de controlo burocrático dos docentes e, pelo esforço que exigem, resultarão numa menor disponibilidade para o exercício das funções dos docentes. Mais ainda, não se vislumbra disponibilidade financeira para progressões no futuro próximo, pelo que todo este exercício resultará em cansaço, competição e degradação do ambiente académico, falhando nos seus propósitos de orientação e progressão.»

Departamento de Ensino Superior do SPN

(excerto de mensagem, proveniente do "Serviço de Apoio ao Departamento de Ensino Superior do SPN" - www.spn.pt/superior - que me caiu em 21 de Fevereiro de 2011 na caixa de correio electrónico)

segunda-feira, janeiro 17, 2011

"Providências contra universidades e politécnicos"

Artigo DN
Providências contra universidades e politécnicos:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1757773

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga: as últimas

Do dia de ontem, vêm-nos a indicação da entrada de 5 novos processos, interpostos pelo Sindicado dos Trabalhadores da Função Pública e visando várias entidades, entre elas (1 caso) a Universidade do Minho. Em 3 dos casos, a entidade directamente interpelada é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino superior (e outros).
Conforme se poderá depreender, no caso vertente, trata-se de providências cautelares destinadas a tentar travar o anunciado corte de salários.
Eficazes ou não, estes processos vão dar muito trabalho ao tribunal, que já se encontrava atafulhado de processos, nomeadamente por força do contencioso que tem por centro a UMinho.

J. Cadima Ribeiro

sábado, novembro 13, 2010

domingo, fevereiro 28, 2010

Petição "contra a alteração das regras de aposentação dos funcionários públicos"

«Caros/as Colegas,
Acabei de ler e assinar a petição online: "contra a alteração das regras de aposentação dos funcionários públicos"

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1156

Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigado,
Manuel Carlos Ferreira da Silva»
*
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

segunda-feira, janeiro 18, 2010

UMinho: quer-se crer que "estamos noutra era"

"Quero crer que estamos noutra era em que existe ´accountability`, ou seja, que todos respondam pelas suas acções."

Jaime Rocha Gomes

(excerto de mensagem, datada de Domingo, 17 de Janeiro de 2010, intitulada Provedor do cidadão universitário, disponível em Prálem D`Azurém)

sexta-feira, março 20, 2009

0s deputados socialistas vão ´tentar interagir com o Ministério...`

Artigo DN
Sindicato reúne com grupo parlamentar do PS:
*
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Comentário: em tempo de eleições, "os deputados socialistas vão ´tentar interagir com o Ministério...`"; pena é que não se tivessem lembrado de fazer isso mais cedo e se tivessem comportado como cordeirinhos durante toda a legislatura.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

"Parecer do MCTES sobre transição de vínculos"

"[...]
11.ª) A transição para o novo regime de vínculos, carreiras e remunerações far-se-á, indiscutivelmente, somente aquando da entrada em vigor dos estatutos revistos das respectivas carreiras, mantendo-se até lá em vigor as normas que actualmente regem tais carreiras;
12.ª) Entretanto, porém, a partir de 1 de Janeiro de 2009, exclusivamente para efeitos de modalidade de constituição da relação jurídica de emprego público, afigura-se-nos ser de aplicar, pelas razões aduzidas, o regime do contrato de trabalho em funções públicas, com o conteúdo e as características expressamente previstos nos actuais estatutos daqueles corpos especiais (por exemplo, duração, renovação, etc.).
[...]".
(excerto das "Conclusões" de "Parecer do MCTES sobre transição de vínculos", que "O Chefe do Gabinete de Mariano Gago terá entregue à FENPROF em 17 de Janeiro último", difundido por correio electrónico nesta data pelo SNESup)

sexta-feira, julho 11, 2008

Comunicado: SNESup organiza Encontro sobre Avaliação de Docentes e Investigadores

«SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior
Colegas
As carreiras docentes do ensino superior e a carreira de investigação científica são carreiras de elevados níveis de exigência, qualificação e responsabilidade, a que têm sempre estado associados processos de avaliação próprios, que nada têm a ver com os utilizados pela administração burocrática. Só mesmo para a Direcção-Geral da Administração e Emprego Público do Ministério das Finanças e da Administração Pública (MFAP) as nossas carreiras são "carreiras não avaliadas".
O SNESup defende que os actuais processos de avaliação mediante concursos, provas e relatórios deve constituir a base de qualquer sistema de avaliação dos docentes e investigadores, evitando a multiplicação de momentos e de procedimentos de avaliação que prejudiquem o trabalho académico.
O SNESup rejeita a introdução do sistema de quotas previsto no SIADAP, que tem apenas raiz economicista e pode prejudicar o reconhecimento e a recompensa do mérito.
Sendo previsível que a questão da avaliação de desempenho se vá colocar a muito curto prazo em sede de revisão dos estatutos de carreira, anunciamos desde já a realização de um ENCONTRO SOBRE A AVALIAÇÃO NO ÂMBITO DAS CARREIRAS DOCENTES E DE INVESTIGAÇÃO que terá lugar em Lisboa no próximo dia 1 de Outubro.
O programa detalhado e a forma de inscrição serão divulgadas proximamente.
Saudações académicas e sindicais
A Direcção do SNESup
11-7-2008»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a provenniência identificada)

quinta-feira, março 13, 2008

Lei nº 12-A/2008 - transição entre vínculos

«Ensino_superior_ A Lei nº 12-A/2008_Transição entre vínculos
[...]
SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior
Colegas
Publicada a Lei nº 12- A /2008, segue-se
- no prazo de 180 dias, ou seja, até 26 de Agosto, a revisão das carreiras;
- sem prazo definido, a apresentação à Assembleia da República de Proposta de Lei sobre o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas.
Na data de entrada em vigor da Lei sobre o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, todos os actuais vinculados por nomeação e por contrato administrativo de provimento transitarão, conforme os casos, para contrato de trabalho, para contrato de trabalho por tempo indeterminado em período experimental ou para contrato de trabalho a termo.
Dada a configuração actual das nossas carreiras, com desenvolvimento nas primeiras fases por contrato administrativo de provimento e períodos de nomeação provisória muito superiores ao fixado pelo anterior regime geral da função pública, que era de um ano, a aplicação, sem conjugação com outro instrumento legislativo, da nova lei dos vínculos, poderá conduzir ao seguinte:
- os actuais professores e investigadores de carreira com nomeação definitiva passam a regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado, mantendo certos direitos inerentes à anterior nomeação;
- os actuais professores e investigadores de carreira com nomeação provisória passam a regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado e em período experimental, que poderá cessar a todo o tempo, e, caso venham a ser aprovados neste, ficarão em regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado, mas sem os direitos inerentes a uma anterior situação de nomeação;
- os actuais assistentes estagiários, assistentes, professores auxiliares sem nomeação definitiva passam a contrato por tempo indeterminado ou contrato sem termo, "em conformidade com a natureza das funções exercidas e com a previsível duração do contrato" sendo de esperar que, pela segunda parte do critério enunciado, venha a haver uma forte pressão para a passagem se faça para contrato a termo;
- tal como aliás o pessoal especialmente contratado.
Assim sendo, colegas, e de acordo com a figura em anexo, que ilustrará artigo que vai ser publicado na nossa Revista em fins de Março:
- ou a revisão das carreiras tem lugar antes da publicação da Lei sobre o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, e cria um regime específico, ou pelo menos promove uma requalificação dos nossos actuais vínculos, para efeitos de transição;
- ou entra em vigor a Lei do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas antes da revisão das carreiras e as condições para minimizar danos serão muito mais reduzidas.
E a revisão não pode ser uma revisão qualquer. O ensino superior e a investigação científica necessitam de soluções próprias. Distinções entre colegas baseadas em características do enquadramento legal que cada um conheceu ao longo da carreira académica não são aceitáveis.
Concretize-se a "TENURE " de que fala o RJIES (Lei 62/2007), como vínculo de estabilidade reforçada, em condições iguais para todos aqueles que a justifiquem pelo seu mérito.
Saudações académicas e sindicais
A Direcção do SNESup
13 - 3 - 2008»
*
(reprodução integral, com excepção de anexos, de mensagem que me caiu hoje na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Comunicado SNESup: Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações

«Ensino_Superior __Publicada Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações
-
SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior
Colegas
Foi publicada em Suplemento ao Diário da República de hoje, 27 de Fevereiro, a nova Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações.
O novo diploma entra em vigor no próximo dia 1 de Março, sendo que algumas das suas disposições produzem efeitos a partir do próprio dia 1 de Março, e as restantes a partir da data da publicação de outros diplomas, cujo processo legislativo ainda não foi iniciado.
Nenhuma disposição retroage a 1 de Janeiro de 2008.
Negociado exclusivamente com os Sindicatos da Função Pública, o processo de transição para o novo regime de vínculos ignora completamente as especificidades das carreiras docentes do ensino superior:
- onde as carreiras se desenvolvem, nas fases iniciais, por contrato administrativo de provimento, com direito a nomeação nas fases posteriores;
- onde muitos docentes se encontram na situação de convidados ou de equiparados a apesar de reunirem os requisitos, em termos de habilitações científicas, ou de regime de dedicação, para fazerem parte da carreira.
Dado que a concretização deste processo de transição só terá lugar com a publicação do futuro regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, o SNESup considera necessário que, entre 1 de Março de 2008 e a entrada em vigor do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, seja publicado um instrumento legislativo relativo aos docentes do ensino superior em regime de contrato administrativo de provimento, a negociar com as associações sindicais, que equipare a sua situação à da generalidade do funcionalismo público integrado em carreiras.
Saudações académicas e sindicais
A Direcção do SNESup
Em 27-2-2008»
(reprodução integral de mensagem de correio electrónico recebida nesta data, da entidade identificada)

sábado, maio 05, 2007

Reforma da Adm. Pública - Comunicado do STE

"À REDACÇÃO NACIONAL

NEGOCIAÇÃO SOB O SIGNO DO MEDO

Arranca hoje a 2.ª fase da negociação do novo sistema de vínculos, carreiras e remunerações, sob o signo do medo, da suspeita e da manipulação.
Temos pela frente um conjunto de rondas negociais que, muito provavelmente, serão marcadas pela inflexibilidade negocial do Governo.
Essa dificuldade, aliada à escassez do tempo disponível para analisar em pormenor todas as consequências das normas inclusas na proposta de lei, fazem antever que o processo negocial será superficial e formalista.
Estes receios, que são reais, não nos impedem de visualizar, com nitidez, o cerne da presente negociação: o objectivo final de toda esta actividade legislativa é a adopção do despedimento como instrumento de gestão de recursos humanos nos serviços públicos.
Por ora, apenas se diz que os nomeados que não exercem actividade no âmbito das funções nucleares do Estado passarão a ser vinculados por contrato de emprego público, mas num segundo momento, que não tardará, os contratados em causa ficarão sujeitos ao regime laboral privado do despedimento, em todas as suas modalidades, seja despedimento colectivo ou por extinção do posto de trabalho.
O rei dos despedimentos, o individual sem necessidade de justa causa, depois de ser adoptado pela legislação laboral privada quando a flexigurança portuguesa for uma realidade, o que acontecerá com a implementação das conclusões do livro branco das relações laborais, será aplicado aos contratados do emprego público, assim se consumando a metamorfose do emprego público estável em emprego público precário.
O advento da precariedade abrirá, ainda mais, a porta à partidarização da Administração Pública, suprimindo a igualdade de oportunidades de acesso dos portugueses ao emprego público.
Em matéria de carreiras, deixará de existir a possibilidade de planear o trajecto profissional para a totalidade da vida activa, perspectivando-se a consagração da imutabilidade salarial.
Quanto às remunerações, vamos assistir à redução drástica da expectativa de ganhos salariais e ao primado da avaliação de desempenho no que toca à atribuição de prémios de produtividade.
Sucede, no entanto, que o novo SIADAP continuará a ser confidencial, o que já aportou problemas evidentes no âmbito, por exemplo, da aplicação do PRACE aos serviços e organismos do Ministério da Agricultura, uma vez que as notas foram a forma escolhida de graduar os trabalhadores, mas está vedado o acesso de cada um dos trabalhadores às notas obtidas pelos demais!
Mas este processo negocial também vai permitir assistir ao nascimento dos super-gestores, aos quais será permitido fazer mapas de pessoal anualmente, reduzindo ou aumentando o pessoal ao dispor, ficar na posse dos envelopes financeiros para decidir, de modo omnipotente, quem é promovido e quem não merece sê-lo, quanto será o aumento salarial em caso de promoção e, até, poderão abrir processos de recrutamento externo, sem divulgar o salário para o posto de trabalho, negociando a posição e a remuneração do candidato escolhido a seu belo prazer.
Como organização sindical responsável cabe-nos apostar nos processos negociais, tornando claro o que está em jogo e as opções assumidas.
É o que procuraremos fazer neste processo.

LISBOA, 2007-05-04
A DIRECÇÃO"
Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado
R. Braamcamp, 88 - 2º Dtº - 1269-111
Lisboa Telf. 213860055 Fax 213860785
/...
(reprodução integral de Comunicado da entidade identificada, recebido via correio electrónico em 07/05/05 - cortesia de L. Bettencourt Picanço)

Reforma da Adm. Pública - agora é que é!

Vínculos, carreiras e remunerações da Administração Pública
"Consulte o documento completo em:
Vínculos, carreiras e remunerações da Administração Pública <http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/ GC17/Ministerios/MF/Comunicacao/Programas_e_Dossiers/20070316_MFAP_Doss_ Regimes_AP.htm>"
<http://www.portugal.gov.pt>
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Relatório de Orientação da Política Orçamental
"Consulte o documento completo em:
Relatório de Orientação da Política Orçamental <http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/ GC17/Ministerios/MF/Comunicacao/Outros_Documentos/20070504_MEF_Doc_Rel_O rientacao_Pol_Orcamental.htm>"
<http://www.portugal.gov.pt>
/...
(cortesia de Nuno Silva - UMinho)